Vincent, por um toque de amarelo

Sesc apresente peça com a Cia da Casa Amarela, no domingo (29).
“Vincent, por um toque de amarelo” é a história de Anne, uma menina que vive em seu mundo de cores escuras até o dia de seu aniversário, quando briga com seus pais e foge de casa. Com a ameaça de uma forte chuva, Anne se esconde numa casinha amarela, cheia de quadros e tintas.É a casa de um pintor Vincent Van Gogh. Os dois se conhecem e nasce entre eles uma forte amizade.

Auditório. 126 lugares.

29/06 DOM
15H

O Duende Rumpelstiltskin

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A criançada não pode perder o espetáculo que vai entrar em cartaz nesse domingo no Cine Santana.

A peça “O Duende Rumpelstiltskin” conta a história de uma camponesa que, para fugir da torre em que foi presa pelo pai, faz um trato com um duende pra poder sair da torre e virar rainha. Mas pra conseguir isso, ela tem que abrir mão do seu primeiro filho.

O espetáculo entra em cartaz neste domingo (29), às 17h, no Cine Santana (Avenida Rui Barbosa 2005 – Santana).

Os ingressos poderão ser adquiridos antes da peça na bilheteria por R$20.

Diálogos Teatrais discute teatro improvisado e peças de Shakespeare

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“O Teatro Elizabetano” e a “Comédia Dell’Arte”, fases importantes da história do teatro, serão discutidas nesta sexta-feira (27), às 20h30, no Centro de Estudos Teatrais – CET (Avenida Olivo Gomes, 100 – Santana). A participação será gratuita.

Com a mediação do ator, diretor e arte-educador Roberval Rodolfo, os aspectos da história do teatro serão abordados por meio de vídeos, pesquisas e outros recursos didáticos. O objetivo dos encontros é traçar os caminhos das artes cênicas, mostrando seus conceitos e perspectivas.

O Teatro Elizabetano se caracteriza por obras dramáticas escritas e interpretadas no período do reinado de Isabel I, da Inglaterra, no século XVI. Entre elas, estão as peças do escritor William Shakespeare, como Romeu e Julieta, Macbeth e Otelo.

Uma das formas clássicas de teatro de rua foi a Comédia Dell’ Arte, que teve início no século XV, na Itália. Essa fase se caracteriza pela utilização de apenas um roteiro e personagens fixos, como o Arlequim e a Colombina.

O tema também será aprofundado no Núcleo de Estudos do CET, que ocorre todos os domingos, às 15h.

Fundação Cultural Cassiano Ricardo abre inscrições para o Festivale

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As inscrições para a 29ª edição do Festivale (Festival Nacional de Teatro do Vale do Paraíba) estão abertas. Os grupos interessados devem se inscrever até o dia 28 de julho na Fundação Cultural Cassiano Ricardo (Avenida Olivo Gomes 100 – Santana) ou pelos Correios, por meio de Sedex com aviso de recebimento, para Caixa Postal 152/ CEP 12249-970.

O Festivale será realizado de 4 a 14 de setembro. Qualquer grupo de teatro amador ou profissional poderá se inscrever com espetáculos para teatro convencional, ruas e praças. O edital completo está disponível no site da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (www.fccr.org.br).

No material enviado ou entregue à FCCR deverá conter a ficha de inscrição preenchida e impressa, uma cópia do texto que será encenado, materiais ilustrativos do grupo e fotos, DVD do espetáculo, mapa de luz, palco e som.

Serão selecionados até 30 espetáculos, sendo 10 de São José dos Campos, cinco da Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte, dez da Grande São Paulo e interior do Estado e cinco de outros estados brasileiros.

O resultado da seleção será divulgado no dia 6 de agosto de 2014 também no site da Fundação Cultural.

O Festivale é um evento anual realizado pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo e tem como objetivo valorizar as artes cênicas e a identidade artística, além de promover a integração dos grupos teatrais de todo o país.

 

No Teatro Colinas, “Domésticas” transforma em protagonistas personagens quase invisíveis no dia a dia

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Chega ao Teatro Colinas no próximo final de semana, dias 27, 28 e 29, o espetáculo sucesso de público e crítica “Domésticas”, de Renata Melo e José Rubens Siqueira e direção de Bianca Byington.

O valor do ingresso é popular, apenas R$ 20 a inteira e R$ 10 a meia-entrada, por ser patrocinada pela Petrobras. Empregadas domésticas que comprovarem a profissão por meio de carteira de trabalho assinada entram de graça.

A peça, montada em São Paulo em 1998, fala dos medos, das paixões, dos sonhos, das frustrações e das peripécias de algumas empregadas domésticas, a partir de depoimentos coletados por todo Brasil. Com um humor delicado, elas compartilham essas histórias, com um dinamismo particular de quem conta “causos”.

Domésticas”, que tem rodado o Brasil para apresentações, também já foi levado para o cinema, em 2001, com adaptação e direção de Fernando Meirelles, obtendo uma grande repercussão de crítica e público.

O espetáculo trata de um universo muito familiar a nós brasileiros. Coloca uma lente de aumento e transforma em protagonistas essas personagens invisíveis. O texto cumpre uma função social de denunciar as condições de vida dessas mulheres, que, como grande parte de nossa população, nunca teve acesso às ferramentas básicas de construção de cidadania. ‘Domésticas’ é um retrato de uma realidade da qual deveríamos nos envergonhar, porém tratado com humor, poesia e delicadeza”, afirma Renata Melo.

No meio da nossa sociedade existe um Brasil notado por poucos e ignorado pela maioria. Um grupo formado por pessoas que apesar de conviver dentro de sua casa e, muitas vezes, fazer parte de seu dia a dia, é como se não estivesse lá. Preparam suas refeições, cuidam de seus pertences pessoais, arrumam e limpam seus cômodos, tomam conta de seus filhos, mas muitas vezes acabam passando despercebidas por nós.

O espetáculo inverte tudo isso, e são elas as estrelas desse projeto teatral. A “gata borralheira” agora vira “Rainha” e o “sapo” vira “príncipe”. É assumindo esse jogo de inversões e rompendo a linha tênue que separa o real do fictício que a ação acontece. Na mão não só a “baixela de inox”, mas o cardápio completo de um humor sutil, irreverência, e emocionante, através do que é dito. Um documentário cênico para potencializar a voz de quem muito fica em silêncio.

 

O espetáculo – Patrocinada pela Petrobras, a comédia escrita por Renata Melo e José Rubens Siqueira retrata episódios e trajetórias da vida das empregadas domésticas. As atrizes Anna Sant´Ana, Daniela Fontan e Vilma Melo, juntamente aos atores Alexandre Lino e Hossen Minussi, dão vida a diversos depoimentos reais.

Foram utilizados como material de pesquisa diversos documentários, dentre eles “Jogo de Cena”, de Eduardo Coutinho – incluindo um bate-papo com o próprio – como fonte de inspiração para criação do espetáculo.

Em “Domésticas”, todos os atores assumem papel de “entrevistados” e ganham o personagem principal, falam de desejos e dissabores, sonhos e esperanças, ganham destaque pelo lado cômico em situações cotidianas e engraçadas, mas com histórias de vida, luta e superação.

Tudo isso orquestrado por Bianca Byington, que ano passado estreou como diretora nos espetáculos de Agnès Jaoui e Jean-Pierre Bacri, “Cozinha e Dependências” e “Um dia como os outros”, e com incursões sonoras montada pelo premiado diretor musical Alexandre Elias, que ajudará a contar suas incríveis histórias de vida numa espécie de documentário cênico teatral. O foco é a humanidade desses personagens, em que sexo, raça, crença e condição social não precisam de nome nem título, apenas de voz.

 

Ficha técnica 

Direção: Bianca Byington

Texto: Renata Melo e José Rubens Siqueira

Elenco: Anna Sant´Ana, Alexandre Lino, Daniela Fontan, Hossen Minussi e Vilma Melo

Assistente de Direção: Flavio Pardal

Direção Musical: Alexandre Elias

Iluminação: Maneco Quinderé

Cenário: Espetacular Produções e Artes – Ney Madeira/Dani Vidal/ Pati Faedo

Figurino: Kika Lopes

Preparação corporal: Giselda Fernandes

Preparação Vocal: Marcelo Nogueira

Direção de Produção: Alexandre Lino e Ana Paula Sant’Anna

Produção Executiva e Administração: Mariana Martins

Design Gráfico: Guilherme Lopes Moura

Coordenação e Idealização do Projeto: Alexandre Lino e Marcelo Nogueira

Realização: CINE TEATRO PRODUÇÕES

 

Serviço

“Domésticas”

Quando: Dias 27 (sexta) e 28 (sábado) de junho, às 21h | 29 (domingo) de junho, às 19h

Onde: Teatro Colinas (dentro do Colinas Shopping – av. São João, 2.200, Jardim das Colinas, São José dos Campos)

Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)

Classificação etária: 12 Anos

Mais informações: (12) 3204-5235www.facebook.com/teatrocolinas ou pelo LivePass (www.livepass.com.br)

 

No Teatro Colinas, André Bankoff diz: “Não Existe Mulher Difícil”

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Devido ao grande sucesso de abril, volta aos palcos do Teatro Colinas o espetáculo “Não Existe Mulher Difícil”, com André Bankoff.

A peça será apresentada nos dias 20, 21 e 22 de junho.

Inspirada no livro homônimo de André Aguiar Marques, com o texto adaptado por Lúcio Mauro Filho (o Tuco de “A Grande Família”), o espetáculo já passou por mais de 20 cidades no Brasil e foi assistida por mais de 100 mil espectadores na antiga montagem.

Em “Não Existe Mulher Difícil”, são colocadas, de forma bem-humorada, questões como: Existe ou não mulher difícil? Quais são as estratégias para conquistar este ser tão complexo?

A peça é um monólogo dinâmico e moderno que retrata de forma divertida o que um homem faz depois de uma separação. Após ser deixado pela mulher, o personagem volta ao universo dos solteiros e se vê em uma nova realidade: as mulheres estão mais independentes e a cada dia mais exigentes. Como lidar com essas e outras questões em seus novos relacionamentos? Como as mulheres pensam e o que elas querem?

Imperdível para homens e mulheres, casados ou solteiros.

André Aguiar Marques conta que seu livro é uma grande brincadeira com o público feminino e masculino. “Existe mulher difícil, só que elas estão em extinção. As mulheres estão muito exigentes, e os homens não entendem o que está acontecendo. O nome do livro brinca com um dito popular antigo, que tem muitas variações: ‘não existe mulher difícil, existe homem que bebeu pouco’, entre outras. O legal é que a história serve para homens e mulheres, é útil para elas não caírem nos golpinhos dos homens, e para eles se atualizarem e cantarem melhor as mulheres”, explica o autor.

Lucio Mauro Filho fala com humor sobre o projeto. “Não existe mulher difícil. Existe diretor difícil, ator difícil, produção difícil e um adaptador quase impossível! (risos) André Aguiar Marques nos introduziu no mundo masculino da cafajestagem, e decidimos passar para a frente este legado. Lendo o livro e vendo a peça, o público percebe que, na verdade, o cafajeste é um homem de bem”, ressalta o ator/adaptador.

Mais informações: www.naoexistemulherdificil.com.br

 

Ficha técnica 

Texto: André Aguiar Marques

Adaptação: Lucio Mauro Filho

Elenco: André Bankoff

Direção: Roberto Lage

Direção de produção: Rosangela Ribeiro

Direção de arte: Maria Borba

Direção musical: Marcio Tinoco

Administrativo e direção executiva: Denise Escudero

Direção de palco: Junior Brasil

Trilha Sonora: Dany Rolland

Iluminação: Paulo Denizot

Produção: New Marketing Comunicação

 

 

Serviço

“Não Existe Mulher Difícil”

Quando: Dias 20 (sexta) e 21 (sábado) de junho às 21h | 22 (domingo) de junho às 19h

Onde: Teatro Colinas (dentro do Colinas Shopping – av. São João, 2.200, Jardim das Colinas, São José dos Campos)

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)

Classificação etária: 12 Anos

Mais informações: (12) 3204-5235, www.facebook.com/teatrocolinas ou pelo LivePass (www.livepass.com.br)

 

Teatro Colinas traz musical “Enquanto Seu Lobo Não Vem”

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No próximo final de semana, o Teatro Colinas traz um espetáculo diferente, inovador e que irá encantar as crianças e toda a família: o musical “Enquanto Seu Lobo Não Vem”.

A partir da projeção de cenários digitais, criados pelo ilustrador Osiris Junior, o espetáculo encanta pelos detalhes baseados na estética retrofuturista – o steampunk -, que podem ser vistos nos incríveis figurinos de Pedro Bosnich.

O texto de Daniela Beneti mostra anos depois das histórias de “Chapeuzinho Vermelho”, “Os Três Porquinhos”, “O Pastor e o Lobo” e “Pedro e o Lobo”, a agora bem-sucedida Vovó (Paulinha Montanaro), como dona de uma fábrica de doces onde trabalham os porquinhos Prático (Felipe Ventura) e Heitor (Luiz Rodrigues), além de Pedro (Pedro Bosnich).

Para eles e para a conectada Chapeuzinho (Olivia Branco), a ameaça do Lobo Mau ficou no passado. Mas o que acontece quando a filha do vilão, Lupércia (Yasmim Manaia) volta para se vingar, fazendo do computador e da popularidade de Chapeuzinho, as suas armas?

Com músicas compostas por Charles Dalla e letras de Walter Júnior, “Enquanto Seu Lobo Não Vem” combina ação, comédia e suspense para divertir e ainda discutir um tema atual: o uso da internet pelas crianças. Tudo sob a competente direção de Suzan Damasceno e a supervisão artística de Rosi Campos, que dão ritmo para a história.

Uma mistura original e envolvente, que transporta o público para o imaginário infantil com um toque de modernidade.

Mais informações: www.seulobo.com.br

 

 

Ficha técnica 

Texto: Daniela Beneti

Direção: Suzan Damasceno

Elenco: Paulinha Montanaro, Felipe Ventura, Luiz Rodrigues, Pedro Bosnich, Olivia Branco, Yasmim Manaia.
Produção Executiva: Juliana Brandão
Direção de Produção: Pedro Bosnich
Produção: Ale Pessôa
Assistente de Produção: Anna Paula Alonso
Figurino: Pedro Bosnich
Coreografia: Johnny Camolese
Luz: Nildo Bitencourt
Cenário: Fernando Sapuppo, Fábio Matheiski e Pedro Lopes Adereços: Adilson Vieira
Trilha Sonora: composições de Charles Dalla; letras de Walter Jr.

Realização: 4 US Produções
Diretor de Arte e Ilustrador: Osiris Júnior
Assistente de Arte: Ale Pessôa
Costureira: Inês Crepaldi e Jô Felix
Visagismo: Chloé Gaya
Operador de video: Alex Carvalho e Marcus Lago
Operador de som: Kleber Marques e Vitor Rosa
Operador de Luz: Renata Rainbow
Contra regra: Gerald Assunção
Locução: Rosi Campos e Jair Rodrigues

 

Serviço

“Enquanto Seu Lobo Não Vem”

Quando: Dias 21 (sábado) e 22 (domingo) de junho às 16h

Onde: Teatro Colinas (dentro do Colinas Shopping – av. São João, 2.200, Jardim das Colinas, São José dos Campos)

Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)

Classificação etária: Livre

Mais informações: (12) 3204-5235, www.facebook.com/teatrocolinas ou pelo LivePass (www.livepass.com.br)

 

Trupe Olho da Rua mostra sua arte em atividades na Praça Afonso Pena

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Os amantes do teatro de rua terão a oportunidade de aprender mais sobre esta arte na oficina que a Trupe Olho da Rua fará neste sábado (14), a partir das 10h, na Praça Afonso Pena, no Centro.

 

As inscrições para os interessados em participar estão abertas e devem ser feitas até esta sexta-feira (13), das 8h às 17h, na sede da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (Avenida Olivo Gomes 100 – Santana).

 

Para a oficina, os integrantes da Trupe vão abordar aspectos da peça “Arrumadinho” e os participantes deverão levar um terno e uma gravata.

 

Às 12h, a Trupe Olho da Rua vai apresentar a peça “Arrumadinho”, que conta a história de seis gerentes de vendas e suas respectivas visões de mundo e de mercado. Por meio de um jogo intenso com o público, provocam, criticam e questionam o homem moderno e sua relação patética com o trabalho. O espetáculo é uma revista épica – urbana, uma brincadeira de pular corda ou uma ode as indústrias farmacêuticas.

 

Além da oficina e da peça, a Trupe Olho da Rua montará uma exposição com 46 banners, contando por meio de retratos a trajetória do grupo de teatro. A mostra ficará na Praça Afonso Pena até 13h.

 

A Trupe Olho da Rua foi fundada em 2002, em Santos (SP). Buscando o público diretamente nas ruas, o grupo se influenciou na figura do palhaço para fazer espetáculos com instrumentos melódicos e de percussão. Entre os espetáculos do grupo estão “Pra lá de Bagdá”, “Brincadeiras de Arruar” e “Bufonarias”.

 

Todas as atividades são gratuitas. O projeto é uma parceria com a Fundação Cultural Cassiano Ricardo e tem o apoio do Governo do Estado de São Paulo por meio do Programa de Ação Cultural (ProAc).