Vagas temporárias no inverno

As férias de julho e a alta temporada de inverno podem ser uma época oportuna para quem busca uma vaga de emprego temporário. As oportunidades são variadas, mas o setor de lazer é o que mais vai contratar pessoas no próximo mês.

Pesquisa realizada pela Asserttem (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário) mostra que 16.200 vagas devem ser abertas, no mês de julho em todo país. O número representa 8% a mais do que no período de 2010.

Entre as categorias que mais deverão empregar estão: clubes, hotéis, pousadas, bares e restaurantes.

Na região, Campos do Jordão e Taubaté somam 750 vagas de emprego para o período. Dessas, 350 são para Campos, sendo 60% para trabalho temporário (210 vagas). A prefeitura informou que o número representa um aumento de 20% na contratação, em relação a 2010.

Em Taubaté, a Acit (Associação Comercial e Industrial de Taubaté) prevê a abertura de 400 vagas. Já em São José, a ACI estima que ao menos 15% dos 30 comerciantes ouvidos em pesquisa contratem temporários.

Contratação. De acordo com o diretor regional do Sindeprestem (Sindicato das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário do Estado de São Paulo) no Vale do Paraíba, Sergio Gallati, a expectativa é de que 10% da mão-de-obra temporária seja contratada durante julho em toda região.

Segundo ele, quem está em busca de uma oportunidade, deve procurar principalmente as cidades que possuem algum potencial turístico.

Shopping. Em São José e Taubaté, o comércio e setores voltados ao lazer já estão contratando. A ACI (Associação Comercial e Industrial) de São José informou que as vagas estão abertas e o candidato pode se inscrever no site da associação. O mesmo vale para a Acit, de Taubaté, que prevê a abertura de cerca de 400 vagas na cidade.

O Vale

Cuidados com a pele

A tendência no inverno é a pele ser mais atingida por variações térmicas.
É comum nossa pele apresentar áreas ressecadas que chegam a apresentar rachaduras e, em alguns casos, até sangramento.
Quem tem rugas tende a sofrer um pouco mais nessa época do ano porque elas aparecem mais, devido ao ressecamento natural da pele no período de frio.
Portanto, a maior preocupação que se deve ter com a pele durante o inverno é em hidratar a epiderme, a camada mais superficial da pele.

A hidratação da pele se dá por via interna e externa. A interna acontece quando o suor, constituído por água e sais minerais, atravessa as várias camadas da pele, chegando à epiderme. A externa se dá quando introduzimos água, por meio de produtos farmacêuticos e cosméticos, nas camadas mais externas da pele.
Para que o hidratante cumpra seu papel, a pele tem que estar limpa, portanto, a atenção neste quesito deve ser redobrada.
É preciso prestar atenção para que a limpeza exagerada não tire o manto hidro-lipídico, a camada de gordura da pele.
O mecanismo de hidratação natural da pele é garantido pela capa mais externa dela, que impede a perda de líquido. Quando o corpo é exposto à água quente e aos sabonetes alcalinos, essa capa de proteção natural, chamada de lipoproteica, é removida, fazendo com que a pele perca água para o meio e desidrate. O uso da bucha é permitido para o corpo, pois ajuda a eliminar células mortas. Mas a hidratação após a esfoliação deve ser mais cuidadosa.


Durante o banho, atenção à temperatura. A água deve ser morna, quase fria. O banho não deve ser muito demorado. Aquele enrugamento normal que acontece na pele quando ficamos muito tempo na água indica que sua pele está desidratada. Por isso, nada de transformar seu banho em uma sauna quente, com todo aquele vapor e que demora horas.
O rosto é a região do corpo que mais sofre com os efeitos do frio. Por isso, não caia na tentação da água quente para lavar. Para o rosto, use sempre água fria. O uso de buchas ou esponjas também não é indicado para essa área tão sensível. O ideal é usar uma loção ou gel de limpeza, com ação mais profunda.

Pouca gente sabe que mais de 80% da radiação ultravioleta que atinge a nossa pele durante a vida corresponde a essa exposição do dia-a-dia.
“É muito maior do que quando vamos à praia”, afirma Sergio Talarico, professor do departamento de dermatologia da Unifesp e coordenador do grupo de dermatologia cosmiátrica.
Por isso, engana-se quem pensa que a ausência do sol está diretamente ligada ao fim dos cuidados com proteção. Mesmo no inverno, o fotoprotetor deve ser usado todos os dias.
Por fim, não se esqueça que hidratar por dentro também é fundamental. Beber dois litros de água é uma regra a ser praticada diariamente, faça frio ou calor.

Fontes: Folha Online / Cyberdiet

Doenças de Inverno

A maioria das pessoas já está sofrendo com o clima frio que chegou de uma vez. Agora, os casacos, jaquetas, cobertores e edredons estão saindo do armário e também ocupando as vitrines das lojas.
Também são moda na temporada o nariz que coça e escorre, a tosse, os espirros, as dores de cabeça, os arranhões na garganta e as idas e vindas nos consultórios médicos. Entre junho e setembro, os problemas respiratórios proliferam e postos de saúde e hospitais ficam cheios.

Segundo Francini Pádua, diretora da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia, 30% das pessoas sofrem de rinite alérgica nesse período, no qual sinusite, laringite e faringite também dão as caras.
Cravar um único responsável por esse roteiro de sintomas incômodos nem sempre é fácil. O calor humano, em vez de esquentar, transmite doenças. O ar mais seco cria condições favoráveis para a entrada de vírus e bactérias nas vias aéreas.
 “A mucosa do sistema respiratório possui cílios que removem, juntamente com o muco, as partículas indesejáveis que inalamos. Eles funcionam como filtros”, explica a otorrinolaringologista Renata Lopes, do Hospital das Clínicas.

A prevenção dessas doenças requer cuidados simples e diários e simples: higienizar o nariz com soro fisiológico três vezes ao dia, estar sempre agasalhado, trocar cobertores por edredons, espalhar vasilhas com água pelos ambientes ou adquirir um aparelho umidificador, lavar roupas guardadas antes de vestir, manter uma alimentação balanceada e beber muita água.

Principais doenças do inverno

Rinite

Essa inflamação abre portas para que os demais problemas respiratórios se manifestem.
A rinite se caracteriza por um processo inflamatório da mucosa do nariz desencadeado por alergia a cheiros fortes, ácaros, poeira, poluição, pelos, mofo, pólen, mudanças de temperatura e umidade.
A evolução do problema força sua vítima a respirar pela boca, o que favorece a entrada dos vírus e das bactérias que causam laringite e faringite.
A rinite parece um resfriado comum, a diferença é que a secreção causada por ela é amarela, em vez de branca.

Sinusite

Inflamação dos seios da face que geralmente aparece depois de um resfriado ou de uma rinite. A secreção causada por um desses problemas fica no nariz, o que possibilita a proliferação de bactérias que levam à inflamação. Daí vêm a sensação de cabeça pesada, as dores no rosto, o nariz entupido.

O tratamento combina lavagem nasal com soro fisiológico, que elimina o excesso de secreção e antibióticos,que combatem as bactérias. Sinusites na forma aguda persistem por até três meses. As crônicas podem durar ainda mais.

Faringite

Inflamação da parte de trás da garganta que causa dor ao engolir e falar. Produz secreção amarelada e dá febre baixa. Além de analgésicos, gargarejos com antissépticos bucais ou com uma mistura de água morna e sal ajudam a combater o problema.

O calor age como anti-inflamatório, diminuindo a dor na região. Chás e leite quente são bons aliados nessa luta.

Laringite

Inflamação da mucosa que recobre a laringe, na qual ficam as cordas vocais. Rouquidão, dor e tosse seca são os sinais de que o local foi infectado.

A solução é evitar falar e beber muita água. Geralmente o próprio organismo, por meio dos anticorpos, consegue combater os vírus. Se os sintomas persistirem por mais de cinco dias, pode ser preciso usar medicamentos.