Univap Cultura traz “O Vale Encantado do Paraíba”

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O Projeto Univap Cultura traz no dia 23, quarta-feira, às 20 horas, o espetáculo “O Vale Encantado do Paraíba”, produzido pelo Grupo Piraquara, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo. A apresentação, gratuita, será no Teatro Univap – Pça Cândido Dias Castejon, 116 – Centro – São José dos Campos.

 O espetáculo valoriza e divulga as tradições da cultura popular e do folclore da região. Inspirada nas danças e músicas que nasceram da mistura das culturas indígenas, africana e europeia – entre elas a Dança de São Gonçalo, o Jongo, a Catira e o Moçambique – e também em lendas como “A Noiva do Banhado”, o “Corpo Seco” e o “Túnel do Banhado”. Os textos e a direção geral dos trabalhos são de

Calixto de Inhamuns.

 

Serviço:

 

Evento: “O Vale Encantado do Paraíba”

Data: 23 de abril – quarta-feira

Horário: 20 horas

Local: Teatro Univap – Pça. Cândido Dias Castejon, 116 – Centro – São José dos Campos

 

Lucinha Lins, Tânia Alves e Virgínia Rosa interpretam Chico Buarque no espetáculo “Palavra de Mulher”, no Teatro Colinas

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Na próxima sexta-feira, dia 18 de abril, o Teatro Colinas recebe o espetáculo “Palavra de Mulher”, que, em clima de cabaré, apresenta as músicas de Chico Buarque escritas para personagens femininas.

Para interpretar as canções do compositor carioca que neste ano faz setentinha, o diretor Fernando Cardoso escolheu cantoras ligadas artisticamente ao artista. Lucinha Lins, Tania Alves e Virgínia Rosa sobem ao palco, com atmosfera de cabaré, com adereços, objetos cênicos, iluminação e figurino ajustados no clima. As intérpretes se revezam com interpretações em trio, duo e solo. As músicas são executadas com instrumentos acústicos (piano, contrabaixo, bateria e percussão).

Entre as canções escolhidas estão “Tatuagem”, “O Meu Amor”, “Folhetim”, “Sob Medida”, “Terezinha”, “Tango de Nancy”, “À Flor da Pele”, “Pedaço de Mim”, “Olho nos olhos”, entre outras.

As músicas não foram selecionadas de forma aleatória, seguem uma dramaturgia subliminar em cena. As cantoras incorporam a personalidade das personagens para dar mais vivacidade na interpretação.

Para Fernando Cardoso, por conta do vasto repertório de Chico Buarque, a montagem procura mostrar uma faceta de sua obra. “É difícil encontrar uma lista de canções representativas de todo o trabalho musical desse compositor carioca. Por isso, decidimos fazer um recorte com as músicas que retratam o universo feminino e criar um espetáculo para expressar esse clima”. “Elas são cantoras com personalidades diferentes, porém as três se harmonizam de uma forma fora do comum. Cada uma delas tem uma qualidade oposta da outra, quando se juntam o resultado é de uma grande beleza. Essas artistas têm uma versatilidade incrível”, enfatiza Fernando Cardoso.

Intimidade com Chico Buarque – Lucinha Lins, Tania Alves e Virgínia Rosa são responsáveis por dar voz às mulheres nos palcos. Não é a primeira vez que estão inseridas em um trabalho que envolve a obra de Chico Buarque.

Todas, de alguma maneira, estão ligadas ao compositor. Lucinha Lins já foi Vitória-Régia, a vilã de “Ópera do Malandro” (que lhe rendeu a indicação ao Prêmio Shell de Melhor Atriz), e a prostituta Nancy de “O Corsário do Rei”. No cinema, fez “Os Saltimbancos Trapalhões”, baseado na peça “Os Saltimbancos”, de Chico Buarque, Sergio Bardotti e Luis Enríquez Bacalov (uma adaptação do conto dos Irmãos Grimm, Os Músicos de Bremen).

Tania Alves gravou seu primeiro disco por intermédio de Chico Buarque e foi a protagonista Terezinha da montagem paulista de “Ópera do Malandro”, além de Bárbara, de “Calabar”. Em seus discos, sempre gravou músicas de Chico, como “Tatuagem”, “Pássara” e outras.

Já Virgínia Rosa interpretou várias canções de Chico Buarque em sua carreira nos palcos. “O musical se destaca por vários aspectos como o visual cabaré, a banda entrosada e a interpretação das músicas. Chico Buarque conseguiu captar a complexidade da mulher de uma forma genial. Fazemos números com a plateia para garantir uma maior proximidade do espetáculo com o público”, diz Tania Alves.

Para Lucinha Lins, os versos de Chico Buarque sempre estiveram presentes em seu cotidiano. “Ele expressou o sentimento feminino como poucos e está em minha vida tanto no lado profissional quanto no emocional. É um ídolo brasileiro que faz parte da gente e procuramos representar isso na interpretação das músicas.”

Virgínia Rosa ressalta que as três cantoras têm muita afinidade, característica que se reflete nos palcos. “Nosso encontro tem boa energia. Outro ponto positivo é poder interpretar as belas canções desse compositor brasileiro que tem uma facilidade de refletir na arte as tragédias amorosas e os delírios das mulheres.”

O espetáculo está em turnê pelo Brasil e tem tido ótima receptividade de público. “Palavra de Mulher é uma homenagem às personagens femininas criadas por Chico Buarque. O compositor soube traduzir a alma feminina com mulheres passionais que não medem esforços quando objetivo é o amor”, finaliza o diretor geral.

 

Ficha Técnica

Elenco: Lucinha Lins, Tania Alves e Virginia Rosa

Direção musical: Ogair Júnior

Músicos: Piano e acordeão – João Cristal, Contrabaixo – Robertinho Carvalho, Bateria – Ramon Montagner

Iluminação: Wagner Freire

Cenografia: Fernando Cardoso

Figurinos: Lucinha Lins, Tania Alves, Virgínia Rosa e Fernando Cardoso

Direção de produção:Fernando Cardoso e Roberto Monteiro

Concepção e direção geral: Fernando Cardoso

 

Serviço

“Palavra de Mulher”

Quando: 18 de abril (sexta-feira), às 21h

Onde: Teatro Colinas (dentro do Colinas Shopping – av. São João, 2.200, Jardim das Colinas, São José dos Campos)

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)

Classificação etária: 12 Anos

Mais informações: (12) 3204-5235, www.facebook.com/teatrocolinas ou pelo LivePass (www.livepass.com.br)

No Teatro Colinas, André Bankoff discute: “Não Existe Mulher Difícil”

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O Teatro Colinas apresenta, no próximo final de semana e feriado — dias 19, 20 e 21 de abril –, o espetáculo “Não Existe Mulher Difícil”, com André Bankoff.

A peça teve estreia com o ator na última quinta-feira, dia 10, no Teatro Frei Caneca e levou convidados ilustres. Inspirada no livro homônimo de André Aguiar Marques, com o texto adaptado por Lúcio Mauro Filho (o Tuco de “A Grande Família”), o espetáculo já passou por mais de 20 cidades no Brasil e foi assistida por mais de 100 mil espectadores na antiga montagem.

Em “Não Existe Mulher Difícil”, são colocadas, de forma bem-humorada, questões como: Existe ou não mulher difícil? Quais são as estratégias para conquistar este ser tão complexo?

A peça é um monólogo dinâmico e moderno que retrata de forma divertida o que um homem faz depois de uma separação. Após ser deixado pela mulher, o personagem volta ao universo dos solteiros e se vê em uma nova realidade: as mulheres estão mais independentes e a cada dia mais exigentes. Como lidar com essas e outras questões em seus novos relacionamentos? Como as mulheres pensam e o que elas querem?

Imperdível para homens e mulheres, casados ou solteiros.

André Aguiar Marques conta que seu livro é uma grande brincadeira com o público feminino e masculino. “Existe mulher difícil, só que elas estão em extinção. As mulheres estão muito exigentes, e os homens não entendem o que está acontecendo. O nome do livro brinca com um dito popular antigo, que tem muitas variações: ‘não existe mulher difícil, existe homem que bebeu pouco’, entre outras. O legal é que a história serve para homens e mulheres, é útil para elas não caírem nos golpinhos dos homens, e para eles se atualizarem e cantarem melhor as mulheres”, explica o autor.

Lucio Mauro Filho fala com humor sobre o projeto. “Não existe mulher difícil. Existe diretor difícil, ator difícil, produção difícil e um adaptador quase impossível! (risos) André Aguiar Marques nos introduziu no mundo masculino da cafajestagem, e decidimos passar para a frente este legado. Lendo o livro e vendo a peça, o público percebe que, na verdade, o cafajeste é um homem de bem”, ressalta o ator/adaptador.

 

Mais informações: www.naoexistemulherdificil.com.br

 

 

Ficha técnica 

Texto: André Aguiar Marques

Adaptação: Lucio Mauro Filho

Elenco: André Bankoff

Direção: Roberto Lage

Direção de produção: Rosangela Ribeiro

Direção de arte: Maria Borba

Direção musical: Marcio Tinoco

Administrativo e direção executiva: Denise Escudero

Direção de palco: Junior Brasil

Trilha Sonora: Dany Rolland

Iluminação: Paulo Denizot

Produção: New Marketing Comunicação

 

 

Serviço

“Não Existe Mulher Difícil”

Quando: 19 (sábado) de abril às 21h, 20 (domingo) e 21 (segunda) de abril às 19h

Onde: Teatro Colinas (dentro do Colinas Shopping – av. São João, 2.200, Jardim das Colinas, São José dos Campos)

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)

Classificação etária: 12 Anos

Mais informações: (12) 3204-5235, www.facebook.com/teatrocolinas ou pelo LivePass (www.livepass.com.br)

Teatro Municipal apresenta a peça Lampião e Lancelote no final de semana

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Imagine uma disputa entre Lampião, o maior cangaceiro que o Brasil conheceu, e Lancelote, o melhor cavaleiro da Távola Redonda, amigo do Rei Arthur. O escritor e ilustrador Fernando Vilela foi o primeiro a pensar nisso. A ideia virou livro, este trouxe importantes prêmios – incluindo dois Jabuti – e agora serve de base para um musical brasileiro, dirigido por Debora Dubois e com direção musical de Zeca Baleiro.

O espetáculo  é protagonizado por Daniel Infantini e Leonardo Miggiori. O primeiro interpreta o cangaceiro, figura da história de nosso país. O segundo vive o cavaleiro, parte de uma lenda. Mas seus personagens guardam semelhanças, algumas mostradas ao longo da peça.

 

Lancelote chega ao sertão brasileiro da década de 1930 através de um feitiço da bruxa Morgana, não correspondida em seu amor: “Ela o manda ‘passear’ no sertão. Na verdade, seria um paralelo ao inferno, pelo calor. Ela o manda para o inferno”, explica a diretora.

 

Quando Lampião e Lancelote se encontram começa um embate cultural, que eles decidem resolver com o repente, cada um com suas referências próprias. O cangaceiro usa o cordel, o cavaleiro prefere a novela de cavalaria. Estas linguagens fazem parte da estrutura do livro e são mantidas na adaptação de Bráulio Tavares. “Trouxemos muito do texto: 70% da dramaturgia usada pelo Bráulio contêm partes do Fernando Vilela”, conta Debora.

 

Mais importante até do que as linguagens ou a história em si presentes no livro, a diretora considerou a estética da obra, que é ilustrada: “O livro tem um embate muito bonito entre o prata e o dourado, e a Debora trabalhou muito esta questão de tentar transpor as imagens dessas duas cores para o palco”, diz o ator Cássio Scapin, o narrador da encenação.

O espetáculo conta com 12 músicas, todas brasileiras.

INFORMAÇÕES:

Dias 11 e 12 de Abril (Sexta e Sábado) às 21h
Dia 13 de Abril (Domingo) às 19h

Valores:

Sexta – R$40 inteira / R$20 meia
Sábado e Domingo – R$60 inteira / R$30 meia

Teatro Colinas apresenta “La Mamma”, com Rosi Campos e Leonardo Miggiorin no elenco

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Chega ao Teatro Colinas, nos dias 11, 12 e 13 de abril, o espetáculo “La Mamma”, com super elenco: Rosi Campos, Leonardo Miggiorin, Carlo Briani e Débora Gomez.

A peça trata dos conflitos de uma típica família ítalo-brasileira, com sua figura central, a Mamma (Rosi Campos), que faz de tudo para manter sua família unida e bem vista perante a sociedade local. A Mamma tem dois filhos (Aldo e Antônio), ambos interpretados por Leonardo Miggiorin. Apesar de serem gêmeos, os irmãos são completamente diferentes. Antônio é o galã da cidade, charmoso, bem relacionado, atrai todas as atenções femininas. Já Aldo é o filho preguiçoso, bronco, encostado nos negócios da família e, fisicamente, passa longe da beleza do irmão.

Quando se descobre que Antônio, com toda sua fama de Don Juan, na verdade não era o que aparentava ser, sua família passa por uma desmoralização. Para salvar a reputação dos Magnano, a Mamma arma um plano mirabolante, envolvendo seu outro filho (Aldo), que é encarregado de se passar pelo irmão. Porém, o plano não sai como o combinado e a peça acaba tendo um desfecho surpreendente, que revela a verdadeira chave para o mistério: o amor.

“La Mamma é uma deliciosa comédia, que aborda a sexualidade de forma não apelativa e bem humorada, nos intrigando até o último instante graças à sua trama bem amarrada”, explica o diretor Carlos Artur Thiré, que também adaptou e traduziu o texto. “A comédia resgata a identidade ítalo-brasileira da cidade de São Paulo, através do entretenimento de humor inteligente. Sem fazer uso de um humor estereotipado, os personagens vivem seus dramas em situações extremamente engraçadas, o que resulta em diversão para o público”, completa.

Além de interpretar os dois filhos, Leonardo Miggiorin é realizador e produtor  e La Mamma é a primeira empreitada com a sua empresa, a L.M Produções. “É uma delícia iniciar com um texto como este, Thiré fez uma adaptação incrível. Tanto o texto original de ‘O Belo Antônio’, de Vitaliano Brancati, quanto a adaptação para o cinema com o ator Marcelo Mastroiani, são dramas e a peça é uma comédia”, conta. “Trouxemos para a nossa realidade, mantendo a dramaticidade italiana, com pitadas da cultura brasileira. Ambientamos a peça na cidade fictícia de Santa Rita, no interior de São Paulo, nos anos 1960, mas poderia ser em muitas outras cidades”, complementa.

 

Ficha técnica 

Texto: André Roussin

Tradução: Letícia Kaminski e Carlos Artur Thiré

Adaptação e Direção: Carlos Artur Thiré 

Elenco: Rosi Campos, Leonardo Miggiorin, Carlo Briani e Débora Gomez.

Cenário e figurino: Clívia Cohen 

Trilha sonora: Charles Dalla 

Iluminação: Aline Santini

Fotos: Paulo Emílio Lisboa 

Visagismo: Dicko Lourenço 

Produção executiva e direção de produção: Néctar Cultural 

Realização: L.M. Produções Artísticas 

 

 

 

Serviço

“La Mamma”

Quando: 11 (sexta-feira) de abril às 21h | 12 (sábado) de abril às 18h e às 21h | 13 (domingo) de abril às 19h

Onde: Teatro Colinas (dentro do Colinas Shopping – av. São João, 2.200, Jardim das Colinas, São José dos Campos)

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)

Classificação etária: 14 Anos

Mais informações: (12) 3204-5235, www.facebook.com/teatrocolinas ou pelo LivePass (www.livepass.com.br)

Grupo Piraquara apresenta “O Vale Encantado do Paraíba” no Chico Triste

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Alunos da Escola Estadual Prof. Juvenal Machado de Araújo já garantiram seus lugares  para assistir ao espetáculo “O Vale Encantado do Paraíba”, do Grupo Piraquara, na Casa de Cultura Chico Triste (Rua Milton Cruz, s/nº – Vila Tesouro), na próxima quarta-feira (9), às 20h. A entrada é gratuita e o espetáculo é aberto ao público. Não é necessário retirar ingressos antecipados. Os interessados em reservas devem entrar em contato por meio do telefone (12) 3929-7559.
Durante a peça, o público poderá se divertir e apreciar as músicas, lendas e danças que nasceram da mistura das culturas indígena, afro e europeia. O espetáculo valoriza e divulga as tradições da cultura popular e do folclore da região.
A peça foi inspirada nas danças e músicas que nasceram da mistura das culturas indígena, africana e européia – entre elas a Dança de São Gonçalo, o Jongo, a Catira e o Moçambique –, e também nos contos populares (lendas) – como da ‘Noiva do Banhado’, do ‘Corpo Seco’ e do ‘Túnel do Banhado’.
Sob a direção geral de Calixto de Inhamuns, “O Vale Encantado do Paraíba” estreou em dezembro de 2012 e já foi apresentado em vários teatros da região, na Mostra Joseense de Teatro e outros eventos culturais.
O espetáculo faz parte do Projeto Piraquara, que foi criado pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) em 1988 e atualmente é administrado pelo Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP). O projeto quer se firmar como um coletivo de trabalho, onde os objetivos são a formação e a informação do público sobre a cultura popular da região.

Sergio Lelys traz “Tchau, Marido” ao Teatro Colinas

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O ator Sergio Lelys apresenta, nos dias 4, 5 e 6 de abril, a peça “Tchau, Marido”,
no Teatro Colinas, em São José dos Campos.
Nesta divertida e espirituosa história, repleta de confusões e revelações, a
mulher com muitas das suas questões atuais é a grande protagonista.
Em “Tchau, Marido”, o ator dará vida às loucuras e complexidades da
irreverente Cacilda Martins, personagem criada por Pascoal Lourenço. Ela é uma típica
dona de casa, tem um bom casamento com um imigrante português, vive numa
belíssima casa, num bairro nobre da cidade de São Paulo, dinheiro não lhe falta,
conforto também não. E nem filhos — ela tem cinco. Mas está cansada da mesmice de
sua vida e nos revela que, além de tudo, sob a aparente normalidade do seu
casamento, escondem-se 20 anos de repressão absoluta.
Cacilda não pode trabalhar, sair, frequentar lugares sozinha… Porque seu
precioso marido simplesmente não deixa e morre de medo que ela o traia com outro.
Com outros. Com todo mundo. Mas hoje Cacilda resolve dar o seu grito de liberdade e,
de quebra, nos conta que, mesmo proibida, não é exatamente a certinha que todos
esperam que seja.
Vai nos fazer rir, emocionar e surpreender enquanto promove a sua
pequena/grande revolução que certamente levará a plateia da perplexidade à mais
deliciosa gargalhada.
Sergio Lelys – Atuou durante sete anos no espetáculo “As Mentiras que os
Homens Contam”, de Luís Fernando Veríssimo, em que participou de 12 temporadas
em São Paulo, três no Rio de Janeiro e turnê pelas principais cidades e capitais do
Brasil, além de temporadas em Portugal.
Na televisão atuou em “Malhação”/2007 , na novela “Caminho das Índias” e na
minissérie “Amazônia”, ambas de Glória Perez na Rede Globo.
No teatro atuou em mais de 20 espetáculos, entre eles se destacam: “Ninguém
é de Ninguém”, de Zibia Gasparetto, “As Malvadas”, de Alessandro Marson, “A Ovelha
Rebelde”, de João Bethencourt, “Solidão – a Comédia”, de Vicente Pereira. Como
adaptador assina os textos “Ninguém é de Ninguém” publicado pelo editora Vida &
Consciência e a comédia francesa de grande sucesso em Paris “Les Homos Preferen’t
Les Blondes”. Em parceria com Marisa Murray escreveu o texto “Bem Mais que
Amigos”.

Ficha Técnica
Direção: Carla Pagani
Autor: Pasqual Lourenço
Elenco: Sergio Lelys
Participação em off: Élcio Romar
Iluminação: Douglas Fernando
Figurino: Zilda Silva
Cenário: H & L
Trilha Sonora: Sergio Lelys
Realização: Lelys Produções

Serviço
“Tchau, Marido”
Quando: 4 (sexta-feira) e 5 (sábado) de abril, às 21h, e 6 (domingo) de abril, às 19h
Onde: Teatro Colinas (dentro do Colinas Shopping – av. São João, 2.200, Jardim das
Colinas, São José dos Campos)
Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)
Classificação etária: 18 Anos
Mais informações: (12) 3204-5235, www.facebook.com/teatrocolinas ou pelo LivePass
(www.livepass.com.br)

Cine Santana terá espetáculo teatral inspirado na música caipira

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Uma narração romântica inspirada nas canções de Tonico & Tinoco. Este é o tema do espetáculo “Um dia ouvi a Lua”, que será apresentado nesta quarta-feira (26), às 20h, no Cine Santana (Avenida Rui Barbosa 2005, Santana). A entrada é gratuita.

 

A peça foi inspirada nas canções “Adeus, Morena, Adeus”, “Cabocla Tereza” e “Rio Pequeno”, gravadas pela famosa dupla caipira Tonico & Tinoco. Recriando-as do ponto de vista feminino, “Um Dia Ouvi a Lua” narra histórias das mulheres Beatriz, Tereza e Maria, que estão em busca do amor verdadeiro.

 

A peça é resultado de processo colaborativo feito a partir de pesquisas do universo caipira brasileiro e utiliza técnicas da Narrativa e do Nô – teatro clássico japonês que combina a música, a dança e a poesia – enquanto ferramentas na criação de cenas.

 

Criada em 1990, em São José dos Campos, a Cia. Teatro da Cidade desenvolve pesquisas que reúnem a busca de linguagem, rigor técnico, pesquisa continuada e montagem de peças que contribuam com a formação de público. Tornou-se uma referência nos estudos da Narrativa e teatro clássico japonês.

 

O grupo é formado por seis profissionais, além de diretores convidados como Eduardo Moreira, Darcy Figueiredo, Moisés Miastkwosky, Atul Trivedi e Roberto Mallet e Claudio Mendel.

 

A peça faz parte do projeto CirculAção, que tem como objetivo ampliar e diversificar o acesso aos bens culturais para toda população do município. Os grupos foram escolhidos por meio de editais lançados no ano passado.

Casa do Idoso Centro é palco para a peça “O Mendigo”

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A Casa do Idoso Centro recebe nesta quinta-feira (27), às 15h, a Cia. dos 7 em Cena, que vai apresentar o espetáculo “O Mendigo”; em uma parceira com a Fundação Cultural Cassiano Ricardo.

O evento é aberto aos frequentadores da casa, familiares, funcionários e comunidade. Os interessados devem comparecer com antecedência no auditório da unidade, que fica na Rua Euclides Miragaia 508, no centro.

Por meio de humor a peça narra a história de uma mulher de classe média, que se depara com um mendigo que a aborda na rua. Mais tarde, ele revela ser seu ex-marido. Ela trata das relações pessoais, preconceitos, esperteza, vida de aparências e sucesso a qualquer custo.

A peça procura promover uma reflexão a todos sobre os temas abordados, criando um ambiente de aprendizagem e integração.

O espetáculo foi um dos selecionados por meio do edital lançado pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo do Programa “Circulação”, que tem como objetivo disseminar a cultura em São José dos Campos, por meio de atrações musicais, teatro e circo.

As três velhas

Duas marquesas decadentes, vivem em uma mansão em ruínas, devastadas pela fome e pelo abandono, sempre vigiadas por uma centenária criada. Como numa fábula, uma única noite de assombrosas revelações familiares transformará para sempre a história dessas estranhas figuras. Riso e tragédia se misturam em um gênero inesperado, batizado pelo autor, de melodrama grotesco.

Texto: Alejandro Jodorowsky |

Direção: Maria Alice Vergueiro |

Elenco: Maria Alice Vergueiro, Luciano Chirolli, Danilo Grangheia.
Auditório, 126 lugares.

Ingressos limitados a 2 por pessoa.

SESC São José dos Campos.

Sexta 21h
Sábado 20h

Evento Pago

Ingressos
R$ 5,00 – comerciários
R$ 12,50 – Meia
R$ 25,00 inteira