Distribuição de ingressos para Desafio das Estrelas começa nesta sexta-feira

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A distribuição dos ingressos para o Desafio das Estrelas, da Liga de Basquete Feminino (LBF), começa nesta sexta-feira (7), às 15h, em dois locais: Associação Esportiva (Travessa César Leite 435, centro) e Shopping Colinas (Avenida São João 2.200, Jardim das Colinas, perto do Cinemark).

No sábado (8), a entrega será exclusivamente na Associação Esportiva, a partir das 9h, até o início do jogo, que será realizado às 11h no local, ou quando esgotarem as entradas.

Cada torcedor pode adquirir até dois ingressos, que são gratuitos. Nos postos de troca, é possível fazer doação voluntária de alimentos não perecíveis ao Fundo Social de Solidariedade. A arrecadação será destinada a entidades cadastradas.

O Desafio das Estrelas será uma disputa entre os times das atletas brasileiras e estrangeiras que atuam na temporada 2013/2014. O evento é uma realização da LBF, com apoio da Prefeitura de São José dos Campos e do Colinas Shopping.

 

Time feminino inicia disputa das semifinais do Paulista de Handebol

A equipe de handebol feminino de São José dos Campos entra em quadra nesta quarta-feira (4), às 20h, para o primeiro jogo da semifinal do Campeonato Paulista da modalidade. O adversário será a Metodista São Bernardo, no Ginásio Poliesportivo de Altos de Santana, região norte de São José.

O segundo jogo da semifinal será no sábado (7), em São Bernardo do Campo, no ginásio do Baetão. Caso São José passe para a final terá pela frente o vencedor da outra semifinal, que será disputada por Pinheiros e Santo André.

A equipe joseense garantiu a vaga na semifinal justamente graças às adversárias desta quarta-feira. O time de Itapevi precisava vencer São Bernardo na última rodada para ficar com a vaga, mas a equipe do ABC venceu por 27 a 22 e manteve o grupo do Vale na competição.

Investimento da GM gera Briga na cidade

A CUT (Central Única dos Trabalhadores)entrou na briga pelos investimentos da GM em São José, criando novo foco de conflito com o Sindicato dos Metalúrgicos, ligado à Conlutas. A CUT vai montar uma subsede em São José e pretende acompanhar de perto as negociações entre a montadora e o sindicato em torno do investimento de R$ 2,5 bilhões para a produção de um novo carro. Ligada ao PT, a central sindical acusa o Sindicato dos Metalúrgicos de São José de radicalizar a negociação de investimentos e dificultar a geração de empregos na cidade.

O diretor regional da CUT, Nilson Coutinho, disse que o discurso do sindicato está ultrapassado e, com isso, a cidade corre o risco de perder esse novo investimento da montadora. “O sindicato tem que estar aberto a negociação, numa relação de ganha-ganha. Com esse discurso inflexível, o que vamos ter é o perde-perde, cidade e trabalhadores prejudicados”, afirmou Coutinho. A CUT pretende participar da audiência pública que a Câmara realizará amanhã para discutir os investimentos da GM. “Queremos apresentar para a sociedade uma outra visão de sindicalismo, mais aberta a negociações”, disse o diretor.

O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Antonio Ferreira de Barros, o “Macapá”, rebateu as acusações de Coutinho e disse que o sindicalismo proposto pela CUT é muito flexível e não defende os interesses dos trabalhadores. “Lamentavelmente , o que a CUT defende faz parte da pauta de interesses das empresas, com rebaixamento de salários e condições precárias para os trabalhadores”, afirmou.

A próxima reunião de negociação entre GM e sindicato está agendada para segunda-feira. O maior foco de impasse é o futuro dos 750 trabalhadores do MVA, que a montadora pretende incluir em um PDV (Programa de Demissões Voluntárias) ainda este mês. A Câmara de São José realiza audiência pública amanhã, às 18h, para discutir os novos investimentos da montadora na cidade. A proposta, segundo o vereador Fernando Petiti (PSDB), da Comissão de Emprego, é apresentar à sociedade o que está sendo feito para garantir a geração de mais empregos em São José.

A Câmara está divulgando a audiência nos meios de comunicação para mobilizar um maior número de pessoas. A General Motors anunciou em 27 de abril que vai investir R$ 2,5 bilhões para produzir um novo carro da marca. Três unidades da empresa, em diferentes países, disputam o investimento. No Brasil, o local qualificado é São José. Representantes do Sindicato dos Metalúrgicos e da GM iniciaram uma agenda de reuniões negociar um acordo. O próximo encontro ocorre na segunda-feira. Depois de sugerir um piso de R$ 1.200, a GM cedeu e ampliou a oferta para R$ 1.700.

A empresa manteve a proposta de R$ 8.000 para a PLR na fábrica, metade dos R$ 15 mil atuais. O principal foco de impasse nas negociações é a estabilidade no emprego para 750 trabalhadores do MVA, setor que encerra a produção até o fim do ano. A empresa planeja abrir um plano demissão voluntária e o sindicato não abre mão dos empregos.

Disputa Eleitoral destrincha guerra no setor da Saúde

A campanha pela Prefeitura de São José dos Campos contrapõe dois modelos de gestão para a área de saúde. De um lado, o candidato da situação, Alexandre Blanco (PSDB), defende a continuidade das terceirizações na administração dos hospitais Municipal e de Clínicas Norte.

O Hospital Municipal é comandado pela SPDM (Associação Paulista para o Desenvolvimento da Saúde) desde 2006 e o atual contrato tem vigência até 2015. Já a gestão do Hospital de Clínicas Norte foi assumida pela Organização em Saúde Próvisão em abril último para contrato de um ano.

“A parceria com Organizações Sociais é uma forma moderna de gestão da saúde. Ela permite maior controle e agilidade na compra, na contratação de serviços e na administração de recursos humanos. Costuma ser mais eficiente do que a gestão direta”, afirmou o político tucano.

Do outro lado, o candidato do PT, Carlinhos Almeida, sustenta que cumprirá os contratos com as OSs (Organizações Sociais), mas promete cobrar mais transparência e melhores resultados. Para diminuir a espera por consultas e exames, o petista pretende também ampliar as parcerias com hospitais e entidades filantrópicas, como a Santa Casa de Misericórdia e os hospitais Antoninho da Rocha Marmo e Pio 12.

“Vou cumprir os contratos com a SPDM e o Próvisão, mas vou cobrar com rigor o cumprimento das metas e dos itens dos contratos. Também vou ampliar as parcerias com os hospitais particulares e com as entidades filantrópicas para podermos resolver os gargalos de consultas, exames e cirurgias”, disse Carlinhos.

Também disputam o governo Antonio Alwan (PSB), Cristiano Pinto Ferreira (PV), Fabrício Correia (PSDC), Ernesto Gradella (PSTU) e Gilberto Silvério (PSOL).  A saúde tem sido o principal mote das campanhas pela Prefeitura de São José desde 2004.

Mesmo com orçamento para este ano de R$ 452,5 milhões, o setor é o que recebe mais críticas da população, principalmente em relação à demora para realização de consultas e exames. Para o secretário-executivo do Conasems (Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde), José Ênio Servilha Duarte, os modelos defendidos por Carlinhos e Blanco são semelhantes e para ter sucesso dependerão de um controle mais efetivo da prefeitura sobre a prestação dos serviços.

“Não há grandes diferenças. Independentemente se há ou não terceirização, o prefeito não pode abrir mão de ter o controle da saúde, tem que ter a palavra final e tem que cobrar com rigor o cumprimento dos itens dos contratos.”

O Vale

Anel Viário vira disputa para propaganda de Candidatos

Menos de um mês depois do início da campanha eleitoral, placas com propagandas de candidatos a prefeito e vereador já tomaram as margens do Anel Viário, principal corredor de São José dos Campos. Por enquanto, as coligações encabeçadas pelo PT, que lança Carlinhos Almeida ao Paço Municipal, pelo PSDB, com Alexandre Blanco, e pelo PSB, de Antonio Alwan, dominam as ruas da cidade com propagandas.

Além do Anel Viário, pontos de grande movimentação, principalmente perto de escolas e igrejas, já começam a ser tomados pela publicidade. A eles, devem se juntar os outros concorrentes já nos próximos dias. Mesmo os partidos menores, como PSTU e PSOL, planejam começar a instalar placas às margens de vias e em terrenos cedidos.

O uso de cavaletes, também autorizado neste ano, ainda não foi definido. PSDB e PT dizem que não vão utilizá-los.  Os partidos afirmam que procuram lugares estratégicos. “Não adianta gastar horrores com placas e não aparecer”, afirmou o presidente do PSB, Erivelto Wagno. “Escolas, igrejas, locais de grande trânsito são os mais procurados”, disse o presidente do diretório municipal do PT, Wagner Balieiro.

O PSDB afirmou que já instalou 100 placas e que outras 100 estão em confecção. Junto com as placas, os partidos têm intensificado os ‘bandeiraços’ nas principais vias da cidade. Só ontem, eram três na avenida Bacabal, zona sul. “Quem não é visto, não é lembrado. Esse é um princípio básico”, afirmoua coordenadora do curso de pós-graduação em Marketing Político da Unitau, Letícia Maria. “Agora, só a colocação de placas e cavaletes não é determinante para a campanha.”

O Vale

Cidade disputa verba para obras e investimentos de melhorias

Duas cidades da Região Metropolitana do Vale do Paraíba, São José dos Campos e Taubaté, foram selecionadas pelo governo federal para o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) Mobilidade Médias Cidades. O PAC da Mobilidade foi lançado ontem pela presidente Dilma Russeff (PT) em Brasília e prevê investimentos de R$ 7 bilhões para obras e projetos destinados à melhoria da infraestrutura do transporte urbano de massa em todo o país.

A inscrição dos municípios ao PAC da Mobilidade, por meio de uma Carta Consulta ao Ministério das Cidades, deve ser feita até o final do mês que vem. Posteriormente, as prefeituras deverão apresentar projeto detalhado dos projetos, com estimativa de custos para a fase de seleção dos empreendimentos.

A Secretaria de Transportes de São José dos Campos planeja apresentar duas propostas, informou ontem o secretário Anderson Farias Ferreira. A primeira contempla a implantação de faixas exclusivas para ônibus nos principais corredores de transporte para dar maior fluidez aos coletivos.

O projeto dos corredores exclusivos na região central está em fase final de elaboração na pasta, que também prepara sistema similiar para as zonas leste e sul. Entre os corredores contemplados estão as avenidas São José, Madre Tereza, São João, Adhemar de Barros, Francisco José Longo e João Guilhermino.

As faixas exclusivas serão utilizadas somente durante os horários de pico do transporte de massa. “Para a implantação das faixas, haverá necessidade de pequenas obras e adequações nos corredores”, disse Anderson.

Outra proposta contempla a instalação de estações de pré-embarque nos pontos de maior movimento de usuários do sistema de transporte. As estações terão equipamentos do sistema de bilhetagem eletrônica que possibilita ao usuário pagar a passagem no ponto para facilitar o ingresso nos ônibus.

“O passageiro não precisará entrar no ônibus pela frente. Esse sistema também funcionará somente nos horários de pico para facilitar o embarque”, disse o secretário. Em Taubaté, a prefeitura vai definir seus projetos nas próximas semanas, informou Jacir Cunha, assessor para assuntos políticos do governo. “Os projetos serão definidos pelas áreas de Planejamento, Desenvolvimento e Trânsito”, afirmou Cunha, que participou do evento em Brasília.

O Vale

Guerra Fiscal por empresas é colocado em São José

Projeto que colocará São José dos Campos na guerra fiscal para atração de empresas deve ser votado nas próximas sessões da Câmara. Lido na última sessão realizada em 2011, o documento se encontra em período de recebimento de emendas dos parlamentares.

Caso aprovada, a lei irá possibilitar a São José concorrer com os vizinhos do Vale na chegada de novos investimentos. Taubaté, Jacareí, Pinda e Guará já possuem legislação semelhante, oferecendo aos investidores isenção tributária (veja quadro ao lado).

As duas maiores empregadoras, Embraer e General Motors, com cerca de 12 mil (na cidade) e 8.000 trabalhadores, respectivamente, iniciaram atividades em São José antes da década de 70. A Revap (Refinaria Henrique Lages), da Petrobras maior contribuinte de ICMS (Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias) da cidade– foi implantada em 1980. Desde então, nenhum investimento do mesmo porte chegou a São José.

Em Jacareí, a guerra fiscal possibilitou a chegada das chinesas Sany e Chery que, juntas, têm previsão de gerar 5.000 empregos diretos e 8.000 indiretos, com investimento de US$ 600 milhões a partir de 2013.

Taubaté, Pinda e Guará, por meio de isenções fiscais, reforçaram seu número de empresas de pequeno e médio porte. Guará, por exemplo, terá no próximo ano a implantação da fabricante japonesa de vidros AGC, que deve gerar até 3.000 empregos diretos e indiretos.

José Corrêa de Mello, secretário de Desenvolvimento Econômico de São José, afirma que a intenção da medida não é colocar a cidade na guerra fiscal e sim estimular a “perenidade” das empresas da cidade. “A lei não tem nada a ver com o que acontece com outras cidades. Já estamos em uma posição muito boa. Queremos que essas empresas sejam perenes em São José e que a cidade seja uma ilha de satisfação para essas empresas. Não estamos em guerra fiscal com ninguém”, disse Mello.

O secretário salientou que a medida possibilitará, entre outras coisas, assegurar investimentos na General Motors. “Nosso sindicato é um sindicato que não conversa com a empresa. Com a lei, diminuimos a carga tributaria e a empresa pode gastar menos com trabalhador. Ela lei é para compensar esse alto investimento que a empresa tem com o trabalhador por causa do sindicato. No caso da GM, vai ajudar muito”, disse o secretário.

Nos últimos 20 anos, as isenções fiscais oferecidas para atração de empresas se intensificaram. Exemplo de criação de polo industrial formado à base de incentivos fiscais é Camaçari-BA. Depois de acertar a instalação da Ford, formou um complexo industrial com Braskem, Continental e mais recentemente acertou a implantação da fábrica da montadora chinesa JAC Motors para 2013. Mello garante que a lei não foi baseada em nenhuma outra já existente. Planejada desde 2009, contou com a participação de várias secretarias. “Queremos trazer manufaturas de classe mundial”, disse.

O Vale

Obras de Duplicação da Tamoios vira disputa por empresas

A disputa pela obra de duplicação da Rodovia dos Tamoios (SP-99) se resume agora a 13 empresas quase metade das 25 ‘gigantes’ da construção civil que concorreram pelo serviço. A informação foi divulgada ontem em edital da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A). Agora, vence quem cobrar o menor valor para realizar o serviço previsto para começar em março.

De acordo com a Dersa, as finalistas foram escolhidas com base na documentação e a metodologia apresentadas. O último edital para apresentação da proposta comercial deve ser publicado em março, se não houver recurso das empresas desqualificadas.

O crivo da Dersa tirou de fora da concorrência grandes empresas do país como a Carioca Christiani e Nielsen Engenharia. Outras grandes empresas do setor continuam no páreo como a Andrade Gutierrez, Norberto Odebrecht e Camargo Corrêa. A Andrade Gutierrez doou R$ 19,2 milhões para as eleições do PSDB nas eleições de 2010.

As obras estão divididas em dois lotes o primeiro, que vai do km 11, em São José, até o km 35, em Paraibuna, e o lote 2, que vai do km 35 ao km 60, ambos em Paraibuna. As obras de engenharia para os dois lotes estão estimadas em cerca de R$ 775 milhões. Das 13 empresas finalistas no processo licitatório, três estão interessadas em fazer somente o primeiro lote e duas querem executar o segundo. Ao todo, oito concorrem pela execução dos dois lotes.

O projeto prevê que uma nova pista seja construída ao lado da atual e prevê apenas duas mudanças de traçado uma na curva da Rosa Mística, que terá seu raio de curva ampliado do lado oposto de quem está se dirigindo ao Litoral Norte. A segunda ocorre na ponte entre os kms 26 e 28.

De acordo com a Dersa, as obras vão transformar a Tamoios em uma rodovia modelo. A proposta é implantar na pista novos recursos de segurança como a sinalização anti-ofuscante, que evita que o farol do veículo sentido contrário prejudique o motorista. Também está prevista a construção de passarelas e barreiras de concreto nas margens do acostamento para evitar que os carros invadam a pista usada pelos pedestres.

As obras devem durar cerca de 20 meses, até novembro de 2013, e vão gerar impactos no tráfego da rodovia como interdições parciais em alguns trechos e mudanças de acessos. Principal acesso às cidades do Litoral Norte, a Tamoios recebe hoje cerca de 12 mil carros por dia. A previsão é que o tráfego diário supere os 30 mil veículos em 2035. Estudo da CNT (Confederação Nacional do Transporte) publicado no final do ano passado põe a Tamoios como a pior estrada do Vale do Paraíba.

O Vale

Ex-Prefeito da cidade, não entra na disputa eleitoral

O deputado federal Emanuel Fernandes (PSDB) reafirmou, na última sexta-feira, que não será candidato à Prefeitura de São José nas eleições deste ano e defendeu “sangue novo” na administração municipal.

A recusa do ex-prefeito (1997-2004) obrigará o PSDB a acelerar o processo de escolha do pré-candidato. Uma das metas do partido para este mês é a realização de uma pesquisa para identificar o perfil do candidato desejado pelos eleitores.

“Oficialmente, Emanuel Fernandes ainda não falou com o partido se irá disputar ou não as eleições. Se ele der certeza de que não irá participar do processo, iremos iniciar a busca por um novo nome”, disse o presidente do PSDB em São José, Alexandre Blanco.

Segundo ele, o primeiro passo será identificar quais lideranças têm interesse em participar da disputa. “Não sabemos quem quer ser candidato. Iremos perguntar a todas as nossas lideranças quem gostaria de ser candidato. Pode ser um secretário, um dos nossos vereadores ou um deputado. Temos uma lista com pelo menos 15 nomes.”

Segundo Blanco, além de preferências também serão avaliadas as rejeições aos nomes apresentados. Despontam como pré- candidatos cinco secretários do governo Eduardo Cury: Claude Mary de Moura (Governo), Marina de Oliveira (Defesa do Cidadão), Alfredo de Freitas (Urbam), Felício Ramuth (Comunicação) e Alexandre Blanco (Juventude). Mas o partido não comenta nomes.

O prefeito avalia que, antes de chegar à definição dos nomes, o partido que administra São José há 15 anos precisa traçar o perfil ideal para o seu sucessor. “Ser honesto é a primeira coisa. A segunda é gostar da cidade de coração e a terceira é ter humildade para trazer as melhores pessoas para o governo, independentemente de partidarismos”, disse Cury.

Principal adversário do PSDB na cidade, o PT já definiu a pré-candidatura do deputado federal Carlinhos Almeida ao Paço e tenta ampliar o arco de alianças. Segundo Carlinhos, o PT não teme nenhum candidato.

“Acho que o Emanuel é o candidato natural do PSDB pela sua trajetória. Agora, não cabe a nós escalar e até opinar sobre candidatura de outros partidos. Eu digo que não existe candidato que tenha chance zero de eleição e não existe candidato eleito de véspera.”

O Vale