Programação: Temporada Popular de Teatro

O Centro de Estudos Teatrais (CET), da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), realiza, até o dia 30 de outubro, a Temporada Popular de Teatro, com atividades especiais, que reúnem diversas apresentações teatrais, algumas gratuitas e outras com preço popular.

Os espetáculos da Temporada Popular de Teatro acontecem de sexta a domingo, às 20h, no CET, que fica no Parque da Cidade. Os ingressos podem ser adquiridos com uma hora de antecedência no local e custam R$10 (inteira) R$5 (meia: pessoas com deficiência, idoso, professores, alunos de teatro e classe teatral).

O CET realiza no mesmo período, uma série de atividades gratuitas entre espetáculos e encontros teatrais. No dia 19, às 15h, tem apresentação da peça Precisa-se de um Mané, da La Cascata Cia Cômica, e dia 20, às 20h30, o espetáculo Salomé, da Cia Las Cênicas. Os ingressos podem ser retirados, gratuitamente, com uma hora de antecedência no local.

Já às quartas-feiras, das 14h às 22h, acontece a Vivência e Convivência Teatral para o encontro de grupos, pesquisadores e interessados em teatro para a criação, estudos, pesquisa, vivência e convivência teatral. Outra novidade é o Teatro no Parque, que acontece todos os domingos, a partir das 15h, no Anfiteatro do Parque da Cidade Roberto Burle Marx. A cada fim de semana, um grupo diferente se apresenta gratuitamente no local.

Serviço: Centro de Estudos Teatrais (CET) – Avenida Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade – Santana. Informações: (12) 3924-7317.

 

Ingressos: R$10 (inteira) R$5 (meia: pessoas com deficiência, idoso, professores, alunos de teatro e classe teatral)

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[slide name=”Temporada Popular de Teatro”]

14, 15 e 16/10 às 20h – CET | O Caixeiro da Taverna, da Cia de Teatro Independente

21, 22 e 23/10 às 20h – CET | Pé na Curva, da Cia de Dois

28, 29 e 30/10 às 20h – CET | Coração Denunciador, do grupo Teatro Químico

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Entrada franca

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[slide name=”Atividades especiais”]

19/10 às 15h –  CET | Precisa-se de um Mané, do grupo La Cascata Cia. Cômica

27/10 às 19h –  CET | Noites em processo, com a peça Salomé, da Cia Las Cênicas

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[slide name=”Teatro no Parque”]

16/10 às 15h – Anfiteatro do Parque da Cidade | A Fabulosa Caravana de Seu Malaquias, do Grupo Boneco Vivo

23/10 às 15h – Anfiteatro do Parque da Cidade | Cordel, Cantos e Contos, com Paulo Roxo Barja

30/10 às 15h – Anfiteatro do Parque da Cidade | O casamento da Mulher Solteirona, do Grupo Teatro do Imprevisto

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Fonte: Fundação Cultural Cassiano Ricardo

Nossa Senhora da Conceição Aparecida Padroeira Do Brasil

No próximo dia 12 de outubro, juntamente com o Dia das Crianças, o Brasil comemora o dia da sua padroeira, Nossa Senhora da Conceição Aparecida. No entanto, nem todos conhecem a curiosa história que cerca a imagem que está entronizada na Basílica de Nossa Senhora Aparecida, na cidade de Aparecida, interior do Estado de São Paulo. É o que contaremos aqui.

Século XVIII

No começo do mês de outubro do ano de 1717, chegou a Guaratinguetá a notícia de que o conde de Assumar, D. Pedro de Almeida e Portugal, governador da então Capitania de São Paulo e Minas de Ouro, passaria pela povoação, a caminho de Vila Rica (atual cidade de Ouro Preto), em Minas Gerais. As autoridades locais logo convocaram pescadores para tirar do rio Paraíba uma quantidade de peixes para o banquete que seria oferecido ao governador. No dia 16, diversos barcos entraram no rio para executar a tarefa.

Nada de peixes

Estranho, o que aconteceu. Normalmente, o rio tinha peixes em abundância e pescá-los era tarefa extremamente fácil. No entanto, naquele dia, mesmo depois de 12 horas na água, não se conseguiu pegar nenhum. Quase todos os pescadores desistiram e foram embora, ficando apenas duas canoas, de propriedade de Domingos Alves Garcia, do seu filho, João Alves e de Felipe Pedroso, cunhado de Domingos e tio de João. Estava já ficando escuro e, desanimados, tentaram, pela última vez, jogar as redes. João Alves recolheu sua rede, sem nenhum peixe, mas com algo estranho preso a ela. Examinando o objeto, viram que se tratava da imagem de uma santa, de 40 cm de altura, sem a cabeça.

Sem saber exatamente o que fazer com a imagem, eles a embrulharam em suas camisas e, depois, jogaram a rede mais uma vez. Mais uma surpresa: a pequena cabeça da imagem, bem menor do que as malhas da rede, foi trazida ao barco. Eles não conseguiram entender como a pequenina peça não havia passado pela malha e se perdido nu fundo do rio.

Milagre?

Depois de embrulharem tudo nas camisas, os pescadores resolveram jogar a rede uma última vez, para ver se conseguiam apanhar pelo menos alguns peixes. Quando a puxaram, a rede estava tão pesada, tão cheia de peixes, que foi necessário a força dos três para trazê-la para dentro do barco. Com apenas mais dois lançamentos, os barcos ficaram tão repletos de peixes, que ficou difícil manejá-los até a margem do rio.

Antes de irem levar os peixes à Câmara, passaram em casa, contaram o ocorrido e entregaram as duas partes da imagem a Silvana da Rocha Alves, esposa de Domingos, irmã de Felipe e mãe de João. Silvana colou a cabeça da imagem no corpo com cera e a colocou no pequeno santuário da família, agradecendo à santa o milagre dos peixes, que rendeu o bastante para o banquete do governador e para o sustento da família.

Mais milagres?

  • As velas – Numa noite serena, sem vento, de repente as duas velas que iluminavam a santa, no altar da casa de Silvana, se apagaram. Depois do espanto dos devotos que ali rezavam, Silvana ia acendê-las novamente, mas elas acenderam sozinhas. Este foi o primeiro milagre conhecido, provavelmente ocorrido em 1733.
  • As correntes – Em 1850, o escravo  Zacarias, preso por grossas correntes, ao passar pela igreja onde se encontrava a imagem, pediu permissão ao feitor para rezar. Dada a permissão, ele se ajoelhou diante da imagem e rezou, pedindo a sua libertação. Durante a oração, as correntes soltaram-se dos seus pulsos.
  • A marca da ferradura – Um cavaleiro viu a fé dos romeiros e começou a zombar, dizendo, que aquilo não passava de crendice sem valor. Para provar o que dizia, tentou entrar a cavalo na igreja. Mas logo na escadaria, a pata do seu cavalo ficou presa na pedra, e o cavaleiro foi jogado ao chão. Para espanto de todos, a marca da ferradura ficou gravada da pedra. O cavaleiro, arrependido, pediu perdão e se tornou devoto.
  • A menina cega – Uma mulher e sua filha caminhavam pelas margens do Rio Paraíba do Sul, onde foi achada a imagem, quando a filha, cega de nascença, comentou com a mãe: “Mãe como é linda essa igreja!”. Dali em diante, a garota passou a enxergar.
  • A salvação do menino – Pai e filho foram pescar. A correnteza estava muito forte e o menino caiu no rio. Ele não sabia nadar e a correnteza o arrastou. O pai, em pânico pediu a Nossa Senhora Aparecida para salvar o seu filho. De repente o corpo do menino parou de ser arrastado, apesar da forte correnteza continuar, e o pai tirou o menino das águas.
  • A onça – Um homem voltava para casa, quando se deparou com uma enorme onça. Ele se viu encurralado e a onça estava prestes a atacá-lo. Desesperado, o homem pediu a Nossa Senhora Aparecida por sua vida. A onça deu meia volta e fugiu, correndo.


Basílica de N.S. Aparecida, na cidade de Aparecida, São Paulo.

Ecologia No Tempo da Vovó

Na fila do supermercado, a jovem caixa diz a uma senhora idosa:

– A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, porque  sacolas plásticas prejudicam o meio ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse:

– Não havia essa onda verde no meu tempo.

A mocinha respondeu:

– Esse é exatamente o nosso problema, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com o  nosso meio ambiente e, hoje, a minha geração sofre as consquências.

– Você está certa – respondeu a velha senhora – minha geração, realmente, não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, de refrigerante e  de cerveja eram de vidro biodegradável, não de plástico poluente, e eram devolvidas às lojas. As lojas mandavam de volta para as fábricas, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas várias vezes.

Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar um carro de 300 cavalos de potência, cada vez que precisávamos ir a dois quarteirões. Mas você está certa. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. As fraldas dos bebês eram lavadas, porque não havia fraldas plásticas descartáveis. A secagem das roupas era feita por nós mesmos, não nessas máquinas bamboleantes de 220 volts. O Sol e o vento é que secavam nossas roupas. As crianças usavam as roupas de algodão, linho, seda ou lã que tinham sido dos seus irmãos mais velhos e não roupas sempre novas, de tecido artificial.

Mas é verdade, não havia preocupação com o meio ambiente naqueles dias. Naquela época só tínhamos uma TV ou um rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado ninguém sabe como. Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo frágil para o correio, usamos jornal amassado para proteger, não plastico-bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naquele tempo não se usava um motor a gasolina só para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário,e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam à eletricidade.

Mas você tem razão, não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. As canetas eram recarregadas com tinta, tantas vezes quantas necessárias, ao invés de jogar no lixo e comprar outra, todas de plástico. Usávamos navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos descartáveis e poluentes, só porque a lámina ficou sem corte.

Na verdade, não tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas usavam o transporte coletivo e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe e um automóvel, como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só  uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.

Despedindo-se e pegando as sacolas de compras, a velha senhora olhou para a jovem caixa por cima dos óculos e, com um sorriso irônico, disse:

– Então, minha filha, não é engraçado que a sua geração fale tanto em meio ambiente, mas não queira abrir mão de nada e não pense em viver como no meu tempo? Tenha um bom dia de trabalho, querida…

Simpósio de tecnologia começa quarta (28/9)

O primeiro TecMaq Show 2011, um simpósio de tecnologia, será realizado em São José dos Campos nesta quarta (28) e quinta-feira (29), das 8h30 às 18h10. Organizado pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), o evento será no Núcleo do Parque Tecnológico e tem como objetivo reunir profissionais das áreas de engenharia, pesquisa e desenvolvimento de produção e produto para discutir e apresentar o que há de mais atual no campo da tecnologia do setor de máquinas e equipamentos.

De acordo com o vice-presidente da ABIMAQ no Vale do Paraíba, o TecMaq Show visa mostrar para a comunidade da região as oportunidades de fomento no segmento de máquinas e equipamentos. “É um projeto que abre espaço para os profissionais da indústria de máquinas, usuários e profissionais do ensino de engenharia e de tecnologia se encontrarem e tratarem de temas comuns nesse segmento”, afirma Sarraf.

Com uma programação abrangente e totalmente voltada para as necessidades concretas dos profissionais do setor de máquinas, equipamentos e componentes, o simpósio apresentará tendências no segmento e será uma oportunidade de compartilhar experiências com outros especialistas que abordarão as áreas de processos industriais utilizados na fabricação de máquinas, tecnologia de projetos e engenharia de produtos.

O Núcleo do Parque Tecnológico de São José dos Campos fica na Rodovia Presidente Dutra, km 137,8, distrito de Eugênio de Melo, região leste da cidade.

Fonte: Prefeitura Municipal de São José dos Campos

Inscrições abertas para a LIF

Até o dia 30 de setembro, a Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) recebe inscrições de projetos culturais que pretendem obter recursos financeiros por meio da LIF – Lei de Incentivo Fiscal.

Os interessados em participar deverão acessar o site da FCCR, imprimir a ficha de inscrição e se dirigirem com todos os documentos solicitados no edital, à Secretaria Geral da FCCR, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

A Sra. Márcia Teixeira, secretária da LIF, adianta que é necessário providenciar de imediato o comprovante da condição de contribuinte em São José dos Campos e a Certidão Negativa de Débitos, junto à Prefeitura da Cidade, documentos que são essenciais para inscrição.

Após o encerramento do prazo de inscrições, uma comissão especializada avaliará os projetos e os documentos enviados, podendo deferir ou não a inscrição, por isso é necessário encaminhar toda a documentação correta para que o interessado possa usufruir dos recursos oferecidos pela LIF.
Abaixo, as principais dúvidas sobre o processo da LIF.

Que benefícios a LIF oferece para quem subsidia o projeto? Quem for incentivar (patrocinar) o projeto cultural inscrito na LIF poderá utilizar recursos do ISSQN (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza) ou IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), mediante uma contribuição de 20% de recursos próprios. Por exemplo: Num projeto no valor de R$ 120.000,00 a empresa poderá utilizar R$ 100.000,00 de impostos (IPTU e/ou ISSQN) e R$ 20.000,00 de recursos próprios.

Que tipo de projeto pode ser inscrito? Poderão ser inscritos projetos nas áreas de acervo patrimonial e documental, arquitetura, artesanato, artes plásticas, biblioteca, cinema e vídeo, circo, dança, filatelia, folclore, fotografia, literatura, museus, música, teatro, e patrimônio histórico, cultural, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico. Lembrando que todos  deverão serão ofertados gratuitamente à população.

Quem pode inscrever os projetos? Qualquer cidadão, tanto pessoa física ou jurídica, residente ou sediada em São José dos Campos e que não possua dívidas junto ao município.

Como se inscrever? Acesse o site da FCCR e clique na seção Editais. Lá você encontrará o edital contendo todas as informações detalhadas sobre como participar, além dos  formulários de inscrição.

Como tirar dúvidas? Enviando um email para [email protected]

Fonte: Fundação Cultural Cassiano Ricardo

Concurso de Moda

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) recebe até o dia 15 de setembro, inscrições para os interessados em participar do Concurso de Moda, que acontecerá durante a 1ª Semana da Economia Criativa, projeto pioneiro da FCCR que será realizada ainda este ano.

O concurso é voltado para a participação de estilistas, designers, estudantes de moda, costureiras e ainda pessoas com deficiência, crianças e idosos, interessados em serem modelos por um dia, e desfilar trajando as peças confeccionadas especialmente para o evento.

A 1ª Semana da Economia Criativa será realizada de 31 de outubro a 4 de novembro, no Parque da Cidade, e é uma parceria entre a Fundação Cultural Cassiano Ricardo, Assessoria de Políticas para Pessoas com Deficiência da Prefeitura de São José dos Campos, Casa do Idoso, Univap, Senac, Sebrae, Sesi e Ciesp.

Os interessados devem imprimir e preencher a ficha de inscrição que está disponível aqui no , juntar os documentos solicitados no edital e se dirigirem à Secretaria Geral da FCCR de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h ás 17h, ou enviar por Sedex.

Calendário:

  • Até 15/09

Inscrição e entrega de croquis para estudantes de Moda e Estilistas
Inscrição para costureiras e modelistas
Inscrição para modelos (Crianças, idosos e deficientes – não é necessário ser profissional na área, pois a FCCR oferecerá oficinas de modelo aos inscritos)

  • 17, 18 e 19/09

Seleção dos inscritos em todas as categorias

  • 20/09

Resultado da seleção

  • De 01 a 29/10

Período de realização da oficina e produção dos looks

 

Acesse o Edital

Obtenha a finha de inscrição de costureiras

Obtenha a finha de inscrição de estilistas

Obtenha a finha de inscrição de modelos

Fonte: Fundação Cultural Cassiano Ricardo

Quarteto Agha apresenta-se no Espaço Mário Covas

O projeto Villa-Lobos, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), apresenta neste domingo (25), às 18h, no Espaço Mário Covas, um concerto com o Quarteto Agha, de São José dos Campos. A entrada é franca.

A apresentação contará com um vasto repertório, que inclui grandes nomes da música erudita, como Villa-Lobos, Bach, Schumann, Mozart e Chopin.

Quarteto Agha (“alma” em Tupi-guarani) – Criado em 2009, o quarteto é formado por Zélia Marão (piano, arranjos e direção musical), Bruno Carlos (viola), Gustavo Lessa (cello) e Willian Rocha (violino), e tem como objetivo não somente reproduzir canções, mas acrescentar elementos próprios, com novos arranjos e adaptações.

A Sociedade de Cultura e Educação Musical (Socem), contratada pela FCCR, é quem coordena o projeto Villa-Lobos. Não é preciso retirar ingressos antecipados.

 

Serviço: Espaço Mário Covas – Praça Afonso Pena, 29 – Centro.

Programa:
J.S.Bach / Zélia Marão
Dois Prelúdios

R.Schumann / Zélia Marão
Por um Fio

W.A.Mozart
Das Klinget So Herrlich

R.Schumann
1º, 2º e 3º  Movimento do Quarteto em Mi b

F.Chopin
Estudo Número 07  (Adap. Zélia Marão)

Francis Hime / Arr.: Zélia Marão
Embarcação

Osvaldo Lacerda / Adapt.: Zélia Marão
Dobrado

Waldemar Henrique / Adapt.: Zélia Marão
Matinta Perêra

Villa-Lobos/Piazzolla/  Recriação Zélia Marão
Piazzollando

Bach/Baden e Villa Lobos / Adapt.: Zélia Marão
Tributo

Fonte: Fundação Cultural Cassiano Ricardo

5 Primavera dos Museus

A ‘5ª Primavera dos Museus’ organizada pelo Ibram (Instituto Brasileiro de Museus), órgão vinculado ao Ministério da Cultura, estreia amanhã em 310 cidades brasileiras.

A semana dedicada aos museus ganhou nesta edição o tema “Mulheres, Museus e Memórias”, abrindo espaço para a reflexão sobre como a mulher e o feminino estão sendo pensados na contemporaneidade.

O Museu do Folclore, de São José, promove no próximo domingo a exposição de curta duração “Mulheres de Mãos Hábeis e Memória Viva”, que por meio da cultura imaterial de mulheres, destacará a tradição de bordadeiras, crocheteiras e tricoteiras, que vão desempenhar seu conhecimento em tempo real.

Já o Museu de Esportes leva amanhã para a Câmara de São José a história esportiva feminina joseense, em diversas modalidades. Por meio de fotos, vídeos e depoimentos, a iniciativa homenageia mulheres que ajudaram a elevar o nome esportivo da cidade.
Museu de Esportes
PRAÇA AFONSO PENA, 29 – CENTRO
19/09/2011 a 23/09/2011 – 08h às 17h30

EXPOSIÇÃO que conta com vídeos, fotos, depoimentos, e
objetiva homenagear mulheres maravilhosas, anônimas
ou famosas, que, com raça, charme e beleza, ajudaram
a elevar o nome esportivo da cidade.
Museu do Folclore
AV. OLIVO GOMES, Nº 100 – PARQUE DA CIDADE “ROBERTO BURLE MARX” – SANTANA
25/09/2011 – 14h às 17h

EXPOSIÇÃO – Mulheres de Mãos Hábeis e Memória Viva –
Presença de bordadeiras, crocheteiras e tricoteiras de São José
dos Campos, com exposição de peças que traduzem o acervo
cultural imaterial dessas mulheres.

 

Fonte: Imbram / O Vale

A ‘5ª Primavera dos Museus’ organizada pelo Ibram (Instituto Brasileiro de Museus), órgão vinculado ao Ministério da Cultura, estreia amanhã em 310 cidades brasileiras.
São José dos Campos e Caraguatatuba estão entre os municípios que até o dia 25, integram a diversificada programação que oferece 1.779 atividades, em 589 instituições museológicas.

A semana dedicada aos museus ganhou nesta edição o tema “Mulheres, Museus e Memórias”, abrindo espaço para a reflexão sobre como a mulher e o feminino estão sendo pensados na contemporaneidade.

7º Concurso de Desenho Patrimônio Cultural de São José

Estudantes de escolas públicas e privadas do ensino fundamental, de São José dos Campos, já podem se preparar para o 7º Concurso de Desenho Patrimônio Cultural de São José dos Campos 2011, que a Fundação Cultural Cassiano Ricardo realizará neste ano.

As inscrições poderão ser feitas pelas escolas interessadas no período de 15 de agosto a 23 de setembro, na sede da FCCR ou pelos Correios. A ficha de inscrição está disponível no site da FCCR. Cada escola pode inscrever até dez desenhos por tema. O concurso acontece numa única etapa e premiará alunos e professores.

O concurso é coordenado pelo Departamento de Patrimônio Histórico da FCCR e visa estimular os alunos a desenvolverem a percepção do meio ambiente, do patrimônio cultural edificado e sua influência sobre a vida da cidade. Para cada grupo de séries há um tema diferente.

Para se inscrever vá até a Secretaria Geral da FCCR, localizada na Avenida Olivo Gomes, nº 100 no Parque da Cidade, Santana. Nos dias úteis, das 8h às 12h e das 13h às 17h. Pelos Correios, a inscrição deve ser postada até o dia 23 de setembro. Mais informações pelo telefone 3924-7316.

Os trabalhos inscritos serão avaliados por uma comissão julgadora formada pela FCCR, que levará em consideração as seguintes características: criatividade, originalidade e beleza. A divulgação dos vencedores acontecerá no dia 27 de outubro, por meio do site da entidade, em jornal de grande circulação regional e no Boletim do Município. A premiação será em data e local a ser definido.

Confira aqui o edital e a ficha de inscrição

Fonte: Fundação Cultural Cassiano Ricardo

Oficina de Conservação Preventiva em Museus

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) está com inscrições abertas para a oficina de Conservação Preventiva em Museus, que acontecerá nos dias 20 e 21 de setembro, das 9h às 18h, no auditório Elmano Ferreira Veloso, que fica na sede da FCCR. A oficina é uma realização do Governo de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura, SISEM – Sistema Estadual de Museus e Museu de Arte Sacra de São Paulo.

A oficina será ministrada por Andréa Zabrieszach Santos, museóloga do Museu de Arte Sacra de São Paulo. Estão disponíveis 30 vagas e os interessados devem se inscrever aqui no site da FCCR. Os selecionados serão os trinta primeiros inscritos no site que confirmarem a presença.

Sobre a palestrante: Andréa Zabrieszach Santos é bacharel em museologia pela Escola de Museologia da Universidade do Rio de Janeiro. Entre suas experiências profissionais, constam a elaboração de diagnósticos e planos museológicos nos museus de São Paulo, pelo Sistema Estadual de Museus (SISEM) e professora no Curso Técnico de Museu (ETEC – Parque da Juventude), em São Paulo.

Serviço: Auditório Elmano Ferreira Veloso, da FCCR – Avenida Olivo Gomes,100, Parque da Cidade – Santana. Mais informações: (12) 3924 – 7327.
Para se inscrever cliquei aqui.

 

Fonte: Fundação Cultural Cassiano Ricardo