Dia 05 de Novembro, dia nacional do Designer

A chamada deste post, ilustrada pela frase exposta no otimo blog Designerd, é uma forma divertida de celebrar este dia dedicado a uma profissão tão glamourosa quanto controversa. Parabéns, designers!

Em 19 de outubro de 1998, o então Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, assinou um decreto instituindo o dia 5 de novembro como o Dia Nacional do Design. Data foi instituída em homenagem a um defensor do design no Brasil, o advogado, artista plástico, designer e planejador brasileiro Aloísio Magalhães. Dentre os marcantes trabalhos do brasileiro, estão a identidade visual da Petrobrás (alterada há alguns anos), o desenho das notas do cruzeiro novo e o símbolo do IV Centenário do Rio de Janeiro defendendo conceitos como a “brasilidade” do design e a recuperação da memória artística e cultural brasileira sendo, sem combra de dúvida, uma das figuras mais importantes da história do design brasileiro.

Orgulhe-se você designer por esta data. Não temos nossa profissão reconhecida, muita gente ainda não faz ideia do que faz um designer, no entando amamos o que fazemos e a leva de profissionais e de adeptos ao design cresce a cada ano. Queremos ser mais valorizados, num país onde se você é um bom jogador de futebol automaticamente será um formador de opinião. Curiosamente, a principal referência do design brasileiro atual, osIrmãos Campana, não são designers – um é arquiteto, e outro advogado. Sergio Rodrigues, uma referência sempre atual para o design de mobiliário, é arquiteto. Por que isso? Será porque o design não dá dinheiro? O design só é uma palvra bonitinha? Ou para ser designer não é necessário cursar design… Embora a profissão cresça a cada ano, tem muita gente não acreditando no valor do design – Faz uma “logomarca” bonitinha pra mim, amanhã tá pronta? Inventa algo moderno! Absurdo esse valor, tem meu sobrinho que faz pela metade do preço – É isso que tem que acabar!

Publicado em: 05/11/2012

Parlamentares tentam reeleição na cidade

Quase a metade dos 20 vereadores de São José que tentam a reeleição neste ano poderá chegar pelo menos ao quarto mandato na Câmara. São nove candidatos à reeleição com pelo menos 12 anos atuando como parlamentar.

Do grupo, os principais casos são dos vereadores Macedo Bastos (DEM), que está no sétimo mandato, e Amélia Naomi (PT) e Miranda Ueb (PPS), ambos na sexta legislatura. Também candidatos, Alexandre da Farmácia (PP), Cristóvão Gonçalves (PSDB), Dilermando Dié (PSDB), Valdir Alvarenga (PSB) e Walter Hayashi (PSB) tentam chegar a quinta eleição consecutiva, enquanto Dulce Rita (PSDB) está em seu terceiro mandato.

A longevidade dos mesmos nomes dentro da Câmara, para o sociólogo político Alacir Arruda, presta um desserviço à democracia. “São os políticos de carreira”, diz. Os vereadores rebatem. Para eles, sua permanência no poder está associada aos bons serviços prestados. “As pessoas reconhecem nosso trabalho”, afirmou Miranda Ueb.

Dos atuais vereadores candidatos à reeleição, outros seis –Fernando Petiti e Juvenil Silvério, do PSDB; Tonhão Dutra e Wagner Balieiro, do PT; Luiz Mota (DEM) e Robertinho da Padaria (PPS)– tentam o terceiro mandato. Angela Guadagnin (PT), Jairo Santos (PV), Renata Paiva (DEM), João Tampão (PTB) e Vadinho Covas (PSDB) buscam a primeira reeleição.

Na atual composição da Câmara, só Cristiano Pinto Ferreira (PV) não é candidato no Legislativo, já que disputa a eleição majoritária. “À medida que o vereador fica três, quatro mandatos, ele cria uma rede de poder. Isso não é saudável para o processo democrático”, disse Arruda.

“O pior é que a renovação, que acontece em escala mínima, atinge só os novatos, eles que acabam sendo trocados”, diz o coordenador do Gedesp (Grupo de Estudos do Desenvolvimento Econômico Social e Político), Almir Fernandes.

Os próprios vereadores, candidatos que são, reconhecem que “eternizar” nomes no poder não é saudável. “A alternância é sempre positiva. Mas isso não significa que temos que trocar sempre”, afirmou Hayashi.
“Às vezes, os novos chegam e ajudam muito. Mas, para mim, ter 20 anos de vida política não é negativo, pelo contrário”, disse Ueb.

O vereador Macedo Bastos (DEM), candidato ao seu oitavo mandato na Câmara de São José, defende que só a “renovação dos vereadores” não seria uma solução para o Legislativo. “É preciso que se renove com qualidade”, diz. Contudo, ele defende as eleições ilimitadas para o cargo.

O Vale

Imagem: Senado