Cidade tem indice negativo em relação a emprego

São José ‘amargou’ em setembro seu segundo pior desempenho do ano na geração de empregos formais foram fechados 534 postos de trabalho. O saldo só não é pior que o de junho, que teve 855 vagas fechadas. O balanço é referente ao Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgado ontem pelo Ministério do Trabalho.

Na contramão, Taubaté registrou saldo positivo de 412 empregos, sua segunda melhor marca de 2012.  No acumulado do ano, a cidade tem 2.509 vagas geradas. Apesar de positivo, no entanto, o saldo é 40% menor que o registrado no mesmo período do ano passado.

Em São José, o setor que puxou a queda no emprego em setembro foi a indústria de transformação, com 240 postos fechados.  Segundo o secretário de Relações do Trabalho da cidade, Ricardo Dinelli, o resultado é reflexo do PDV (Programa de Demissão Voluntária) da General Motors.

Após alta em agosto, o setor da construção civil perdeu 127 vagas em setembro. Segundo o presidente da Aconvap (Associação das Construtoras do Vale do Paraíba), Cléber Córdoba, a tendência é de nova queda. “Muitas obras estão em fase final e poucas obras novas iniciando. Isso porque houve redução substancial de projetos aprovados na cidade na vigência da nova Lei de Zoneamento, que engessa o desenvolvimento do mercado na cidade”, afirmou.

“O que nos preocupa é que os principais setores estão negativos. Mas acredito que a partir deste mês os números sejam melhores”, disse Dinelli. O secretário cita a redução do juros como forma de impulsionar o consumo e a produção, refletindo na contratação de funcionários. No ano, São José tem 777 empregos gerados. No mesmo período de 2011, o saldo era de 1.536 postos. A principal diferença está na indústria. Em 2011, o saldo era positivo (1.369). Neste ano, é negativo, de 449 vagas.

O Vale

Publicado em: 18/10/2012

Cidade terá feiras de animais neste final de semana

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), da Prefeitura de São José dos Campos, realiza neste sábado (20) e domingo (21), das 9 às 15h, uma Feira de Adoção de Animais. O evento será no estacionamento do Parque Santos Dumont (Avenida Adhemar de Barros, s/nº), na Vila Adyana.

Animais adultos e filhotes estarão disponíveis para adoção, sendo que os adultos já estão castrados e vacinados. A maior parte dos animais está em um canil construído esse ano no CCZ para abrigar 250 cães e 30 gatos, com possibilidade de ampliação caso seja necessário.

A Prefeitura de São José Campos defende a posse responsável para quem adquire um bicho de estimação. A principal orientação é que eles nunca sejam abandonados pelos donos. Entre as obrigações dos donos estão:

  • cuidar para que os animais sejam vacinados e vermifugados;
  • cuidar para que eles fiquem bem alimentados, guardados e protegidos em suas residências;
  • manter o local adequadamente limpo;
  • quando levá-los para passear, manter o animal na guia e recolher suas fezes para destinação adequada e;
  • evitar que os animais tenham crias indesejadas.

O CCZ vai realizar outros eventos para adoção de animais nos próximos meses. Cães e gatos também podem ser adotados no próprio Centro de Controle de Zoonoses (Rua George Willians, 581), no Parque Industrial, que fica aberto à população de segunda à sexta-feira, das 8h às 16h30.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 18/10/2012

Projeto da Terméletrica é congelado na cidade

A menos de três meses do final do mandato, o prefeito Eduardo Cury (PSDB) não conseguirá viabilizar seu maior projeto financeiramente falando: a URE (Unidade de Recuperação Energética), que envolve processo de queima de lixo (termelétrica).

Controverso, o assunto vem sendo debatido em São José desde maio do ano passado, sem consenso. Com isso em mente e pensando em evitar mais desgastes, os vereadores descartam aprovar o projeto da URE neste ano, mesmo com o prefeito afirmando que “o projeto está amadurecido e poderia ser votado”.

Mesmo os vereadores que compõem a base governista de Cury na Câmara admitem que o projeto não será levado à pauta neste ano. “Foi uma eleição diferente neste ano. Seria muito polêmico colocar este assunto em pauta no fim do ano. É de suma importância a usina e sou favorável, mas temos que ter maior tempo de discussão e a participação da população. Isso não é possível ainda neste ano”, afirmou o líder do governo na Câmara, Fernando Petiti.

Apesar de defender a aprovação do projeto, Cury garante que não interferirá nos trabalhos do Legislativo. O projeto da URE, orçado em R$ 200 milhões, é a solução apresentada pelo tucano para a disposição do lixo em São José.

A partir de mecanismos modernos, a proposta é que a usina separe o lixo coletado, aumentando os índices de reciclagem, e queime outra parte do lixo, o que viabilizaria financeiramente o projeto, já que o processo térmico produziria energia suficiente para atender 200 mil pessoas.

Para tanto, o projeto precisa passar pelo aval da Câmara, já que a Lei Orgânica do Município não permite a comercialização de energia elétrica nos índices propostas para a URE. Aprovada pela Cetesb e pelo governo do Estado, a termelétrica é questionada por ambientalistas.

Para eles, a prefeitura deveria implantar mecanismos de redução de consumo e aumento da reciclagem antes de estudar uma termelétrica. O governo Cury defende que o projeto aumentará a reciclagem e que, além disso, o aterro municipal possui apenas mais 12 anos de vida, fazendo-se necessária a discussão de uma nova solução ao lixo. O governo afirmou que o projeto continua em consulta pública e que não tem pressa para finalizar o processo.

O Vale

Publicado em: 18/10/2012

Câmara fica divida em meio a assuntos polêmicos

Temas polêmicos como revisão da atual Lei de Zoneamento, cota de cargos comissionados na prefeitura e aumento de salários dividem a opinião dos vereadores eleitos de São José dos Campos. Levantamento realizado por O VALE ontem mostra que 7 dos 21 vereadores eleitos são a favor de uma possível revisão da Lei de Zoneamento. Outros 4 são contra, 4 não opinaram e 6 se dizem indecisos.

Entre os favoráveis à revisãoa da norma estão os petistas Angela Guadagnin, Juliana Fraga e Wagner Balieiro, além de Shakespeare Carvalho (PRB) e Roberto do Eleven (PP). “Considero que a Lei de Zoneamento não teve ampla discussão com a sociedade. Ela deve ser discutida com a sociedade, analisando o adensamento urbano, que não engesse o crescimento da cidade e nem prejudique o desenvolvimento econômico”, afirmou a vereadora Angela.

Já Amélia Naomi, mulher de Carlinhos, preferiu não opinar. “O prefeito eleito formou uma comissão para analisar o assunto”, afirmou. Para Juvenil Silvério (PSDB), não há necessidade de revisar a norma de imediato. “Penso que, sempre que houver necessidade, a comunidade precisa ser consultada”.

“Sou contra qualquer mudança na lei sem que se faça uma discussão ampla com toda a sociedade”, afirmou Luiz Mota (DEM). Entre os indecisos, Carlinhos Tiaca (PMDB) afirmou que precisa “estudar melhor a lei e consultar a comunidade”.

Já com relação a indicação de nomes para cargos comissionados na prefeitura, 7 não opinaram, 7 disseram que são contra, 4 a favor e 3 se mostraram indecisos. O vereador Walter Hayashi (PSB) afirmou que é favorável “a indicações técnicas”.

“Vejo isso com naturalidade. Quem ganha junto, governa junto”, ponderou Juvenil. Para Ângela, é natural que os partidos que apoiaram um candidato ao Executivo indiquem membros para ocuparem cargos no governo eleito. O vereador Robertinho da Padaria (PPS) disse que é contra a cota de cargos.

“A indicação de nomes tem que ser técnica, de acordo com a capacidade de cada pessoa e não por indicação partidária”, afirmou o parlamentar.O vereador Wagner Balieiro (PT) afirmou que no futuro governo de Carlinhos Almeida “não “haverá indicação partidária, porque isso não é moeda de troca”.

Entre os que não opinaram estão os parlamentares Alexandre da Farmácia (PP), Willis Goulart (PP) e Carlos Alberto Macedo Bastos (DEM). Os indecisos são Dilermando Dié (PSDB), e os democratas Rogério Cyborg e Renata Paiva.

Com relação a aumento de salários, 17 parlamentares disseram que são contra reajustes, 2 não opinaram e 2 estão indecisos. Willis, por exemplo, afirmou que os vereadores já ganham bem. “Se tiver essa discussão, meu voto será contra”, disse.

Já Valdir Alvarenga (PSB) declarou que não “há menor possibilidade de se falar nesse assunto no momento”. Entre os indecisos estão Dié e Mota. Macedo Bastos e Alexandre não opinaram. O salário do vereador será de R$ 10,1 mil a partir de 2013.

O Vale

Publicado em: 17/10/2012

Cidade fechará o ano em saldo negativo pela GM

As indústrias das regiões de São José dos Campos e Taubaté perderam neste ano 3.300 empregos formais, com carteira assinada, segundo levantamento do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) divulgado ontem. A pior situação é a de São José, região com oito municípios, que registrou saldo positivo na geração de emprego pela última vez em setembro do ano passado. Desde então, as indústrias na regional mais demitiram do que contrataram.

Foram 2.400 postos de trabalho perdidos em 2012, retração de -4,49%, e 3.500 vagas fechadas nos últimos 12 meses, variação de -6,43%. Em setembro deste ano, segundo o Ciesp, São José perdeu cerca de 450 postos de trabalho, o que representa uma variação de -0,85% e coloca a regional entre as três piores das 35 do Estado. Só não demitiu mais do que Cubatão (-1,96%) e Santos (-1,14%).

Em São José, o Ciesp detectou retração dos setores de produtos de borracha e material plástico (-2,44%), produtos alimentícios (-2,10%), veículos automotores e autopeças (-1,87%) e outros equipamentos de transporte (-0,30%).

E o resultado da região só não foi pior, na avaliação do Ciesp, devido à variação positiva do setor de equipamentos de informática e produtos eletrônicos (0,41%). O quadro é diferente em Taubaté. Houve abertura de vagas nos setores produtos de borracha (4,70%), informática (3,34%), minerais não metálicos (3,29%) e metalurgia (0,08%). A retração foi registrada no setor de máquinas e equipamentos (-0,71%).

Os diretores do Ciesp de São José e Taubaté têm opiniões opostas quanto aos próximos meses nas indústrias da região. Almir Fernandes, da regional de São José, não espera uma recuperação da indústria antes de 2013. “Creio que podemos fechar o ano com a perda de 3.500 empregos. Isso mostra que as empresas demitiram e não repuseram as vagas”, disse.

Mais otimista, Fábio Duarte, diretor do Ciesp de Taubaté, prevê a recuperação a partir de setembro e que deve se estender até meados do ano que vem. “Vamos conseguir recuperar pelo menos metade dos empregos perdidos nos últimos 12 meses”, afirmou.

O Vale

Publicado em: 17/10/2012

Cidade tinha guincho operando sem licença durante 21 anos

Há mais de 20 anos não é realizada em São José dos Campos licitação para definir quem deve fazer os serviços de guincho para órgãos oficiais como Ciretran (Circunscrição Regional de Trânsito)e polícias Civil e Militar.  O VALE apurou que o último processo licitatório ocorreu em 1991. Desde então, o trabalho é realizado por meio de contratos informais entre os delegados e as empresas que fazem esse tipo de serviço.

O acordo prevê que os pátios guinchem os automóveis apreendidos sem nenhum custo ao Estado. Em troca, adquirem o direito de cobrar dos proprietários a taxa do guincho e a diária de permanência nos locais. Se o veículo não for retirado no prazo de 90 dias, vai para leilão e a empresa também lucra com esse processo.

O problema é que, como não existe contrato oficial, as empresas não têm compromisso com delegacias e batalhões e podem se recusar a fazer o serviço quando não acharem vantajoso.  Situação que tem ocorrido com mais frequência com a lotação dos pátios devido à falta de leilões dos carros. Atualmente, os pátios Bola Branca e União estocam juntos cerca de 5.000 veículos.

“Hoje, a gente depende do fator sorte. Se achamos veículo abandonado em estrada rural com corpo abandonado dentro, o dono do guincho pode se recusar a buscar o carro e você não pode fazer nada, pois ele não é obrigado. É vergonhoso porque a gente tem que ficar pedindo favor pelo trabalho”, afirmou um delegado, que pediu para não ser identificado.

Constrangimento que atinge também a Polícia Militar.  “Se uma viatura nossa quebra, temos que mendigar favor ao dono do guincho para levar o veículo, pois não tem empresa credenciada para rebocar nossos carros”, disse um PM, que pediu para não ter o nome identificado.

O dono do pátio São Bento, que seria responsável pelo recolhimento dos veículos apreendidos pela polícia, alega que desde o início do ano não tem mais espaço. O local abriga 876 automóveis, mas desde 1995 não ocorre leilão.

“Os veículos que são apreendidos pela polícia em operações contra o crime organizado ou ligados a algum tipo de crime podem levar vários anos para ser liberados Tenho carros aqui encalhados há mais de 10 anos e que já viraram sucata”, disse o proprietário do Pátio Bola Branca, Álvaro Cesário da Conceição.

O outro pátio existente na cidade, o Auto Socorro União, localizado no Parque Industrial (zona sul), deixou de atender a polícia em 2007. No local, estão estocados cerca de 4.000 veículos. “Nosso contrato não prevê o recolhimento dos carros da polícia e, como não tínhamos mais espaço, optamos por deixar de fazer o serviço”, afirmou James Torres, advogado da empresa.

Atualmente, só atende ao Ciretran e é o único autorizado a recolher os veículos aprendidos por infrações de trânsito e falta de pagamento de tributos, como o licenciamento obrigatório. A exclusividade foi concedida em licitação em 1991 e desde então vem sendo prorrogada. “Quando a licitação foi feita, a lei não previa prazo para os contratos. Então, o serviço foi sendo prorrogado, já que conseguimos atender a demanda do órgão”, disse Torres.

O Vale

Publicado em: 17/10/2012

Com reajuste programa Minha Casa Minha Vida pode aumentar

A Caixa Econômica Federal reajustou recentemente o valor máximo que pode ser pago pelas unidades habitacionais do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’. Com isso, moradores da região estão mais próximos de comprar um imóvel.

São José dos Campos tem uma fila de espera de 17 mil pessoas para a compra de imóveis destinados a famílias que ganham de 1 a 3 salários munímos. Desde o início do programa, há três anos, nenhum empreendimento havia sido construído na cidade para famílias que têm esse rendimento. As construtoras alegavam que não era viável participar do programa por causa dos custos com terreno e mão de obra.

Agora, o valor máximo dos imóveis pode chegar a R$ 90 mil, dependendo da cidade. Antes o teto era de R$ 85 mil, contando com uma parceria entre os governos estadual e federal. Com isso, os empresários de São José dos Campos já pensam em investir em empreendimentos para famílias de baixa renda.

“O que se ganha é na produção em escala, a quantidade. No momento em que você 6% a mais, você 6% no seu resultado. Consequentemente, isso multiplicado pelo número de unidades entusiasma o empresário em poder executar”, explicou o diretor regional do Sinduscon, José Luiz Botelho.

Com o novo preço das unidades, a Caixa já começou a analisar novos empreendimentos na região. O primeiro que foi entregue na região pelo programa ‘Minha Casa, Minha Vida”, com parceria do programa ‘Casa Paulista’ do governo do Estado, foi na cidade de Cruzeiro, no último dia 27 de setembro.

“Nós iniciamos a análise de vários empreendimentos em vários municípios da região, o que totaliza pelo menos 5.500 imóveis. Pode ser feito um destaque para São José dos Campos, onde existem hoje 2.500 imóveis em alguns empreendimentos, em análise na Caixa”, explicou o superintendente regional da Caixa, Júlio César Volpp.

G1 (Vnews)

Publicado em: 17/10/2012

Prefeitura esta com inscrições abertas para Professores

A Prefeitura de São José dos Campos estará com inscrições abertas a partir da próxima segunda-feira (22) para o processo seletivo para contratação de professores eventuais e substitutos. O período de inscrições segue até a sexta-feira (26). Esses profissionais poderão atuar em escolas municipais durante o ano letivo de 2013.

Para se inscrever, os interessados deverão procurar uma das escolas sede, das 8h30 às 11h30 e das 14h às 17h. A listagem com os endereços dessas unidades, a ficha de inscrição e o edital já estão disponíveis no site da Prefeitura.

Outras informações podem ser obtidas pelos telefones (12) 3901-2116 ou 3901-2164.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 17/10/2012

Ex-Prefeito se encontra com novo Prefeito para transição

O prefeito eleito de São José dos Campos, Carlinhos Almeida (PT), se reuniu ontem com o prefeito Eduardo Cury (PSDB) para estabelecer as diretrizes do processo de transição de governo. Foi o primeiro encontro entre Carlinhos e Cury após a eleição do último dia 7. A reunião reservada entre os dois ocorreu no Paço Municipal das 17hàs 17h40.

Foi definido que, na segunda quinzena de novembro, a atual administração entregará um relatório detalhado à equipe do prefeito eleito. “Ficou acertado, de comum acordo, que a atual administração vai elaborar um relatório até meados de novembro. Tendo esse documento como base, técnicos e assessores indicados por ambas as partes realizarão encontros para realizar a transição”, disse Carlinhos, por meio de sua assessoria.

O petista também cumprimentou Cury pela disposição em realizar a transição de governo com “a máxima transparência”. O prefeito Eduardo Cury cumprimentou Carlinhos Almeida pelo resultado da eleição e reiterou que sua equipe “prestará todas as informações necessárias ao novo governo, para que a transição seja tranquila e não prejudique o bom andamento da administração na cidade”, segundo nota divulgada por sua assessoria de imprensa

O vereador reeleito Wagner Balieiro (PT) vai conduzir os trabalhos da equipe de transição de Carlinhos, atuando como interlocutor junto ao governo Eduardo Cury. Coordenador da vitoriosa campanha do prefeito eleito, Balieiro foi o responsável pelo prime]iro contato entre petistas e tucanos.

Segundo ele, é importante que o prefeito eleito tenha acesso a informações da atual administração para garantir a manutenção do planejamento da prefeitura, dos projetos e programas existentes. Diagnósticos sobre o comprometimento financeiro e a capacidade de investimento da administração municipal também “serão fundamentais para o início da próxima gestão”, segundo Balieiro.

A equipe de técnicos que irá analisar os dados da prefeitura ainda será definida, afirmou Balieiro. “Iremos preparar um diagnóstico da cidade e quando obtivermos os dados da Prefeitura poderemos cruzar as informações que irão se complementar”, disse. O diagnóstico da área da saúde já foi iniciado pelo vice-prefeito eleito, Itamar Coppio (PMDB). Com a ajuda de médicos na rede, ele está levantando dados sobre as principais demandas da rede e quais os casos graves. O vice também está mapeando os hospitais que podem ser parceiros da prefeitura na ampliação de consultas, exames e cirurgias.

O Vale

Publicado em: 16/10/2012

Cidade tem concerto de cordas pela primeira vez no Brasil

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) traz para São José dos Campos, juntamente com a Universidade do Vale do Paraíba (Univap) e a ArtInvest, um concerto especial com o Quinteto de Cordas da Wiener Kammersymphonie, de Viena (Áustria), que se apresenta pela primeira vez no Brasil.

A apresentação será no dia 19, às 20h, no Teatro Municipal, quando o quinteto sobe ao palco para tocar canções de renomados compositores da história da música, como Mozart, Schubert e Dvorak. (Confira abaixo o programa completo)

Entrada franca: Para assistir ao concerto não há limite de idade, a entrada é franca e não há a necessidade de retirar ingressos.

Quinteto de Cordas da Wiener Kammersymphonie – Reformulada em 2006, com músicos das principais orquestras e conjuntos de câmara da Áustria. O quinteto tem como conceito a “inovação e a tradição”, e leva, por onde passam a arte e o prazer da boa música interpretada ao seu nível mais apurado. O Wiener Kammesymphonie já realizou várias turnês pela Europa, lançando-se em dezembro 2008 no renomado Wiener Musikverein de Viena. Em 2009, participou do Festival de Ankara, Turquia. Apresenta-se regularmente na Croacia, Espanha, China e Grecia. Em 2012, pela primeira vez o conjunto fará sua turnê pela América do Sul, passando pela Argentia, Colombia e Brasil.

Programa

  1. 1 – W.A. Mozart
    Divertimento k 137
  2. 2 – F. Schubert
    Danças Alemães – Intermission
  3. 3 – A. Dvorak
    Quinteto em Sol maior, op. 77

Serviço – Teatro Municipal de São José dos Campos – Rua Rubião Júnior, 84. 3º piso – Shopping Centro. Informações: (12) 3924-7319.

Assessoria de Comunicação
Fundação Cultural Cassiano Ricardo – FCCR

Publicado em: 16/10/2012