FCCR abre inscrições para editais da Festa do Mineiro

[sinopse datas=”true” imprensa=”4″]

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo abre os editais referentes à alimentação e artesanato para a Festa do Mineiro de 2016, que será realizada em 21 de abril, no Pavilhão Gaivotas, no Parque da Cidade.

Os interessados devem se inscrever entre 15 e 26 de fevereiro, das 8h às 17h, na sede da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (Av. Olivo Gomes, 100 – Santana).

A FCCR vai disponibilizar, gratuitamente, espaço interno para montagem de estandes para alimentação e bebidas e espaço externo para Food Trucks ou Food Bikes. Os participantes deverão comercializar alimentos de tradição mineira. Interessados devem preencher a ficha de inscrição e anexar três fotos de alimentos que serão comercializados.

Já para quem desejar comercializar artesanato durante o evento, a Fundação Cultural vai disponibilizar, também de forma gratuita, espaço para exposição e venda dos produtos. Quem se interessar, deve preencher a ficha de inscrição e anexar três fotos de produtos que serão vendidos durante a festa. Serão considerados neste edital produtos feitos manualmente ou com a utilização de máquinas consideradas primárias.

A Festa do Mineiro chega em 2016 na sua 15ª edição. Ela é realizada pela Prefeitura de São José dos Campos, por meio da Fundação Cultural Cassiano Ricardo. Ela é feita em homenagem aos migrantes, vindos principalmente do sul do estado de Minas Gerais, que se estabeleceram na cidade.

Confira os editais no site da Fundação http://fccr.org.br/index.php/em-destaque/4460-fccr-abre-inscricoes-para-comercializacao-de-alimentos-e-artesanatos-na-festa-do-mineiro

Curso no Sesc explora etapas da montagem cinematográfica

[sinopse datas=”true” imprensa=”4″]

De 16/2 a 3/3, terças e quintas, às 19h, a unidade do Sesc em São José dos Campos promove o curso Montagem Cinematográfica. A atividade trabalha com um apanhado histórico do cinema desde a descoberta da possibilidade de corte, do uso de diferentes planos e de outros conceitos de montagem até os dias atuais.

Por meio da exibição de trechos de filmes que pontuam o desenvolvimento da linguagem cinematográfica, os participantes terão acesso ao material bruto de duas cenas de diferentes curtas já realizados pela oficineira. A partir daí, compreenderão que a descoberta da técnica de juntar trechos de diferentes filmes é o que possibilitou conhecer o cinema como a arte que é hoje.
Com exercícios práticos, os alunos aprendem a lidar com dificuldades técnicas em alguns planos, problemas de atuação em outros, e até questões de continuidade e, ainda assim, imprimir uma montagem bem feita para a cena usando a criatividade e subjetividade.

Os encontros, ministrados pela cineasta Marina Bruno, acontecem no Espaço de Tecnologias e Artes do Sesc. Inscrições a partir do dia 11, quinta, às 14h. Vagas limitadas. Os valores variam de R$ 5,00 a R$ 17,00. Recomendação etária 14 anos.

O Sesc São José dos Campos fica na Av. Adhemar de Barros, 999 – Jd. São Dimas. Mais informações pelo telefone 12.3904.2000 e no site sescsp.org.br

Fundadores do grupo de teatro Parlapatões encenam texto inédito no Sesc

[sinopse datas=”true” imprensa=”4″]

Dia 30, sábado, às 20h, o Sesc em São José dos Campos recebe os atores Hugo Possolo e Raul Barreto, fundadores do grupo de teatro Parlapatões, que sobem ao palco para apresentar a peça “Até que Deus é um ventilador de teto”.

Escrito por Hugo Possolo especialmente para o Dramamix, das Satyrianas 2014, a montagem segue a mesma vertente dramatúrgica onde realidade e imaginação se mesclam sem distinção nas ações das personagens.

A obra trata com humor a crise de um homem que se vê tomado por compromissos e vivendo uma situação limite de perigo e que pode colocar a sua vida em perspectiva. A encenação foge do descritivo e abre espaço para o poder simbólico das imagens. O texto gira em torno de como o medo integra a vida dos brasileiros que, cercados pela violência e todo o imaginário que ela carrega, mudam suas relações, gerando preconceitos e dificultando aproximações mais humanas.

Em cena a história de um jornalista de cinquenta anos, um redator, que de dentro de seu carro imagina que um velho senhor, vendedor de balas no semáforo, possa ser um deus que desceu à terra para observar a vida dos homens. Ele é sequestrado e tem como vigia o tal velho que já conhecia da rua. Suas reflexões revelam a relação deste homem com o mundo, com sua mulher e seu filho.

Auditório. 126 lugares

Preço: R$5,00 a R$ 17,00

Recomendação etária 14 anos

Museu do Folclore encerra Ciclo de Natal com a 19ª Chegada das Bandeiras

[sinopse datas=”true” imprensa=”4″]

Dezessete grupos de Folia de Reis de cinco cidades do Vale do Paraíba e de duas cidades do Sul de Minas Gerais participam da 19ª Chegada das Bandeiras neste domingo (31), a partir das 9h, no Museu do Folclore de São José dos Campos (Av. Olivo Gomes, 100 – Pq. da Cidade).

A manifestação é aberta ao público e começa pela manhã na área externa do museu, com uma celebração e benção das bandeiras, pelo padre Milton Faria, capelão no Hospital Pio XII, em Santana. Em seguida, as folias visitam o presépio, montado pelo figureiro Magela Borbagatto, de Jacareí.

Entre os municípios participantes estão São José dos Campos, Caçapava, Jacareí, Paraibuna e as mineiras de Conceição do Rio Verde e São Lourenço. Entre os grupos estará o mais antigo do Estado de São Paulo, da Folia de Reis do Sertão da Onça, de São José do Barreiro.

A Folia de Reis do Sertão da Onça, de São José do Barreiro este ano completa 96 anos de existência, 31 dos quais sob comando do mestre Jesus Pereira de Lima (59 anos), conhecido entre os foliões da região pela facilidade para compor versos das músicas que canta durante as manifestações. Segundo ele, a folia foi formada por um tio do seu avô em 1920.

A Chegada das Bandeiras é realizada anualmente numa parceria entre as folias, o Museu do Folclore e a Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR). A organização é do Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), associação social sem fins lucrativos responsável pela gestão do Museu do Folclore.

Informações pelo telefone 3924-7318.

Cia. Robson Jacqué apresenta performance de dança “Cacos na Pele”

[sinopse datas=”true” imprensa=”4″]

Dia 23, sábado, às 20h, o Sesc em São José dos Campos recebe o espetáculo de dança Cacos na Pele, da Cia. Robson Jacqué.

A performance, baseada em um fato real na vida do autor e interprete Robson Jacqué, que teve sua vida invadida e sua casa destruída na véspera de Natal, é um convite a uma poética doméstica e catastrófica: um quarto de banho, um quarto de nós, uma porção de cacos que deixam cicatrizes que não apagam memórias históricas. À tônica é transfigurar um corpo que tenta manter vivo a memória “do antes” no contraponto que grita a fragilidade do instante.

Cacos na Pele percorre vários cômodos de um ambiente em ruína. Uma ambiência sonora permeia nos primeiros cômodos. No último espaço um músico/performer conduz a sonoridade em diálogo com o bailarino. O público acompanha o artista em todo o trajeto e interage com ele em determinados momentos.

Apresenta a fragmentação dos anseios do indivíduo cuja trajetória se rompe. Os destroços externos e internos deixados num ambiente que não mais é receptivo. O corpo, o som, a música, o grito no silêncio e o olhar para o nada.

A apresentação acontece em diversos espaços do Sesc. O valor dos ingressos varia de R$ 5,00 a R$ 17,00. Recomendação etária 16 anos.

O Sesc São José dos Campos fica na Av. Adhemar de Barros, 999 – Jd. São Dimas. Mais informações pelo telefone 12.3904.2000 e no site sescsp.org.br/sjcampos

 

Casas de Cultura recebem diversas exposições nas férias

[sinopse datas=”true” imprensa=”4″]

Durante as férias de janeiro, as Casas de Cultura da Fundação Cultural Cassiano Ricardo recebem diversas exposições com entrada gratuita.

A Casa de Cultura Johann Gütlich (Rua Elíseo Galdino Sobrinho, 10 – Jardim Morumbi) está com duas exposições em cartaz. A primeira é o conjunto de bonecas de pano da oficina da casa e a outra é a Art Brechó, com poemas de Fernando Selmar, que propõem um diálogo com a poesia a partir de camisetas de brechó estampadas, utilizando a técnica do silk-screan. A Casa fica aberta de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

A exposição Desconstruindo, em cartaz na Casa de Cultura Flávio Craveiro (Av. Lênin, 200 – Dom Pedro I), de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, revela os trabalhos realizados pelos alunos da oficina de fotografia. A visitação pode ser feita até 25 de janeiro.

Já a Casa de Cultura Júlio Neme (Praça Cônego Manzi, s/nº – São Francisco Xavier) tem as máscaras dos alunos da oficina de carnaval que foi realizada em dezembro expostas e ficam expostas até 9 de fevereiro. O adereços carnavalescos podem ser vistos de terça a sábado, das 10h às 19h.

Até 31 de janeiro, a Casa de Cultura Rancho do Tropeiro Ernesto Villela (R. Ambrósio Molina, 184 –Eugênio de Melo) estará com a exposição o Museu do Lixo, que reúne peças de valor histórico descartadas no lixo pela população e que fazem parte do projeto criado pela Urbanizadora Municipal em 1991, para mostrar a importância da reciclagem. A mostra pode ser visitada de segunda a sexta, das 8h às 17h20.

Centro Cultural Clemente Gomes tem oficina sobre instrumento de maracatu

[sinopse datas=”true” imprensa=”4″]

Em continuidade aos preparativos para o Carnaval, o Centro Cultural Clemente Gomes (Av. Olivo Gomes, 100 – Santana) recebe nesta sexta-feira (15), às 19h, em sua área externa, a oficina “Toque de Agbê e Dança”, ministrada por Luciana Felix dos Santos. A classificação é livre, sem necessidade de experiência prévia. O valor para participar da oficina é R$ 10.

Na atividade realizada pelo grupo Maracatu no Parque, em parceria com a Fundação Cultural Cassiano Ricardo, os participantes receberão noções dos toques do agbê, instrumento de percussão composto por cabaça, linha encerada e malha de miçangas.

Durante a oficina, a brincante de maracatu também explicará as diferenças rítmicas entre os baques virado e solto e ensinar passos de maracatu.

Há mais de seis anos, Luciana Felix dos Santos estuda e integra grupos de maracatu, tendo passagem pelo Arrastão do Beco e Cia de Cultura Popular Lelê de Oyá, atualmente, integra a Cia. Porto de Luanda e a Cia. Caracaxá.

Em caso de chuva, a atividade será realizada no Espaço Piraquara.

Vicentina Aranha tem programação especial de cinema e música

[sinopse datas=”true” imprensa=”4″]

Em parceria inédita com uma das principais produtoras de filmes do Brasil, o Parque Vicentina Aranha e a Gullane filmes apresentam o premiado “Que Horas Ela Volta” no Projeto Cinema ao Ar Livre, neste sábado (16) às 19h30. “Que horas ela volta?”, da autora e diretora Anna Muylaert, foi indicado na categoria de melhor filme estrangeiro do 21º Critics’ Choice Awards. Organizada pelos críticos cinematográficos dos EUA e do Canadá, a premiação é uma das mais importantes depois do Oscar e do Globo de Ouro.

O drama retrata a rotina de uma família de classe média alta da cidade de São Paulo e da empregada doméstica Val, interpretada pela atriz Regina Casé. Dedicação, saudade, reconstrução, as minúcias e desconfortos da relação entre empregador e empregada são os motes desse emocionante e atual cenário.

Em entrevista ao programa Espaço Público, exibido pela TV Brasil no dia 05/01/2015, a cineasta Anna Muylaert fala sobre a posição da mulher na obra: “É um filme muito feminino. É muito crítico, mas chega um momento em que ele vai para o coração. A conexão que a mulher tem com o filho é talvez a maior força da natureza humana”.

No domingo (17), às 10h30, o Projeto Música no Parque traz a banda joseense 16 Toneladas, com repertório que mistura samba, rock e soul. O grupo promete animar a plateia com uma homenagem aos cantores Tim Maia e Jorge Ben Jor, apresentando sucessos do repertório como “Gostava Tanto de Você”, “Não Quero Dinheiro, Eu Só Quero Amar” e “País Tropical”.

Ainda no domingo, a Feira de Artesanato Mão e Arte retorna das férias com novos expositores e artesão regionais, das 09h às 12h, ao lado da Capela Sagrado Coração de Jesus.

Cia. Aberta apresenta espetáculo de teatro “Vermelho Amargo” no Sesc

[sinopse datas=”true” imprensa=”4″]

Dia 16, sábado, às 20h, o Sesc em São José dos Campos recebe a Cia. Aberta que sobe ao palco para apresentar a peça Vermelho Amargo.

Criada no Rio de Janeiro em 2011 pelos atores Daniel Carvalho Faria, Davi de Carvalho e Vandré Silveira a Cia. estreou em 2012 seu primeiro espetáculo, “Farnese de Saudade”, a partir da vida e obra de Farnese de Andrade.

O monólogo foi vencedor do Prêmio Questão de Crítica 2012, na categoria Cenário. Indicado ao mesmo prêmio na categoria Especial (pela pesquisa do projeto) e indicado ao Prêmio Shell 2012, na categoria Cenário. O espetáculo integrou a programação do Festival Home Theatre 2014, onde o ator Vandré Silveira recebeu o Prêmio de Melhor Interpretação.

Em 2013, a companhia aberta estreou o seu segundo espetáculo: “Vermelho Amargo”, baseado na obra homônima de Bartolomeu Campos de Queirós. O espetáculo – contemplado pelo Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2012 e indicado ao Prêmio Cesgranrio de Teatro 2013 (Melhor Cenografia).

Com estreia no Rio Janeiro, a obra também participou da Mostra Sesc Cariri 2013 e da Mostra Fringe/ Festival de Curitiba 2014. Em julho de 2014, Vermelho Amargo estreou em São Paulo, na unidade do Sesc Pinheiros.

Em dezembro de 2014, em processo contínuo de pesquisa e criação, o grupo estreou no Rio de Janeiro seu terceiro espetáculo “O Homem Elefante”, uma parceria criativa entre a companhia e os diretores Cibele Forja e Wagner Antonio.

A montagem é encenada no Auditório do Sesc. 126 lugares. Os valores dos ingressos variam de R$ 5,00 a R$ 17,00. Recomendação etária 14 anos.

O Sesc São José dos Campos fica na Av. Adhemar de Barros, 999 – Jd. São Dimas. Mais informações pelo telefone 12.3904.2000.

Terça-feira tem recreação para criançada no Centro da Juventude

[sinopse datas=”true” imprensa=”4″]

Dentro da programação da Colônia de Férias, no Centro da Juventude (Rua Aurora Pinto da Cunha, 131 – Jardim América), a Prefeitura de São José dos Campos realiza nesta terça-feira (12), a partir das 15h, mais uma atividade voltada para o público infantil: a oficina de artes e recreação com o Tio Pão.

A atividade é gratuita e os pais e responsáveis também podem participar. A tarde de diversão será realizada na área externa do Centro da Juventude, em um ambiente seguro e preparado para receber o público infantil.

Programação

 

Terça-feira (12)

15h

Oficina de Artes e Recreação com Tio Pão

Brincadeiras, jogos diversos e cantigas de roda

 

Quarta-feira (13)

15h

Oficina “O som do reciclável” com Almir Melo

Oficina de criação de instrumentos musicais com material 100% recicláveis

 

Quinta-feira (14)

15h

Oficina de Artes e Recreação com Tio Pão

Brincadeiras, jogos diversos e cantigas de roda

 

Sexta-feira (15)

Baladinha com Piquenique coletivo

Balada Infantil seguida de piquenique (os participantes deverão trazer algo para comer e beber para confraternizar após a balada – não é permitido bebida alcoólica)

 

Sábado (16)

Especial Workshops Hip Hop – Vagas limitadas

15h

Hip Hop – Street Jazz (a partir de 12 anos)

17h

Stileto – Pop Dance Heels (a partir de 15 anos)