Helicópteros da Polícia Militar ganham homenagem

Para incentivar o trabalho dos policiais que combatem o crime lá de cima, o grupamento aéreo da Polícia Militar criou uma homenagem ao funcionário do mês.
Cerca de 30 policiais que trabalham no helicóptero Águia, responsável por resgates e perseguições em toda a região, são avaliados por oficiais do CPI-1 (Comando de Policiamento do Interior) ao longo do mês.
A escolha funciona da seguinte maneira: os 30 policiais são divididos em duas equipes. Oficiais escolhem um funcionário de cada time. Dos dois selecionados, um acaba apontado como funcionário do mês pelo comando da PM.
O cabo Marcio Antonio Ferraz de Araujo, 37 anos, foi escolhido o funcionário de agosto. Ele teve participação decisiva nas buscas pelos destroços de um ultraleve que, no final de julho, caiu na Serra do Mar. O acidente matou um homem de 62 anos, que fazia o trajeto Ubatuba-Atibaia.
Araújo foi chefe da equipe que fez as buscas.
A PM ainda estuda a melhor forma de homenagear o policial. Mas, independente disso, Araujo já comemora a escolha.
“Fiquei muito feliz, porque valoriza o trabalho da gente. Dá mais força para trabalhar”, disse o policial, que está na PM há 12 anos e integra o grupamento aéreo desde 2008.
“Temos o nosso comportamento observado durante o mês todo. Depois, no fim, eles somam tudo e fazem a escolha. Isso é muito importante”, completou o policial.

Iniciativa. O tenente Danilo Argollo foi um dos responsáveis pela homenagem aos policiais que se destacam no serviço diário. De acordo com ele, outras bases da PM já escolhem o melhor do mês, porém de maneira discreta.
“É uma maneira de homenagear. A escolha do funcionário do mês não é de agora. É que isso não era bem divulgado”, afirmou o tenente.
“O escolhido deste mês merece essa homenagem, porque tem feito um bom trabalho pela PM”, completou Argollo, que ainda estuda qual será a homenagem a Araújo.

Falta de estrutura do Aeroporto é justificado por Cury

O prefeito de São José dos Campos, Eduardo Cury (PSDB), culpou a falta de uma pista para testes de aeronaves na cidade pela saída de empresas médias e pequenas do setor aeronáutico. “Esse tipo de empresa tem necessidade de ter uma pista à disposição e em São José isso depende de uma decisão da Infraero e do governo federal”, disse Cury.

Anteontem, a Novaer Craft, que emprega 100 funcionários em São José, anunciou a construção de uma fábrica em Santa Catarina e a saída definitiva da cidade. No ano passado, a Krauss Aeronáutica mudou-se para Campanha (MG) em busca de apoio da prefeitura e para formar mão-de-obra especializada.

A abertura de um polo aeronáutico em São Bernardo do Campo, anunciado em 2011, é visto por empresários como ameaça para tirar mais empresas da cidade. Para Cury, no entanto, a prefeitura vai esperar a definição do governo federal sobre a ampliação do aeroporto de São José antes de pensar em qualquer projeto de uma outra pista.

“São José possui uma pista com 95% de ociosidade, com torre de controle já instalada, além de um terreno com mais de 2 milhões de metros quadrados, com os principais acessos à Dutra, Carvalho Pinto e Tamoios, aguardando apenas a liberação para expandir sua utilização”, disse.

“Considerando tudo isso, a prefeitura não vê como uma opção preferencial investir recursos públicos na construção de uma pista municipal, o que seria uma obra de altíssimo custo e muito demorada, se levarmos em conta as fases de projetos e licenças ambientais necessárias.”

Na avaliação de Cury, é mais proveitoso manter a cadeia produtiva em torno de empresas consolidadas como a Embraer, terceira maior fabricante de aviões do mundo, do que se preocupar com a eventual saída de pequenos negócios, muitos deles experimentais. Quanto ao setor na cidade, o prefeito mantém o otimismo de que o APL (Arranjo Produtivo Local) aeronáutico continuará em expansão. Hoje, 120 empresas estão registradas. “São José tem perfeitas condições de receber novas empresas do setor, como as que se instalaram no Parque Tecnológico no último ano.”

Empresários discordam de Cury e defendem a diversificação das empresas no setor aeroespacial e de defesa na cidade, não apenas aquelas que fazem parte da cadeia de fornecedores da Embraer. “Uma indústria aeronáutica pujante não é feita de uma só empresa, mas de diversificação dos setores. Não dá para ter uma visão apenas local”, disse o engenheiro Carlos Aquino, CEO da Aerolink do Brasil.

Uma das saídas apontadas por ele para as empresas é a construção de uma pista privada em Caçapava, empreendimento que recebeu a licença de instalação (leia texto nesta página). “A indústria aeroespacial exige a visão macro, pensando no mercado internacional. A pista é essencial nesse ponto”, disse.

O Vale

Multirão de audiências é realizados pelo Procon e Univap

Em comemoração ao aniversário do Código de Defesa do Consumidor, o Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor), em parceria com a Univap (Universidade do Vale do Paraíba), realizará na próxima terça-feira um Mutirão de Audiências, no núcleo de Prática Jurídica da Faculdade de Direito, no campus Centro.

A previsão é que, entre 13h30 e 16h30, sejam realizadas 100 audiências de consumidores que registraram queixas entre junho e julho deste ano. “Esta é a terceira vez que realizamos esse evento. Nos anteriores, que aconteceram há dois anos atrás, conseguimos 70% de conciliações. Isso nos motivou a repetir a experiência”, afirmou Denise Passos da Costa Plínio, coordenadora do Núcleo de Prática Jurídica da universidade. “Nosso objetivo neste ano é conseguir, ao menos, 90%”, disse.

Serão 50 estagiários de direito do núcleo, divididos em 25 mesas de audiência. Além do apoio de profissionais da área, os estudantes receberam treinamento ontem para melhor atender a população.  “Eles trabalharão sob a orientação de seis advogados e de uma equipe de funcionários do Procon”, disse Denise.  A escolhas dos casos que participarão do mutirão foi feita pelo próprio Procon. E, as pessoas que deverão participar das audiências serão comunicadas por carta.

De acordo com a assessoria de imprensa da universidade, os objetivos da ação são agilizar o atendimento aos consumidores que registraram queixas no Procon e permitir que os estagiários coloquem em prática o aprendizado da faculdade.

“Essa é uma oportunidade de mostrar ao alunos, de maneira prática, como funciona as tarefas do Procon”, afirmou Sérgio Werneck diretor do Procon de São José.  “A ideia é também fomentar a conciliação evitando assim sobrecargas no poder judiciário”, disse Denise. “É uma ação que beneficia a todos. Enquanto os alunos ganham experiência no currículo, para a população nós conseguimos adiantar processos que demandariam quatro meses, em média, para serem concluídos”, afirmou.

O Vale

Cidade terá 3 novos reservátorios de água da Sabesp

A Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) garante que no próximo verão a população de São José dos Campos não enfrentará problemas de abastecimento de água. Pelo menos nos últimos dois verões, moradores de bairros da zona leste da cidade conviveram com constantes falta d’água.

O superintendente da companhia no Vale do Paraíba, Oto Elias Pinto, informou que a Sabesp está comprando, por meio de licitação, três reservatórios de aço para a região leste, o que irá garantir o abastecimento de 30 mil ligações em 118 bairros da região, o que representa cerca de 90 mil a 100 mil pessoas.

“Os novos reservatórios serão instalados até o final deste ano. O investimento é de R$ 2 milhões”, afirmou. De acordo com a Sabesp, os três reservatórios terão capacidade conjunta para armazenar 3 milhões de litros. Eles serão instalados no Jardim da Granja, Jardim Americano e no Galo Branco/Jardim República. “Com esse sistema, vamos garantir o abastecimento em toda a zona leste”, disse o superintendente da Sabesp.

A companhia planeja realizar nas próximas semanas uma operação de rastreamento ao longo do ribeirão Vidoca para identificar possíveis lançamentos clandestino de esgoto. O superintendente da Sabesp disse que se for constatado lançamento clandestino de esgoto, a Vigilância Sanitária será comunicada para autuar o infrator. “Senti um cheiro ruim próximo ao Vidoca”.

O Vale

Descida a Serra ficará complicado com as Obras de Duplicação

O motorista que passar pela rodovia dos Tamoios durante o feriado prolongado vai enfrentar dificuldades. Embora não estejam previstas interdições para detonações de rochas entre sexta-feira e domingo, alguns trechos da rodovia apresentam afunilamento devido às obras de duplicação.

É o caso, por exemplo, do trecho do km 15, altura de Jambeiro. Nesse ponto, o tráfego sentido litoral é feito por apenas uma faixa. A outra está tomada por pedras, e não deve ser liberada. Já entre os kms 12 e 13, quem segue sentido São José dos Campos deve ficar atento aos cones de sinalização, que tomam parte da faixa da direita. A Secretaria Estadual de Transportes vai divulgar nessa quarta-feira a previsão de quantos carros devem passar pela Tamoios durante o feriado de 7 de Setembro.

Nesse período, as quatro cidades do Litoral Norte esperam receber 550 mil turistas. A Polícia Rodoviária Estadual vai reforçar a fiscalização na Tamoios durante o feriado prolongado. A medida faz parte de uma operação especial, que deve ter início na quinta-feira e término no domingo. Nesses dias, o uso do bafômetro deve ser intensificado. “Muitos motoristas, principalmente os que já estão no litoral, abusam do álcool, o que pode provocar acidentes”, afirmou o sargento Paulo Celso de Abreu, da PRE de Caraguatatuba.

Além disso, a Polícia Rodoviária vai intensificar a fiscalização com radares móveis existem dois ao longo da Tamoios e também a operação ‘Cavalo de Aço’, em que o alvo das abordagens são os motoqueiros. Durante o feriado, também haverá reforço no número de policiais nas rodovias. Os detalhes da operação da PRE também serão divulgados hoje.

Os motoristas que trafegam pela Tamoios estão pessimistas em relação ao feriado prolongado. “Eu acho que vai ser muito complicado. Quando é feriado normal, já é difícil passar por aqui. Agora, com tantos trechos com estreitamento de pista, vai ficar ainda pior”, afirmou o motorista Mário Otávio Moreno, 52 anos. A duplicação da rodovia começou em maio. As interdições, de segunda à quinta, devem durar 20 meses.

O Vale

Mesários já começam com treinamento na cidade

Começou nesta segunda-feira (3), o treinamento de 3.841 mesários que vão trabalhar nas eleições 2012 em São José dos Campos e Taubaté – maiores colégios eleitorais no Vale do Paraíba. Nas duas cidades foram convocados 7.248 voluntários, segundo estimativa do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP).

As turmas participam de quatro horas de capacitação em grupos de até 50 pessoas. Eles recebem instruções teóricas e também aprendem os mecanismos de operação das urnas eletrônicas para o pleito do próximo dia 7 de outubro. Os mesários receberam ainda apostilas com informações e orientações que devem ser aplicadas no dia da eleição.

Para cada dia à disposição da Justiça Eleitoral, o mesário terá direito ao dobro de dias de folga no trabalho. Ou seja, se o voluntário trabalhar nos dois turnos e passar por um dia de treinamento dá o direito de seis dias de folga. Além disso, eles recebem um vale-alimentação de R$ 22 na data da eleição.

Na tarde desta segunda-feira, um grupo participou do treinamento na Escola  Estadual João Cursino, em São José. Em Taubaté, o encontro ocorreu no prédio do Departamento de Comunicação Social da Universidade de Taubaté (Unitau).

Entre os voluntários, a maioria já tem experiência nas funções. “Começamos hoje e vamos até o dia 13. A maioria dos escolhidos são funcionários públicos”, disse Hernande Ramos da Silva, chefe do 127º cartório de São José dos Campos.

Na função de mesário pela quarta vez, o analista de sistemas Antônio Rodrigues Júnior, estava no treinamento. “Eu gosto de fazer parte deste processo eleitoral. Todas as vezes em que trabalhei foi bem tranquilo. Apesar da experiências com as urnas, é sempre bom relembrar como elas (equipamentos) funcionam”, afirmou. Entre os novatos, houve quem se oferecesse para a função. “Eu pedi para ser convocado.

Gosto de atuar como voluntário em várias causas, e por que não também nas eleições?”, afirmou o estudante Victor Bertollo, de 18 anos. Dois cartórios de São José dos Campos já concluiram o treinamento dos mesários – um deles nesta segunda-feira. Juntos, eles capacitaram 3.242 pessoas.

G1 (Vnews)

Cidade tem alto indice de Novos Microempresários

São José dos Campos registrou aumento no número de empresas abertas no primeiro semestre de 2012. Segundo levantamento da Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jecesp), foram 2.945 novas empresas na cidade. Uma alta de 13% com relação ao mesmo período do ano passado. O que alavancou esse número foram os microempreendedores individuais, responsáveis por 2.212 novas empresas abertas.

Com o registro nacional de pessoa jurídica, o CNPJ, o micro-empreendedor também pode contratar um empregado com menor custo, emitir nota fiscal e participar de licitações. Além de ter isenção de taxa para abertura de empresa.

Segundo o administrador regional da Junta Comercial, Cláudio Mendonça, os impostos que devem ser pagos custam menos do que se imagina. “O valor da contribuição previdenciária, mais ICMS, ISS, se a atividade exigir, é R$ 37,10 por mês. Então, é vantagem econômica também para o empreendedor se formalizar”, explicou.

Maria de Fátima da Silva passou 27 anos vendendo pamonhas e bolos nas ruas de São José dos Campos. Agora, ela tem orgulho do documento que regulariza sua micro-empresa. “Para mim agora vai ser importante, porque agora eu vou começar a pagar meu INPS e ter meu comércio próprio”, disse.

O Vale

Segundo IBGE, economia tem avanço na região

Diante das medi das de estímulo do governo, o PIB (Produto Interno Bruto) esboçou uma reação e cresceu 0,4% no segundo trimestre na comparação livre de influências sazonais com o primeiro trimestre. Nos primeiros seis meses do ano, a economia se expandiu 0,6% ante mesmo período de 2011.

Os dados foram divulgados ontem pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em valores, o PIB somou R$ 1,1 trilhão no segundo trimestre. O resultado ficou próximo ao previsto pelo mercado, cujas expectativas apontavam para uma expansão de cerca de 0,5% no segundo trimestre.

No primeiro trimestre do ano, a expansão tinha sido de 0,2% ante o período anterior, número que foi revisado pelo IBGE para 0,1%. A indústria caiu 2,5% de abril a junho ante o primeiro trimestre, já o setor de serviços, o de maior peso, avançou 0,7% na mesma base de comparação. A agropecuária registrou expansão de 4,9% do primeiro para o segundo trimestre.

Sob a ótica da demanda, o consumo das famílias, item mais importante nessa leitura, subiu 0,6% na comparação com o primeiro trimestre. O investimento, por seu turno, caiu 0,7%. O consumo do governo avançou 1,1%. Já as exportações caíram 3,9%, enquanto as importações (que são descontadas do cálculo do PIB, por refletiram uma produção realizada fora do país) cresceram 1,9%.

Já em relação ao segundo trimestre de 2011, o PIB cresceu 0,5%, num ritmo menos intenso em razão da crise externa e do seu contágio na economia do país. Na mesma base de comparação, o primeiro trimestre havia registrado expansão de 0,8%. O resultado reflete a queda de 2,4% da indústria, a expansão de 1,5% dos serviços e da alta de 1,7% da agropecuária. No que tange aos dados da demanda, o consumo das famílias teve alta de 2,4%. Já o investimento caiu 3,7%.

Já no indicador acumulado nos últimos 12 meses (quatro trimestres), os dados mostram um crescimento de 1,2% da economia.

O Vale

Moradores da Zona Oeste ficam transtornados com Obra

Das 115 famílias que ocupavam a região do Jardim das Indústrias, zona oeste, afetada pelo prolongamento da Via Oeste, 36 permanecem no local, ao lado de destroços de imóveis vizinhos derrubados pela Prefeitura de São José dos Campos.

Orçada em R$ 14 milhões, a obra está embargada desde janeiro deste ano por decisão da SPU (Secretaria de Patrimônio da União), após pedido da Defensoria Pública da União para que a prefeitura garantisse o direito de moradia às famílias.

A área pertence ao governo federal e é considerada de risco pela prefeitura. A maioria das famílias que já saíram está em imóveis da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano), no Parque Interlagos, zona sul. O prolongamento da Via Oeste é financiado pelas construtoras Terra Simão e MRV, em contrapartida a empreendimentos locais. Com cerca de dois quilômetros, o corredor liga a avenida Campos Elísios à rua Corifeu Marques.

Quem se nega a deixar o terreno diz que mora há anos no bairro e que, além de distantes, os imóveis oferecidos são financiados. Outro problema relatado é o entulho deixado pelas casas derrubadas. “Botaram as casas vizinhas no chão e hoje elas abrigam cobras e ratos”, disse a dona de casa Debora Silva, 21 anos. “Só saio se for pra outra casa no bairro”, disse a auxiliar de limpeza, Vera Santos.

Em nota, a Secretaria de Transportes informou que 88 famílias foram encaminhadas para programas habitacionais, três estão na fila de espera e 36 permanecem no local. A pasta diz que aguarda a remoção das outras famílias para demolir as casas e retirar o entulho do terreno.

O Vale

Vale tem indice de mortalidade em queda nas cidades

O Vale do Paraíba registrou, no ano passado, o menor índice de mortalidade infantil da história. De acordo com o estudo feito pela Secretaria de Estado da Saúde em parceria com a fundação Seade, enquanto em 2000 a região registrou 16,7 óbitos de crianças menores de um ano de idade para cada 1.000 nascidas vivas, em 2011 foram 11,9. Isso significa 29% menos.

“Esse índice dá a noção das conquistas na área da saúde. Com os dados é possível saber quais as falhas de cada cidade”, afirmou Sandra Souza, coordenadora da área técnica da Saúde da Criança, da secretaria. “Nosso objetivo é reduzir o número de mortes infantis a um só digito”, disse.

De acordo com o documento, os responsáveis pela queda são o aumento do número de UTIs Neonatais, o aprimoramento da assistência ao parto e à gestante, a ampliação do acesso ao pré-natal e a vacinação de crianças pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

São José e Jacareí registraram aumento nas taxas de mortalidade. No entanto, os números atuais ainda são inferiores aos apresentados nos anos 1990 e 2000. Enquanto São José teve 21,2 óbitos para cada 1.000 nascimentos em 1990, a cidade registrou 9,27 em 2010 e 12,2 em 2011. Jacareí teve 20,8 óbitos em 2001, 9,8 óbitos em 2010 e, 11,3 em 2011.

“Atualmente, a maioria das mortes é de bebês nascidos prematuros, o que denuncia que as mães pararam de fazer pré-natal”, afirmou Danilo Stanzani, secretário de Saúde de São José. “Para tentar reduzir os índices em 2012, as mulheres passaram a se consultar na unidade básica de saúde mais próxima de sua casa e foi intensificada a campanha de planejamento familiar”.

O Vale