Ala pediátrica do Hospital Municipal recebe doação de 1.200 livros infantis

A ala pediátrica do Hospital Municipal recebeu esta semana a doação de 1.200 livros infantis. Os títulos foram arrecadados pela equipe da Trupe do Nariz Vermelho, um grupo de voluntários que, desde 2009, realiza visitas regulares e leva alegria aos pacientes internados na pediatria.

Segundo Erika Campos, que no grupo interpreta a doutora Keka Amoreca, a ideia de arrecadar livros partiu da vontade de ajudar no trabalho desenvolvido pela equipe de psicopedagogas do hospital.

“Divulgamos para todos que conhecíamos, nas redes sociais, no Hospital, entre nossos amigos e parceiros, e conseguimos uma grande quantidade de livros. Ficamos muito felizes com o resultado e esperamos que isso ajude no trabalho desenvolvido pelo Hospital e possa levar mais alegria às crianças, amenizando o período de internação”, disse.

Para Verônica Lessa Mendes Júlio, uma das psicopedagogas do Hospital Minicipal, a doação é muito bem vinda e vai enriquecer as atividades que são realizadas com as crianças.

“A atividade pedagógica desenvolvida é um momento prazeroso para as crianças internadas, porque sai da rotina hospitalar. E agora, com tantos títulos novos na nossa biblioteca móvel, com certeza o trabalho será muito melhor”, disse.

Apoio às crianças no HM

A equipe de três psicopedagogas do Hospital Municipal presta atendimento pedagógico às crianças internadas. O atendimento é individualizado, leito a leito, sempre respeitando as particularidades de cada criança e levando em consideração seu estado clínico.

Nos casos de pacientes com longo período de internação, são trabalhados os mesmos livros didáticos usados em sala de aula, para que o aluno não fique prejudicado. Para internações em períodos mais curtos, o foco são as atividades lúdicas, com desenhos, leitura de livros e massa de modelar.

Parque da Cidade – Leitura no Bosque

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Mais um parque da cidade será contemplado com o projeto Leitura no Bosque, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR). Desta vez, os livros vão invadir o Parque da Cidade, mais precisamente o salão de festas da Residência Olivo Gomes, sempre aos finais de semana e feriados, das 10h às 17h. Para os próximos finais de semana, está prevista a realização de oficinas gratuitas de histórias em quadrinhos (HQ).

Implantado no Parque Vicentina Aranha em março deste ano, o projeto Leitura no Bosque, deve seguir os mesmos conceitos: terá espaço reservado para crianças com pufes coloridos em forma de bichos e prateleiras na altura dos pequenos, um espaço também bastante aconchegante para os adultos e um acervo com cerca de 800 livros. Além desse local fixo, alguns pufes ficaram jogados próximos à residencia para aqueles que quiserem curtir uma leitura ao ar livres.

Barganha: Outra atividade que vai seguir o modelo já implantado e que vem dando muito certo é a Barganha Literária, um local específico para a troca de livros. As pessoas que quiserem trocar um ou mais livros que já leram, por outros, a Barganha é o local certo.

O projeto Leitura no Bosque acontece aos sábados, domingos e feriados das 10h às 17h e tem entrada franca.

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Mais Informações:

dom, 17 de novembro, 10:00 – 17:00
Semanal: cada domingo, sábado
Onde: 
Parque da Cidade – Av. Olivo Gomes, s/n – Santana.

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Cidade tem Oficinas Culturais pela Biblioteca

A Biblioteca Pública Cassiano Ricardo (Rua 15 de Novembro, 99 – Centro) organizou uma programação variada para todas as faixas etárias neste mês de junho. Os encontros vão desde oficinas de brinquedos e origamis, debates sobre Monteiro Lobato, até lançamentos de livros. A programação tem início neste sábado (8) e se estende por todo o mês. O grupo de estudo “Café com Lobato” abre a programação neste sábado (8), com um debate sobre o tema “Monteiro Lobato: Além do Sítio do Pica Pau Amarelo”. Neste encontro, o palestrante Ricardo Rezende vai falar sobre o universo adulto do escritor.

Durante todo o mês, a biblioteca vai oferecer o curso “Brinquedos e Brincadeiras no Tempo da Vovó”. Os encontros serão uma vez por semana. As crianças vão aprender a construir bonecas de meia, cataventos, além de brincadeiras antigas como o pé de lata. O objetivo do curso é resgatar o costume das brincadeiras interativas e mostrar a importância de cada uma para o desenvolvimento das crianças.

Haverá ainda oficinas de origami com temas “Festa Junina”, em que serão produzidas dobraduras dos elementos juninos, e também com o tema “Flores”. A Biblioteca Pública Cassiano Ricardo também vai fazer o lançamento de três livros durante junho. O primeiro será o “Welder Thompson e o Mundo dos Encantados”, de Jefferson Silva de Melo, dia 14. Em seguida, Luiz Fernando dos Santos lança “O Amor Vale a Pena”, dia 21. O último lançamento é “O Plano do Muriqui Oswaldo”, de Anderson Guimarães, dia 24.

Toda a programação é gratuita e as inscrições para as oficinas e para o debate devem ser feitas pelo telefone (12) 3921-8845.

Prefeitura Municipal de São José

Empréstimos de Livros na cidade ficam mais diversificados

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo planeja integrar o sistema de empréstimos de livros nas várias bibliotecas públicas de São José dos Campos. Ainda em fase de estudo, o objetivo do projeto é, futuramente, facilitar o empréstimo e a devolução dos exemplares entre as unidades.

Além da Biblioteca Cassiano Ricardo, no centro, dois outros locais são mantidos pela fundação: a biblioteca distrital “Helena Molina”, em Eugênio de Melo, zona leste, e a biblioteca Hélio Pinto Ferreira, no Jardim das Indústrias, na zona oeste. “Já fazemos esse processo de empréstimos, mas entre as administrações. A responsável de uma biblioteca, por exemplo, vê que aumentou a procura por um determinado livro no local.

Então ela nos pede um exemplar extra para a unidade”, disse Leise Campos Antonelli Correa, diretora da Biblioteca Pública Cassiano Ricardo. Houve uma diminuição no número de empréstimos de livros entre 2010 (30 mil) e 2012 (27.170). Em relação ao público, foram registradas 75.577 pessoas transitando pela biblioteca em 2010. O número baixou para 72.577 pessoas em 2012. Apesar desta queda, o movimento do ano passado em relação a 2011 (68.500 visitantes) aumentou.

“Observo que o público tem mudado. Recebemos aqui muitos aposentados e pessoas que estão se preparando para concurso público e vêm atrás de um lugar calmo para estudar”, afirmou Leise. O aposentado Rubens Rennó, 82 anos, é um frequentador assíduo. “Todo o mundo aqui me conhece, venho toda semana há anos. Meus livros preferidos são os romances policiais”, afirmou.

Quando precisa de sossego, o professor Saulo Santos Alves, 24 anos, corre para o salão da biblioteca. “Venho cerca de três vezes por semana. Hoje, por exemplo, vim organizar uma caderneta escolar. Também uso aqui para preparar aulas”, disse. Uma das áreas mais frequentadas é o salão dos fundos da biblioteca, onde ficam os jornais e as revistas semanais e mensais.

“Quando abrimos a biblioteca já tem duas ou três pessoas nos esperando para entrar e ler o jornal do dia. Na hora do almoço, os funcionários de lojas do calçadão passam por aqui também para ler alguma coisa antes de voltar ao trabalho”, disse a diretora. A média de frequência na biblioteca é de 280 pessoas diariamente.

São, ao todo, 60 mil exemplares no acervo geral da Cassiano Ricardo, com romances, biografias e ficção, entre outros, e 11 mil exemplares no acervo infanto -juvenil. Ainda há jornais, revistas, CDs, DVDs, partituras e a hemeroteca (arquivo de recortes de jornais e revistas). A cada três meses são adquiridos novos livros, levando em conta as sugestões dos usuários.

O acervo da biblioteca pública Cassiano Ricardo conta ainda com um livros raros. São classificados assim porque possuem tiragens limitadas e numeradas, encadernações especiais – com capas de couro e imitação de madrepérola -, e ilustrações curiosas, entre outras características.

Entre as preciosidades estão o livro “A Morta e o Rei da Vela”, de Oswald de Andrade, com uma dedicatória para o escritor Cassiano Ricardo, de 1937, e a 2ª edição de “Modinhas Brasileiras”, de 1913. “São livros tão especiais que, para manuseá-los, é preciso usar luva e máscara. Como a biblioteca não dispõe desse aparato, esses títulos ficam no acervo da FCCR”, afirmou a diretora da biblioteca Leise Campos Antonelli Correa. Para ter acesso a esses livros, é preciso autorização especial da fundação.

O Vale

Publicado em: 22/04/2013

Alunos de Escolas substituem cadernos por tablets

A era em que a mochila vivia carregada de livros e cadernos parece estar ficando para trás. Pelo menos essa é a proposta do colégio Monteiro Lobato, de São José, pioneiro no Vale na distribuição de iPad aos seus alunos do ensino médio.

Ao todo, 90 aparelhos foram distribuídos aos estudantes. As aulas com o dispositivo começam amanhã. Aplicativos específicos prometem aulas com recursos tridimensionais. “Com essa tecnologia, o aluno sai do papel de espectador para interagir com o conteúdo da aula. Ele passa, ao mesmo tempo, a ser autor do conhecimento”, afirmou Jutts Goulart, coordenador pedagógico do ensino médio do colégio.

A pedagoga Ebe Camargo Pugliese, da Unitau (Universidade de Taubaté), concorda que a entrada dos tablets no ambiente escolar é uma escolha acertada. “Não podemos nos fechar à ideia do uso dessa tecnologia, que acredito que deva ser combinada com outros procedimentos pedagógicos. Ela favorece a pesquisa e a construção de dados que, se bem direcionada, traz uma significativa produção”, afirmou.

Para a psicopedagoga Delcimar de Oliveira Cunha, da Univap (Universidade do Vale do Paraíba), o grande motivador para o aprendizado em um primeiro momento será a curiosidade. “No entanto, se o professor não se tornar o grande incentivador, o aluno pode começar a se desinteressar. Quando usávamos o retroprojetor, acreditávamos que os alunos ficariam mais motivados em aprender. Após um tempo, o aparelho se tornou obsoleto, substituído pelo datashow”, afirmou.

Editoras já estão preocupadas em lançar livros digitais, além disso, aplicativos lançados pela Apple Store e pela Android Market também já trazem a bandeira “educação”. “O ideal é que, ao usar o tablet, o professor aproveite todas as informações disponíveis, não só os materiais didáticos. Pode-se, por exemplo, navegar em sites como da Nasa, de bibliotecas de todo o mundo e dos museus, entre outros”, afirmou Adriana Gandin, diretora pedagógica do projeto “iPad na Sala de Aula”.

Ao contrário da maioria dos educadores, Adriana acredita que o tablet vem para eliminar os cadernos. “Nós podemos desenhar, escrever e fazer anotações no aparelho. Ele é uma plataforma completa”, disse. A principal preocupação dos educadores sobre o uso dessa ferramenta é em relação à navegação em redes sociais durante a aula.

“Nós já não convivemos com conversas paralelas? Bilhetes em sala de aula? Será a mesma coisa. No entanto, o professor terá de criar uma aula diferente e interessante para segurar a atenção do aluno”, disse Adriana. No colégio Monteiro Lobato, a decisão da diretoria foi colocar em todos os dispositivos um sistema que controla as páginas que podem ser acessadas. Assim que o estudante entrar na escola, sites como o Facebook e Twitter – não poderão mais ser visualizados.

Durante a sua campanha, o prefeito de São José, Carlinhos Almeida (PT), prometeu a distribuição de tablets para alunos e professores da rede municipal de ensino. Em nota, a Secretaria de Educação afirmou que essa ainda é uma meta prioritária, “Trata-se de um recurso que poderá contribuir para o aprendizado das crianças. Mas, antes, é fundamental que o professor esteja bem preparado para poder extrair da tecnologia todas as vantagens pedagógicas que ela pode proporcionar”, afirmou o secretário de Educação Célio Chaves.

Ainda segundo a prefeitura, a entrega dos tablets deverá ser feita neste ano, primeiro aos professores efetivos da rede. Estes deverão receber treinamento adequado para utilizar o equipamento. A prefeitura deverá receber do Ministério da Educação as primeiras 865 unidades. Os recursos são provenientes de emenda parlamentar de autoria do prefeito, quando deputado federal, no valor de R$ 400 mil.

O Vale

Publicado em: 04/02/2013

Eugênio de Melo ganha nova bilbioteca: Helena Molina

O distrito de Eugênio de Melo, em São José dos Campos, ganha um novo espaço dedicado à leitura: a Biblioteca Distrital Helena Molina, que será inaugurada pela Prefeitura de São José dos Campos, por meio da  Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), no dia 22, às 9h.

A Biblioteca está instalada na Praça Emília Molina, no prédio que abrigava a antiga “Empreza de Força e Luz”, declarado como bem preservado. A FCCR realizou a recuperação do prédio original, intervenções no telhado caixilharia, pisos, revestimentos e construiu um prédio anexo de  120 m², ampliando a prédio que  ficou com 261m². “Foi executada a pintura, recomposição da fachada, reparos no telhado, portas e janelas, e ainda foi construída uma nova parte, para que abrigasse a biblioteca, e ela ficasse mais espaçosa”, comenta o engenheiro Vitor Chuster, diretor do Departamento de Patrimônio Histórico, da FCCR.

Com esse novo espaço, o acervo da biblioteca que funcionava dentro da Casa de Cultura Rancho do Tropeiro Ernesto Villela, da FCCR, será transferido. Com isso, o espaço cultural terá uma área maior, possibilitando a criação de outros cursos mais cursos  e a realização de mais eventos.
O local possui acervo de livros, internete gratuita (espaço.com) e anda, salas de leitura e pesquisa.

  • Além dos livros – Como todas as bibliotecas da FCCR, a Helena Molina, além de um vasto acervo de livros, também conta com o Espaço.com (internet gratuita), sala para leitura outra para pesquisas e  ainda possui uma área dedicada ao público infantil, bastante colorido e com mesas adaptadas para os pequenos.
  • Cadastro – Para levar os livros da Biblioteca para casa, é necessária a carteirinha de leitor. Para ter uma, é necessário realizar o cadastro. Os documentos necessários são: documento de identidade, comprovante de endereço e uma foto 3×4.
  • História – A “Empreza de Força e Luz”, onde funcionava o prédio que hoje abriga a Biblioteca Distrital Helena Molina, foi fundada entre 1923 e 1928. O espaço foi utilizado como escola de 1ª a 4ª séries até 1952, tornando-se, posteriormente, posto médico e sede do Eugênio de Melo Esporte Clube. Em 1994, através de pedido da comunidade, encaminhado ao secretário Municipal de Planejamento e Meio Ambiente e presidente do COMPHAC (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Artístico e Paisagístico), o prédio foi tombado e declarado como bem de preservação.

Serviço: Biblioteca Distrital Helena Molina – Praça Emília Molina, 77 – Eugênio de Melo. Informações: (12) 3905-3001

Fundação Cultural Cassiano Ricardo

Publicado em: 19/11/2012

Educadoras municipais lançam obras literárias

Neste mês de agosto, a literatura nacional ganhará, mais duas obras, e desta vez, concebidas por duas profissionais de carreira da Secretaria de Educação de São José dos Campos.

Os livros são resultados um trabalho de anos, desenvolvido e amadurecido com o carinho e cuidado tão comuns aos educadores que representam a rede municipal de ensino.

A professora Célia Sardinha, também coordenadora de projetos e programas extracurriculares, lançará a obra “Chupeta Xereta”, nesta sexta-feira (12). O livro – dedicado aos educadores – descreve o papel da chupeta na vida de uma criança e a forma como ela entra na vida de um bebê, já nos primeiros meses de vida, até a hora de sua retirada, abordando os conflitos existentes nesses períodos.

Já Mirian Menezes de Oliveira, orientadora de componente curricular das Salas de Leituras, apresentará sua obra “O Cientista e o Poeta”. O livro é composto por poesias que encantam leitores de todas as idades. O lançamento será no próximo dia 26, também em São José dos Campos.

Fonte: Prefeitura Municipal de São José dos Campos