“Muro de Arrimo”, com direção de Alexandre Borges, é apresentado no Teatro Colinas

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Um dos textos mais consagrados do autor Carlos Queiroz Telles, “Muro de Arrimo” ganha uma nova montagem e chega a São José dos Campos, no Teatro Colinas, para apresentação nos dias 12, 13 e 14 de dezembro.

Na peça, a história do pedreiro Lucas é vivida pelo ator Fioravante Almeida com a direção de Alexandre Borges, marcando seu primeiro trabalho nessa nova função.

A trama baseada numa notícia de jornal revive a Copa do Mundo no Brasil, por meio do personagem, o pedreiro Lucas. Ele está no alto de um arranha céu ouvindo ansiosamente no seu radinho de pilha o locutor (Cléber Machado) falar sobre o pré-jogo da semifinal da Copa do Mundo (o fatídico jogo entre Brasil e Alemanha 7 x 1), enquanto tenta concentrar-se em sua tarefa de construir um muro no alto de um prédio.

Lucas contrasta momentos de euforia e meditação, já que apostou meio salário na vitória do Brasil.

“Muro de Arrimo” recebeu, em seu lançamento em 1975, os prêmios Molière e Anchieta de melhor autor, contou com montagens históricas no Brasil e em 20 países além de ser traduzido para 12 idiomas.

Na versão atual, a presença do humor do povo e a sua enorme paixão pelo futebol são destacadas. As referências originais do texto que eram de 1974 referente a Brasil e Holanda foram transportadas para 2014, no dia do jogo da semifinal Brasil e Alemanha em Belo Horizonte.

Um dos grandes destaques da peça é a narração do jogo feita pelo locutor Cléber Machado, assim como a trilha sonora assinada pelo cantor Otto, o cenário de andaimes imitando uma construção e ao fundo as projeções da cidade de São Paulo.

 

FICHA TÉCNICA:

 

Texto: Carlos Queiroz Telles

Direção: Alexandre Borges

Elenco: Fioravante Almeida

Locução: Cléber Machado

Trilha Sonora: Otto

Luz: Guilherme Bonfanti

Cenário e Figurino: Carila Matzenbacher

Direção de vídeo: Rubens Rewald e Laysa Diniz

Preparação Vocal:Madalena Bernardes

Preparação Corporal: Wolfgang Parnek

Fotos: Lenise Pinheiro

Realização: Roka Produções e Rocha Viva de Teatro

Produção: Camila Bevilacqua

 

Serviço

Quando: Dias 12, 13 e 14 de dezembro

Sexta e sábado às 21h, domingo às 19h

Onde: Teatro Colinas (dentro do Colinas Shopping – av. São João, 2.200, Jardim das Colinas, São José dos Campos)

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)

Classificação etária: 12 Anos

Mais informações: (12) 3204-5235www.facebook.com/teatrocolinas

www.teatrocolinasshopping.com.br

Presépio da Casa de Cultura Eugênia da Silva será aberto segunda-feira

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Os moradores do bairro Novo Horizonte poderão visitar o presépio da Casa de Cultura Eugênia da Silva (Rua dos Carteiros 110 – Novo Horizonte) neste domingo (7), a partir das 15h, quando ocorre a abertura da encenação do nascimento de Jesus. O evento terá roda de viola e apresentação do grupo de Folia de Reis “Companhia Irmandade dos Santos Reis”.

 

O presépio foi confeccionado pela figureira Maria Inês de Moraes e ficará na entrada da Casa de Cultura até 6 de janeiro, quando é celebrado o Dia de Reis. O horário de funcionamento é das 8h às 17h, de segunda à sexta-feira.

 

Seguindo a tradição popular valeparaibana, o presépio da Casa de Cultura tem uma gambá, entre os personagens da representação em barro. O animal simboliza a generosidade.

 

Entre as explicações da representação da gambá no presépio é que a marsupial teria se oferecido pra amamentar o Menino Jesus, já que Maria não tinha leite; ou ainda que a gambá teria colocado fogo no próprio rabo para esquentar o Menino Jesus e iluminar o estábulo.

 

A roda de viola durante a abertura estará sob a responsabilidade do mestre Zé da Viola e alunos da oficina desse instrumento.

 

Presépios

 

A tradição cristã de montar presépios é datada do ano 1223, quando Francisco de Assis representou a Sagrada Família no nascimento do menino Jesus em peças de argila, como uma forma didática para explicar aquele momento.

 

No Vale do Paraíba, o hábito de montar presépios teria surgido no século XVII no Convento de Santa Clara, em Taubaté, com a representação das figuras de São José, Nossa Senhora, o Menino Jesus, os pastores, os Reis Magos, jumentos, vacas, o galo e a gambá.

Banda Cérebro Enlatado estreia no projeto “Antes do Pôr do Sol”

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Para aproveitar os dias mais longos do horário de verão, a partir deste mês o Parque Vicentina Aranha (Rua Prudente Meireles de Moraes 302) vai realizar o projeto “Antes do Pôr do Sol”.

Na estreia, a banda Cérebro Enlatado se apresenta nesta sexta-feira (5), às 19h, no quiosque Alfredo Galvão. O show “Faça Você Mesmo!” é uma mistura de tambores afros, rock dos anos 70 e música existencialista. A entrada é gratuita.

A banda Cérebro Enlatado possui influência da Tropicália, do movimento Power Flower e dos Beats. O grupo é formado por Phill Zr. (voz e guitarra), Marcos Manfredini (guitarra), Gregório de Lima (contrabaixo) e Mathias Netto (bateria).

Também participam do “Antes do Pôr do Sol” em dezembro, o Duo Clarevon, no dia 11, e a banda Rupia, no dia 18. A programação completa do Parque Vicentina Aranha está no site www.pqvicentinaaranha.org.br <http://www.pqvicentinaaranha.org.br/>

Mais de 800 jongueiros do Brasil estarão em São José dos Campos

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A partir do próximo 5 de dezembro vai acontecer o 13º Encontro Nacional de Jongueiros do Brasil no Parque da Cidade Roberto Burle Marx de São José dos Campos. O evento, que tem programadas atividades abertas ao público, contará com a presença de mais de 800 jongueiros, de todas as idades, procedentes da região sudeste onde estão localizadas as comunidades que praticam estas rodas que misturam tambores, palavra cantada e dança. Fortemente relacionado com o período da escravidão e a cultura cafeeira e da cana de açúcar, o jongo contará neste encontro com 22 grupos procedentes do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo.

Pela primeira vez estarão representadas todas as comunidades jongueiras do Brasil, 40 ao todo, através de suas lideranças ou de seus grupos. Além de mostrar a poesia metafórica dos antigos escravos, será apresentada uma exposição fotográfica e audiovisual que poderá ser vista durante os três dias que dura o evento. O encontro também constará de oficina de toques e cantos tradicionais de Jongo, e conversas, como a valorização do Mestre Jongueiro.

 

Jongo, a poesia metafórica dos antigos escravos

Em 2005 o Jongo foi inscrito no Livro das Formas de Expressão, como Patrimônio Imaterial Brasileiro, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), órgão vinculado ao Ministério da Cultura.

Esta manifestação de poesia metafórica dos antigos escravos tem sua origem relacionada ao período da escravidão, da cultura cafeeira e da cana de açúcar. Por isso, sua prática, que reverbera até hoje, é encontrada, principalmente, nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo e Minas Gerais. Praticado em quintais das periferias urbanas e áreas rurais, tem como elementos a roda, o toque dos tambores, as manifestações mágico-espirituais e o canto.

 

Tava dormindo                                         

Angoma me chamou disse levanta povo       

Cativeiro se acabou

 

São versos como esses que embalam as rodas e constituem a característica mais significativa do jongo: os chamados pontos. Quando cantados, funcionam como uma espécie de poesia metafórica e enigmática que os antigos praticantes desenvolveram para que os seus senhores e capatazes não pudessem compreender o que diziam, sendo, assim, uma forma de liberdade de expressão.

 

O significado do ponto deve ser decifrado pelos outros participantes e respondido também em linguagem versificada, como se fosse um desafio, a interação e muito parecida ao repente. Os versos, que continuam sendo entoados por um solista e acompanhados por um coro, louvam os antepassados, as divindades afro-brasileiras; afirmam as tradições; comemoram as festas de santos católicos, festas juninas, o Dia da Abolição (13 de maio) ou, apenas, reúnem a comunidade.

 

Além da palavra cantada, as reuniões de jongueiros são permeadas pela presença invocativa dos tambores e pela dança, feita em roda e que convida, na maioria das vezes, duas pessoas para o centro. Os pares fazem movimentos espontâneos em correspondência aos toques da percussão, utilizando como gesto característico a umbigada, em que dois dançarinos simulam o encontro dos umbigos, porém, este não se efetiva. A organização dos jongueiros é muito hierarquizada e o uso do tambor tem uma forte ligação com a ancestralidade. Normalmente a jongo se iniciava à meia noite e ia até o sol raiar.

 

Por meio desse bem cultural, os praticantes buscam fortalecer a identidade de suas comunidades e salvaguardar seus ritos.

 

 

SERVIÇO:

13º Encontro Nacional do Jongo

Data: 05, 06 e 07 de dezembro

Local: Fundação Cassiano Ricardo – Parque da Cidade Roberto Burle Marx

Av. Olivo Gomes, 100 – Santana São José dos Campos – SP

Telefone: (12) 3924-7300

http://www.fccr.org.br/

Entrada gratuita

 

Programação:

05 de dezembro (Sexta-Feira)

19h

Abertura de exposição fotográfica – Jongo no Sudeste

20h30

Rodas de Jongo

 

06 de dezembro (Sábado)

10h às 12h – Roda de Conversa: Valorização do Mestre Jongueiro

10h às 12h – Oficina: Toques e Cantos tradicionais de Jongo

15h – Rodas de Jongo

 

07 de dezembro (Domingo)

9h às 11h

Confraternização coletiva

Roda de Encerramento com a participação de todas as comunidades

 

Grupos completos de jongueiros participantes:

1  SP Jongo Mistura da Raça                              São José dos Campos

2  SP Jongo Dito Ribeiro                                                Campinas

3  SP Jongo de Quilombolas                                           Guaratinguetá

4  SP Jongo do Tamandaré                                            Guaratinguetá

5  SP Jongo de Piquete                                                  Piquete

6  RJ Jongo de Pinheiral                                                Pinheiral

7  RJ Jongo de Porciúncula                                            Porciúncula

8  RJ Jongo Sementes de África                                     Barra do Piraí

9  RJ Jongo de Arrozal                                                  Arrozal

10 RJ Jongo Quilombo São José da Serra                        Valença

11 RJ Caxambu de Miracema                                         Miracema

12 RJ Jongo do Bracuí                                                   Angra dos Reis

13 RJ Jongo Machadinha                                               Quissamã

14 RJ Caxambu de Pádua                                               Santo Antonio de Pádua

15 RJ  Jongo da Serrinha                                               Rio de Janeiro

16 RJ  Caxumbu de Vassouras                                       Vassouras

17 ES  Caxambu da Velha Rita                                       Cachoeiro do Itapemirim

18 MG Caxambu de Carangola                                      Carangola

 

Coral, rock e música clássica neste domingo no Parque Vicentina Aranha

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O domingo (07/12) no Parque Vicentina Aranha será de canto e rock. Às 10h, os participantes das oficinas de canto apresentarão canções brasileiras de Natal. Às 11h tem show da banda Dynamite Blues no projeto Música no Parque. E para fechar o domingo, às 19h a Orquestra de Cordas da OSSJC celebra a chegada do Natal com o Concerto do Advento.

Em novembro, o Parque abriu inscrições para oficina de canto que resultou em um belíssimo Coral. Para celebrar o Natal e dar as boas vindas ao Ano Novo, os participantes realizarão uma apresentação de encerramento com canções natalinas brasileiras que prometem encantar o público na manhã do domingo.

Após o Coral, a banda Dynamite Blues sobe ao palco do projeto Música no Parque para apresentar o show “Uma Viagem Pela Terra do Rock”. Com o objetivo de contar musicalmente a história do rock, a banda começa essa viagem com blues, o pai do rock, e passa pelas décadas e nomes que marcaram essa história, como Elvis Presley, Johnny Cash, Beatles, Rolling Stones, The Doors, Pink Floyd e muitos mais. “É muito interessante observar as nuances e características de cada estilo. O rock tem muitos estilos dentro de um mesmo segmento.” Afirma Thiago Medina, baterista do grupo. A banda é formada por Almir Belotti, Cisco Quirino e Thiago Medina.

Na noite de domingo a Orquestra de Cordas da OSSJC (Orquestra Sinfônica de São José dos Campos) apresentará o Concerto do Advento com canções natalinas para celebrar a chegada do Natal. Sob a regência do maestro Marcello Stasi, o concerto terá a participação especial da soprano Elisabete Almeida e do trompetista Cesar Pimenta. A entrada é gratuita e não é necessário retirar ingresso.

Aos domingos também tem Feira de Artesanato Mãos e Arte (9h-13h30), Jardim Sensorial (9h30-14h), Observatório de Pássaros (9h-15h), Programa Vem Brincar (9h-13h), Sala de Leitura (10h-17h) e a exposição permanente no Pavilhão Alfredo Galvão “Cenários: Ocupação Humana em São José dos Campos e Fase Sanatorial” (8h-18h).

Confira a programação completa do Parque pelo site www.pqvicentinaaranha.org.br.

Agenda:

 

APRESENTAÇÃO DE CANÇÕES BRASILEIROS COM OS PARTICIPANTES DAS OFICINAS DE CANTO DO PARQUE

Data: 07/12 (domingo)

Horário: 10h

Local: Varanda do Pavilhão Central

 

MÚSICA NO PARQUE

Dynamite Blues – Uma Viagem Pela Terra do Rock

Data: 07/12 (domingo)

Horário: 11h

Local: Quiosque São João

 

CONCERTO DO ADVENTO

Orquestra de Cordas da OSSJC

Data: 07/12 (domingo)

Horário: 19h

Local: Capela

 

Endereço do Parque Vicentina Aranha: Rua Eng. Prudente Meireles de Moraes, 302, Vila Adyana – São José dos Campos/SP

 

Sobre o Parque Vicentina Aranha

Foi inaugurado pela Santa Casa de Misericórdia em 1924 como Sanatório Vicentina Aranha, um dos maiores centros para tratamento de tuberculose da América Latina. É tombado como patrimônio histórico pelo COMPHAC (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Artístico, Paisagístico e Cultural do Município de São José dos Campos) e Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e turístico).

Desde 2006, funciona como Parque Vicentina Aranha e é gerido pela Prefeitura Municipal de São José dos Campos, tendo desde 2011 a AJFAC – Associação Joseense para o Fomento da Arte e da Cultura – como Organização Social de Cultura, a qual desenvolve atividades culturais no espaço e promove a recuperação das edificações com obras de manutenção e restauro. O Parque conta com o apoio do Instituto de Oncologia do Vale, Blindex, Gráfica Copcentro e com a promoção do Jornal O Vale e da Rádio Jovem Pan.

De Volta ao Jogo

[sinopse datas=”true” imprensa=”2″ elenco=”Willem Dafoe, Keanu Reeves, Bridget Moynahan, Adrianne Palicki” direcao=”Chad Stahelski David Leitch” genero=”Ação” duracao=”101 min.” distribuicao=”Imagem Filmes” classificacao=”16 Anos”]

Keanu Reeves é John Wick, homem solitário que perdeu tudo na vida. Um assassino de aluguel aposentado, Wick é forçado a voltar ao jogo e enfrentar a máfia. Willem Dafoe e John Leguizamo se destacam no elenco.

Fonte: Cinemark

Caçada Mortal

[sinopse datas=”true” imprensa=”2″ elenco=”Liam Neeson, Dan Stevens, Boyd Holbrook, Ólafur Darri Ólafsson, David Harbour, Brian Bradley, Whitney Able, Mark Consuelos” direcao=”Scott Frank” genero=”Suspense” duracao=”113 min.” distribuicao=”Walt Disney” classificacao=”14 Anos”]

Nova York. Matt Scudder (Liam Neeson) é um ex-policial que agora trabalha como investigador privado, muitas vezes agindo fora da lei. Com uma certa relutância, ele aceita ajudar um traficante de heroína (Dan Stevens) que está atrás do homem que sequestrou e matou sua esposa. Não demora muito para que Matt descubra que o procurado já havia cometido este tipo de crime.

Fonte: Cinemark

As Aventuras de Paddington

[sinopse datas=”true” imprensa=”2″ elenco=”Nicole Kidman, Hugh Bonneville, Sally Hawkins, Jim Broadbent, Julie Walters, Peter Capaldi, Samuel Joslin, Matt Lucas” direcao=”Paul King” genero=” Infantil” duracao=”98 min.” distribuicao=”Diamond Filmes” classificacao=”Livre”]

Um jovem garoto começa uma amizade com um urso falante (voz de Ben Whishaw) que ele conhece numa estação de trem em Londres. Versão live-action da série popular de livros infantis escritos por Michael Bond.

Fonte: Cinemark