Prefeitura prepara ações do Maio Amarelo para combater mortes no trânsito

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A Prefeitura de São José dos Campos aderiu ao Movimento Maio Amarelo e realizará ações durante um mês inteiro para combater o número de mortes em acidentes de trânsito. As atividades educativas serão intensificadas, chamando a atenção de toda a sociedade para a necessidade de um trânsito seguro. É a segunda edição da campanha na cidade e as ações já estão sendo planejadas pela Secretaria de Transportes.

 

Durante todo o mês de maio as atividades que já ocorrem em São José dos Campos serão reforçadas e ganharão a marca da campanha: um laço amarelo, que será espalhado em vários pontos da cidade, além de luzes amarelas que iluminarão alguns prédios importantes. A ideia é envolver a população nesta causa e conscientizar todos que mudança de atitudes podem salvar vidas.

 

A redução de acidentes em São José dos Campos é responsabilidade de todos. O excesso de velocidade, o desrespeito à travessia de pedestre e a combinação de álcool e direção estão entre os principais causas de mortes na cidade.

 

Um balanço realizado em São José dos Campos entre 2007 e 2013 mostra que 39% dos mortos em acidentes de trânsito são motociclistas, 27% pedestres, 13% ciclistas e 13% ocupantes de veículos. Destes, quase 39% são jovens entre 18 e 29 anos e 16% idosos, com 60 anos ou mais.

 

Campanha nacional

 

O Movimento Maio Amarelo – Atenção pela Vida – é nacional e foi criado para estimular uma interação entre o poder público e a sociedade civil, de modo que que os acidentes de trânsito sejam tratados como uma epidemia e as pessoas adotem um comportamento mais seguro e responsável, preservando sua própria vida e a dos demais cidadãos.

 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil ocupa o quarto lugar no ranking de países com mais mortes em vias públicas. O Maio Amarelo reforça a necessidade de atingir a meta estipulada pela OMS com a “Década de Ação para a Segurança no Trânsito”, poupando por meio de planos nacionais, regionais e mundial, cinco milhões de vidas até 2020.

Dia Internacional do Idoso movimenta grupos da terceira idade

Cerca de 500 idosos participaram na manhã desta terça-feira (1º) da comemoração pelo Dia Internacional do Idoso, realizada no pavilhão de eventos da Secretaria de Promoção da Cidadania. O evento reuniu usuários das três unidades da Casa do Idoso (Centro, Leste e Sul), mantidas pela Prefeitura por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (SDS).  A abertura oficial teve a presença do prefeito e dos representantes das secretarias de Desenvolvimento Social, Promoção da Cidadania e de Esportes e Lazer. Representantes do Fórum Permanente do Idoso e do Conselho Municipal do Idoso também participaram do evento.

Durante toda a manhã, os grupos de idosos apresentaram paródias com ênfase na questão da terceira idade, danças e coreografias nos ritmos de forró, tango e bolero. No evento, foi realizada a entrega simbólica da arrecadação de alimentos e produtos de higiene, feita pelos idosos, para quatro entidades sociais. A campanha de arrecadação fez parte da Gincana pela Cidadania, iniciada no dia 6 de setembro. “É incrível a ligação entre essas duas gerações. É prazeroso saber que os idosos se preocupam com as crianças e adolescentes. As doações serão de grande valia para todos da entidade”, afirmou Noêmia Marques, da entidade social Lar Padre Bonafé.

Um dos destaques durante o evento foi a apresentação da equipe joseense de idosos que na semana passada venceu os Jogos Regionais dos Idosos, em Taubaté. O evento também teve estantes das secretarias de Transportes, Saúde e do Procon que prestaram atendimento aos idosos.

Animação
Em clima de muita animação, o Grupo de Choro Pixinguinha, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (Fccr), encerrou a programação com repertório tradicional. A aposentada Suzete Marilda Spíndola disse que participava das atividades com muito prazer. “A festa está linda. Sou frequentadora assídua da Casa do Idoso Centro. Essa oportunidade que o idoso tem de ser integrado na sociedade, por meio de tantas atividades interessantes, desperta ânimo e engrandece a gente. Eu me sinto orgulhosa de ser idosa e, principalmente, de ser uma idosa joseense.”

Para o usuário da Casa do Idoso Leste, Antonio do Livramento Arruda, a comemoração pelo Dia Internacional do Idoso também estava marcante. “Eu canto no coral e pratico várias atividades esportivas na Casa do Idoso, inclusive a “Zumba”, minha ginástica favorita. Nesta atividade de comemoração que estamos participando hoje, sinto que estão despertando em nós, idosos, um sentimento profundo de alegria”, afirmou Antônio Livramento Arruda.

Cidade tem Sarau homenagiando movimento Culturais

O Projeto Leitura Livre, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), realiza o sarau “Manifesto da Rosa Tropical” neste sábado (11), das 15h às 17h, no Parque Vicentina Aranha (Rua Engenheiro Prudente Meireles de Moraes, 100), na Vila Adyanna. A entrada é gratuita. O encontro terá como base as manifestações artísticas do século 20, quando foram desenvolvidos diversos trabalhos com intuito de valorizar a arte, a cultura e o pensamento crítico da população.

“Manifesto da Rosa Tropical” é uma mistura dos livros “Manifesto Antropófago”, de Oswald de Andrade, “A Rosa do Povo”, de Carlos Drummond de Andrade, e do disco “Tropicália ou Panis et Circencis”, de Caetano Veloso, Gilberto Gil, os Mutantes e outros artistas. Esses manifestos surgiram como reações às repressões diretas que a sociedade do século 20 sofreu com as grandes guerras mundiais e a ditadura no Brasil.

O objetivo do sarau é fazer uma releitura desses trabalhos, apresentando manifestações artísticas atuais influenciadas pelo passado. A programação terá ainda a participação dos poetas Moraes e Marcus Groza, dos músicos Júlio Razhec e César Pope, da bailarina Eliete Santos, do palhaço Bem-te-vi e do grupo “Líricas e Prosas: mato adentro, gente afora”, que envolverão o público com dança, música e poesia.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 08/05/2013

Camlôs tentam sair do Camelôdromo para volta as Ruas

Vendedores ambulantes instalados no Centro de Comércio Popular, o camelódromo, da Praça do Sapo, na região central de São José dos Campos, iniciaram um movimento de retorno às ruas. Eles estão recolhendo assinaturas em um abaixo-assinado que servirá de base para uma ação civil pública a ser ajuizada junto ao Ministério Público Estadual.

A medida deverá ser impetrada até a próxima semana. A ação vai questionar judicialmente a Prefeitura de São José e pedir a volta dos ambulantes para as ruas. A iniciativa já tem a adesão de 60% dos 42 profissionais liberais instalados no cameló-dromo. Os termos da ação estão sendo estudados por advogados do gabinete do vereador Tonhão Dutra (PT).

Os vendedores ambulantes alegam prejuízos de até 80% com a transferência para o camelódromo. Márcio José Queiróz Oliveira, 34 anos, instalado em um box no camelódromo da Praça do Sapo, afirmou que pretende até mudar de ramo.

“Vou trabalhar como servente de pedreiro. Minha mulher vai passar a cuidar da lojinha. Só que ela terá que levar meus dois filhos, de 7 anos e de 5 meses, para o trabalho”, disse. Segundo ele, o movimento de clientes no camelódromo é muito inferior ao das ruas.

“Eu faturava cerca de R$ 200 por dia quando tinha a banca instalada na rua Coronel José Monteiro. No cameló-dromo não consigo nem R$ 50”, disse Oliveira. Situação semelhante é narrada pelo comerciante vizinho, Severino Ramos da Silva, 48 anos. “Eu conseguia faturar até R$ 3.000 por mês quando estava na rua. Minhas vendas caíram 80%”, garante Severino, em meio aos acessórios para celulares que vende.

Os profissionais liberais foram retirados das ruas no início de maio. A iniciativa integra o plano estratégico Centro Vivo, idealizado pela Prefeitura de São José. Segundo a diretora do Ipplan (Instituto de Pesquisa, Administração e Planejamento), Cynthia Gonçalo, o programa tem por objetivo a requali- ficação do centro.

“A criação do Centro de Comércio Popular devolveu para a população as calçadas e praças que antes estavam ocupadas pelos vendedores informais”, disse. Em função do feriado de ontem, ninguém foi encontrado na Prefeitura para falar sobre a ação a ser impetrada pelos camelôs.

O Vale

Moradores da cidade pregam por Paz na Região

Após morar 40 anos em Diadema, na região Metropolitana de São Paulo, o aposentado Olices Bettiol, 68 anos, mudou-se em novembro do ano passado para São José. Ele queria trocar a violência da metrópole pela calmaria do interior. Não deu muito certo. “Já estou assustado por aqui também. A situação está ficando feia.”

Feia a ponto de Bettiol se lembrar de Diadema no começo do ano 2000, quando a cidade registrou 238 assassinatos. “A gente saía de casa e não sabia se voltava. Era realmente assustador. E isso, para mim, é o oposto da paz”, diz.

Diadema enfrentou o problema com medidas rígidas, como a lei fecha-bar, e investimento em projetos sociais e profissionalizantes, postura defendida pelo aposentado para as prefeituras do Vale. “No ano passado, Diadema teve 35 assassinatos. Olha quantas vidas foram salvas, principalmente a de jovens. A região pode ir por esse caminho”, diz.

A sensibilidade de pessoas como ele, gente simples e conhecedora da vida real, mostra caminhos seguros para alcançar a paz. Eles sabem porque vivem as experiências dia a dia, sem alarde ou conjecturas sociológicas. Levando nos ombros a filha Rafaela Lima, de 3 anos, pelas trilhas do Parque Santos Dumont, no centro de São José, a assistente administrativa Tatiane Silva, 28 anos, exercita a promoção da paz.

Ela brinca com a filha como se também fosse criança, alegre e espontânea. Sem restrições ou preconceitos. É a paz em estado bruto e genuíno. “Trabalho fora e minha filha acaba sentindo a falta dos pais. Nessas horas de brincadeira, a gente tem que se envolver mesmo, ficar com ela e não fazer mais nada”, conta Tatiane.

Um relacionamento maduro, compartilhado e sem crises exageradas de ciúme é a receita do eletrotécnico Douglas Aragão, 24 anos, e da bailarina Yasmin Felix, 19 anos, para encontrar a paz através do amor. “Sentar num banco da praça para namorar e conversar, sem pressa, é a melhor coisa para a paixão saudável”, diz ele. Para a namorada, que dança desde os 7 anos, as artes têm um papel fundamental na formação da cultura de paz. “Praticar a cultura faz a gente se sentir bem consigo mesma, e isso é vital para a paz.”

Descendo acelerado a rampa da pista de skate, o comerciário Renan Ribas, 20 anos, faz do esporte sua bandeira de paz. Skate, surf, futebol e até lutas marciais, segundo ele, podem tranquilizar o espírito. “Quem se dá bem no esporte não busca a violência.” A opinião é compartilhada pelos amigos Kauan Vital, 16 anos, e Luiz Santos, 20 anos, que também apostam nos esportes radicais como instrumento de paz.

O Vale

Fundhas é campeã de Olímpiada na cidade

A corrida de 5.000m abriu o último dia da olimpíada “Servidor em Movimento”, no sábado (19), organizada por uma parceria entre a Secretaria de Administração e a de Esportes e Lazer da Prefeitura de São José dos Campos. Mais de 60 atletas participaram da prova no Parque da Cidade.

Natanael Ramos, da Urbam, foi o primeiro a cruzar a linha de chegada pela categoria masculina até 35 anos. Para ele, que treina 4 vezes por semana, e participa de outras provas, a corrida foi tranquila. “O circuito foi fácil, mas uma corrida sempre me traz alegria”.

Logo em seguida, chegou Luiz Sidney da Rosa, da Saúde, pela categoria masculina acima de 35 anos.“Eu sou atleta, treino 3 vezes por semana e sou meu treinador. O bom da corrida para mim, que tenho 52 anos, é que ajuda na respiração e faz bem para o coração”.

Pela categoria feminina acima de 35 anos, Márcia Barletta, da Saúde ficou com o primeiro lugar. Ela conta que começou a correr apenas para emagrecer. “Comecei para perder alguns kilos, mas depois virou um vício. Além de emagrecer, minha autoestima melhorou muito”.

Representando a Secretaria de Esportes e Lazer, Alexandra Leão chegou em primeiro na categoria feminina até 35 anos. “Adorei o circuito, perto da natureza, foi muito gostoso”. A última colocada foi a que mais chamou a atenção de torcida e participantes. Joanina de Barros, da Saúde, tem 53 anos e fez uma cirurgia no pé há 6 meses. Mesmo assim, encarou o circuito com muita disposição e acabou levando uma medalha de incentivo. “Fiquei muito feliz com a medalha, foi como se fosse uma de ouro”, disse ela.

O resto da manhã foi de diversão, mas teve gente que levou muito a sério. A torcida das secretarias vibrava, gritava e sofria a cada ponto. O clima de olimpíada tomou conta do ginásio da Escola Municipal Vera Lúcia Carnevalli.

Os desafios da carta-tarefa e da surpresa foram cumpridos pela maioria das secretarias. Os momentos mais emocionantes ficaram por conta da leitura do poema de Cassiano Ricardo e da presença dos 4 músicos da banda Biriba Boys, que animou muitos bailes na região de São José dos Campos nos anos 60.

Já a prova de doação de sangue mostrou o grande espírito de cidadania dos servidores. Mais de 30 pessoas fizeram suas doações e além de garantir pontos para a equipe também ajudaram muito quem precisa. A prova técnica foi a grande oportunidade de conhecer melhor a cidade, com temas que variaram de esportes à política. Mas o que realmente levantou a torcida foi a gincana, com o chinelão e o cabo de guerra, vencida pelo pessoal da Secretaria de Esportes.

A olimpíada chegou ao final com uma disputa acirrada entre Esporte e Fundhas. Melhor para a Fundação, que acabou levando o título de 2012, por apenas um ponto de diferença, e o bicampeonato. “Esse ano foi mais sofrido. Já sabíamos que o pessoal do Esportes viria com tudo, mas fiquei feliz que outras secretarias apareceram como grandes adversários: Saúde, Transporte e Administração deixaram o evento mais competitivo e isso foi ótimo”, diz Carlinhos, o coordenador e maior incentivador da equipe. “Logo mais teremos um almoço para comemorar e também para sortearmos os prêmios que a equipe ganhou entre todos os atletas da Fundação”.

Prefeitura de São José

Prefeitura realiza instalação de novas Academias ao ar livre

A Prefeitura de São José dos Campos entregou sete novas academias ao ar livre que iniciaram as atividades do programa Cidade em Movimento nesta segunda-feira (26). Os novos equipamentos vão atender os bairros Vila das Flores (Região Sul), Eugênio de Melo, Vila Tesouro, Nova Michigan, Residencial Frei Galvão, Jardim Castanheiras e Galo Branco (Região Leste). As atividades também tiveram início na Praça Luiz Mioni, na Vila Cristina (região norte), entregue no dia 17.

Com os novos equipamentos, São José dos Campos chega a 54 academias ao ar livre instaladas. Desde o início do programa Cidade em Movimento, foram registrados 781.445 atendimentos. O Programa consiste em colocar à disposição da comunidade, monitores que orientam os praticantes de atividades físicas para a melhor maneira de utilização dos equipamentos. Outra novidade, desde janeiro, são as aulas de alongamento também realizadas nos horários de atendimento.

Os profissionais estão nas academias nos horários de maior movimento: de segunda a sexta-feira, das 7h às 10h e das 17h às 20h e aos sábados das 7h às 10h. Os equipamentos podem ser utilizados por jovens e adultos, maiores de 12 anos de idade.

As academias ao ar livre têm dez equipamentos de ginástica: surf, remo, alongador, rotação vertical e dupla diagonal, pressão de pernas, multiexercitador, esqui e simulador de caminhada e cavalgada. Nos locais adaptados para pessoas com deficiência, são quatro aparelhos: supino, alongador, voador peitoral e dorsal e rotação dupla vertical.

Prefeitura Municipal

30% é o aumento esperado para a Rodoviária da cidade

Entre hoje e 27 de dezembro, 28 mil pessoas devem passar pela Rodoviária Nova de São José dos Campos, movimento 30% superior aos finais de semana normais. Somente na véspera de Natal, serão  115 ônibus extras para destinos diversos. Entre os  mais procurados estão Sul de Minas, Rio de Janeiro, São Paulo e o litoral paulista.

Desde o início da semana, passageiros procuravam já garantir suas passagens para visitar os parentes. “Já aconteceu de eu chegar e não ter passagens, com certeza eu não vou conseguir comprar na hora”, disse o contador Carlos Magno, de 46 anos que comprou uma passagem de ida e volta para Lavras (MG) ontem a tarde.

Ainda há passagens disponíveis, mas é preciso correr. A orientação é chegar na rodoviária com uma hora de antecedência  e identificar a bagagem. Crianças menores de 12 anos podem viajar somente acompanhadas dos responsáveis e identificadas.

Se estiverem com parentes, precisam de autorização escrita e assinada pelo pai, mãe ou responsável, com firma reconhecida. Na Rodoviária de Taubaté, São Paulo, Ubatuba, Rio de Janeiro e Aparecida são os destinos mais procurados pelos passageiros.

A Pássaro Marron, por exemplo, reforçou suas linhas com até quatro horários. “Já aumentamos as vendas em 15% somente neste mês. A rodoviária diariamente está cheia”, disse o encarregado da empresa Heliton Marcelo Corrêa.

Já a Viação Sampaio, que faz viagens ao Rio de Janeiro, aumentou 70% dos horários.A estimativa é que pelo menos 15 mil pessoas passem pela Rodoviária Nova de Taubaté. Com R$ 1.200 para passear 14 dias com os três filhos e a esposa, o pedreiro Fernando Avelino, 26 anos, optou por viajar antes. “Chega nessa época é só confusão. A gente vai antes, aproveita mais e se livra das confusões. Ônibus cheio não dá né?”

O Vale

Movimento no Aeroporto

O aeroporto de São José registrou no 1º semestre movimento de passageiros superior à capacidade máxima prevista para o ano todo. É o que mostra balanço da Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), que administra o terminal desde 1996.

Segundo os dados, 101.866 pessoas embarcaram ou desembarcaram no aeroporto até junho cerca de 10 mil a mais que a capacidade estimada para o terminal em um ano, que é de 90 mil passageiros.

A capacidade máxima leva em consideração a estrutura física do terminal para receber os usuários, como saguão para espera, por exemplo. O de São José tem 864 metros quadrados e é considerado pequeno para atender à demanda.

A movimentação registrada no semestre, que ainda não engloba o período de férias, quando a demanda por voos sobe, é quase quatro vezes maior que o verificado no mesmo período do ano passado (26.618 passageiros).

Atualmente, duas empresas operam no terminal a Trip e a Azul que juntas oferecem cinco voos diários. Ambas as empresas têm previsão de aumentar a ofertas de voos, no entanto, a estrutura deficiente do terminal prejudica os projetos.

A Infraero, que suspendeu por tempo indeterminado o projeto de expansão provisória do terminal, não quis comentar o assunto ontem.Em nota, a empresa informou apenas que os dados são positivos.

A Infraero suspendeu por tempo indeterminado investimento de R$ 2,5 milhões anunciado em 2010 que previa dobrar a área destinada a passageiros. A expansão seria feita por meio de um módulo operacional provisório, uma sala pré-montada climatizada.

Sem expansão e com demanda crescente, quem sofre são os passageiros.

Além do saguão pequeno e poucos banheiros, outra reclamação é com relação ao estacionamento, que tem somente 49 vagas. Um projeto em estudo pelo DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial) prevê criar novo aeroporto em São José com saída para a Rodovia dos Tamoios.

A proposta, que está sendo estudada com prefeitura e Infraero, prevê construir uma nova pista ao lado da atual que terá acesso direto a empresas do setor aeronáutico que se instalariam no terminal.

A área prevista para abrigar o futuro terminal é do governo federal, por isso, não pode ser desapropriada. A previsão, pelo projeto, é que o novo aeroporto seja erguido pela iniciativa privada, que ainda pagará aluguel à União.

Não existe previsão para o estudo ser concluído, mas a expectativa é que o terminal esteja pronto até 2017.

O Vale