Montagem de Presépio de Natal durante o ciclo de natalino

Como acontece todo final de ano, durante o Ciclo Natalino – que vai de dezembro a janeiro –, o Museu do Folclore, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), pretende organizar a montagem de um presépio no Parque da Cidade. Por esta razão, está convidando pessoas que, tradicionalmente, saibam e tenham interesse em fazer este trabalho.

“Não estamos buscando profissionais, mas pessoas da comunidade que tenham o costume de montar presépios em casa ou outro lugar. Pessoas que façam isto por tradição de família ou pela própria devoção religiosa, que caracterizem o aspecto folclórico inserido neste ato”, explica a cientista social Angela Savastano, presidente do Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), parceira da FCCR e responsável pela administração e atividades do Museu do Folclore.

A montagem do presépio deve começar na primeira quinzena de novembro e faz parte do Programa Museu Vivo, realizado pelo Museu do Folclore todo domingo, das 14h às 17h. As pessoas interessadas podem obter mais informações no próprio Museu do Folclore ou pelo telefone 3924-7318.

Abertura do presépio

Depois de montado, o presépio será aberto ao público no dia 2 de dezembro (domingo), às 14h. A data também marca a abertura do Ciclo de Natal, que se caracteriza por diversas manifestações da cultura popular, como as Folias de Reis – grupos de devotos de Santos Reis –, que visitam presépios montados em casas, igrejas, praças e outros locais, cantando em louvor ao Menino Jesus.

Neste dia, o Museu do Folclore coordena a ‘Chegada das Bandeiras’, com a participação de uma ou mais Folias de Reis, além de devotos e comunidade.

No Vale do Paraíba, montar presépios com imagens de madeira, barro ou plástico, em tamanhos diversos, é um costume observado nas igrejas e nos lares cristãos, quase sempre por ser uma tradição familiar. O espírito natalino, nesta época do ano, também pode ser identificado na decoração das ruas, na troca de presentes, cartões e votos de boas festas.

Serviço: Museu do Folclore da FCCR – Avenida Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade, Santana. Informações: 3924-7318.

Assessoria de Comunicação
Fundação Cultural Cassiano Ricardo

Publicado em: 08/11/2012

Revelando São Paulo paralisa atividades do Museu do Folclore

Em razão da 11ª edição do Revelando São Paulo Vale do Paraíba, que acontece no período de 7 a 15 de julho, no Parque da Cidade, as atividades do Projeto Museu Vivo, do Museu do Folclore, não serão realizadas. A programação volta ao normal no dia 22 de julho, das 14h às 17h, na área externa do Museu do Folclore, com participação gratuita.

A participação dos chamados “fazedores” de São José dos Campos, no Projeto Museu Vivo, é totalmente voluntária e serve como forma de divulgação do trabalho que realizam. O projeto visa valorizar o patrimônio imaterial da região, permitindo que os “mestres” da cultura popular demonstrem aos visitantes seus conhecimentos e expliquem como aprenderam as técnicas que desenvolvem.

Serviço: Museu do Folclore – Avenida Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade, Santana. Informações: 3924-7318.

Assessoria de Comunicação
Fundação Cultural Cassiano Ricardo

Cidade inaugura Museu de Flora Nativa

A Prefeitura de São José dos Campos inaugura nesta sexta-feira (1º de junho), às 9h, o 4º bosque do Programa Museu da Flora Nativa, em parceria com o Instituto Embraer de Educação e Pesquisa. O bosque será implantado na área de preservação do Centro Embraer de Educação Ambiental – Jequitibá (Rua Francisco Vitor César Leite, 9.800), no distrito de Eugênio de Melo, região leste de São José.

O Museu da Flora Nativa é um Programa da Secretaria de Meio Ambiente e consiste na criação de novos bosques na cidade para abrigar espécies de árvores nativas da mata atlântica e do cerrado, que representam o patrimônio arbóreo do município.

Na cerimônia de inauguração, serão plantadas as primeiras espécies que vão compor o museu, cerca de 40, entre elas aldrago, araçá, aroeira, embaúba, jequitibá, paineira, pitanga, gabiroba, jabuticaba, jerivá, umbu. O plantio das mudas será feito por alunos do Colégio Juarez Wanderley, da Embraer.

Flora Nativa

Serão implantados sete Museus da Flora Nativa, beneficiando todas as regiões da cidade. Cada um desses museus oferecerá um recanto para o lazer e educação ambiental, coleta de sementes de espécies raras, e também pesquisas científicas. Neles a população poderá conhecer o desenvolvimento das mudas em todas as etapas, desde o crescimento até a fase adulta.

As espécies do museu serão catalogadas e georeferenciadas para compor um banco de dados contendo nome científico, nome popular e outras informações importantes, disponibilizadas pela internet à população.

Parte das espécies que serão plantadas nos bosques são cultivadas no viveiro municipal e outras serão importadas das regiões do país, por não serem mais encontradas no Vale do Paraíba. O Museu da Flora Nativa será formado continuamente, como um acervo que aos poucos ganha obras raras.

Em 2011 a Prefeitura lançou o primeiro museu na Avenida Alto do Rio Doce, Altos de Santana, região norte, e na área de preservação do Rio Pararangaba (Rua Angelina B. Gregória), no Jardim Califórnia, região leste. Em abril deste ano, foi lançado um museu em área de preservação no Urbanova, na Avenida Shishima Hifumi, zona oeste.

O bosque da região leste é resultado de um convênio de cooperação Técnico-Educacional entre a Prefeitura de São José dos Campos, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, com o Instituto Embraer de Educação e Pesquisa, que será responsável pela conservação do Museu da Flora

O objetivo é propiciar aos alunos da rede de ensino pública a utilização do Centro Jequitibá como agente de promoção da educação ambiental e, ao mesmo tempo, oferecer à população um espaço para visitação e qualificação profissional em tecnologias e alternativas sustentáveis.

Prefeitura de São José

Inscrições abertas para Leituras Dramáticas na cidade

O Museu do Folclore de São José dos Campos abriu inscrições para escolas de ensino fundamental, públicas e privadas, interessadas em participar da atividade Leituras Dramáticas, que ocorrerá durante a 10ª Semana de Museus. As inscrições seguem até o próximo dia 30 e as vagas são limitadas a 160 alunos, de 9 a 11 anos de idade.

As inscrições podem ser feitas pessoalmente, na secretaria do Museu do Folclore, por telefone 3924-7318 ou por e-mail ([email protected]). No ato da inscrição é necessário informar o nome da pessoa responsável que acompanhará os alunos ao Museu do Folclore.

A atividade será realizada durante todo o dia 15 de maio em quatro horários diferentes: 9h, 10h30, 14h e 15h30, com grupos de até 40 alunos por escola. Os estudantes serão acomodados na parte externa do museu, onde vão ouvir a leitura de histórias feita por um grupo de atores. Os alunos também visitarão a biblioteca e a exposição de longa duração do museu.

A proposta é incentivar a leitura de títulos infantis voltados para a cultura popular, que podem ser encontrados na Biblioteca Maria Amália Correa Giffoni do Museu do Folclore. “A intenção é que, por meio da leitura dramática, os alunos possam ser estimulados a imaginar as histórias e entender porque elas se caracterizam como folclore”, explica Angela Savastano, presidente do Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), entidade responsável pela administração do Museu do Folclore e pela organização do evento.

Semana dos Museus

A 10ª Semana dos Museus é realizada anualmente para comemorar o Dia Internacional de Museus (18 de maio), por iniciativa do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), do Ministério da Cultura. A edição deste ano ocorrerá entre 14 e 20 de maio. Neste período, instituições de todo o país promoverão mais de 3.400 eventos em torno do tema ‘Museus em um Mundo em Transformação – novos desafios, novas inspirações’.

O Museu do Folclore fica na Avenida Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade, em Santana. Outras informações pelo telefone 3924-7318.

Prefeitura Municipal

Prefeitura lança na cidade Museu de Flora Nativa

A Prefeitura de São José dos Campos lança nesta segunda-feira (9), às 9h, mais um bosque do Programa Museu da Flora Nativa, em área de preservação do Rio Paraíba. A área fica na Avenida Shishima Hifumi, no bairro Urbanova, região oeste da cidade.

O lançamento será marcado pelo plantio das primeiras mudas que vão compor o Museu, cerca de 80 espécies, entre elas Aldrago, Araçá, Aroeira, Cedro, Copaíba, Embaúba, Jequitibá, Jatobá, Paineira, Pau-Brasil, Palmito Jussara e Pitanga. As mudas terão padrinhos especiais: um grupo de servidores veteranos da Prefeitura fará o plantio, simbolizando a vivência e a história no serviço público municipal. A iniciativa faz parte das comemorações para os servidores que estão em processo de aposentadoria.

O Museu da Flora Nativa é um Programa da Secretaria de Meio Ambiente e consiste na criação de novos bosques na cidade, que abrigarão espécies de árvores nativas da mata atlântica e do cerrado, que representam o patrimônio arbóreo do município.

Cada um desses museus oferecerá um recanto para o lazer e educação ambiental, coleta de sementes de espécies raras, e também pesquisas científicas. Neles a população poderá conhecer o desenvolvimento das mudas em todas as etapas do crescimento até a fase adulta. As espécies do museu serão catalogadas e georeferenciadas para compor um banco de dados contendo nome científico, nome popular e outras informações importantes, disponibilizadas pela internet à população.

Parte das espécies, que serão plantadas nos bosques, é cultivada no viveiro municipal e outras serão importadas das regiões do país, por não serem mais encontradas no Vale do Paraíba. O Museu da Flora Nativa será formado continuamente, como um acervo que aos poucos ganhará obras raras.

Em 2011 a Prefeitura lançou o primeiro museu na Avenida Alto do Rio Doce, Altos de Santana, região norte, e na área de preservação do Rio Pararangaba, na Rua Angelina B. Gregória, no Jardim Califórnia, região leste. Um museu está instalado no distrito de Eugênio de Melo, na área de preservação do Centro Embraer de Educação Ambiental Jequitibá. No total serão implantados sete Museus da Flora Nativa, beneficiando todas as regiões da cidade.

Prefeitura Municipal

Projeto na cidade para criação de Museu de Comércio e Industria

A ACI (Associação Comercial e Industrial) de São José dos Campos começou a reunir um acervo de documentos inédito na cidade para dar início ao projeto do Museu do Comércio e Indústria. O projeto foi criado em 2011 e tem como objetivo reunir um acervo com fotos, documentos e informações sobre empresas que tenham 30 anos ou mais no mercado joseense.

O objetivo, segundo a ACI, é relatar o surgimento desses estabelecimentos e resgatar a história do comércio da cidade. Com o projeto, a população também poderá consultar os documentos para pesquisa e entretenimento. De acordo com Maurício Cury, responsável pelo setor de marketing da ACI, o primeiro passo da campanha foi a realização de um levantamento dessas empresas.

“A próxima etapa será entrar em contato com esses comerciantes, apresentar a proposta e fixar uma parceria para o início da confecção do material, que inicialmente ficará disponível no saguão do prédio da ACI”, afirmou Cury.

A ideia da ACI também é construir um espaço físico, que pode ficar na região central, com o apoio da prefeitura e da Fundação Cultural Cassiano Ricardo. O local seria exclusivo para a exposição dos documentos reunidos como objetos, fotos e outros materiais.

“Preservar a história é a forma mais sólida de construir o futuro. No museu estaremos mostrando os bons exemplos dos verdadeiros pioneiros de São José”, afirmou o presidente da ACI, Felipe Cury. O primeiro estabelecimento a fazer parte do acervo foi o restaurante Vila Velha, na avenida João Guilhermino.

Com mais de 43 anos no mercado, a casa foi fundada em 1968 por dois ex-funcionários da General Motors e comprada por Antônio Ferreira Junior em 1975, que mantém até hoje o estilo familiar do local. “A iniciativa é extremamente importante porque resgata o histórico da cidade e a trajetória das empresas mais antigas. Além desse resgate, o acervo será exemplo para as novas gerações e deverá estimulá-las a ver que é possível manter uma empresa no mercado por tantos anos, desde que seja realizado um bom trabalho”, afirmou Junior.

A campanha será realizada em várias etapas, mas ainda não há um prazo nem local definido para a instalação do futuro museu. Para Washington Rodrigues, gerente de Operações da Tarzan Soluções em Eletrônica, loja que existe há 50 anos no centro da cidade, a iniciativa foi positiva. Ele recebeu o convite da ACI para participar do museu na semana passada.

“Vou ceder fotos da loja e do início de tudo, com meu pai ainda aqui. Isso vai resgatar a história do comércio na cidade. Vamos mostrar para a nova geração a tradição da nossa empresa, a história da família”, disse Rodrigues. A campanha para reunir fotos e objetos para o acervo do Museu do Comércio e Indústria de São José pode ser consultada pelo site www.acisjc.com.br.

O Vale

Museu de Esportes tem nova exposição na cidade

Os grandes momentos esportivos de São José dos Campos serão relembrados no Museu de Esportes que está com uma nova exposição permanente “São José de todos os esportes”. O objetivo é mostrar, por meio de fotos, diplomas e troféus, as melhores imagens e os momentos marcantes de várias modalidades esportivas entre as décadas de 1910 e 1980.

Entre os destaques da exposição estão as conquistas dos títulos: Estadual de Futebol de Salão de 1958, pela Associação Esportiva São José (AESJ); o tricampeonato Brasileiro de Judô na década de 1980 e o vice-campeonato de Futebol dos 42º Jogos Abertos do Interior de 1977.

A exposição está aberta ao público de segunda a sexta, das 8h às 17h, no Museu de Esportes (Praça Afonso Pena 29 – antiga Câmara Municipal). Grupos devem agendar a visita pelo telefone 3921-4112. A entrada é franca.

Outras informações podem ser obtidas no site do Museu de Esportes.

Prefeitura Municipal

Oficina de Conservação Preventiva em Museus

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) está com inscrições abertas para a oficina de Conservação Preventiva em Museus, que acontecerá nos dias 20 e 21 de setembro, das 9h às 18h, no auditório Elmano Ferreira Veloso, que fica na sede da FCCR. A oficina é uma realização do Governo de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura, SISEM – Sistema Estadual de Museus e Museu de Arte Sacra de São Paulo.

A oficina será ministrada por Andréa Zabrieszach Santos, museóloga do Museu de Arte Sacra de São Paulo. Estão disponíveis 30 vagas e os interessados devem se inscrever aqui no site da FCCR. Os selecionados serão os trinta primeiros inscritos no site que confirmarem a presença.

Sobre a palestrante: Andréa Zabrieszach Santos é bacharel em museologia pela Escola de Museologia da Universidade do Rio de Janeiro. Entre suas experiências profissionais, constam a elaboração de diagnósticos e planos museológicos nos museus de São Paulo, pelo Sistema Estadual de Museus (SISEM) e professora no Curso Técnico de Museu (ETEC – Parque da Juventude), em São Paulo.

Serviço: Auditório Elmano Ferreira Veloso, da FCCR – Avenida Olivo Gomes,100, Parque da Cidade – Santana. Mais informações: (12) 3924 – 7327.
Para se inscrever cliquei aqui.

 

Fonte: Fundação Cultural Cassiano Ricardo