Escolas de São José dos Campos recebem o projeto “MudaMundo”

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Depois de Caraguatatuba, é a vez das escolas públicas de São José dos Campos, em São Paulo, receberem o MudaMundo – projeto realizado pela empresa Signi em parceria com a Pernambucanas. A iniciativa é uma realização do Ministério da Cultura – Lei Federal de Incentivo à Cultura com o apoio da Secretaria Municipal de Educação.

O projeto “MudaMundo” é voltado para a disseminação de conceitos e valores básicos para a formação de cidadãos críticos e comprometidos com suas comunidades. É destinado aos alunos das séries iniciais do Ensino Fundamental das escolas públicas, colaborando tanto para a educação quanto para a formação de uma cultura de respeito ao próximo, de cuidados com o meio ambiente e com a cidade onde vivemos.

A estrutura do projeto se desdobra em oficinas de sensibilização para educadores, apresentação do teatro MudaMundo para as crianças, além da distribuição de kits com livros infantis, com quatro histórias escritas no formato do roteiro teatral, e uma cartilha para o professor, com sugestões de atividades para desenvolver em sala de aula. Em São José dos Campos, serão três oficinas para professores e quatro apresentações teatrais para as crianças (agenda abaixo).

“O objetivo da ação é reforçar a importância do professor como exemplo de ética para o aluno, propiciar a discussão de temas como cidadania, meio ambiente, bullying, entre outros, além de discutir sobre o papel da escola na formação do aluno e a importância da presença da família na educação das crianças”, comenta a coordenadora geral do projeto MudaMundo, Cristiane Ostermann.

Segundo Ana Paula Bogmann, gerente de Sustentabilidade da Pernambucanas, o projeto coloca luz em temas fundamentais para a construção de uma educação de mais qualidade na escola pública. “É fácil entender porque a educação é um assunto tão relevante para o País, por isso acreditamos que os projetos incentivados devem de fato ser aplicados no bem maior que é a formação de melhores cidadãos”.

O projeto já atingiu diretamente 53.155 crianças, 9.244 professores, mais de 4 mil escolas públicas e 97 cidades. Receberão ainda o projeto patrocinado pela Pernambucanas as cidades São José do Rio Preto, Bauru, Limeira e Sorocaba.

Serviço – “Projeto MudaMundo”

São José dos Campos, SP – 28 a 30 de abril

 

Oficina para professores

28, 29 e 30/04 – 18h30

Local: Instituto São José – Espaço Cultural Dom Bosco – Portaria 3 (Rua Clóvis Beviláqua, s/n – Jardim Esplanada – Telefone: (12) 3946-7400)

 

Teatro para as crianças

28/04 – 13h30 e 15h00

29/04 – 10h30 e 13h30

Local: Instituto São José – Espaço Cultural Dom Bosco – Portaria 3 (Rua Clóvis Beviláqua, s/n – Jardim Esplanada – Telefone: (12) 3946-7400)

 

 

 

Orquestra Sinfônica de SJC se apresenta no Teatro Municipal

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A Orquestra Sinfônica de São José dos Campos se apresentará no dia 30 de abril, no Teatro Municipal de São José dos Campos. O maestro Marcello Stasi selecionou um repertório envolvente e alegre, com obras de Rossini, Alberto Nepomuceno, Tchaikovsky e Dvorak.

No dia em que se comemora o aniversário de 90 anos do Parque Vicentina Aranha, dia 27 de abril (domingo), a OSSJC realizou um concerto ao ar livre, com distribuição de frutas, sorvetes e água.

As outras obras também serão contempladas no concerto do dia 30 de abril (quarta-feira), às 20h, no Teatro Municipal, onde o público poderá apreciá-las com maior profundidade. A peça “Série Brasileira”, de Alberto Nepomuceno, foi apresentada pela primeira vez em 1902 e ocupa um papel de destaque na história da música de concerto brasileira. Foi a primeira obra sinfônica a usar o reco-reco e percebe-se em todos os movimentos a busca por uma maneira genuinamente nacional de escrever para orquestra.

A peça “Romeu e Julieta” foi escolhida em homenagem aos 450 anos do escritor Shakespeare. O romance exerceu enorme fascínio em Tchaikovsky, inspirando a composição de obras sinfônicas baseadas em três das suas mais importantes peças teatrais. Tchaikovsky soube retratar musicalmente as principais facetas da história dramática, que conta o amor proibido entre Romeu e Julieta: o romance, a turbulência, a sensualidade e a tragicidade. “Não é à toa que a peça ficou popular, pois foi muito bem escrita. É difícil alguém não se emocionar ouvindo Romeu e Julieta. Essa peça promete cativar o público pela beleza das melodias”, conta o maestro e diretor artístico da Orquestra, Marcello Stasi.

Para fechar o concerto, a Orquestra apresentará um conjunto de danças orquestrais do compositor Dvorak, inspiradas na música folclórica eslava. Orquestradas com grande maestria, as peças alternam empolgação rítmica com momentos de delicadeza e sensualidade.

O Piquenique Sinfônico é gratuito e aberto ao público. Para o concerto do dia 30 de abril, no Teatro Municipal, os ingressos são gratuitos e começam a ser distribuídos na portaria do Parque Vicentina Aranha a partir do dia 23/04 (quarta-feira). É permitida a retirada de até dois ingressos por pessoa.

Sobre a OSSJC

A OSSJC foi criada em 2004 e conta com o maestro Marcello Stasi como seu regente titular e diretor artístico. A Orquestra é mantida pela Prefeitura Municipal de São José dos Campos, através da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, tendo a AJFAC (Associação Joseense para o Fomento da Arte e da Cultura) como Entidade gestora. Atualmente, a Orquestra conta com o apoio das empresas Huesker e Laboratório Oswaldo Cruz.

Além das apresentações regulares da OSSJC, o grupo possui os conjuntos de câmara: Orquestra de Cordas e Quarteto de Cordas. Informações:www.orquestrasjc.org.br e facebook.com/orquestrasjc

 

Serviço

 

Concerto da Temporada 2014 da OSSJC

Data: 30 de abril (quarta-feira)

Horário: 20h

Local: Teatro Municipal (rua Dr. Rubião Junior , 84 , Centro, São José dos Campos)

Retirada de até dois ingressos por pessoa a partir de 23/04 (quarta-feira), na portaria do Parque Vicentina Aranha. Se houver ingressos no dia do evento, podem ser retirados até as 12h no Parque e das 19h às 20h no Teatro Municipal.

Univap Cultura traz “O Vale Encantado do Paraíba”

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O Projeto Univap Cultura traz no dia 23, quarta-feira, às 20 horas, o espetáculo “O Vale Encantado do Paraíba”, produzido pelo Grupo Piraquara, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo. A apresentação, gratuita, será no Teatro Univap – Pça Cândido Dias Castejon, 116 – Centro – São José dos Campos.

 O espetáculo valoriza e divulga as tradições da cultura popular e do folclore da região. Inspirada nas danças e músicas que nasceram da mistura das culturas indígenas, africana e europeia – entre elas a Dança de São Gonçalo, o Jongo, a Catira e o Moçambique – e também em lendas como “A Noiva do Banhado”, o “Corpo Seco” e o “Túnel do Banhado”. Os textos e a direção geral dos trabalhos são de

Calixto de Inhamuns.

 

Serviço:

 

Evento: “O Vale Encantado do Paraíba”

Data: 23 de abril – quarta-feira

Horário: 20 horas

Local: Teatro Univap – Pça. Cândido Dias Castejon, 116 – Centro – São José dos Campos

 

Lucinha Lins, Tânia Alves e Virgínia Rosa interpretam Chico Buarque no espetáculo “Palavra de Mulher”, no Teatro Colinas

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Na próxima sexta-feira, dia 18 de abril, o Teatro Colinas recebe o espetáculo “Palavra de Mulher”, que, em clima de cabaré, apresenta as músicas de Chico Buarque escritas para personagens femininas.

Para interpretar as canções do compositor carioca que neste ano faz setentinha, o diretor Fernando Cardoso escolheu cantoras ligadas artisticamente ao artista. Lucinha Lins, Tania Alves e Virgínia Rosa sobem ao palco, com atmosfera de cabaré, com adereços, objetos cênicos, iluminação e figurino ajustados no clima. As intérpretes se revezam com interpretações em trio, duo e solo. As músicas são executadas com instrumentos acústicos (piano, contrabaixo, bateria e percussão).

Entre as canções escolhidas estão “Tatuagem”, “O Meu Amor”, “Folhetim”, “Sob Medida”, “Terezinha”, “Tango de Nancy”, “À Flor da Pele”, “Pedaço de Mim”, “Olho nos olhos”, entre outras.

As músicas não foram selecionadas de forma aleatória, seguem uma dramaturgia subliminar em cena. As cantoras incorporam a personalidade das personagens para dar mais vivacidade na interpretação.

Para Fernando Cardoso, por conta do vasto repertório de Chico Buarque, a montagem procura mostrar uma faceta de sua obra. “É difícil encontrar uma lista de canções representativas de todo o trabalho musical desse compositor carioca. Por isso, decidimos fazer um recorte com as músicas que retratam o universo feminino e criar um espetáculo para expressar esse clima”. “Elas são cantoras com personalidades diferentes, porém as três se harmonizam de uma forma fora do comum. Cada uma delas tem uma qualidade oposta da outra, quando se juntam o resultado é de uma grande beleza. Essas artistas têm uma versatilidade incrível”, enfatiza Fernando Cardoso.

Intimidade com Chico Buarque – Lucinha Lins, Tania Alves e Virgínia Rosa são responsáveis por dar voz às mulheres nos palcos. Não é a primeira vez que estão inseridas em um trabalho que envolve a obra de Chico Buarque.

Todas, de alguma maneira, estão ligadas ao compositor. Lucinha Lins já foi Vitória-Régia, a vilã de “Ópera do Malandro” (que lhe rendeu a indicação ao Prêmio Shell de Melhor Atriz), e a prostituta Nancy de “O Corsário do Rei”. No cinema, fez “Os Saltimbancos Trapalhões”, baseado na peça “Os Saltimbancos”, de Chico Buarque, Sergio Bardotti e Luis Enríquez Bacalov (uma adaptação do conto dos Irmãos Grimm, Os Músicos de Bremen).

Tania Alves gravou seu primeiro disco por intermédio de Chico Buarque e foi a protagonista Terezinha da montagem paulista de “Ópera do Malandro”, além de Bárbara, de “Calabar”. Em seus discos, sempre gravou músicas de Chico, como “Tatuagem”, “Pássara” e outras.

Já Virgínia Rosa interpretou várias canções de Chico Buarque em sua carreira nos palcos. “O musical se destaca por vários aspectos como o visual cabaré, a banda entrosada e a interpretação das músicas. Chico Buarque conseguiu captar a complexidade da mulher de uma forma genial. Fazemos números com a plateia para garantir uma maior proximidade do espetáculo com o público”, diz Tania Alves.

Para Lucinha Lins, os versos de Chico Buarque sempre estiveram presentes em seu cotidiano. “Ele expressou o sentimento feminino como poucos e está em minha vida tanto no lado profissional quanto no emocional. É um ídolo brasileiro que faz parte da gente e procuramos representar isso na interpretação das músicas.”

Virgínia Rosa ressalta que as três cantoras têm muita afinidade, característica que se reflete nos palcos. “Nosso encontro tem boa energia. Outro ponto positivo é poder interpretar as belas canções desse compositor brasileiro que tem uma facilidade de refletir na arte as tragédias amorosas e os delírios das mulheres.”

O espetáculo está em turnê pelo Brasil e tem tido ótima receptividade de público. “Palavra de Mulher é uma homenagem às personagens femininas criadas por Chico Buarque. O compositor soube traduzir a alma feminina com mulheres passionais que não medem esforços quando objetivo é o amor”, finaliza o diretor geral.

 

Ficha Técnica

Elenco: Lucinha Lins, Tania Alves e Virginia Rosa

Direção musical: Ogair Júnior

Músicos: Piano e acordeão – João Cristal, Contrabaixo – Robertinho Carvalho, Bateria – Ramon Montagner

Iluminação: Wagner Freire

Cenografia: Fernando Cardoso

Figurinos: Lucinha Lins, Tania Alves, Virgínia Rosa e Fernando Cardoso

Direção de produção:Fernando Cardoso e Roberto Monteiro

Concepção e direção geral: Fernando Cardoso

 

Serviço

“Palavra de Mulher”

Quando: 18 de abril (sexta-feira), às 21h

Onde: Teatro Colinas (dentro do Colinas Shopping – av. São João, 2.200, Jardim das Colinas, São José dos Campos)

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)

Classificação etária: 12 Anos

Mais informações: (12) 3204-5235, www.facebook.com/teatrocolinas ou pelo LivePass (www.livepass.com.br)

No Teatro Colinas, André Bankoff discute: “Não Existe Mulher Difícil”

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O Teatro Colinas apresenta, no próximo final de semana e feriado — dias 19, 20 e 21 de abril –, o espetáculo “Não Existe Mulher Difícil”, com André Bankoff.

A peça teve estreia com o ator na última quinta-feira, dia 10, no Teatro Frei Caneca e levou convidados ilustres. Inspirada no livro homônimo de André Aguiar Marques, com o texto adaptado por Lúcio Mauro Filho (o Tuco de “A Grande Família”), o espetáculo já passou por mais de 20 cidades no Brasil e foi assistida por mais de 100 mil espectadores na antiga montagem.

Em “Não Existe Mulher Difícil”, são colocadas, de forma bem-humorada, questões como: Existe ou não mulher difícil? Quais são as estratégias para conquistar este ser tão complexo?

A peça é um monólogo dinâmico e moderno que retrata de forma divertida o que um homem faz depois de uma separação. Após ser deixado pela mulher, o personagem volta ao universo dos solteiros e se vê em uma nova realidade: as mulheres estão mais independentes e a cada dia mais exigentes. Como lidar com essas e outras questões em seus novos relacionamentos? Como as mulheres pensam e o que elas querem?

Imperdível para homens e mulheres, casados ou solteiros.

André Aguiar Marques conta que seu livro é uma grande brincadeira com o público feminino e masculino. “Existe mulher difícil, só que elas estão em extinção. As mulheres estão muito exigentes, e os homens não entendem o que está acontecendo. O nome do livro brinca com um dito popular antigo, que tem muitas variações: ‘não existe mulher difícil, existe homem que bebeu pouco’, entre outras. O legal é que a história serve para homens e mulheres, é útil para elas não caírem nos golpinhos dos homens, e para eles se atualizarem e cantarem melhor as mulheres”, explica o autor.

Lucio Mauro Filho fala com humor sobre o projeto. “Não existe mulher difícil. Existe diretor difícil, ator difícil, produção difícil e um adaptador quase impossível! (risos) André Aguiar Marques nos introduziu no mundo masculino da cafajestagem, e decidimos passar para a frente este legado. Lendo o livro e vendo a peça, o público percebe que, na verdade, o cafajeste é um homem de bem”, ressalta o ator/adaptador.

 

Mais informações: www.naoexistemulherdificil.com.br

 

 

Ficha técnica 

Texto: André Aguiar Marques

Adaptação: Lucio Mauro Filho

Elenco: André Bankoff

Direção: Roberto Lage

Direção de produção: Rosangela Ribeiro

Direção de arte: Maria Borba

Direção musical: Marcio Tinoco

Administrativo e direção executiva: Denise Escudero

Direção de palco: Junior Brasil

Trilha Sonora: Dany Rolland

Iluminação: Paulo Denizot

Produção: New Marketing Comunicação

 

 

Serviço

“Não Existe Mulher Difícil”

Quando: 19 (sábado) de abril às 21h, 20 (domingo) e 21 (segunda) de abril às 19h

Onde: Teatro Colinas (dentro do Colinas Shopping – av. São João, 2.200, Jardim das Colinas, São José dos Campos)

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)

Classificação etária: 12 Anos

Mais informações: (12) 3204-5235, www.facebook.com/teatrocolinas ou pelo LivePass (www.livepass.com.br)

Neste domingo tem o infantil “Expresso Caracol” no SESC SJC

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Peça com Cia. dos Pés, apresenta um teatro ambulante que carrega a beleza da dança clássica e a magia do circo, em uma espécie de vagão na forma de um casco espiralado, onde um palhaço e uma bailarina põem fim à condição de abandonados e sublimam seus ofícios.

 

Auditório. 126 lugares.

R$2,00 R$5,00 R$10,00

 

Domingo (13) às 15h.

SESC SÃO JOSÉ DOS CAMPOS – Av. Adhemar de Barros, 999 – Jd. São Dimas (12) 3904-2000

O suspense “Tem alguém que nos odeia” será encenado neste sábado no SESC SJC

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O suspense a “Tem alguém que nos odeia” borda a relação privada e amorosa de duas mulheres que decidem morar juntas. No novo prédio, elas precisam enfrentar agressões físicas e psicológicas de um vizinho homofóbico. Num clima de suspense e desconfiança elas têm que lidar com a impunidade da justiça brasileira, com uma mãe que as considera um mau exemplo, com um padre que as tenta convencer de que são grandes pecadoras, com uma síndica que nada pode fazer e com suas angústias pessoais. Texto: Michelle Ferreira

| Direção: José Roberto Jardim | Elenco: Ana Paula Grande e Bruna Anauate.

No sábado (12) às 20h.
SESC SÃO JOSÉ DOS CAMPOS – Av. Adhemar de Barros, 999 – Jd. São Dimas (12) 3904-2000

Auditório. 126 lugares.
*Compra limitada a 2 ingressos por pessoa

 

(Foto: Divulgação)

R$2,00 R$5,00 R$10,00

Sarau no Vicentina Aranha trás sarau em homenagem à lingua portuguesa

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Com atrações que mesclam literatura, música, dança e artes plásticas, os escritores de língua portuguesa serão os homenageados deste mês no Sarau Letras Lusas neste sábado (12), das 15h às 17h, no Parque Vicentina Aranha (R. Engenheiro Prudente Meireles de Moraes 302 – Vila Adyana), que tem a entrada franca.

Para dar o tom, o encontro contará com a presença de dois cancioneiros: Luiz Salgado e Kátia Teixeira, que realizam o show e lançamento do CD “2 Mares”, apresentando um entrelace de canções populares brasileiras e portuguesas.

 

Enquanto isso, o público pode apreciar as obras do artista plástico Marcos Santos, bolsista da Assossiação de Pintores com a Boca e os Pés, ou conferir o lançamento dos livros “Ladrão de Galinhas”, de Filomena Sillan e “Anacropoesia” e “Sonetos” de Paulo Barja.

 

Além disso, o Sarau também terá dança com a bailarina e pesquisadora de cultura popular e afro-brasileira Quiara Maria, que preparou uma coreografia especialmente para a data.

 

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) realiza todo segundo sábado do mês um sarau no Parque Vicentina Aranha para homenagear grandes escritores da literatura mundial, além de celebrar datas comemorativas. Os encontros sempre são permeados de  arte e poesia.

Teatro Municipal apresenta a peça Lampião e Lancelote no final de semana

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Imagine uma disputa entre Lampião, o maior cangaceiro que o Brasil conheceu, e Lancelote, o melhor cavaleiro da Távola Redonda, amigo do Rei Arthur. O escritor e ilustrador Fernando Vilela foi o primeiro a pensar nisso. A ideia virou livro, este trouxe importantes prêmios – incluindo dois Jabuti – e agora serve de base para um musical brasileiro, dirigido por Debora Dubois e com direção musical de Zeca Baleiro.

O espetáculo  é protagonizado por Daniel Infantini e Leonardo Miggiori. O primeiro interpreta o cangaceiro, figura da história de nosso país. O segundo vive o cavaleiro, parte de uma lenda. Mas seus personagens guardam semelhanças, algumas mostradas ao longo da peça.

 

Lancelote chega ao sertão brasileiro da década de 1930 através de um feitiço da bruxa Morgana, não correspondida em seu amor: “Ela o manda ‘passear’ no sertão. Na verdade, seria um paralelo ao inferno, pelo calor. Ela o manda para o inferno”, explica a diretora.

 

Quando Lampião e Lancelote se encontram começa um embate cultural, que eles decidem resolver com o repente, cada um com suas referências próprias. O cangaceiro usa o cordel, o cavaleiro prefere a novela de cavalaria. Estas linguagens fazem parte da estrutura do livro e são mantidas na adaptação de Bráulio Tavares. “Trouxemos muito do texto: 70% da dramaturgia usada pelo Bráulio contêm partes do Fernando Vilela”, conta Debora.

 

Mais importante até do que as linguagens ou a história em si presentes no livro, a diretora considerou a estética da obra, que é ilustrada: “O livro tem um embate muito bonito entre o prata e o dourado, e a Debora trabalhou muito esta questão de tentar transpor as imagens dessas duas cores para o palco”, diz o ator Cássio Scapin, o narrador da encenação.

O espetáculo conta com 12 músicas, todas brasileiras.

INFORMAÇÕES:

Dias 11 e 12 de Abril (Sexta e Sábado) às 21h
Dia 13 de Abril (Domingo) às 19h

Valores:

Sexta – R$40 inteira / R$20 meia
Sábado e Domingo – R$60 inteira / R$30 meia

Ação inédita une jovens grafiteiros e idosos em São José dos Campos

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A Prefeitura de São José dos Campos realiza nesta quarta-feira (16), das 8h às 17h, um encontro inédito entre idosos e jovens grafiteiros, na Casa do Idoso Sul (Avenida Andrômeda 2.601), no Bosque dos Eucaliptos. Juntos, eles vão desenhar, pintar e trabalhar diversos temas relacionados à vida, fazendo com que o muro da instituição se torne uma obra de arte a céu aberto.

O objetivo é incluir os idosos nas atividades de arte e cultura pop realizadas pela Prefeitura e proporcionar a interatividade entre cidadãos de idades e segmentos diferentes, promovendo a integração social e a convivência.

Participam da criação da obra de arte os grafiteiros convidados: Vespa, Érica Mizu, Mild, Leen, Mari, Buyu e Pablo (São José dos Campos); End e Gus (Jacareí); Adam e Ozik (Lorena); Pelé e Chorão (Taubaté); Betão (Caçapava); Seth (Curitiba) e Bila (Porto Alegre).

A ação, realizada pela Secretaria de Promoção da Cidadania em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social e a Fundação Cultural Cassiano Ricardo, é aberta ao público, que poderá prestigiar os artistas durante a execução da obra e interação com os idosos.