Cidade tem 1ª Semana do Livro Nacional

Seis escritores que atuam como educadores na rede municipal de ensino de São José dos Campos participam, a partir deste sábado (20), às 15h, da “1ª Semana do Livro Nacional – Letras do Vale” da Região Metropolitana do Vale do Paraíba. O evento, que segue até o próximo dia 28, na Livraria Maxsigma do Vale Sul Shopping, é gratuito e aberto ao público.

Serão nove dias de programação diversificada, entre palestras, contações de histórias, lançamentos, bate-papos, sarau, tendo a literatura nacional e os artistas regionais como protagonistas. O evento ocorre a partir das 19h durante a semana e das 15h nos fins de semana. Da rede municipal de São José, participam os escritores Stefânia Andrade, Mirian Menezes, Maria Gorete, Glauce Leite, Sandra Nascimento e Carlos José dos Santos. Eles fazem parte de um grupo de 35 autores da região, que estarão reunidos no evento e autografando seus livros.

Além de São José, a primeira edição da Semana do Livro Nacional é realizada simultaneamente em outras 15 cidades brasileiras. O objetivo do evento, que reúne autores, editoras, blogueiros e livrarias, é divulgar e conquistar mais espaço para as obras nacionais.

Dentre as inúmeras atividades que envolvem os educadores da rede, a escritora Stefânia Andrade estará lançando neste domingo (20), às 16h, o livro “Melissa – Que profissão eu quero ter?”. Já na quarta-feira (24), às 19h, o papel da Sala de Leitura nas escolas será tema de debate entre a coordenadora do programa Sala de Leitura da rede municipal, Mirian Menezes, das educadoras Stefânia Andrade e Sandra Nascimento e estudantes de São José que quiserem participar.

Para a educadora e escritora Stefânia Andrade é uma oportunidade para o público conhecer e valorizar os trabalhos dos autores da região. “A Semana conta com uma programação rica, bem diversificada, com atividades para todas as idades”, disse. Algumas atividades terão vagas limitadas, assim os interessados devem se inscrever pela internet, onde também está disponível a programação completa e lista dos autores participantes.

Cidade tem inscrições abertas Workshop de Dança

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo recebe a bailarina e coreógrafa Ana Bottosso para ministrar um workshop de dança contemporânea para bailarinos comm experiência na área. A oficina gratuita será no Espaço Cultural Clemente Gomes, na próxima sexta-feira (26), às 14h.

As vagas são limitadas e os interessados devem se inscrever na secretaria do Espaço Cultural Clemente Gomes, que fica na sede da FCCR (Avenida Olivo Gomes 100 – Santana) ou pelo telefone (12) 3924-7332.  Durante a oficina, a bailarina vai aprofundar técnicas da dança contemporânea, além de realizar um aperfeiçoamento artístico.

Ana Bottosso é intérprete, coreógrafa, professora de balé clássico e contemporâneo. Profissionalizou-se no Conservatório Musical Maestro Julião, em Presidente Prudente/SP, em 1985. Qualificou-se também pela Royal Academy of Dancing, de Londres, além de já ter atuado em companhias na França, Bélgica, Alemanha, Israel. Atualmente, é diretora geral e coreógrafa da Cia. de Dança de Diadema.

Para mais informações: 3924-7347

Cidade tem Projeto Dialogando com o Folclore

O Museu do Folclore de São José dos Campos, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), realiza nesta terça-feira (16), das 9h às 15h30, no auditório da Biblioteca Pública Municipal (Rua XV de Novembro, 99, Centro), um encontro com Frei Chico (Franciscus Henricus van der Poel), que falará sobre ‘Religiosidade Popular Brasileira’. As inscrições são gratuitas com vagas limitadas e devem ser feitas pelo telefone 3924-7318.

O encontro faz parte do Projeto Dialogando com o Folclore, desenvolvido pelo Museu do Folclore, voltado a professores, educadores, pesquisadores, estudiosos e interessados na cultura popular. O palestrante é autor do Dicionário da Religiosidade Popular, lançado recentemente, com 1.150 páginas, 8,5 mil verbetes, 6 mil notas de rodapés e 350 ilustrações.

Frei Chico é de nacionalidade holandesa e está no Brasil desde 1967. Tornou-se franciscano da Província da Santa Cruz, com sede em Belo Horizonte (MG). Trabalhou durante dez anos no Vale do Jequitinhonha e neste período anotou parte da cultura popular em 15 mil folhas e 250 fitas. Em 1970 fundou o coral Trovadores do Vale, no qual pessoas pobres da região cantam músicas da sua própria cultura.

A partir de 1978, já em Betim (MG), passou a realizar pesquisas e a promover a cultura popular, dedicando-se, especialmente, às culturas religiosas existentes no Brasil. Trocou correspondências com Luis da Câmara Cascudo, Mário de Souto Maior e outros grandes folcloristas. Durante 16 anos morou na Colônia de Santa Isabel (Betim), onde escreveu a maior parte do Dicionário da Religiosidade Popular. Também é autor de outras sete publicações do gênero.  Após a realização da palestra, Frei Chico participará de uma sessão de autógrafos da sua obra, que poderá ser adquirida com 40% de desconto.

Festival de Dança de Joinville tem dançarinas da cidade

Rafaela Pandolphi, de apenas dez anos de idade, está entre as seis bailarinas do Brasil selecionadas para participar como solista do 31º Festival de Dança de Joinville, que será realizado entre os próximos dias 17 e 27, em Santa Catarina. Rafaela será a única representante do Vale do Paraíba no evento.

Neste ano, o festival – atestado como maior do mundo pelo Guiness Book – recebeu 2.166 inscrições por meio de vídeos de coreografias de 560 grupos de todo o Brasil. Mas somente 232 inscrições foram selecionadas para a Mostra Competitiva. A seleção final foi feita por bailarinas renomadas como Andrea Bardawil (CE), Cecília Kerche (RJ), Iracity Cardoso (SP), e Sigrid Nora (RS).

A pequena bailarina vai subir aos palcos nos dias 18 e 19 de julho para participar da competição pela Mostra Meia Ponta, categoria de 10 a 13 anos. Ela vai participar ainda de cinco cursos durante os dez dias de festival, para aperfeiçoamento da técnica. Rafaela participa das aulas de balé no Espaço Clemente Gomes, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, e também de aulas direcionadas à Cia Jovem de Dança de São José dos Campos, a convite do diretor artístico Marco Sanches. São 4 horas diárias dedicadas ao aprendizado e ensaios coreográficos.

A bailarina iniciou os estudos em Balé Clássico aos 3 anos. Aos 9 anos, conquistou seus primeiros prêmios no Festival Regional de Dança: bailarina revelação, 1º lugar na categoria Solo Clássico Feminino e ainda duas bolsas de estudos de 15 dias na academia Miami City Ballet, nos Estados Unidos. Na semana passada, Rafaela participou também do 21º Passo de Arte, festival realizado em Indaiatuba, onde conquistou o 1º lugar na categoria Solo Clássico Feminino – Pré.

Mapa Cultural Paulista é divulgado pelo FCCR

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) selecionou os representantes de São José dos Campos para o Mapa Cultural Paulista 2013/2014. A escolha começou em abril com as inscrições dos interessados.

Foram classificados para a próxima fase:

  • – “Ana”, de Eduardo Jansen, e “Natureza Morta com Objetos”, de Valmir Nogueira Camargo, em Artes Visuais ;
  • – “Lá… tinha”, de César Luís Guerão Cruz, em vídeo;
  • – A coreografia de sapateado “Building Sounds”, do Grupo Feeling, em dança;
  • – “Sonho de Palhaço – Carambas e Carambolas”, da Cia. dos Homens de Circo e Teatro e a Banda Evolua, em teatro;
  • – Em literatura, na categoria conto, “Hieróglifos”, de Marcus Guimarães Rosa, ficou com a primeira colocação, “Colheita”, de Diego de Souza Santana, com a segunda, e “O Menino e o Judas”, de Osmar Antônio Ferreira, com a terceira. Em poesia, Mayara de Oliveira Silva ficou com a primeira colocação com “A Poesia na Carne”, Valmir Nogueira Camargo, com a segunda, com “Avenida Paulista” e Eduardo Jansen, em terceiro lugar com “Pássaro”.

O Mapa Cultural Paulista é dividido em quatro fases. Em todas elas os artistas que se destacam apresentam os trabalhos, primeiro no município de origem, depois na região em que está inserido e, ao final, já na fase estadual, na capital paulista.

Esse projeto foi criado em 1995 com o objetivo de fomentar as produções culturais do interior, revelando valores em segmentos que não teriam acesso aos meios de comunicação e com pouca visibilidade no meio cultural.

Música Erudita tem história inspirada em Victor Hugo

Música erudita e teatro se misturam para contar a história amorosa do Rei Francisco I, da França. O Teatro Municipal de São José dos Campos (Rua Rubião Jr., 84 – 3º piso, no Shopping Centro) recebe duas apresentações da ópera Rigoletto, nesta sexta-feira (12) e no domingo (14), sempre às 20h. O espetáculo é gratuito e os ingressos devem ser retirados com uma hora de antecedência na bilheteria do teatro.

Rigoletto é uma ópera dividida em três atos do compositor italiano Giuseppe Verdi. A obra foi apresentada pela primeira vez no teatro La Fênice, de Veneza, em 11 de março de 1851. A Fundação Cultural Cassiano Ricardo traz esse espetáculo para comemorar o bicentenário de Verdi (1813-1901). Inspirada na peça “Le roi s’amuse”, de Victor Hugo, a ópera sofreu algumas adaptações por causa da censura imposta naquela época. O personagem do duque era inicialmente o Rei Francisco I, que governou a França de 1515 a 1547.

O espetáculo é sobre o bobo da corte Rigoletto, que é tomado pelo ódio que sente pelo Duque de Mântua, a quem ele serve. Na realidade, o bobo da corte teme perder sua filha Gilda, que é apaixonada pelo aristocrata galanteador. Para contar essa história, foram montados cenários, figurinos e adereços que remetem à sociedade europeia daquela época.

A orquestra do espetáculo é composta por 30 músicos, além do coro masculino e dos solistas. O elenco é formado pelos vencedores do 11º Concurso Brasileiro de Canto Maria Callas, competição criada, em 1993, pela Cia Ópera São Paulo, que premia os melhores cantores líricos.

Museu Vivo volta as suas atividades na cidade

O Museu do Folclore de São José dos Campos, ligado à Fundação Cultural Cassiano Ricardo, reinicia neste domingo (7) as atividades do programa Museu Vivo, que possibilita o contato da comunidade com diferentes fazedores da cultura popular local e regional. É uma forma de mostrar um pouco da sabedoria de cada um, em particular sobre a culinária, o artesanato e a música do Vale do Paraíba.

Uma das atrações é Maria de Fátima Ferreira Leite da Silva, moradora no bairro do Costinha. Ela vai explicar como aprendeu a fazer canjica com a mãe, quando a via cozinhar no fogão de lenha na fazenda onde moravam. A receita sempre leva amendoim torrado e moído, e ela faz questão de usar leite da roça. Maria de Fátima conta que gosta de auxiliar nas festas religiosas de São Gonçalo e quermesses juninas. “Aonde eu vou, ajudo a fazer, servir e arrumar a bagunça da festa.” diz de maneira bem humorada.

Outro convidado é o professor William Silva, morador de Santana, que vai fazer enfeites de festas juninas com papel, atividade que aprendeu com a mãe desde pequeno. Ele lembra que invantava muita coisa na infância, pois não tinha brinquedo comprado em loja. “Era uma oportunidade para soltar a criatividade.”

Quando adulto, William parou de fazer os enfeites. “Pois diziam que homem não mexe com essas coisas”, diz. Mas logo ele se rendeu novamente à atividade. “Vi o mesmo tipo de artesanato que fazia sendo mostrado no Museu Vivo e decidi recomeçar.” Hoje esse fazedor de arte ensina as pessoas e confecciona flores para festas de casamentos sem cobrar nada por isso. Faz para dar de presente, e as crianças adoram. “Encaro isto como uma terapia e, ao mesmo tempo, é uma forma de resgatar este fazer.”

O Museu Vivo é realizado aos domingos, entre 14h e 17h. A atividade é livre e aberta ao público. O endereço é Avenida Olivo Gomes 100, Santana (Parque da Cidade).

Projeto Piraquara traz grupo festivos para cidade

O Projeto Piraquara está com uma programação especial para o mês de julho. As atividades, que começaram na terça-feira (2) e terminam no fim do mês, incluem três oficinas para todas as faixas etárias. A programação é gratuita e será realizada no espaço do projeto, que fica na sede da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (Avenida Olivo Gomes 100), em Santana. Não é necessário fazer inscrição prévia.

As oficinas de Bordado de Boi, ministradas pela pesquisadora e brincante Ana Maria Carvalho, começam nesta quarta-feira (3) e seguem até dia 18. No curso, os participantes vão descobrir como é feito e trabalhado o bordado do boi, principal personagem da festa popular Bumba Meu Boi, que surgiu no Piauí no século 18. Também está programada a oficina de brinquedos, com a artesã Fátima Santos, que vai mostrar para o público infantil e aos pais o valor da arte de brincar por meio da montagem de brinquedos populares com cartolina, lápis de cor e materiais recicláveis diversos.

Na área musical, será oferecida a oficina de Moçambique, com o músico e pesquisador da cultura popular Eduardo Rennó, que vai fazer uma introdução ao ritmo do Moçambique e também à parte cantada. Para finalizar, vai mostrar como é feito o manejo dos bastões, conhecida por ser a principal característica desse ritmo africano. O objetivo das atividades é desenvolver um aprendizado sobre os ciclos festivos do Vale do Paraíba e também do Brasil, unindo dança, música, ritmo e artesanato.

Oficinas

“Bordado do Boi”

  • Dias 3, 4, 10, 11, 17 e 18 de julho – das 18h30 às 21h30

“Brinquedos”

  • Dias 12, 16, 19, 23 e 26 de julho – das 16h às 18h

“Moçambique”

  • Dias 16, 23 e 30 de julho – das 19h às 21h

 

Inscrições abertas para Colônia de Férias

Muita diversão para a terceira idade. Assim será a Colônia de Férias que ocorrerá simultaneamente nas três unidades da Casa do Idoso – centro, sul e leste – no período de 15 a 19 de julho, das 8h30 às 11h30. São esperados cerca de 300 idosos por dia em cada local. As inscrições são gratuitas, foram abertas nesta terça-feira (2) e devem ser feitas na sala de esportes de cada unidade. O idoso deve apresentar a carteirinha da Casa que frequenta.

O objetivo da colônia é proporcionar atividades esportivas, recreativas, culturais e educativas, com enfoque na socialização. A equipe de recreação é formada por professores e monitores. Entre as atividades previstas estão: artesanato, gincana, dança recreativa, show de talentos, jogos, brincadeiras, ginástica, atividades aquáticas e outras.

Endereços

  • Casa do Idoso Centro
  • Rua Euclides Miragaia 508 – Centro
  • Casa do Idoso Sul
  • Avenida Andrômeda 2.601 – Bosque dos Eucaliptos
  • Casa do Idoso Leste
  • Rua Cidade de Washington 164 – Vista Verde

Idosos participam das aulas de Zumba na Casa do Idoso

A Casa do Idoso Leste trouxe um novo ritmo de dança para animar e exercitar a terceira idade: a zumba, totalmente adaptada. As aulas são realizadas todas as segundas, terças e quintas-feiras no auditório da unidade. Implantada há cerca de um mês, a novidade já atraiu 95 alunos: 60 no período da manhã e 35 a tarde. A zumba é uma aula de fitness dançada inspirada em movimentos de músicas latinas e internacionais. Integra alguns dos princípios básicos de aeróbica, treino intervalado e de resistência. Para a terceira idade, a aula foi desenvolvida com baixa intensidade.

Segundo a professora Valdirene Silva, os alunos se divertem muito nessas aulas. “Os idosos adoram as aulas de zumba, se divertem, queimam caloria brincando e não é necessário saber dançar”, conta. “As aulas têm duração de 50 minutos, a gente acaba estendendo para uma hora, pois os idosos sempre querem bis”, disse Valdirene.

Entre uma música e outra a professora sempre faz um intervalo de dez minutos para que os idosos possam ir ao banheiro, tomar uma água e descansar um pouco. “Se depender dos alunos eles não param. As aulas de zumba são realizadas sempre com uma música agitada e outra mais lenta. E a coreografia é uma mistura de dança e alongamento”. A atividade física é realizada às terças e quintas, das 8h às 9h e segunda-feira, das 14h30 às 15h30. Não há necessidade de inscrição prévia. A Casa do Idoso Leste fica na Rua Cidade de Washington, 164, na Vista Verde.