Com início a aulas, variação de preço é grande na cidade

O preço do material escolar varia até 455% na região, conforme levantamento do Nupes (Núcleo de Pesquisas Econômico-Sociais), órgão da Unitau (Universidade de Taubaté), divulgado ontem. O recordista na diferença de preço é o lápis de cor (caixa com 12 unidades), produto encontrado por R$ 2,69 e também por R$ 14,65.

O Nupes pesquisou os 12 principais itens da cesta básica de materiais escolares em cinco grandes lojas especializadas de São José dos Campos e Taubaté, entre os dias 4 e 7 de janeiro. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a cesta está 18,47% mais cara, tendo subido de R$ 129,62 para R$ 153,55. “É um aumento de mercado e já esperado. Mas os consumidores têm que prestar atenção na variação dos preços dos produtos, que está muito grande”, disse o economista Luiz Carlos Laureano, do Nupes.

Os itens com menor variação no preço são o papel sulfite (100 folhas) e a cola (40 gramas), com diferença de 47% e 123% no valor, respectivamente. O sulfite vai de R$ 2,17 a R$ 3,20 a resma e a cola, de R$ 0,93 a R$ 2,08 o tubo. “Quanto mais os consumidores pesquisarem os preços, mais aproveitaram as melhores oportunidades”, afirmou Laureano.

É o que faz a dona de casa Luciana Coelho, 45 anos, quando tem que comprar o material da filha Nayla, de 13 anos. Ela costuma visitar várias lojas antes de fechar a compra dos produtos. “A variação é bem grande e compensa pesquisar os preços. A gente encontra promoções e economiza”, disse.

Além da comparação dos preços, o levantamento do Nupes aponta uma série de dicas para os consumidores economizarem na compra do material escolar. Itens com estampas e marcas famosas ou personagens são bem mais caros do que aqueles sem imagens. Isso ocorre muito com os cadernos, mochilas e lancheiras.

“Os pais devem avaliar se vale a pena pagar bem mais caro para ter um herói na capa do material”, disse Laureano. “Uma alternativa é comprar sem a estampa e colocar um adesivo, que é mais barato.” “Há produtos em que se deve observar a qualidade. Nestes casos, o barato pode sair caro”, disse Hélio Anan, supervisor da papelaria Tanby. O projetista Alexandre Bernardo, 40 anos, levou ontem os filhos para comprar materiais. “Os preços estão razoáveis.”

O Vale

Publicado em: 09/01/2013

Crise da GM tem interfêrencia do novo Prefeito

O prefeito de São José dos Campos, Carlinhos Almeida (PT), vai intermediar a negociação entre a General Motors e o Sindicato dos Metalúrgicos para tentar evitar a demissão de 1.500 trabalhadores da empresa na cidade. Eles podem perder o emprego em 26 de janeiro.

Ontem, o petista confirmou que irá receber os sindicalistas no Paço para ouvir as reivindicações da categoria. O encontro, que será realizado até a próxima semana, foi pedido pela entidade por meio de ofício protocolado anteontem.

“O prefeito tem todo o interesse em ajudar no que for possível para resolver esse impasse”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Sebastião Cavali. Carlinhos também fez contato ontem com a direção da GM para agendar uma reunião. Ele quer ouvir os dois lados antes de se envolver como intermediador da negociação. “A solução para a questão depende do entendimento entre a empresa e o sindicato”, disse o prefeito, por meio de nota.

A reunião de Carlinhos com os sindicalistas e a empresa devem ser agendadas antes do dia 16 de janeiro, quando as duas partes se encontrarão para mais uma rodada de negociação haverá outras nos dias 18 e 23. As discussões começaram em agosto de 2012, quando a empresa anunciou o fechamento da linha de produção MVA, na qual eram fabricados os modelos Corsa, Zafira e Meriva. Atualmente, apenas o Classic é feito lá. Para a GM, 1.840 trabalhadores são excedentes.

Desde agosto, segundo o sindicato, 340 empregados já teriam saído no PDV (Programa de Demissão Voluntária) aberto pela montadora. “A luta é para manter 1.500 empregos em São José. Na nossa avaliação, a demissão vai gerar perda de até 13 mil vagas se considerarmos os empregos indiretos”, afirmou Antônio Ferreira de Barros, o ‘Macapá’, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José.

Para ele e o secretário-geral Luiz Carlos Prates, o ‘Mancha’, o problema é muito mais político do que de mercado. “A empresa não tem problema de mercado. Está vendendo e faturando muito no país. Por isso, acreditamos que Carlinhos Almeida tem que assumir publicamente que é contra a demissão na GM.”

O Vale

Publicado em: 09/01/2013

Novo prefeito pretende aumentar 13° salário da prefeitura

O prefeito de São José dos Campos, Carlinhos Almeida (PT), planeja pegar carona na ação movida por ex-assessores do governo do PSDB cobrando 13º salário e férias acumuladas para institucionalizar a concessão dos mesmos benefícios trabalhistas ao atual secretariado.

Esses pagamentos nunca foram feitos aos secretários municipais nos 16 anos de gestão tucana, em razão de a legislação em vigor apontar que cargos de primeiro escalão, a exemplo de prefeito e vice, só podem receber subsídio mensal e não salários. Com isso, não teriam direito a benefícios trabalhistas.

A estimativa é que a ação movida pelo grupo de ex-secretários do governo Eduardo Cury, retroativa aos últimos cinco anos, gere uma despesa extra de cerca de R$ 2 milhões aos cofres públicos do município. No governo da ex-prefeita petista Angela Guadagnin (1993-1996), uma brecha na legislação municipal garantia o pagamento do beneficio ao secretariado.

“Fomos alvos do PSDB e a lei acabou sendo alterada”, disse a ex-prefeita, atualmente vereadora pelo PT. Ela apoia a concessão dos benefícios, mas questiona a decisão dos ex-secretários do PSDB de cobrar os pagamentos só depois do fim do governo tucano. “Eles entraram no serviço público cientes de que não haveria férias e 13º, porque não entraram com a ação antes. Porque o Carlinhos que terá de pagar essa conta”, disse a ex-prefeita.

A concessão dos benefícios ao atual secretariado poderá gerar um gasto extra de R$ 632 mil por ano na folha de pagamento da prefeitura. Apenas com o pagamento dos subsídios dos secretários, a prefeitura já gasta R$ 3,1 milhão anuais.

A estimativa de O VALE foi feita com base no valor atual do salário dos secretários, de R$ 9.697,64 por mês. Ao todo, São José mantém 27 secretários, mas vai chegar a 28 com a criação da Secretaria de Regularização de Loteamentos. Por nota, o prefeito Carlinhos Almeida (PT) informou que já solicitou um parecer jurídico conclusivo sobre o tema à Secretaria de Assuntos Jurídicos e que irá seguir o que a lei permitir.

O VALE apurou que já existe um laudo jurídico favorável ao pagamento do benefício ao secretariado. O documento foi elaborado ainda na gestão do tucano Eduardo Cury. Entretanto, o ex-prefeito teria engavetado o projeto para evitar desgastes. Cury não foi localizado ontem para comentar o caso.

O presidente do PSDB em São José, Alexandre Blanco, disse que a decisão dos ex-secretários de ingressar com a ação não foi discutida dentro do partido. “Isso foi uma decisão individual de cada um dos filiados ao PSDB, e também de outros partidos. Eu, pessoalmente, não entrei. Cada um responde por sua decisão. Isso não é assunto partidário e o PSDB não tem poder para impedir uma ação judicial”, disse Blanco, que comandava a pasta de Juventude na administração tucana.

O Vale

Publicado em: 08/01/2013

Novo Fórum já aponta problemas na estrutura do Prédio

Inaugurado no último dia 17 dezembro após sete anos de obras, o novo Fórum de São José foi reaberto ontem ao público, no Jardim Aquarius, na zona oeste, com inúmeros problemas estruturais e de segurança. Falta de detectores de metais e câmeras, falhas nos sistemas de computação e ar-condicionado, elevadores desligados e até corte de água transformaram o primeiro dia de atendimento em um verdadeiro caos.

Advogados e usuários reclamaram durante todo o dia da disponibilização de vagas de estacionamento no prédio somente para funcionários, enquanto nas ruas ao redor o estacionamento foi proibido. Na Avenida Salmão, por exemplo, agentes de trânsito aplicavam multas nos carros estacionados.

Iniciada em 2004 e concluída em novembro do ano passado, a obra custou R$ 30 milhões. Diante dos problemas, a direção do Fórum garantiu que o prédio estará em pleno funcionamento até o fim do mês. Entre os advogados, a maior reclamação era a proibição de estacionar dentro e no entorno do prédio. “Isto está errado. Onde vamos colocar o carro? Na cabeça? E ainda terei de andar pela rua carregando um monte de processos na mão”, disse a advogada Maria Clara Cartaxo, 59 anos.

A presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Sílvia Dias, afirmou que irá pedir solução para o caso. “Não tem onde estacionar ao redor do prédio. Estou enviando um ofício solicitando reunião com o presidente do Tribunal de Justiça.”

O prédio estava com o ar-condicionado desligado. Não bastasse o calor, um problema na bomba hidráulica cortou a água no período da tarde. Até o início da noite, o problema continuava. Os elevadores também não estavam funcionando.

Para piorar, o sistema de computadores sofreu uma pane que impediu a geração de novos protocolos e distribuição de processos este trabalho teve que ser feito manualmente, por meio de roleta de bingo operada pelo próprio diretor do Fórum, José Loureiro Sobrinho, que sorteava as varas que receberiam as ações. “O Colégio Recursal está com o sistema desligado e não tem como procurar meu processo. Disseram que talvez na quarta-feira amanhã”, disse o professor Cézar Cruz, 35 anos.

O VALE constatou que alguns computadores da sala permaneciam nas caixas. Funcionárias confirmaram a falta de sistema de computação. Outro problema dentro do prédio é a falta de informação sobre a localização das salas. Não há placas de sinalização. Ontem, apenas quatro guardas armados faziam a segurança no prédio, onde não havia detectores de metais nem câmeras de segurança.

O Vale

Publicado em: 08/01/2013

Cota do IPVA cai em média de 8% este ano

A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo informou nesta quinta-feira (22) a tabela do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2013. Ela apresenta queda média de 8,56% no valores venais dos veículos.

As alíquotas no imposto permanecem inalteradas em relação a 2012. Proprietários de veículos a gasolina e os bicombustíveis (flex) recolherão 4% sobre o valor venal. No caso de veículos que utilizarem exclusivamente álcool, eletricidade ou gás, ainda que combinados entre si, a alíquota é de 3%. As picapes cabine dupla pagam 4%. Os utilitários (cabine simples),ônibus e microonibus e motocicletas recolhem 2% sobre o valor venal. Os caminhões pagam 1,5%. Quem optar por pagar o IPVA em cota única em janeiro terá desconto de 3%.

Veja valores venais dos veículos

  • Para calcular o valor do imposto, faça como no exemplo abaixo:
  • Valor venal do veículo: (exemplo: R$ 20.050)
  • Alíquota: 4%
  • Cálculo: 20.050 x 0,04 (R$ 802 é o valor que será cobrado no IPVA)

Pesquisa
Os dados dos valores venais foram apurados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) que realizou a pesquisa abrangendo 700 revendedoras e analisou 120 mil cotações de preços referentes a 10.347 marcas, modelos e versões de veículos. A queda verificada nos valores venais está ligada à desvalorização dos veículos usados.

A Secretaria da Fazenda adiantou os maiores e os menores valores que serão pagos no estado. Na categoria automóveis, o maior valor venal do IPVA 2013 registrado pela pesquisa de setembro de 2012 para carro foi o Ferrari FF, de 2012. O veículo vale R$ 2.496.304, com IPVA de R$ 99.852,16. Já o menor valor registrado é do modelo Lada de 1993, que vale R$ 2.881, com imposto de R$ 115,24.

A pesquisa da Fipe identificou maior queda de preços de venda para caminhões, que apresentaram recuo de 10,55%. Os automóveis usados tiveram redução de 9,89%, em média, seguidos dos ônibus e micro-ônibus, com menos 8,72%. Os preços de vendas dos utilitários ficaram 8,57% mais baixos e os referentes a motos e similares fecharam 5,08% abaixo do valor apurado no ano anterior.

G1 (Vnews)

Publicado em: 08/01/2013

Empresa Metropolitana abre concurso em 2013

A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU) abriu concurso para 82 vagas em cargos de nível médio e superior. Os salários vão de R$ 1.904,14 a R$ 4.710,03. Os cargos de nível médio e técnico são de assistente administrativo II – auxiliar administrativo II, assistente operacional III – agente de fiscalização, secretária pleno e técnico de segurança do trabalho.

Os cargos de nível superior são de analista júnior nas funções de analista de apoio administrativo júnior, analista econômico financeiro júnior, analista de contratos júnior, analista de planejamento júnior, analista de projetos júnior, analista de recursos humanos júnior, analista de sistemas júnior, analista de suporte júnior, analista de planejamento e desenvolvimento júnior e de analista de projetos e obras júnior, médico do trabalho.

As vagas são para São Paulo, São Bernardo do Campo e Vale do Paraíba. As inscrições devem ser feitas de 27 de dezembro a 24 de janeiro de 2013 pelo site www.caipimes.com.br. As taxas vão de R$ 53,80 a R$ 126,25. A prova objetiva será no dia 3 de março de 2013.

G1 (Vnews)

Publicado em: 08/01/2012

Fechamento de setor leva o úttimo carro na GM

A General Motors reduziu a produção do Classic, na planta de São José dos Campos, de 5.600 unidades por mês para 3.000, em 2012. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos, a montadora quer encerrar a fabricação do modelo na cidade, com o fechamento definitivo da linha de produção MVA, e levar o carro para a planta de Rosário, na Argentina.

Os trabalhadores argentinos, ainda segundo o sindicato, já trabalhariam com parte da produção retirada de São José a planta de São Caetano do Sul da GM não teria mais capacidade para absorver a produção. A empresa não confirma.

A retirada do Classic de São José tornaria irreversível a demissão de 1.500 trabalhadores da fábrica. Destes, 779 estão com o contrato de trabalho suspenso desde 27 de agosto do ano passado. O prazo do ‘layoff’ termina no dia 26 deste mês, data da suposta demissão em massa.

Em agosto de 2012, quando anunciou a suspensão dos contratos, a GM informou que contava com um excedente de 1.840 trabalhadores na planta de São José. Deste total, desde então, 340 já teriam saído no PDV (Programa de Demissão Voluntária) aberto pela montadora.

O Sindicato dos Metalúrgicos programa manifestações na cidade para tentar reverter a demissão em massa. Na próxima quinta-feira, os sindicalistas farão uma assembleia com os trabalhadores em layoff e tentarão uma reunião com o prefeito Carlinhos Almeida (PT).

Para Antônio Ferreira de Barros, o ‘Macapá’, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José, se não houver resistência, a demissão será irreversível. “Em todas as reuniões que tivemos, a posição da GM tem sido sempre a mesma. De fechar o MVA e levar a produção do Classic para Argentina, demitindo trabalhadores em São José. Ela não mudou nada até agora. A gente é que tem que lutar contra.”

Ontem, o sindicato protocolou um ofício no Paço Municipal pedindo uma reunião com o prefeito para a próxima quinta-feira. O pedido foi confirmado pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, Sebastião Cavali, que também admitiu conceder benefícios à montadora para evitar as demissões.

A ideia do sindicato é envolver Carlinhos na defesa dos empregos na GM antes da próxima reunião com a montadora, marcada para 16 de janeiro. “Queremos ser recebidos pelo prefeito e que ele cumpra o compromisso que assumiu na porta da fábrica, quando estava de campanha, que é o de lutar pela manutenção dos empregos na cidade”, disse. Atualmente, a GM mantém 7.500 funcionários em São José. Eles produzem as novas S-10 e Blazer, o Classic e motores. A montadora não comenta o assunto.

O Vale

Publicado em: 08/01/2012

Hoje voltam a funcionar certas atividades na cidade

Os projetos Ônibus Gentil e Maternidade, do Núcleo de Educação para o Trânsito da Secretaria de Transportes, retomam as atividades a partir da próxima segunda-feira (7). O trabalho foi interrompido devido às festas de fim de ano, mas estarão de volta dentro dos coletivos e nas UBSs, respectivamente, dando continuidade à conscientização de passageiros e pais sobre o comportamento seguro no trânsito.

A intenção é destacar, no caso do Ônibus Gentil, que todos os usuários do transporte coletivo devem respeitar os assentos reservados, além de não ouvir música alta dentro dos ônibus. Recentemente, a Secretaria de Transportes também implantou dentro dos coletivos, adesivos representando a faixa de pedestres para lembrar da importância dela, a cada travessia.

Por isso, o esquete do Zé Cansado conta a história de um sujeito mal educado, desinformado e descuidado que, quando entra no ônibus, nem se importa se há idosos ou grávidas em pé precisando de um lugar para sentar. De uma forma bem-humorada e alegre, a trupe da Companhia do Farol conta a história em aproximadamente 10 minutos, e desce no ponto seguinte, alternando os coletivos por cerca de 10 linhas. A ação será realizada na segunda-feira  (7) e na quarta-feira (9), a partir das 9h nas linhas da região norte da cidade.

Já o Projeto Maternidade, que também tem uma história engraçada para falar aos pais e motoristas sobre a importância dos equipamentos de proteção para bebês e crianças de até sete anos e meio, estará nas UBSs da região norte a partir das 8h30 na próxima terça-feira (8) e quinta-feira (10).

Esse projeto mostra ao público que todas crianças e bebês dentro dos veículos devem usar o bebê-conforto (até 1 ano de idade), a cadeirinha (de 1 a 4 anos) ou o assento de elevação (de 4 a 7,5 anos). O esquete tem como tema “Agente 100%, 100% a gente”, que mostra um Agente de Trânsito orientando pais e responsáveis sobre um comportamento seguro no trânsito.

Em 2012, o Projeto Ônibus Gentil abordou 1.576 pessoas. Já o Projeto Maternidade apresentou 72 esquetes, chegando a ser vista por 3.635 munícipes.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 07/01/2013

Cidade segue com inscrições para o EJA

Estão abertas as inscrições para pedidos de transferência para escolas de ensino fundamental da rede municipal e inscrição para o programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA) em São José dos Campos.

Os interessados em se inscrever devem procurar as escolas municipais. Para os estudantes do ensino fundamental, a classificação terá como critério a proximidade da residência do aluno em relação à escola e a idade do estudante. Para o 1º ano do ensino fundamental, têm prioridade as crianças de maior idade. Já para as demais turmas, os mais novos têm preferência.

Já os interessados pelo programa da EJA, devem procurar uma das escolas da EJA, munidos com o documento de identidade e comprovante de endereço. As matrículas serão feitas após o período de inscrições e será respeitada a ordem de chegada e idade mínima de 15 anos.

Escolas municipais que oferecem EJA

  • Emef “Professora Ana Berling Macedo” – EJA I e II – Alto da Ponte
  • Emef “Professor Antônio Palma Sobrinho” – EJA I e II – Parque Nova Esperança
  • Emef “Professora Áurea Cantinho Rodrigues” – EJA I e II – Jardim Oswaldo Cruz
  • Emef “Dom Pedro de Alcântara” – EJA I e II – Conjunto Dom Pedro I
  • Emef “Professora Maria Amélia Wakamatsu”- EJA I – Campos de São José
  • Emef “Professora Mercedes Carnevalli Klein”- EJA I – Jardim Satélite
  • Emef “Professora Mercedes Rachid Eduards” – EJA I – São Francisco Xavier
  • Emef “Professora Palmyra Sant’Anna” – EJA I e II – Vila Industrial
  • Emef “Professor Possidônio José de Freitas” – EJA I e II – Galo Branco
  • Emef “Professora Rosa Tomita” – EJA I – Jardim São José II
  • Emef “Professora Ruth Nunes da Trindade” – EJA I – Parque Interlagos

G1 (Vnews)

Publicado em: 07/01/2013

Com IPI baixo, concessionárias tem saldão na cidade

O desconto total no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros 0 km terminou, mas em São José dos Campos, muitas concessionárias estão oferecendo os descontos, que variam entre 2 e 4% dependendo do veículo. Os carros oferecidos com o desconto são aqueles que já estavam no estoque. Carro novo com preço antigo. Foram seis meses para Geraldo e Bernadete decidirem o modelo. Eles escolheram um carro completo e o vão aproveitar o desconto de quase R$ 2 mil, já que o modelo está com a isenção do IPI.

O gerente da concessionária disse que ainda existem cerca de duzentos carros no estoque com a isenção do imposto. “Modelo 2013, porque a fábrica só começa a ter 13/13 no início do ano, quando começa produzir novamente em janeiro. O que vale é modelo, então você está comprando o carro do ano”, explica Carlos Alberto Soares.

Nos próximos meses, o IPI irá aumentar gradativamente. Então a dica é fazer as contas e, se couber no bolso, ainda dá tempo de comprar um carro com o desconto do IPI. “A diferença pode chegar em R$ 2 ou 3 mil, dependendo do modelo. É realmente um momento de muita vantagem para o consumidor porque tem muito carro no estoque, carro que foi produzido no ano passado então chegaram com isenção de IPI. Então, vale super a pena”, afirma a gerente Viviane Batista.

O desconto no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros vai diminuir aos poucos até a alíquota normal ser retomada, em julho. Desde o início do ano, o desconto já está menor. De janeiro a março, para carros com motor 1.0, o IPI, que estava zerado, passa a ser de 2%, e sobe para 3,5% em abril. Em julho, volta à alíquota normal, de 7%.

Para carros com motor 1.0 a 2.0 flex, o IPI estava em 5,5%, com o desconto. Entre janeiro e março, o imposto será de 7%; de abril a junho, aumenta para 9%. E em julho retoma a alíquota normal, de 11%. Para carros com essa faixa de motorização, porém movidos apenas a gasolina, o IPI, que estava em 6,5%, passa para 8%. Em abril, já será de 10%. E retomará a alíquota normal, de 13%, em julho.

G1 (Vnews)

Publicado em: 07/01/2013