Espetáculo Malvadas na cidade


Release:

A comédia ‘Malvadas – Tudo sobre Sharon, Sheila e Shirley’ em cartaz há 3meses, de sexta a domingo, no Teatro Fashion Mall, São Conrado, zona sul do Rio de Janeiro, encerra temporada neste fim de semana. Com texto de Alessandro Marson, que também assina a direção ao lado da atriz Viétia Zangrandi, o espetáculo conta a história de três irmãs: Sharon (Luciana Gonçalves), Sheila (Flávia Guedes) e Shirley (Bia Guedes), que moram em um pequeno apartamento.

Em um dia comum de faxina, chega um convite para uma grande festa que irá acontecer naquela noite. O problema é que como o convite é individual, apenas uma poderá ir à festa, e pelo envelope, não é possível saber qual das três foi a convidada. A partir daí, elas não medem esforços para tirar as “adversárias” do páreo e surgem várias trapaças, discussões, alianças, brigas e traições que vão arrancar muitas gargalhadas do público.

No elenco, as atrizes Flávia Guedes, que recentemente interpretou a Aspásia, na novela ‘Araguaia’, da TV Globo, Bia Guedes e Luciana Gonçalves, renomada atriz de teatro, que atuou ao lado do ator Eri Jhonson, na peça ‘Alarme Falso’. O autor e diretor Alessandro Marson é formado em jornalismo e escreve para a televisão desde 1998. Roteirista da TV Globo desde 2000, estreou como colaborador de novelas em ‘O Profeta’, de Thelma Guedes e Duca Rachid, e desde então, não parou mais, e outras tramas vieram, como ‘Desejo Proibido’, ‘Cama de Gato’, ‘Araguaia’ e ‘Cordel Encantado’. Atualmente, faz parte da equipe de autores da novela das nove, ‘Avenida Brasil’.

FICHA TÉCNICA

Texto: Alessandro Marson
Direção: Alessandro Marson e Vietia Zangrandi
Elenco: Flávia Guedes, Bia Guedes e Luciana Goncalves.
Cenários: Marcelo Aouilla
Figurinos: Alexandre Pedreira
Trilha Sonora: Sandro Ceccoperi
Programação Visual: Alexandre Pedreira
Fotos: Caue Barcelos
Administração: Marcio Ferreira
Produção Executiva: Fernanda Terra
Direção de Produção: Marcio Rosario
Assessoria de Imprensa: GMP Assessoria
Realização: Três Tons Visuais
Duração do espetáculo: 80 minutos
Classificação: 14 anos

Data:

25, 26 e 27
Junho: 01,02 e 03

Sexta-feira e sábado: 21:00 hs
Domingo: 19:00 hs

Valor:

Ingressos: R$ 60,00 (sextas e domingos) e R$ 70,00 (sábados).

Teatro Colinas

Espetáculo Le Cirque Magique – Nouvelle Tournée


Um espetáculo da Cia. dos Arlequins O espírito é de Circo, Mas o espetáculo é de Teatro!

Espetáculo de Clown
“Le Cirque” é um espetáculo de teatro que vem para divertir as “crianças” de todas as idades (dos 2 aos 82 anos), onde o mundo, a magia e a fantasia do circo são palco para muitas histórias.

“Le Cirque” chega à sua cidade de forma retumbante: colocamos em cena um circo cheio de grandes atrações: palhaços, mágicos, trapezistas, atirador de facas, magníficos malabaristas, o sensacional balde equilibrista, o domador de leões, o tecido flutuador, a mala mágica, o incrível homem-bala, os acrobatas, as mãozinhas mágicas.

“Le Cirque Magique” é um espetáculo que provoca a imaginação do espectador. Os clowns (palhaços) transformam 12 cenas do universo circense numa paródia e fazem do “Le Cirque” o espetáculo mais divertido da Terra!

*O humor e o nonsense desses clowns agradam não somente às crianças, mas também os adultos.*
Este espetáculo tem a duração de 50 minutos.
“Le Cirque” é tão mágico como uma tarde no Circo!

Ficha Técnica
Elenco/Clown: Francisco Catalan (Le Petit Tati) – Patty Aranha ( Rosaflor) – Odilon Mendes (Monsieur Grôgrô
Concepção e Direção: Francisco Catalan

Data:

20
Domingo: 15:00 e 16:00 hs

Valor: 

Plateia e Mezzanino:

R$ 30,00 inteira
R$ 15,00 meia

Teatro Colinas

Espetáculo Risoterapia na cidade

Terapia de Choque contra o mau-humor

Release:

– O Espetáculo RISOTERAPIA lançou o personagem Poliana (a Estressada) no Concurso Melhor Humor do Brasil no programa Caldeirão do Huck no quadro “Precisa-se” Esta personagem venceu o concurso que lhe rendeu uma vaga no Programa Zorra Total da Rede Globo, concorrendo com mais de 2000 candidatos em todo o Brasil.
RISOTERAPIA foi a comédia escolhida para representar o Brasil na I Semana de Teatro Brasileiro em Arcos de Valdevez-Portugal/2007

– O Espetáculo PRETAS POR TER representou o Brasil no I Festival Cômico de Maia no Porto-Portugal/2006. sendo a  peça mais concorrida do festival, fazendo o maior público do evento.
Data:

18, 19 e 20

Sexta-feira e sábado: 21:00 hs
Domingo: 19:00 hs

Valor:

40,00 e 20,00

Teatro Colinas

Espetáculo infantil Chapeuzinho Vermelho

Release:

Nesta montagem baseada nos originais de Charles Perrault e Irmãos Grimm, a história jamais esquecida por crianças e adultos no mundo inteiro, é mostrada de maneira simples e objetiva, ilustrada com um toque de muito humor e aventura. A menina Chapeuzinho Vermelho, sai para visitar a avó doente e se depara com os perigos do temível Lobo Mau. Após ser enganada por ele, tanto no caminho, como na casa da avó, as duas vão parar na barriga do vilão, sendo porém resgatadas, graças a interferência de um bondoso e corajoso lenhador. A presença da vovó alegre e bem humorada costuma dar um toque de muito humor, tanto para crianças como para os adultos.

Proposta de Encenação:
A nossa montagem tem a proposta de fidelidade às origens da velha história, que é sempre nova porque cultua o imaginário da maioria das crianças do mundo inteiro. É a ciranda do contar histórias, que ainda permeia as gerações, por isso, transpor estas emoções para o teatro é um desafio prazeroso, pois além de entreter, é capaz de resgatar valores essenciais ao ser humano. Iraci Batista autora

Ficha técnica:
Adaptação e Direçao de Iraci Batista
Eenco: Du Kamargo, Rogério Costa, Priscila Galan e Vanessa Macedo.
duração: 50 minutos
recomendados para crianças a partir de 2 anos

Data:

06 e 13
Domingo 16:00 hs

Valor:
Plateia e Mezzanino:

R$ 30,00 inteira
R$ 15,00 meia

Teatro Colinas

Espetáculo Juca Chaves – Stand Up Finalmente em Pé…Quase

Release / Biografia

Com formação em música erudita, começou a compor ainda na infância. Iniciou sua carreira no fim da década de 1950, tocando modinhas e trovas num estilo suave.Nos anos 60 montou um circo nas proximidades da Lagoa Rodrigo de Freitas, do Corte de Cantagalo. Ali apresentou seu show Menestrel Maldito. Conforme o próprio Juca, o nome do circo era uma sigla: S de “snob”, D de “divino Dener”, R de “ralé”, U de “uanderful”, W de “water-closet”, S de “Sdruws mesmo”.

O humorista costumava contar a seguinte história sobre o Sdruws, perto do qual ficava uma favela. Juca convidara para o Circo políticos, empresários, também pessoal da alta-sociedade carioca e antes da primeira apresentação resolveu reunir os líderes da favela para lhes falar com franqueza, indo direto ao assunto: “Vim aqui para saber como vai ficar o negócio do roubo?” – Uma mulher baixinha, morena (líder da favela) foi logo respondendo com firmeza: “Olha aqui seu Juca, nós entendemos a sua preocupação e lhe agradecemos pela sinceridade, mas pode o senhor ficar tranqüilo, porque a nossa comunidade já se garantiu, e pediu proteção à Polícia!”.

Muitas de suas piadas ficaram famosas, marcaram época. Dentre elas temos:
“a hiena é um animal que come fezes dos outros animais, só tem relações sexuais uma vez por ano e ri… mas ri de quê?” “Escotismo: um bando de garotos vestidos de idiotas, comandados por um idiota vestido de garoto” (Juca teria pedido desculpas por essa frase).

Juca foi um crítico do Regime Militar, da grande imprensa e do próprio mercado fonográfico. Chegou a ser exilado em Portugal na década de 1970 mas, ao incomodar o governo de Salazar com suas sátiras que então ganhavam espaço nas rádios e televisão locais, transferiu-se para a Itália.

De volta ao Brasil, apresentou programas de televisão. Na década de 1980, lançou sua gravadora independente, a Sdruws Records. Um de seus bordões mais conhecidos é: “Vá ao meu show e ajude o Juquinha a comprar o seu caviar”, seguido de sua risada característica.

Dentre suas canções mais conhecidas estão “A Cúmplice”, “Menina”, “Que Saudade”, “Por Quem Sonha Ana Maria” e “Presidente Bossa Nova”. Em 2003 outro sucesso de Chaves nos anos 70 – a canção “Take me Back to Piauí” – foi editado na coletânea “Brazilian Beats Volume 4” da gravadora britânica Mr. Bongo, especializada em música popular brasileira. Juca Chaves tem duas filhas adotadas e reside na Bahia. Também é conhecido por ser um fanático torcedor do São Paulo Futebol Clube. Em 2010 comemora seus 50 anos de carreira com o “Jubileu de Ouro”, cujo espetáculo percorreu o Brasil inteiro.

Em 2011, surpreendentemente, sua música dos anos 60, Take Me Back To Piauí, teve enorme repercussão no Japão, numa versão remixada que atingiu em cheio a juventude,o que levou Juca Chaves a auto-parodiar-se com a versão intitulada Hei,hei, Ge,Ge, fim do mundo vem aí. No ano de 2012, ele segue com seu espetáculo Finalmente de Pé …. Quase, onde comemora 55 anos de carreira, 50, mais 10%, de uma trajetória contundente, vitoriosa, polêmica e sobretudo inteligente!

O gênero stand-up comedy já era praticado por Juca Chaves nos anos 60 e segue até hoje, atual e moderno, satirizando o cotidiano, com sutileza e encantando o público com suas modinhas de amor, o Menestrel do Brasil se mostra Finalmente em Pé…..Quase…….

Data:

11 e 12
Sexta-feira: 21:00 hs
Sábado: 21:00 hs

Valor:
 Valor antecipado:
R$ 50,00 e 25,00 até o dia 09 de maio
após: 70,00 e 35,00

Teatro Colinas

Completa 4 anos obras do Teatro Municipal na cidade

Há quatro anos paralisadas, as obras do novo Teatro Municipal de São José dos Campos continuam sem data para recomeçar, e o espaço, uma das principais promessas do prefeito Eduardo Cury (PSDB), não será entregue na atual administração.

Com os alicerces construídos de forma invertida, a obra foi parar na Justiça e hoje encontra-se suspensa para coleta de provas e apuração de possível prejuízo aos cofres municipais e, consequentemente, culpados. O novo teatro, que deve ficar em Santana, na zona norte da cidade, começou a ser erguido com a frente virada para a avenida Olivo Gomes, quando a mesma deveria ficar voltada para o Parque da Cidade.

O erro foi descoberto dois anos depois, já com as obras paralisadas. Na época, o PT acionou a Justiça pedindo a condenação do prefeito e o ressarcimentos aos cofres públicos dos valores gastos até aquele momento. Iniciados em agosto de 2007, os serviços foram paralisados em maio do ano seguinte por determinação de Cury, que alegou atrasos no cronograma da obra. A paralisação completará quatro anos no próximo sábado.

Até então, a empreiteira Teto Construções e Comércio, que trabalhava na fundação do prédio, recebera R$ 685,4 mil do governo. Ainda em 2009, Cury tentou retomar os serviços em nova licitação, mas nenhuma empresa foi habilitada.

Então, por R$ 22,9 milhões, o tucano repassou a obra à Urbam (Urbanizadora Municipal S/A). O Tribunal de Justiça, contudo, suspendeu o reinício até que as irregularidades fossem apuradas. Desde então, o governo tucano diz que só definirá o futuro do Teatro Municipal após a decisão da Justiça. Cury acusa o PT de politizar o assunto e afirma que o erro na execução do projeto não trará prejuízo ao erário.

A apuração da Justiça, conduzida pelo juiz da 2ª Vara da Fazenda Pública de São José, Luiz Guilherme Cursino de Moura Santos, está em fase de coleta de depoimentos. Cury eximiu-se de culpa no processo e apontou sete servidores municiais como responsáveis por eventuais falhas.

A Justiça tem encontrado dificuldades para acioná-los, já que alguns estão morando em outros Estados.
O processo, sem previsão de conclusão, ainda contará com perícias judiciais. Apesar do pedido de Cury, o juiz o manteve como réu na ação.

Enquanto a Justiça avalia o caso, e a administração municipal aguarda, o terreno que deveria abrigar um moderno espaço cultural, com capacidade para 1.000 espectadores e infraestrutura para receber grandes eventos, tornou-se um grande matagal. Ao lado da portaria do Parque da Cidade, o que deveria ser o teatro é um espaço com mato alto, ferros enferrujados expostos, muitos já retorcidos, alguns pedaços de concreto quebrados e só.

“É uma pena vermos o aniversário da paralisação das obras do teatro invertido, quando seria importante a cidade ter um Teatro Municipal”, afirmou a presidente da Companhia Cultural Bola de Meia, Jacqueline Baumgratz.

Atriz e produtora em São José, Andréia Barros também lamenta o impasse em torno do Teatro Municipal.
“Acho que sinto falta não ter o teatro não só enquanto atriz, mas enquanto espectadora. Um teatro desse porte iria permitir a vinda de peças grandes a São José, como óperas, musicais”, afirmou.

“Acredito também”, continuou Andréia, “que o novo teatro teria um valor simbólico, auxiliando na formação de público, no fomento da cultura”. Jaqueline avalia que o novo Teatro, aliado a uma política descentralizadora, com “polos de teatro na periferia”, fortaleceria a arte na cidade.

O Vale

Espetáculo Se Casamento Fosse Bom…

Release:

Discutir as relações conjugais é tema de filme, de novela e, há algum tempo, vem ganhando também o teatro. Isso por que, segundo avalia a atriz e diretora Rosi Campos, as pessoas querem se ver no palco, querem seus dramas e alegrias personificados no tablado de cortina vermelha.

E foi isso que a peça “Se casamento fosse bom…, sob a direção de Rosi fez: abordou as relações e seus desdobramentos. A comédia, de Fábio Brandi e Nilton Rodrigues, mostra que a procura pelo príncipe encantado é uma furada e que o amor romântico dos contos de fadas não prevê toalhas molhadas, atrasos e falta de dinheiro.

Rosi tem 32 anos de carreira – e 30 de casada. E usou muito dessa experiência, no palco e fora deles, para construir os personagens da peça. “Ao dirigir um espetáculo que fala sobre relações conjugais, por mais distanciamento que se tenha da própria relação, é impossível não buscar semelhanças com o seu modelo de casamento e com o modelo de histórias de casais próximos a você.”Foi com o olhar também voltado para as próprias experiências que mergulhamos nesse clima, contando, de maneira divertida e bem humorada, os prós e contras do casamento”, completou.

Três atores – Cléo Antunes , Nilton Rodrigues, Thiago Tambuque – interpretaram casais de todo tipo, tradicionais ou não, de papel passado ou não, por interesse (no corpo ou nos bens), entre mulheres e entre homens. E a grande pergunta que eles propuseram foi: será o casamento uma instituição falida ou apenas desorganizada? A conclusão, no palco, é simples. Não importa a fórmula, a experiência sempre vale, mesmo com todas as dificuldades.

Parece fácil na teoria, né? Difícil é quando a metade da laranja parece podre, a cara metade amassada e a tampa da panela não faz mais pressão. Seria a rotina do casamento a grande vilã da história? Vale a reflexão – e esse é o papel do espetáculo. Mostrar a realidade – e não a fantasia desenhada pela mídia tradicional. E garantir, claro, boas risadas ao sugerir maneiras de aceitar que o príncipe seja, às vezes, sapo. “Não há pretensão de ditar um modelo perfeito de casamento, mas divertir a todos e despertar o desejo de uma união feliz, mesmo que seja considerada utópica. Afinal, amor não precisa de casamento, mas casamento necessita de amor”, filosofa Rosi Campos.

FICHA TÉCNICA

Direção: Rosi Campos (A Aidê de Insensato Coração, Bruxa Morgana).
Texto: Fábio Brandi Torres e Nilton Rodrigues
Elenco: Nilton Rodrigues, Cléo Antunes, Thiago Tambuque,
Ricardo Gamba (stand bay) de Thiago Tambuque e Eduardo Moreno(stand bay) de Nilton Rodrigues
Assistentes de direção: Sérgio Milagre
Direção de Corpo: Rico Malta
Produção: Lúcia Theodoro
Realização: Território Brasil Produções Culturais

Data:

05 e 06
Sábado: 21:00 hs
Domingo: 19:30 hs

Valor:

Plateia e Mezzanino:

R$ 40,00 inteira
R$ 20,00 meia

Teatro Colinas

Espetáculo Rod Hanna On Broadway

Release: O Musical dos Musicais – Uma Super Produção

A maior banda Disco do Brasil, Rod Hanna está ensaiando seu novo musical para comemorar seus dezoito anos: ROD HANNA ON BROADWAY – O Musical dos Musicais.

Após lotar o Teatro Bradesco, Bourbon Country, Canecão, Via Funchal, HSBC Brasil, Chevrolet Hall (BH) com o Mamma Mia – O Musical, o ROD HANNA vai transformar a Times Square numa grande boate, com releituras de “Priscilla”, “Mamma Mia”, “Sister Act (Mudança de Hábito)”, “Saturday Night Fever”, “Fantasma da Ópera”, “Flash Dance”, “Cats”, entre outros. O show traz também homenagem à Nova York, casa da Discotheque com o lendário “Studio 54” e a ponte do Brooklin, que serviu de cenário para John Travolta e seus “Embalos de sábado a Noite”.

O espetáculo, que estréia dia 22 de maio no Teatro Bradesco (SP), terá participação especial do tenor Jorge Durian e da soprano Adriana Clis. Uma super produção Poladian Produções.

ROD HANNA

Rodrigo Laguna e Nora Hanna criaram o Rod Hanna em 1994, lançando o seu primeiro CD, produzido por Kiko Zambianchi, no mesmo ano em que o filme “Priscilla, a Rainha do Deserto” ganhava o Oscar e conquistava o mundo. São 18 anos de estrada, 6 Cds , 2 DVD´s e participações em compilações, como o CD “Glamurama Joyce Pascowitch”, lançado no São Paulo Fashion Week em janeiro de 2010, com a música “Space Cowboys”, do Jamiroquai e a música “Heaven Knows”, presente no Cd e programa Amaury Jr.

JORGE DURIAN

Tenor brasileiro com carreira internacional, Jorge Durian surpreendeu o mundo quando, na turnê brasileira de Luciano Pavarotti em 1991, cantou “Caruso” das arquibancadas do Estádio do Pacaembu (SP), encantando a platéia e a imprensa. Iniciou assim a sua carreira por todo Brasil e Europa. Em 2002, gravou tema de abertura da novela “Esperança”, da TV Globo. No mesmo ano, gravou seu primeiro CD, “Allá Luce Del Sole”, na Itália, onde volta com freqüência para gravações e recitais.

ADRIANA CLIS

Soprano carioca radicada em São Paulo, aos dez participou como solista da Ópera Artemis, de Nepomuceno, sob regência do maestro Isaac Karabchevsky. Adriana tem se apresentado como solista junto a orquestra brasileiras e européias. Sua atuação abrange ópera, música de concerto e de câmara.

Data:

04
Sexta-feira 20:30 hs

Valor:
Plateia e Mezzanino:

R$ 90,00 inteira
R$ 45,00 meia

Teatro Colinas

Espetáculo Infantil A Dama e o Vagabundo


Release:

A Dama e o Vagabundo

A história de uma cachorrinha com pedigree e de classe chamada Lili (Lady) e seus amigos Joca e Caco. Enquanto isso, Vagabundo é um cachorro de rua, sem raça que conta com a sua astúcia e os seus amigos para sobreviver.

A Lili se sente abandonada pelos donos quando eles têm um bebê, e acaba se envolvendo com Vagabundo. Os dois terão que lidar com uma injusta tia que chega na casa e acaba com o sossego da Cachorrinha. Quando a Tia Gioconda vai levá-la para colocar uma focinheira a cachorrinha foge e se perde na cidade e vai depender do Vagabundo para ajudá-la a voltar para os seus donos humanos.

Ficha Tecnica

  • Adaptação: Maria Fernanda Gurgel
  • Direção: Tiago Pessoa
  • Elenco: Alexandra Paixão, Delidia Duarte, Felipe Ludovico, Higor Fernandes, Laís Lenci, Marcela Arribet, Marcio Diniz, Mariana Merenda, Ruy Brissac.
  • Cenário e Adereços: Tony Filho
  • Figurinos: Tony Filho
  • Assessoria de Imprensa: Marcelo Cabral
  • Coreografias: Laís Lenci E Ruy Brissac
  • Duração: 50 minutos.
  • Classificação etária: Livre
  • Produção: Pessoa Produções

Data:

21,22,28 e 29
Sábado e Domingo: 16:00 hs

Valor:
Plateia e Mezzanino:

R$ 30,00 inteira
R$ 15,00 meia

Teatro Colinas

Espetáculo O Libertino na cidade

 

Ministério da Cultura e MAN

Apresentam
Cassio Scapin, Luciana Carnieli, Luiza Lemmertz, Erica Montanheiro,Tânia Casttello e Daniel Warren de Eric- Emmanuel Schmitt
Adaptação e Direção de Jô Soares

Dirigido por Jô Soares, Cassio Scapin é O Libertino, de Eric- Emmanuel Schmitt, um dos maiores nomes da dramaturgia contemporânea, que se inspirou no filósofo francês Diderot (1713 – 1784) para compor essa comédia que oferece, de maneira não acadêmica, divertida e envolvente introdução

A adaptação de Jô Soares mantém os diálogos elaborados com as mesmas ação e fluidez presentes na obra, apresentando questões relevantes como: conduta moral, ética, sexo, amor, relações de poder. O texto nos permite divagar divertidamente por essas questões. “Assim que li O Libertino, fui logo atraído pela riqueza dos personagens e pela inteligência e humor do texto”, diz Jô Soares.

Essa comédia preenche uma lacuna onde humor e informação, diversão e cultura
se encontram em uma obra que não se destina ao simples entretenimento. Retoma uma das funções da comédia, que é fazer pensar e discutir a condição do homem frente às questões morais e éticas da sociedade onde se encontra inserido!

Em O Libertino, Denis Diderot, um dos ícones do pensamento na França do século XVIII, se retira para descanso num castelo na área rural de Paris, onde de urgência é solicitado para que escreva o verbete: Moral, para “A Enciclopédia”, obra que já vem se dedicando há muito tempo. Além da divertida manipulação de conceitos e ideias, na peça vê-se outra característica importante da personalidade do filósofo: sua atração pelas mulheres.

Segundo Eric-Emmanuel Schmitt, O Libertino é a mais alegre de suas peças. “Um texto escrito numa primavera para celebrar a primavera”. Seu personagem principal, o filósofo Denis Diderot, que viveu de 1713 a 1784, é considerado, junto com Voltaire, um dos intelectuais precursores da Revolução Francesa. Muitos o julgam pioneiro da filosofia anarquista, devido ao seu pensamento de desprezo sobre a nobreza e o clero.

Cassio Scapin resolveu produzir O Libertino assim que assistiu uma leitura dramática no ano de 2008 em Paris. “Assim que me deparei com o texto, fiquei fascinado com a inteligência e o humor ali presentes e percebi que seria um personagem ótimo para um ator na minha idade, e um assunto interessante de discutir, além de uma excelente comédia que  alia inteligência, informação e  elegância”, conclui o ator.
“O Libertino seduz corações e mentes com o poder da palavra” – Folha de São Paulo

“A direção de Jô Soares é discreta e busca valorizar o suculento faseado de Schimitt, para isso conta com o talento e a presença ao mesmo tempo histriônica e virtuosa de Cassio Scapin no papel de Diderot” – Folha de São Paulo

“Nos Limites da Moral – Afiado no histrionismo, Cassio Scapin interpreta o pensador – a vontade no timing cômico. O elenco demonstra unidade , mas a surpresa fica por conta de Erica Montanheiro, que junto de Scapin leva a diversão do discurso para a prática garantindo a satisfação do espectador!” – Veja São Paulo

“O Libertino nos leva não só a criticar nossos costumes, mas a examinar os frágeis fundamentos de nossas normas morais. O Libertino nos faz rir e pensar.”
Contardo Calligaris – Folha de São Paulo

Ficha Técnica:

Autor – Eric Emmanuel Schmitt
Tradução – Aline Meyer
Adaptação e direção geral – Jô Soares
Elenco: Cassio Scapin, Luciana Carnieli, Luiza Lemmertz, Tânia Casttello, Erica Montanheiro e Daniel Warren
Iluminação – Maneco Quinderé
Figurinos – Fabio Namatame
Cenários – Chris Aizner
Música Original : Eduardo Queiroz
Direção de Produção – Fernanda Signorini
Fotos: Jairo Goldflus
Programação Visual: Denise Bacelar
Realização Cassio Scapin e Fernanda Signorini

Projeto realizado com Apoio do Governo de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura – Programa de Ação Cultural de 2011
Data:

27, 28 e 29
Sexta-feira e sábado: 21:00 hs
Domingo:19:00 hs

Valor:
Plateia e Mezzanino: R$ 60,00 inteira
R$ 30,00 meia

Ingressos antecipados: 50,00 a inteira
25,00 a meia

Teatro Colinas