Cidade fecha mês com índice positivo de empregos

A geração de empregos formais em São José dos Campos registrou em setembro o melhor desempenho do ano, impulsionada pelas obras de manutenção da Revap (Refinaria Henrique Laje), da Petrobras. Os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho e Emprego mostra que a cidade fechou o mês com saldo positivo de 1.820 postos formais de trabalho, com carteira de trabalho assinada. A construção civil foi o setor que registrou melhor desempenho, com saldo positivo de 892 vagas. Os dados revelam que foram contratados 1.726 trabalhadores ante 834 demissões no setor.

O Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São José dos Campos avalia que pelo menos 3.000 operários da cidade e região foram contratados para as obras de manutenção da Revap. “As contratações começaram em agosto. Pelo menos 6.000 trabalhadores foram contratados para os serviços e metade é de São José e região”, disse Joselino Marçal, diretor do sindicato. A manutenção termina no fim do mês. Outro setor que se destacou no resultado alcançado pelo município no mês passado foi o de serviços, com saldo positivo de 792 vagas. O comércio também obteve saldo positivo, de 70 vagas. Pelo Caged, a indústria registrou saldo positivo de 57 postos.

Em nota, o secretário de Relações do Trabalho, Miranda Ueb, disse que “os indicadores confirmam o acerto das políticas desenvolvidas no município e o acerto dos esforços em promover qualificação e capacitação da mão de obra local, para gerar oportunidades de trabalho e renda”. Taubaté também registrou saldo positivo de empregos formais no período, mostra a pesquisa do Caged. O município fechou setembro com 258 postos positivos de emprego. A construção civil e o setor de serviços foram os responsáveis pelo bom desempenho com saldo positivo de 205 e 144 vagas, respectivamente. Já Jacareí fechou setembro com saldo negativo de 94 vagas. O setor industrial respondeu pelo fechamento de 125 postos de trabalho e a construção civil, por 63.

Pesquisa divulgada ontem pelo Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) sobre o nível do emprego no setor mostra que as microrregiões de São José e de Jacareí registram baixa na geração de vagas na indústria de 100 e 50 postos, respectivamente.
Já a microrregião de Taubaté teve desempenho positivo, de 100 postos.

EMPREGO/SETEMBRO

São José dos Campos

  • Saldo positivo: 1.820 postos formais de trabalho
  • Destaques: construção civil (892 vagas), serviços (792 vagas)
  • Acumulado do ano: positivo de 3.983 postos formais de trabalho
  • Em 12 meses: positivo de 3.750 vagas

FONTE: O Vale

Mês de Janeiro tem indice bom para exportação no Vale

As exportações de São José e Taubaté registraram alta de 4,58% em janeiro deste ano, comparado ao mesmo período do ano passado. Os setores aeronáutico e automotivo foram os responsáveis pela alta, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior divulgados ontem.

São José exportou US$ 195 milhões em janeiro ante US$ 187 milhões em 2012. Somente a Embraer e seus fornecedores venderam ao exterior US$ 94 milhões, 32% a mais que o ano passado. Os principais destinos foram Itália, Quênia e Estados Unidos.

“Isso mostra que a Itália dá sinais de recuperação. Se a economia mundial vai bem, a indústria aeronáutica cresce, embora ainda tímida, é um excelente resultado para as empresas”, disse Agliberto Chagas, gerente do Cecompi (Centro para Competitividade e Inovação do Cone Leste Paulista).

Com o mesmo índice de crescimento, Taubaté vendeu ao exterior US$ 110 milhões em janeiro deste ano contra US$ 106 milhões em 2012, com destaque para o setor automotivo, que vendeu US$ 66 milhões no mesmo período.

“A nossa expectativa é de crescimento até o meio do ano”, disse José de Arimathea Campos, gerente do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) de Taubaté. As indústrias de Jacareí tiveram alta de 37,87% US$ 21 milhões em 2013 ante US$ 15 milhões em 2012.

Cidade tem indice baixo de empregos depois de 2 anos

A geração de empregos em São José dos Campos em 2012 está menor que a registrada em Taubaté e Jacareí – cidades vizinhas que têm menos da metade do número de habitantes.

Dados do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged) divulgados na última sexta-feira (23), mostram que em outubro deste ano foram fechados 174 postos de trabalho em São José, resultado de demissões em praticamente todos os setores da economia. Em contrapartida, em outubro Taubaté abriu 70 vagas e, em Jacareí, foram criados 210 postos de trabalho.

No acumulado do ano, São José também está atrás das duas cidades. A maior cidade do Vale abriu 885 postos de trabalho, contra 2.671 em Taubaté e 1.247 de Jacareí.

G1 (Vnews)

Publicado em: 27/11/2012

Cidade tem indice de exportação em alta

As exportações realizadas por São José dos Campos de janeiro a setembro deste ano superaram US$ 4,453 bilhões e cresceram 17,3% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram exportados US$ 3,795 milhões. As informações foram divulgadas nesta terça-feira (16) pelo Ministério do Desenvolvimento da Indústria e do Comércio Exterior.

Com esse desempenho, o município está em quinto lugar no país e o segundo entre os exportadores de produtos de alto valor agregado, superado apenas por São Paulo. Os principais produtos continuam sendo aviões, helicópteros, equipamentos e componentes aeronáuticos e automotivos. Os países que mais compraram de empresas joseenses foram os Estados Unidos, China, Itália e Argentina.

No mês de setembro, as exportações dessas companhias totalizaram US$ 492.754.789. A balança comercial do município também é positiva, com superávit de US$ 1,735 bilhão nos sete primeiros meses do ano.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 18/10/2012

Cidade tem indice negativo em relação a emprego

São José ‘amargou’ em setembro seu segundo pior desempenho do ano na geração de empregos formais foram fechados 534 postos de trabalho. O saldo só não é pior que o de junho, que teve 855 vagas fechadas. O balanço é referente ao Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgado ontem pelo Ministério do Trabalho.

Na contramão, Taubaté registrou saldo positivo de 412 empregos, sua segunda melhor marca de 2012.  No acumulado do ano, a cidade tem 2.509 vagas geradas. Apesar de positivo, no entanto, o saldo é 40% menor que o registrado no mesmo período do ano passado.

Em São José, o setor que puxou a queda no emprego em setembro foi a indústria de transformação, com 240 postos fechados.  Segundo o secretário de Relações do Trabalho da cidade, Ricardo Dinelli, o resultado é reflexo do PDV (Programa de Demissão Voluntária) da General Motors.

Após alta em agosto, o setor da construção civil perdeu 127 vagas em setembro. Segundo o presidente da Aconvap (Associação das Construtoras do Vale do Paraíba), Cléber Córdoba, a tendência é de nova queda. “Muitas obras estão em fase final e poucas obras novas iniciando. Isso porque houve redução substancial de projetos aprovados na cidade na vigência da nova Lei de Zoneamento, que engessa o desenvolvimento do mercado na cidade”, afirmou.

“O que nos preocupa é que os principais setores estão negativos. Mas acredito que a partir deste mês os números sejam melhores”, disse Dinelli. O secretário cita a redução do juros como forma de impulsionar o consumo e a produção, refletindo na contratação de funcionários. No ano, São José tem 777 empregos gerados. No mesmo período de 2011, o saldo era de 1.536 postos. A principal diferença está na indústria. Em 2011, o saldo era positivo (1.369). Neste ano, é negativo, de 449 vagas.

O Vale

Publicado em: 18/10/2012

Construtora da cidade tem alto indice de reclamações

O número de reclamações contra construtoras em São José dos Campos aumentou em 112%, de acordo com a Amspa (Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências). Segundo a entidade, entre janeiro e agosto deste ano, foram 53 queixas, contra 25 no mesmo período em 2011.

As principais reclamações são atrasos na entrega de obras e defeitos e ‘vícios’ nas construções, além de abandono dos empreendimentos pelas construtoras. “Chamamos de defeitos de construção elementos que podem ser refeitos, já os vícios são irreparáveis”, afirmou João Bosco Brito, assessor jurídico da associação.

Também há reclamações sobre as cobranças abusivas, como a de corretagem, que varia entre 6% e 8%, e o Sati (Serviço de Assessoria Técnica Imobiliária), taxa de 0,88% sobre o valor total do imóvel, cobrada pelas imobiliárias. “É um absurdo. São taxas sem qualquer amparo legal. O principal problema é que estes valores interferem no preço final do imóvel, sendo que eles são de responsabilidade da construtora, não do comprador”, afirmou o especialista.

De acordo com Marco Vasconcelos, vice-presidente da Asseivap (Associação das Empresas Imobiliárias do Vale do Paraíba e Litoral Norte), o atraso na entrega dos imóveis e o grande número de taxas cobradas também prejudicam o setor imobiliário.

“As pessoas estão com receio de comprar, não só por causa dos atrasos nas entregas das obras, mas também por causa da instabilidade do mercado econômico. O volume de juros é muito alto e o índice de inadimplência tem sido muito grande”, disse.

O Procon de São José também registrou que o maior número de reclamações contra construtoras são por causa do atraso na entrega das chaves do imóvel e das cobranças indevidas. Apenas em setembro foram registradas 44 reclamações. “O comprador deve conhecer muito bem o contrato que está assinando”, disse Sérgio Werneck, diretor do Procon. “É preciso incluir cláusulas que garantam os seus direitos, como as que têm multa em caso de atraso nas obras.”

Segundo Cléber Córdoba, presidente da Aconvap (Associação das Construtoras do Vale do Paraíba), uma opção os consumidores é procurar por construtoras que façam parte da associação. “Orientamos a todas que trabalhem de acordo com as normas vigentes. É uma segurança a mais para o comprador.

O Vale

Publicado em: 04/10/2012

Com o fim do ano, cidade preve mais de 5 mil empregos

Ainda faltam três meses para o Natal, mas para quem busca uma oportunidade para trabalhar temporariamente, o período de início das contratações está próximo. Os processos seletivos na maioria das lojas começam a partir de outubro e devem preencher pelo menos 4.890 vagas temporárias em cidades do Vale do Paraíba.

A expectativa, levantada pelas entidades ligadas ao comércio e dos shoppings de São José dos Campos e Taubaté, representa um aumento em relação ao ano passado. A oferta de empregos neste Natal na região será impulsionada principalmente pela instalação do novo shopping Via Vale Garden em Taubaté, estabelecimento que vai ser inaugurado na segunda quinzena de novembro com 3 mil novos postos de trabalho.

Destes, 1.800 serão postos efetivos e outros 1.200 temporários. “Em outubro os lojistas já começam a selecionar os candidatos. Daremos início às atividades do shopping em ritmo de Natal”, disse Paulo Teixeira, superintendente do Via Vale Garden Shopping.

No comércio de rua, as lojas de São José e Taubaté devem abrir 2.890 vagas. Uma pesquisa feita pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos (ACI) mostrou que 72% dos lojistas pesquisados pretendem contratar efetivo extra em 2012. No ano passado, o índice foi de 64%. De acordo com a ACI, o piso salarial para estes postos de trabalho é de R$ 600, mais 5% de comissão sobre as vendas.

“Em outubro 18% das lojas já contratam, mas a maioria das contratações será em novembro. As lojas que mais contratam são as de roupas e calçados”, disse Felipe Cury, presidente da entidade.

Em Taubaté, a projeção somada de contratações no comércio de rua e no shopping é de 2.600 profissionais temporários, segundo o Sincomércio (Sindicato dos Comerciários). “O Natal é sempre a melhor época para o comerciante vender e, para atender bem, ele precisa contratar. Estamos otimistas com relação às vendas e consequentemente com a abertura de postos de trabalho”, disse Dan Guinsburg, presidente da entidade.

Perfil
De acordo com empresários, a experiência nem sempre é o principal item levado em consideração durante os processos seletivos para preenchimento das vagas no fim do ano. “A desenvoltura e a postura do candidato contam bastante”, disse Felipe Cury, presidente da ACI em São José dos Campos. A maioria das lojas contratam por meio de indicação e recrutamento em agências de emprego, mas entregar o curriculum nas lojas também pode ser uma boa opção.

Shoppings
O Shopping Vale Sul, na zona sul de São José dos Campos, estima a contratação de pelo menos 800 trabalhadores temporários neste ano. A projeção de contratações nos shoppings deve ser ampliada nos próximos meses. O Colinas e o CenterVale Shopping, ambos em São José dos Campos, não divulgaram a previsão de contratações para o período natalino.

G1 (Vnews)

Primeiro Semestre trânsito tem indice baixo de morte

O trânsito de São José dos Campos matou 27 pessoas no primeiro semestre deste ano, contra 36 no mesmo período de 2011 queda de 25%. Os motociclistas foram as principais vítimas da violência no trânsito da cidade do total de óbitos, 9 foram motociclistas (35% dos casos). No geral, a cidade registrou 1.000 acidentes a maioria por colisões transversais entre veículos.

O balanço foi divulgado ontem pela Secretaria de Transportes. O diretor de Trânsito da pasta, Paulo Guimarães, afirmou que a queda nas mortes ocorreu por três fatores. “Temos nossas vias muito bem sinalizadas, somos reconhecidos por isso até em nível nacional. Mas também intensificamos a fiscalização e trabalhamos bem as campanhas de orientação para motoristas e pedestres”, disse.

As quatro avenidas líderes no ranking de acidentes com vítimas (leves, graves e fatais) foram a Cidade Jardim, na região sul, en Tancredo Neves, Juscelino Kubitschek e Pedro Friggi, na zona leste. “Essas avenidas estão entre as mais extensas da cidade. São vias de ligações, onde o fluxo de veículos é muito maior”, disse Guimarães.

No primeiro semestre de 2011, a JK era a primeira da lista, seguida pela Tancredo Neves, Cidade Jardim e Benedito Matarazzo (centro) esta, hoje, na quinta colocação. O diretor de Trânsito disse que a mudança de posições foi resultado do aumento na fiscalização eletrônica. “Fizemos um trabalho forte na JK, onde foram colocados três radares fixos e um móvel”, afirmou.

Para o engenheiro e especialista em trânsito, Ronaldo Garcia, o resultado do balanço não deve ser encarado como positivo. “Não é para celebrar nada, é para intensificar a orientação e a fiscalização. O ideal é morte zero”, disse.

Garcia acredita que a ampliação do monitoramento de velocidade ajudaria na redução de acidentes. “Acredito que deva ser feita uma análise nos locais com mais acidentes para medidas localizadas de melhorias, inclusive com a colocação de mais radares”, afirmou.

No primeiro semestre do ano, foram aplicadas 86.253 multas em São José 55% por excesso de velocidade. Até o fim de 2012, os radares fixos passarão de 7 para 12 e as plataformas, de 53 para 74. Para o especialista, seria importante também que a cidade adotasse um sistema de inspeção veicular semelhante ao da capital paulista.

“Está aumentando a frota, tem gente que está com pneu ruim, o freio ruim. O estado dos veículos deve melhorar. É preciso, pelo menos, que exista um atestado de revisão dos carros”, disse Garcia. Sobre a conscientização, a prefeitura informou que, no primeiro semestre do ano, 85 mil pessoas foram abordadas nos programas de educação para o trânsito.

O Vale

Feriado tem indice baixo de mortes na estrada

O balanço da Operação Independência 2012 revelou queda de 38,03% no número de acidentes nas estradas que ligam o Vale do Paraíba ao Litoral Norte e à Serra da Mantiqueira. Entre a quinta-feira e domingo do feriado, foram 88 acidentes, com 65 feridos e 2 mortes nas rodovias do Tamoios (SP-99), Oswaldo Cruz (SP-125) e Floriano Rodrigues Pinheiro (SP-123).

Como o feriado do ano passado caiu em uma quarta-feira, a PRE comparou os dados de 2012 com 2010 quando ocorreram 142 acidentes, com 75 feridos e cinco mortes. Este ano, os acidentes com vítimas fatais aconteceram na Tamoios e na Estrada Velha Rio-São Paulo, no trecho de Roseira, entre a sexta-feira e a noite e sábado. Ainda durante o feriado, os policiais fizeram 1.288 autuações, 67 recolhimentos de veículos e 12 registros de motoristas embriagados.

Devido às obras de duplicação, a rodovia dos Tamoios apresentou tráfego lento em vários trechos. Na sexta-feira, por exemplo, uma viagem de 1h30 entre São José dos Campos e Caraguatatuba levava quase 3 horas para ser percorrida.

Na volta, no domingo, a viagem durou cerca de 4h em alguns momentos do dia. Na Oswaldo Cruz, entre Ubatuba e Taubaté, o trecho era percorrido em até 4h30. “Foi complicado e cansativo, mas já peguei trânsitos piores nessa serra de Ubatuba”, disse Jeferson Vezaro, 32 anos, administrador de empresas, que escolheu viajar no domingo à noite para fugir do congestionamento do dia.

Na rodovia Presidente Dutra, principal corredor do Vale do Paraíba, foram registrados 56 acidentes durante o feriado prolongado, com 31 feridos e uma morte um homem atropelado na madrugada do último sábado, na altura do km 161 em Jacareí.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) usou como comparação o feriado da Semana Santa deste ano, que se estendeu de 5 a 8 de abril. Na ocasião, ocorreram 43 acidentes, com 18 feridos e 2 mortes. Segundo os policiais rodoviários, o Grito dos Excluídos no Santuário Nacional de Aparecida, na última sexta-feira, gerou até nove quilômetros de lentidão no sentido Rio de Janeiro da via Dutra. “Nos horários de pico, chegamos a registrar até 5.600 veículos por hora na rodovia no sentido capital-interior”, disse o inspetor Waldiwilson dos Santos, responsável pela 6ª delegacia da PRF em Taubaté.

O Vale

Vale tem indice de mortalidade em queda nas cidades

O Vale do Paraíba registrou, no ano passado, o menor índice de mortalidade infantil da história. De acordo com o estudo feito pela Secretaria de Estado da Saúde em parceria com a fundação Seade, enquanto em 2000 a região registrou 16,7 óbitos de crianças menores de um ano de idade para cada 1.000 nascidas vivas, em 2011 foram 11,9. Isso significa 29% menos.

“Esse índice dá a noção das conquistas na área da saúde. Com os dados é possível saber quais as falhas de cada cidade”, afirmou Sandra Souza, coordenadora da área técnica da Saúde da Criança, da secretaria. “Nosso objetivo é reduzir o número de mortes infantis a um só digito”, disse.

De acordo com o documento, os responsáveis pela queda são o aumento do número de UTIs Neonatais, o aprimoramento da assistência ao parto e à gestante, a ampliação do acesso ao pré-natal e a vacinação de crianças pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

São José e Jacareí registraram aumento nas taxas de mortalidade. No entanto, os números atuais ainda são inferiores aos apresentados nos anos 1990 e 2000. Enquanto São José teve 21,2 óbitos para cada 1.000 nascimentos em 1990, a cidade registrou 9,27 em 2010 e 12,2 em 2011. Jacareí teve 20,8 óbitos em 2001, 9,8 óbitos em 2010 e, 11,3 em 2011.

“Atualmente, a maioria das mortes é de bebês nascidos prematuros, o que denuncia que as mães pararam de fazer pré-natal”, afirmou Danilo Stanzani, secretário de Saúde de São José. “Para tentar reduzir os índices em 2012, as mulheres passaram a se consultar na unidade básica de saúde mais próxima de sua casa e foi intensificada a campanha de planejamento familiar”.

O Vale