Folclore é tema de oficina de origami na biblioteca

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O folclore é o tema de uma oficina de origami que será realizada pela Biblioteca Pública Cassiano Ricardo (Rua 15 de Novembro 99 – Centro) que será ministrado nesta sexta-feira (8) em dois horários: das 8h30 às 11h30 e das 13h30 às 16h30. A atividade é gratuita, mas os interessados devem se inscrever pelo telefone (12) 3921-6330. Estão sendo oferecidas 15 vagas por período.

 

Durante três horas, os inscritos aprenderão a fazer dobraduras de figuras relacionadas ao folclore, como o saci, cata-ventos, barquinhos de papel, entre outros. Todo material é fornecido pela biblioteca.

 

O origami é uma técnica japonesa, praticada desde o século XVII, de criar seres e objetos a partir de dobraduras, sem que se corte ou cole o papel.

 

Neste mês ainda está programada mais uma oficina com o tema “Tsuru” no dia 22 e um Encontro de Origamistas no dia 23.

 

Além desses encontros, a Biblioteca Cassiano Ricardo promove visitas monitoradas todas as terças e quintas-feiras às 9h e às 14h.

Grupos populares recebem prêmio em Festa de São Benedito

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Com uma festa em homenagem a São Benedito, a Fundação Cassiano Ricardo vai realizar neste sábado 10, a partir das 9h, a entrega do I Prêmio Culturas Populares na Igreja São Benedito (Largo São Benedito, s/n – Centro). A participação é aberta ao público e gratuita.

Por meio de um edital lançado em novembro de 2013, o I Prêmio de Culturas Populares selecionou 10 grupos de São José dos Campos responsáveis pela manutenção e pelo fortalecimento das tradições culturais de São José dos Campos.

Entre os premiados estão a Banda de Santana, que foi fundada por João Pistão em 1949, é formada 21 músicos de sopro e percussão, que aprenderam a tocar seus instrumentos de forma espontânea. O Grupo de Moçambique da Vila Esperança também foi prestigiado, pelos seus 70 anos de existência e manutenção do culto a São Benedito, assim como o Grupo de Jongo Mistura da Raça, que toca, dança e conta histórias juntos, mantendo viva a essência de seus descendentes.

Além desses grupos, foram premiados o Grupo São Gonçalo, a Família Barbosa, o Grupo Folia de Reis Três Reis Estrela do Oriente, a Companhia Irmandade de Santos Reis, a Folia de Reis do Mestre Zé Mira, Cia. De Moçambique da Vila Tesouro e de Eugênio de Melo.

Esse prêmio está sendo oferecido pela Prefeitura de São José dos Campos, por meio da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), que teve como missão identificar a originalidade de cada grupo e seus legados, selecionar, premiar e  ainda documentar as suas existências.

Cada grupo vai receber R$ 10 mil para continuar a manifestar riqueza cultural através de apresentações espontâneas, além de placa e diploma.

A distribuição do prêmio vai ser em uma festa para São Benedito, porque o santo é um dos mais populares do Brasil, prestigiado pelos escravos por ser negro. A celebração ao santo é realizada entre os meses de abril e maio em várias cidades do Vale do Paraíba.

Noite de Jongo – as homenagens prossenguem com a Noite dos Tambores, às 19h, no Centro Cultural Clemente Gomes (Av. Olivo Gomes, 100 – Pq. Da Cidade). No evento haverá rodas de jongo com a participação de representante do IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e dos grupos Mistura da Raça, “Sementes da África” de Barra do Piraí/RJ; e Congada Filhos de N’Zambi, do mestre Lourenço.

Programação:

7h às 8h – Distribuição de café com leite e biscoito de polvilho à comunidade presente

7h30 – Chegada dos Cavaleiros à igreja São Benedito para o levantamento do mastro em homenagem a São Benedito. A instalação do mastro se dará pelos próprios cavaleiros e a família Barbosa “Muladeiros e Seleiros”

8h – Cortejo de entrada da Irmandade de São Benedito e celebração da missa de abertura do evento

9h – Cortejo seguindo a Banda de Santana até a tenda ao lado da igreja para a Entrega do Prêmio “Culturas Populares” aos grupos selecionados na edição de 2013.

Apresentações dos grupos folclóricos:

9h30 – Moçambique de Eugênio de Melo
9h50 – Grupo de São Gonçalo
10h10 – Grupo Folia Três Reis Estrela do Oriente
10h30 – Cia Irmandade de Santos Reis
10h50 – Folia de Reis Mestre Zé Mira
11h10 – Moçambique da Vila Esperança
11h30 – Moçambique do Mestre Antônio – Vila Tesouro
11h50 – Grupo de Jongo Mistura da Raça com lançamento do CD “Jongo do Sudeste”
12h10 – Encerramento com a Participação Especial Jongo “Sementes da África” de Barra do Piraí/RJ
19h – Noite dos Tambores – Roda de Jongo no Centro Cultural Clemente Gomes da Fundação Cultural Cassiano Ricardo com participação de representante do IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e dos grupos:

– Mistura da Raça de São José dos Campos/SP;

– Grupo de Jongo “Sementes da África” de Barra do Piraí/RJ;

– Presença dos Mestres do Recife/PE: Zé Maria, Zé Negão e Maria com suas memórias ancestrais e do meio rural.

– Congada Filhos de N’Zambi – Mestre Seo Lourenço

Museu do Folclore recebe quase 23 mil visitas em 2013

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O Museu do Folclore, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), é uma ótima opção de passeio durante as férias. Em 2013, o local recebeu 22.911 visitas, sendo 12.944 de público espontâneo (entre adultos e crianças), 9.219 de estudantes e 748 de público específico (diversas entidades). Em agosto, mês em que se comemora o folclore, o público escolar chegou a 5.500 alunos de educação infantil e do ensino fundamental, de escolas públicas e privadas.

As visitas à exposição de longa duração do Museu do Folclore são gratuitas e podem ser feitas de forma espontânea (individual ou em grupos de no máximo 15 pessoas) ou orientada (grupos pré-agendados). O museu funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 17h. O agendamento de visitas pode ser feito pelo telefone 3924-7318.

Além da exposição, o visitante pode conhecer a Biblioteca Maria Amália Correa Giffon, especializada em publicações sobre folclore, e a Vendinha do Museu, que expõe e comercializa produtos de diferentes ‘fazedores’ da cultura popular, participantes do Projeto Museu Vivo.

O Museu do Folclore está localizado no Parque da Cidade (Avenida Olivo Gomes, 100), em Santana, e é administrado pelo Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), organização social sem fins lucrativos criada em 1999, com quem a FCCR mantém convênio.

Galeria Helena Calil terá exposição sobre Folia de Reis

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O publicitário e fotógrafo Rique Fróes abre as exposições de 2014 na Galeria de Artes Helena Calil (Lgo. São Benedito, s/n – Centro) com “Bastiões: soldados da fé”, a partir da próxima sexta-feira (10), às 19h.  Os trabalhos ficarão expostos até o dia 1º de fevereiro e podem ser vistos de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h50 e aos sábados, das 9h às 12h50. A entrada é franca.

 A abertura será durante a entrega do Prêmio Mestre Cultura Viva, que vai homenagear a atuação de 10 mestres da cultura oral em São José dos Campos.Estarão expostos 10 painéis de 1,20m por 0,8m, que mostram quem são os bastiões ou palhaços das Folias de Reis. Eles são figuras indispensáveis nesse festejo de origem portuguesa ligado às comemorações do culto católico do Natal, trazido para o Brasil ainda nos primórdios da formação da identidade cultural brasileira, e que ainda hoje mantém-se vivo nas manifestações folclóricas de muitas regiões do país.

A Folia de Reis apresenta um caráter profano-religioso, fazendo parte do ciclo natalino. quando se realizam as comemorações do nascimento de Jesus com várias festividades, ou festejos populares como: Congados, Folia de Reis, Império do Divino, Reinado do Rosário e Pastorinhas.

Nesse ensaio fotográfico realizado durante um encontro de Folias no Parque da Cidade, o fotógrafo Rique Fróes fez um inventário imagético de vestimentas, máscaras e personagens dessa festa. A captura da imagem foi apenas o início do trabalho, ao intervir na imagem original, questões técnicas e experimentais passaram a traçar sentidos retóricos ao ensaio. Essas intervenções geraram assim um percurso narrativo permeado de camadas, texturas e ambiguidades, que potencializam o sentido dessa série fotográfica.

A busca principal é por uma fotografia repleta de tempos, conceitos, ficções e estratégias técnicas, assim como os discursos simbólicos. Uma fotografia que acontece pela matéria do suporte mas que recusa-se a simplificar a percepção do observador. Rique Fróes é publicitário e dedica-se à fotografia autoral. Teve trabalhos selecionados em diversos concursos fotográficos, no Brasil e exterior. Suas fotos já foram publicadas em diversas revistas especializadas. A pesquisa de novas linguagens e suportes é uma característica na sua fotografia.

Festa do Folclore para os moradores em Paraibuna

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Sua fundação ocorre em 1666, quando os primeiros ocupantes ali chegaram. Mas suas origens não param aí. O hoje conhecido município de Paraibuna tem suas origens ligadas à ocupação dos bandeirantes, ocorrida no século XVII. Vale também ressaltar, que boa parte de sua formação histórica está ligada à primeira sesmaria doada em suas terras, no ano de 1773, ocasião em que fora então fundada pelo governador de São Luiz do Paraitinga, Manuel Antônio de Carvalho. Este Governador passou, então, a controlar os dois núcleos (São Luiz do Paraitinga e Paraibuna), de forma que o núcleo recebe o título de vila em 1832, com o nome de “Santo Antônio da Paraibuna” e, em 1857 já era cidade.

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Mais Informações:

PARAIBUNA – Arte na Praça e Bonecões (Festa do Folclore)
qua, 21 de agosto, 16:00 – 16:15

PARAIBUNA – Roda de Conversa com Chico Abelha (Festa do Folclore)
qua, 21 de agosto, 16:00 – 16:15

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Paraibuna tem abertura Oficial da Festa do Folclore

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Sua fundação ocorre em 1666, quando os primeiros ocupantes ali chegaram. Mas suas origens não param aí. O hoje conhecido município de Paraibuna tem suas origens ligadas à ocupação dos bandeirantes, ocorrida no século XVII. Vale também ressaltar, que boa parte de sua formação histórica está ligada à primeira sesmaria doada em suas terras, no ano de 1773, ocasião em que fora então fundada pelo governador de São Luiz do Paraitinga, Manuel Antônio de Carvalho. Este Governador passou, então, a controlar os dois núcleos (São Luiz do Paraitinga e Paraibuna), de forma que o núcleo recebe o título de vila em 1832, com o nome de “Santo Antônio da Paraibuna” e, em 1857 já era cidade.

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Mais Informações:

PARAIBUNA – Abertura Oficial da Festa do Folclore / Dança da Fita
qua, 21 de agosto, 10:00 – 10:15
Onde
Largo do Mercado

PARAIBUNA – Amigos da Cantoria (Festa do Folclore)
qua, 21 de agosto, 11:00 – 11:15

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Biblioteca Cassiano Ricardo tem mês especial na cidade

Para comemorar o mês do folclore, a Biblioteca Pública Cassiano Ricardo traz uma programação cheia de atividades culturais para todas as idades. Haverá oficinas de origami, grupos de estudos e ainda uma exposição sobre as obras e personagens de Monteiro Lobato. As atividades começam nesta quarta-feira (7) e seguem por todo o mês. Estão programadas três diferentes oficinas de origami. A primeira será direcionada para pessoas que vão começar a aprender as técnicas da dobradura. Os participantes aprenderão a fazer animais, flores e embalagens.

Já a oficina de origami “Folclore” e “Tsuru” são direcionadas para estes únicos temas. Em folclore, os alunos vão aprender a fazer dobraduras de personagens da cultura popular. Já na oficina de tsuru, todos vão aprender a fazer o “pássaro da felicidade”, personagem folclórico japonês. O Grupo de estudo “Café com Lobato” deste mês vai se basear no livro “Urupês”, de Monteiro Lobato. O palestrante Ricardo Rezende vai dar mais destaque ao conto “Estigma”, fazendo uma análise desta história. Além disso, as obras, principalmente o Sítio do Pica-Pau Amarelo, e a vida do escritor taubateano serão discutidas.

Durante todo o mês, a biblioteca vai abrigar a exposição “Reinações”. Os visitantes poderão apreciar 16 obras contendo as caricaturas de Gabriela Andrade e os textos de Adriana Soares. O objetivo da exposição é fazer uma releitura poética e artística das obras e personagens do escritor Monteiro Lobato. Toda a programação é gratuita e as inscrições para as oficinas e para o grupo de estudo devem ser feitas pelo telefone (12) 3921-8845.

Museu do Folclore deve receber alunos no mês de Agosto

As escolas públicas e particulares, de educação infantil e ensino fundamental, poderão se inscrever entre os dias 1º e 16 de agosto para a programação especial do Museu do Folclore de São José dos Campos. As vagas são limitadas e as inscrições devem ser feitas pelo telefone 3924-7318, das 8h às 17h. A programação especial é pelo Mês do Folclore. As atividades são gratuitas e serão realizadas de 20 a 30 de agosto.

O Museu do Folclore, ligado à Fundação Cultural Cassiano Ricardo, espera receber cerca de 6.400 estudantes. A previsão é atender 800 alunos por dia (400 por período). Nos dias 20 e 21, serão recebidas as escolas de educação infantil e nos dias seguintes os estudantes do ensino fundamental.

A programação deste ano terá como tema central o circo, com a participação de artistas circenses que atuam na cidade. A intenção é ‘montar um circo’ em torno do Museu do Folclore para que alunos e professores possam observar e vivenciar essa arte, fazendo uma reflexão sobre a presença da cultura popular nestas manifestações.

Segundo a cientista social Angela Savastano, presidente do Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), associação social responsável pela gestão do Museu do Folclore, o circo é um espaço privilegiado para vivência do folclore. “É no circo e no seu entorno que acontecem expressões que definem a cultura popular, onde o homem pode expressar livremente o seu saber, agir, reagir e pensar”.

Museu do Folclore fica na Avenida Olivo Gomes, 100, Santana, Parque da Cidade. Outras informações pelo telefone 3924-7318.

Cidade tem Projeto Dialogando com o Folclore

O Museu do Folclore de São José dos Campos, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), realiza nesta terça-feira (16), das 9h às 15h30, no auditório da Biblioteca Pública Municipal (Rua XV de Novembro, 99, Centro), um encontro com Frei Chico (Franciscus Henricus van der Poel), que falará sobre ‘Religiosidade Popular Brasileira’. As inscrições são gratuitas com vagas limitadas e devem ser feitas pelo telefone 3924-7318.

O encontro faz parte do Projeto Dialogando com o Folclore, desenvolvido pelo Museu do Folclore, voltado a professores, educadores, pesquisadores, estudiosos e interessados na cultura popular. O palestrante é autor do Dicionário da Religiosidade Popular, lançado recentemente, com 1.150 páginas, 8,5 mil verbetes, 6 mil notas de rodapés e 350 ilustrações.

Frei Chico é de nacionalidade holandesa e está no Brasil desde 1967. Tornou-se franciscano da Província da Santa Cruz, com sede em Belo Horizonte (MG). Trabalhou durante dez anos no Vale do Jequitinhonha e neste período anotou parte da cultura popular em 15 mil folhas e 250 fitas. Em 1970 fundou o coral Trovadores do Vale, no qual pessoas pobres da região cantam músicas da sua própria cultura.

A partir de 1978, já em Betim (MG), passou a realizar pesquisas e a promover a cultura popular, dedicando-se, especialmente, às culturas religiosas existentes no Brasil. Trocou correspondências com Luis da Câmara Cascudo, Mário de Souto Maior e outros grandes folcloristas. Durante 16 anos morou na Colônia de Santa Isabel (Betim), onde escreveu a maior parte do Dicionário da Religiosidade Popular. Também é autor de outras sete publicações do gênero.  Após a realização da palestra, Frei Chico participará de uma sessão de autógrafos da sua obra, que poderá ser adquirida com 40% de desconto.

Mês do Folclore tem agenda especial na cidade

A programação do Mês do Folclore, que vem sendo preparada pelo Museu do Folclore de São José dos Campos, ligado à Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), será no período de 20 de agosto a 14 de setembro, tendo o circo como tema central. O público-alvo são os alunos de escolas públicas e privadas de educação infantil e dos ensinos fundamental e médio de São José dos Campos e algumas cidades da região.

A data de realização foi confirmada na terça-feira (11), durante encontro com dez artistas circenses da cidade, oportunidade em que a proposta foi apresentada e debatida. Uma nova reunião foi marcada para o próximo dia 25, quando a programação deverá ser definida. Após essa definição, o Museu do Folclore iniciará o processo de inscrição das escolas interessadas em participar das atividades.

A expectativa do Museu do Folclore é que os artistas apresentem sugestões e participem da execução das atividades. “O grupo recebeu muito bem a proposta do tema e chegou a adiantar algumas idéias. Posso dizer que o resultado do encontro foi bastante produtivo”, enfatizou a cientista social Angela Savastano, presidente do Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), associação social sem fins lucrativos, responsável pela gestão do Museu do Folclore.

Atividades

Todas as atividades, que estão sendo estudadas, ocorrerão na área externa do Museu do Folclore. “A idéia inicial é criar um cenário mais próximo possível de um circo de verdade, onde os alunos tenham contato com os artistas circenses e conheçam os seus saberes. Não será uma oficina ou apresentação, mas uma troca de conhecimento desta atividade, que tem suas características ligadas à cultura popular pela sua espontaneidade”, ressalta Angela Savastano.

O tema deste ano, além de passar a informação sobre esta sabedoria, valoriza as profissões e os profissionais que se manifestam por meio da atividade circense. Ainda hoje muitos artistas de circo mostram experiências absorvidas de forma espontânea e passadas de geração em geração.  O Museu do Folclore fica na Avenida Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade, em Santana.