Literatura: Catulo ao Luar (Intervenção)

A intervenção faz um resgate da obra de Catulo da Paixão Cearense, considerado um dos maiores poetas do sertão brasileiro. Suas poesias com cheiro de terra falam dos amores e infortúnios do povo sertanejo.
Internet Livre e Sala de Leitura.
Grátis.

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Mais Informação:

Livre

13/08 A 14/11

TER, QUA, QUI, SEX
13H ÀS 21H45

17/08 A 17/11

SAB, DOM
10H ÀS 18H30

15/11

SEX
10H ÀS 18H30

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RETRATO BRASILEIRO – Maria Helena de Godoy

[sinopse datas=”true” imprensa=”4″]

O Bar Retrato Brasileiro está aberto de terça a sábado a partir das 19 horas. Com um cardápio especial e boa música.O Retrato Brasileiro tenta ser um fiel bar da cultura brasileira, com música brasileira e alguns pratos típicos (apesar de não ter nada muito exótico), apostando também em algumas bebidas pouco comuns, mesmo que não extremamente raras.

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Mais Informação:

Onde:    
RETRATO BRASILEIRO – Av. 9 de julho, 157 loja 6 Jardim Apolo – (12)39432237.

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Danças Circulares

Danças Circulares

Dias 02, 04, 09, 11, 16, 18, 23, 25 e 30 quartas e sextas, às 20h. Espaço Corpo e Arte. 30 vagas. Grátis. Entrega de senhas no local com 15 minutos de antecedência.

As Danças Circulares, apesar de também serem conhecidas como Danças Circulares Sagradas, não estão vinculadas a movimentos religiosos mas a ritmos e
culturas do mundo todo. É uma forma de “meditação ativa”. As aulas geralmente acontecem em círculos e proporciona a melhora a auto-estima, concentração,
coordenação motora, equilíbrio, lateralidade, convívio social, combate o sedentarismo e estimula ações cooperativas.

Exposição: Cenário da Existência

Sapucahy expõe fotografias de paisagens da América do Sul.

Paisagens da Amazônia, do Cerrado, da Serra da Mantiqueira, da Bahia, do Rio São Francisco e da Patagônia. Esses são os temas das obras da exposição “Cenário da Existência”, do geógrafo e fotógrafo Mário Lúcio Sapucahy, que fica em cartaz de 5 a 26 de outubro de 2013 na Galeria Helena Calil (Largo São Benedito – Centro). A entrada é gratuita. Os trabalhos podem ser vistos de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h50, e aos sábados, das 9h às 12h50.

“Vejo as paisagens como cenário do teatro da vida, onde as possibilidades são múltiplas. Busco recortes do todo que possam expressar as sensações vivenciadas na visualização. Da mirada franca do alto de um cimo, o cenário de nossa existência se descortina, nossos desejos e escolhas se confrontam com o espaço e o tempo, um confronto tão claro quanto a linha do horizonte delimitando terra e céu a nos lembrar os limites dessa existência”, explica o autor da exposição.

Mário Lúcio Sapucahy teve os primeiros contatos com a fotografia aos dez anos de idade, praticando revelação e ampliação no laboratório amador do primo dele em São Paulo. Começou a carreira de repórter fotográfico em 1989 no “Valeparaibano”, após terminar um curso de fotojornalismo oferecido pelo jornal.

Além disso, Sapucahy trabalhou no estúdio Supra Color, em São José dos Campos, na Folha Vale (caderno regional da Folha de São Paulo), Diário do Grande ABC (Santo André/SP), Agência Estado, Rede Anhanguera de Comunicacão (jornais Correio Popular e Diário do Povo, Campinas). Como autônomo prestou serviços para várias agências de publicidade e de jornalismo.

O fotógrafo é autor do livro “1822, um botânico europeu em viagem pelo Vale do Paraíba”, romance de reconstituição de época que narra a passagem do botânico francês Auguste de Saint-Hilaire pelo Vale do Paraíba no ano de 1822. Por essa obra, recebeu o Prêmio Cultural “Eugênia Sereno” do Instituto de Estudos Valeparaibanos (1998).

Nos últimos anos, Sapucahy tem voltado suas lentes para seu tema preferido: a paisagem.

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Mais Informação:

Onde:ESPAÇO DAS ARTES HELENA CALIL – Espaço Cultural São Benedito – Largo São Benedito, s/nº – Centro (próximo à Praça Afonso Pena). Informações: (12) 3924-7206 – [email protected] – 2ª a 6ª, das 9h às 18h, aos sábados, das 9h às 13h.

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Exposição: “Eu Cultivo, Nós Cultivamos – Transformar a cultura em verbo”

Grupo Piraquara abre exposição interativa

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) e o Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP) abrem no dia 15, às 19h30, no Espaço Piraquara, a exposição interativa e permanente “Eu Cultivo, Nós Cultivamos – Transformar a cultura em verbo”.

A exposição, com curadoria de Célia Barros e Paulo Pacini, conta com duas instalações de peças e utensílios, mais um vídeo, que mostram as origens e os primeiros objetivos do Grupo Piraquara, criado em 1988 pela FCCR , e hoje administrado pelo gestão do CECP. A mostra faz ainda uma homenagem às pessoas que passaram e colaboraram com o grupo nos seus 24 anos de existência.

Nos ambientes criados pelos curadores, o visitante poderá se inspirar, experimentar os figurinos e participar das oficinas. Poderão, acima de tudo, refletir juntos sobre os temas propostos.

“Ao entrar no Piraquara, o visitante será convidado a esquecer seus compromissos diários e se deixar envolver, de corpo e alma, no novo espaço que pretende ser um lugar de transformação e cidadania” comenta Paulo Pacini.

A exposição tem entrada franca e pode ser vista de 3ª a 6ª feira, das 9h ás 17h, sem limites de idade.

A exposição – “Eu cultivo, nós cultivamos -Transformar a cultura em verbo”, é uma forma de mostrar como a cultura é algo em contínuo movimento e transformação, e apresenta, na realidade do Grupo Piraquara, a cultura como verbo, no cultivo das ações que geram outras, e que por sua vez, geram ainda outras. Assim como na prática da lavoura, onde surgem gestos e canções que inspiram a culinária regional e o jeito de nos sentarmos à mesa para celebrar uma festa. Uma cultura viva, orgânica, prática e múltipla. A cultura não é um elemento parado mas, que deve ser vivido.

Projeto Piraquara – O Projeto Piraquara, criado em 1988, tem como objetivo valorizar e preservar a riqueza da cultura popular brasileira, por meio de pesquisas de campo e recriações artísticas das mais diversas manifestações folclóricas. É um lugar de estudo, de pensamento, de prática e de criação que atua a partir de ensaios de dança e música tradicionais, vivências com especialistas das áreas e recriações artísticas. Todas as atividades são abertas ao público em geral, e são alimentadas pelos registros do seu Núcleo de Campo. Das ações mais conhecidas é o Bloco de Carnaval Pirô- Piraquara, representante do carnaval espontâneo, que abre oficialmente o Carnaval de São José dos Campos há mais de 20 anos.

Serviço: Espaço Piraquara – sede da Fundação Cultural Cassiano Ricardo – Av. Olivo Gomes, 100 – Santana – Parque da Cidade. Informações: (12) 3924-7357.

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Mais Informação:

Semanal: cada terça-feira, quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira
Onde:
Espaço Piraquara – sede da Fundação Cultural Cassiano Ricardo – Av. Olivo Gomes, 100 – Santana – Parque da Cidade. Informações: (12) 3924-7357.

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Estudantes planejam ato cultural em São José

Pelo menos 2.000 pessoas participarão da Catraca Cultural no próximo sábado, dia 7, na Praça Afonso Pena, na região central de São José dos Campos. O evento reunirá mais de 20 grupos musicais para as festividades do Dia da Independência. A concentração para o início das apresentações e para os discursos de artistas e moradores de São José será às 12h, segundo um dos organizadores do evento, Marcelo Gonçalves de Lima.

“Depois serão 12 horas de arte e cultura para os joseenses. O ‘Catraca Cultural’ está presente na cidade por meio do movimento por ‘uma vida sem catracas’. Priorizamos a disseminação da arte e cultura entre as pessoas como forma de conscientização política”, disse Lima. O evento conta com apoio de outros grupos sociais como o Movimento Passe Livre, Movimento Cultural Valeparaibano e dos grupos culturais Sustenidos, Daman, Dead Eye, entre outros. “Cultura também é uma forma de protesto”, disse Lima.

Sesc tem apresentação de Orquestra Viva

[sinopse datas=”true” imprensa=”4″]

Orquestra Viva: Instalação De EletrOrgânicos

Com Ricardo Guimarães (Guima San). Imagine passear por um jardim onde as plantas falam. Assim é a orquerstra viva, uma orquestra formada por plantas e luzes que, ao serem tocadas, produzem diferentes sons em conjunto. Isso acontece quando utilizamos sensores de capacitância projetados sobre a plataforma de prototipagem aberta Arduíno, buscando ampliar a percepção da relação entre o ser humano e a natureza. Hall do Auditório.

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Mais Informações:

SESC São José Campos

05/06 a 05/07

Terça a sexta, das 13h30 às 21h30; sábados, domingos e feriados, das 10h30 às 18h30H

Grátis

Vagas limitadas.

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