Ciclo de Estudos sobre Culturas Tradicionais e Contemporaneidade

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O Ciclo de Estudos sobre Culturas Tradicionais e Contemporaneidade segue até a próxima terça-feira (17) no Auditório Elmano Veloso, na sede da FCCR.

Entre hoje e amanhã, Marcelo Manzatti fala sobre culturas populares e políticas públicas.

As fotos desse álbum são do cortejo de abertura do ciclo com “A Lenda da Cobra Grande”, com o grupo Batucaia, de Jacareí.

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Cidade inicia ciclo de Natal em toda São José

Como acontece todo final de ano, durante o Ciclo Natalino que vai de dezembro a janeiro, o Museu do Folclore, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), pretende organizar a montagem de um presépio no Parque da Cidade. Por esta razão, está convidando pessoas que, tradicionalmente, saibam e tenham interesse em fazer este trabalho.

“Não estamos buscando profissionais, mas pessoas da comunidade que tenham o costume de montar presépios em casa ou outro lugar. Pessoas que façam isto por tradição de família ou pela própria devoção religiosa, que caracterizem o aspecto folclórico inserido neste ato”, explica a cientista social Angela Savastano, presidente do Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), parceira da FCCR e responsável pela administração e atividades do Museu do Folclore.

A montagem do presépio deve começar na primeira quinzena de novembro e faz parte do Programa Museu Vivo, realizado pelo Museu do Folclore todo domingo, das 14h às 17h. As pessoas interessadas podem obter mais informações no próprio Museu do Folclore ou pelo telefone 3924-7318.

Abertura do presépio

Depois de montado, o presépio será aberto ao público no dia 2 de dezembro (domingo), às 14h. A data também marca a abertura do Ciclo de Natal, que se caracteriza por diversas manifestações da cultura popular, como as Folias de Reis grupos de devotos de Santos Reis, que visitam presépios montados em casas, igrejas, praças e outros locais, cantando em louvor ao Menino Jesus.

Neste dia, o Museu do Folclore coordena a ‘Chegada das Bandeiras’, com a participação de uma ou mais Folias de Reis, além de devotos e comunidade.

No Vale do Paraíba, montar presépios com imagens de madeira, barro ou plástico, em tamanhos diversos, é um costume observado nas igrejas e nos lares cristãos, quase sempre por ser uma tradição familiar. O espírito natalino, nesta época do ano, também pode ser identificado na decoração das ruas, na troca de presentes, cartões e votos de boas festas.

Serviço: Museu do Folclore da FCCR – Avenida Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade, Santana. Informações: 3924-7318.

Assessoria de Comunicação
Fundação Cultural Cassiano Ricardo

Publicado em: 01/11/2012

Ciclo de palestra na cidade traz Cientista da NASA

A Prefeitura de São José dos Campos realiza nesta terça-feira (19) mais uma palestra do Ciclo Trajetória de Sucesso. Desta vez, o engenheiro e cientista da NASA Nilton Rennó falará sobre carreira profissional. A palestra será a partir das 16h no auditório do andar térreo do Paço Municipal, com transmissão ao vivo pelo site da Prefeitura.

O joseense Rennó sempre foi um curioso e apaixonado pelo que faz. Quando criança, amava os aviões, aeromodelos e voar em planadores. Mas também matemática e física. Dessas paixões nasceu a profissão e o sucesso. Doutor em Ciências Espaciais, Rennó trabalha como cientista da Nasa e como professor de ciências planetárias na Universidade de Michigan, nos Estados Unidos.

Nilton também é membro do grupo que propôs a sonda espacial Phoenix que pousou em Marte em 2008 e líder de grupo de cientistas da Phoenix que comprovou a existência de água no Planeta Marte. Ele é um dos cientistas da sonda MSL, que chegará em Marte no próximo dia 5 de agosto. Considerada a missão mais ambiciosa enviada a Marte, a MSL vai procurar sinais de vida bacteriana.

Prefeitura de São José

Temporada de Palestra na cidade termina hoje (15)

Termina hoje o programa “As Cidades e suas Possibilidades” realizado desde a última quarta-feira pelo Sesc de São José com objetivo de discutir o futuro da cidade. A palestra de encerramento será do sociólogo Nelson Brissac que vai mostrar a importância da arte como ferramenta de mudanças.

O mote da palestra, que deve começar às 19h, é apresentar os reflexos da globalização que levou infraestrutura produtiva e de logística para áreas até então degradas. Segundo ele, a arte pode mudar a realidade desses espaços.

“De que modo a configuração de novos centros industriais e tecnológicos e a expansão de ferrovias e portos estão demandando a revi-talização de área urbanas degradas e como a arte pode se inserir nesse processo?”, questionou o especialista no texto de apresentação da sua palestra.

Daniela Savastano, técnica de Meio Ambiente do Sesc de São José, afirmou que a proposta apresentada por Brissac é a de mudar o olhar das regiões degradadas. “Ao levar manifestações culturais e artísticas a uma região, você muda o olhar de toda uma cidade sobre ela”, afirmou.

Os ingressos do programa custam entre R$ 2,50 e R$ 10 e as palestras ocorrem no auditório do Sesc. Ontem, a palestra ministrada foi do pesquisador do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), Antônio Miguel Vieira Monteiro. Ele mostrou que diferentes dados analisados juntos mostram um nova relação de ocupação urbana.

Cerca de 60 pessoas acompanharam o evento que contou ainda com a palestra da especialista em sustentabilidade Lala Deheinzelin, que mostrou oportunidades de negócios a partir das relações culturais. Todos os temas debatidos no encontro tem objetivo de servir como uma espécie de provocação para que São José pense no futuro da cidade com sustentabilidade.

O viés das propostas dos palestrantes, como jornalista Jorge Melguizo (que abriu o evento na quarta-feira) é mostrar como o acesso a bens culturais, à economia criativa e às novas tecnologias favorece o desenvolvimento.

O Vale