“Pretas Por Ter” é atração do Teatro Colinas

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O Teatro Colinas apresenta, no próximo final de semana, dias 3, 4 e 5 de maio, o espetáculo “Pretas Por Ter”, com Nilton Rodrigues e Jô Santana.

Elas têm a mesma origem, mas o destino fez com que se transformassem em criaturas completamente antagônicas. Elas são Altair e Marlene, duas mulheres que a vida tratou de dar-lhes histórias completamente diferentes, até que se encontram para dividir um mesmo local de trabalho, um cursinho pré-vestibular.

O resultado do encontro dessas duas personagens quase reais ou quase surreais é uma divertida comédia com humor escrachado, marcado por enfrentamentos entre Altair e Marlene.

Com diálogos curtos, rápidos e diretos que também contam com o público como coadjuvante, “Pretas Por Ter” faz rir o tempo todo de si mesmo, e, ao mesmo tempo em que diverte, questiona.

A comédia estreou em Brasília e excursionou pelo nordeste, em São Paulo cumpriu temporadas com grande sucesso nos Teatros Augusta, João Caetano e Teatro Itália. Foi a grande sensação no Festival Cômico de Maia – Portugal, representando o Brasil.

 

Ficha Técnica

Texto: Alberto Damit

Adaptação: Nilton Rodrigues e Jô Santana

Direção: Ângela Barros

Elenco: Jô Santana, Nilton Rodrigues

Personagens em off: Rosi Campos

Figurinos: Cássio Brasil

Cenário: Vera Oliveira

Gestual e Corpo: Rico Malta

Visagismo: Rogério Magalhães

Produção: Ailson Barcos e Lúcia Filippini

Duração: 75 minutos

Realização: Fato MKT & Produções e Território Brasil Prod. Culturais

 

Serviço

“Pretas Por Ter”

Quando: 02 (sexta-feira) e 03 (sábado) de maio às 21h | 04 (domingo) de maio às 19h

Onde: Teatro Colinas (dentro do Colinas Shopping – av. São João, 2.200, Jardim das Colinas, São José dos Campos)

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)

Classificação etária: 12 Anos

Mais informações: (12) 3204-5235, www.facebook.com/teatrocolinas ou pelo LivePass (www.livepass.com.br)

Univap Cultura traz “O Vale Encantado do Paraíba”

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O Projeto Univap Cultura traz no dia 23, quarta-feira, às 20 horas, o espetáculo “O Vale Encantado do Paraíba”, produzido pelo Grupo Piraquara, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo. A apresentação, gratuita, será no Teatro Univap – Pça Cândido Dias Castejon, 116 – Centro – São José dos Campos.

 O espetáculo valoriza e divulga as tradições da cultura popular e do folclore da região. Inspirada nas danças e músicas que nasceram da mistura das culturas indígenas, africana e europeia – entre elas a Dança de São Gonçalo, o Jongo, a Catira e o Moçambique – e também em lendas como “A Noiva do Banhado”, o “Corpo Seco” e o “Túnel do Banhado”. Os textos e a direção geral dos trabalhos são de

Calixto de Inhamuns.

 

Serviço:

 

Evento: “O Vale Encantado do Paraíba”

Data: 23 de abril – quarta-feira

Horário: 20 horas

Local: Teatro Univap – Pça. Cândido Dias Castejon, 116 – Centro – São José dos Campos

 

Lucinha Lins, Tânia Alves e Virgínia Rosa interpretam Chico Buarque no espetáculo “Palavra de Mulher”, no Teatro Colinas

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Na próxima sexta-feira, dia 18 de abril, o Teatro Colinas recebe o espetáculo “Palavra de Mulher”, que, em clima de cabaré, apresenta as músicas de Chico Buarque escritas para personagens femininas.

Para interpretar as canções do compositor carioca que neste ano faz setentinha, o diretor Fernando Cardoso escolheu cantoras ligadas artisticamente ao artista. Lucinha Lins, Tania Alves e Virgínia Rosa sobem ao palco, com atmosfera de cabaré, com adereços, objetos cênicos, iluminação e figurino ajustados no clima. As intérpretes se revezam com interpretações em trio, duo e solo. As músicas são executadas com instrumentos acústicos (piano, contrabaixo, bateria e percussão).

Entre as canções escolhidas estão “Tatuagem”, “O Meu Amor”, “Folhetim”, “Sob Medida”, “Terezinha”, “Tango de Nancy”, “À Flor da Pele”, “Pedaço de Mim”, “Olho nos olhos”, entre outras.

As músicas não foram selecionadas de forma aleatória, seguem uma dramaturgia subliminar em cena. As cantoras incorporam a personalidade das personagens para dar mais vivacidade na interpretação.

Para Fernando Cardoso, por conta do vasto repertório de Chico Buarque, a montagem procura mostrar uma faceta de sua obra. “É difícil encontrar uma lista de canções representativas de todo o trabalho musical desse compositor carioca. Por isso, decidimos fazer um recorte com as músicas que retratam o universo feminino e criar um espetáculo para expressar esse clima”. “Elas são cantoras com personalidades diferentes, porém as três se harmonizam de uma forma fora do comum. Cada uma delas tem uma qualidade oposta da outra, quando se juntam o resultado é de uma grande beleza. Essas artistas têm uma versatilidade incrível”, enfatiza Fernando Cardoso.

Intimidade com Chico Buarque – Lucinha Lins, Tania Alves e Virgínia Rosa são responsáveis por dar voz às mulheres nos palcos. Não é a primeira vez que estão inseridas em um trabalho que envolve a obra de Chico Buarque.

Todas, de alguma maneira, estão ligadas ao compositor. Lucinha Lins já foi Vitória-Régia, a vilã de “Ópera do Malandro” (que lhe rendeu a indicação ao Prêmio Shell de Melhor Atriz), e a prostituta Nancy de “O Corsário do Rei”. No cinema, fez “Os Saltimbancos Trapalhões”, baseado na peça “Os Saltimbancos”, de Chico Buarque, Sergio Bardotti e Luis Enríquez Bacalov (uma adaptação do conto dos Irmãos Grimm, Os Músicos de Bremen).

Tania Alves gravou seu primeiro disco por intermédio de Chico Buarque e foi a protagonista Terezinha da montagem paulista de “Ópera do Malandro”, além de Bárbara, de “Calabar”. Em seus discos, sempre gravou músicas de Chico, como “Tatuagem”, “Pássara” e outras.

Já Virgínia Rosa interpretou várias canções de Chico Buarque em sua carreira nos palcos. “O musical se destaca por vários aspectos como o visual cabaré, a banda entrosada e a interpretação das músicas. Chico Buarque conseguiu captar a complexidade da mulher de uma forma genial. Fazemos números com a plateia para garantir uma maior proximidade do espetáculo com o público”, diz Tania Alves.

Para Lucinha Lins, os versos de Chico Buarque sempre estiveram presentes em seu cotidiano. “Ele expressou o sentimento feminino como poucos e está em minha vida tanto no lado profissional quanto no emocional. É um ídolo brasileiro que faz parte da gente e procuramos representar isso na interpretação das músicas.”

Virgínia Rosa ressalta que as três cantoras têm muita afinidade, característica que se reflete nos palcos. “Nosso encontro tem boa energia. Outro ponto positivo é poder interpretar as belas canções desse compositor brasileiro que tem uma facilidade de refletir na arte as tragédias amorosas e os delírios das mulheres.”

O espetáculo está em turnê pelo Brasil e tem tido ótima receptividade de público. “Palavra de Mulher é uma homenagem às personagens femininas criadas por Chico Buarque. O compositor soube traduzir a alma feminina com mulheres passionais que não medem esforços quando objetivo é o amor”, finaliza o diretor geral.

 

Ficha Técnica

Elenco: Lucinha Lins, Tania Alves e Virginia Rosa

Direção musical: Ogair Júnior

Músicos: Piano e acordeão – João Cristal, Contrabaixo – Robertinho Carvalho, Bateria – Ramon Montagner

Iluminação: Wagner Freire

Cenografia: Fernando Cardoso

Figurinos: Lucinha Lins, Tania Alves, Virgínia Rosa e Fernando Cardoso

Direção de produção:Fernando Cardoso e Roberto Monteiro

Concepção e direção geral: Fernando Cardoso

 

Serviço

“Palavra de Mulher”

Quando: 18 de abril (sexta-feira), às 21h

Onde: Teatro Colinas (dentro do Colinas Shopping – av. São João, 2.200, Jardim das Colinas, São José dos Campos)

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)

Classificação etária: 12 Anos

Mais informações: (12) 3204-5235, www.facebook.com/teatrocolinas ou pelo LivePass (www.livepass.com.br)

No Teatro Colinas, André Bankoff discute: “Não Existe Mulher Difícil”

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O Teatro Colinas apresenta, no próximo final de semana e feriado — dias 19, 20 e 21 de abril –, o espetáculo “Não Existe Mulher Difícil”, com André Bankoff.

A peça teve estreia com o ator na última quinta-feira, dia 10, no Teatro Frei Caneca e levou convidados ilustres. Inspirada no livro homônimo de André Aguiar Marques, com o texto adaptado por Lúcio Mauro Filho (o Tuco de “A Grande Família”), o espetáculo já passou por mais de 20 cidades no Brasil e foi assistida por mais de 100 mil espectadores na antiga montagem.

Em “Não Existe Mulher Difícil”, são colocadas, de forma bem-humorada, questões como: Existe ou não mulher difícil? Quais são as estratégias para conquistar este ser tão complexo?

A peça é um monólogo dinâmico e moderno que retrata de forma divertida o que um homem faz depois de uma separação. Após ser deixado pela mulher, o personagem volta ao universo dos solteiros e se vê em uma nova realidade: as mulheres estão mais independentes e a cada dia mais exigentes. Como lidar com essas e outras questões em seus novos relacionamentos? Como as mulheres pensam e o que elas querem?

Imperdível para homens e mulheres, casados ou solteiros.

André Aguiar Marques conta que seu livro é uma grande brincadeira com o público feminino e masculino. “Existe mulher difícil, só que elas estão em extinção. As mulheres estão muito exigentes, e os homens não entendem o que está acontecendo. O nome do livro brinca com um dito popular antigo, que tem muitas variações: ‘não existe mulher difícil, existe homem que bebeu pouco’, entre outras. O legal é que a história serve para homens e mulheres, é útil para elas não caírem nos golpinhos dos homens, e para eles se atualizarem e cantarem melhor as mulheres”, explica o autor.

Lucio Mauro Filho fala com humor sobre o projeto. “Não existe mulher difícil. Existe diretor difícil, ator difícil, produção difícil e um adaptador quase impossível! (risos) André Aguiar Marques nos introduziu no mundo masculino da cafajestagem, e decidimos passar para a frente este legado. Lendo o livro e vendo a peça, o público percebe que, na verdade, o cafajeste é um homem de bem”, ressalta o ator/adaptador.

 

Mais informações: www.naoexistemulherdificil.com.br

 

 

Ficha técnica 

Texto: André Aguiar Marques

Adaptação: Lucio Mauro Filho

Elenco: André Bankoff

Direção: Roberto Lage

Direção de produção: Rosangela Ribeiro

Direção de arte: Maria Borba

Direção musical: Marcio Tinoco

Administrativo e direção executiva: Denise Escudero

Direção de palco: Junior Brasil

Trilha Sonora: Dany Rolland

Iluminação: Paulo Denizot

Produção: New Marketing Comunicação

 

 

Serviço

“Não Existe Mulher Difícil”

Quando: 19 (sábado) de abril às 21h, 20 (domingo) e 21 (segunda) de abril às 19h

Onde: Teatro Colinas (dentro do Colinas Shopping – av. São João, 2.200, Jardim das Colinas, São José dos Campos)

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)

Classificação etária: 12 Anos

Mais informações: (12) 3204-5235, www.facebook.com/teatrocolinas ou pelo LivePass (www.livepass.com.br)

Neste domingo tem o infantil “Expresso Caracol” no SESC SJC

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Peça com Cia. dos Pés, apresenta um teatro ambulante que carrega a beleza da dança clássica e a magia do circo, em uma espécie de vagão na forma de um casco espiralado, onde um palhaço e uma bailarina põem fim à condição de abandonados e sublimam seus ofícios.

 

Auditório. 126 lugares.

R$2,00 R$5,00 R$10,00

 

Domingo (13) às 15h.

SESC SÃO JOSÉ DOS CAMPOS – Av. Adhemar de Barros, 999 – Jd. São Dimas (12) 3904-2000

O suspense “Tem alguém que nos odeia” será encenado neste sábado no SESC SJC

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O suspense a “Tem alguém que nos odeia” borda a relação privada e amorosa de duas mulheres que decidem morar juntas. No novo prédio, elas precisam enfrentar agressões físicas e psicológicas de um vizinho homofóbico. Num clima de suspense e desconfiança elas têm que lidar com a impunidade da justiça brasileira, com uma mãe que as considera um mau exemplo, com um padre que as tenta convencer de que são grandes pecadoras, com uma síndica que nada pode fazer e com suas angústias pessoais. Texto: Michelle Ferreira

| Direção: José Roberto Jardim | Elenco: Ana Paula Grande e Bruna Anauate.

No sábado (12) às 20h.
SESC SÃO JOSÉ DOS CAMPOS – Av. Adhemar de Barros, 999 – Jd. São Dimas (12) 3904-2000

Auditório. 126 lugares.
*Compra limitada a 2 ingressos por pessoa

 

(Foto: Divulgação)

R$2,00 R$5,00 R$10,00

Neste final de semana o SESC SJC apresenta o espetáculo “O reencontro dos palhaços de rua é a alegria do Sol com a Lua”

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Espetáculo com Cia Teatral Turma do Biribinha, mostra reencontro de dois palhaços de circo que não se vêem há muito tempo e num encontro inusitado relembram o maravilhoso passado juntos. Um espetáculo cheio de reprises, gags, pilhérias e galhofas, floreado por música alegre e muita animação.

Local: Solário.
Evento Grátis.

Sábado (15h) e domingo (16h30) no SESC São José dos Campos.
Av. Adhemar de Barros, 999 – Jd. São Dimas (12) 3904-2000
(Foto: Marcus Pratt)

Teatro Municipal apresenta a peça Lampião e Lancelote no final de semana

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Imagine uma disputa entre Lampião, o maior cangaceiro que o Brasil conheceu, e Lancelote, o melhor cavaleiro da Távola Redonda, amigo do Rei Arthur. O escritor e ilustrador Fernando Vilela foi o primeiro a pensar nisso. A ideia virou livro, este trouxe importantes prêmios – incluindo dois Jabuti – e agora serve de base para um musical brasileiro, dirigido por Debora Dubois e com direção musical de Zeca Baleiro.

O espetáculo  é protagonizado por Daniel Infantini e Leonardo Miggiori. O primeiro interpreta o cangaceiro, figura da história de nosso país. O segundo vive o cavaleiro, parte de uma lenda. Mas seus personagens guardam semelhanças, algumas mostradas ao longo da peça.

 

Lancelote chega ao sertão brasileiro da década de 1930 através de um feitiço da bruxa Morgana, não correspondida em seu amor: “Ela o manda ‘passear’ no sertão. Na verdade, seria um paralelo ao inferno, pelo calor. Ela o manda para o inferno”, explica a diretora.

 

Quando Lampião e Lancelote se encontram começa um embate cultural, que eles decidem resolver com o repente, cada um com suas referências próprias. O cangaceiro usa o cordel, o cavaleiro prefere a novela de cavalaria. Estas linguagens fazem parte da estrutura do livro e são mantidas na adaptação de Bráulio Tavares. “Trouxemos muito do texto: 70% da dramaturgia usada pelo Bráulio contêm partes do Fernando Vilela”, conta Debora.

 

Mais importante até do que as linguagens ou a história em si presentes no livro, a diretora considerou a estética da obra, que é ilustrada: “O livro tem um embate muito bonito entre o prata e o dourado, e a Debora trabalhou muito esta questão de tentar transpor as imagens dessas duas cores para o palco”, diz o ator Cássio Scapin, o narrador da encenação.

O espetáculo conta com 12 músicas, todas brasileiras.

INFORMAÇÕES:

Dias 11 e 12 de Abril (Sexta e Sábado) às 21h
Dia 13 de Abril (Domingo) às 19h

Valores:

Sexta – R$40 inteira / R$20 meia
Sábado e Domingo – R$60 inteira / R$30 meia

Peça sobre a vida de Luiz Gonzaga é atração em escola da Vila Tesouro

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A Escola Estadual Juvenal Machado (Rua Vicente Celestino 150 – Vila Tesouro) vai receber nesta sexta-feira (11), às 19h30, a peça Sertania Nordestina. A apresentação é aberta ao público e gratuita.

O espetáculo conta a história de Luiz Gonzaga, o “Lua”, também chamado de o Rei do Baião. O ator Cláudio do Vale é acompanhado de percussão, acordeon e triângulo. Os espectadores embarcarão em uma viagem para conhecer o importante artista que marcou a música popular brasileira, passando por suas raízes no sertão nordestino até a consagração definitiva no Rio de Janeiro, nos anos 50.

“Sertania Nordestina” foi assistido por aproximadamente 20 mil pessoas em São José dos Campos e cidades do Vale do Paraíba e de outras regiões de São Paulo. O espetáculo também obteve a terceira colocação na final da 6ª Edição do Mapa Cultural Paulista.

A peça é uma das atrações do Projeto “CirculAção”, que tem como objetivo propagar a cultura na cidade de São José dos Campos através de apresentações culturais gratuitas.

Teatro Colinas apresenta “La Mamma”, com Rosi Campos e Leonardo Miggiorin no elenco

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Chega ao Teatro Colinas, nos dias 11, 12 e 13 de abril, o espetáculo “La Mamma”, com super elenco: Rosi Campos, Leonardo Miggiorin, Carlo Briani e Débora Gomez.

A peça trata dos conflitos de uma típica família ítalo-brasileira, com sua figura central, a Mamma (Rosi Campos), que faz de tudo para manter sua família unida e bem vista perante a sociedade local. A Mamma tem dois filhos (Aldo e Antônio), ambos interpretados por Leonardo Miggiorin. Apesar de serem gêmeos, os irmãos são completamente diferentes. Antônio é o galã da cidade, charmoso, bem relacionado, atrai todas as atenções femininas. Já Aldo é o filho preguiçoso, bronco, encostado nos negócios da família e, fisicamente, passa longe da beleza do irmão.

Quando se descobre que Antônio, com toda sua fama de Don Juan, na verdade não era o que aparentava ser, sua família passa por uma desmoralização. Para salvar a reputação dos Magnano, a Mamma arma um plano mirabolante, envolvendo seu outro filho (Aldo), que é encarregado de se passar pelo irmão. Porém, o plano não sai como o combinado e a peça acaba tendo um desfecho surpreendente, que revela a verdadeira chave para o mistério: o amor.

“La Mamma é uma deliciosa comédia, que aborda a sexualidade de forma não apelativa e bem humorada, nos intrigando até o último instante graças à sua trama bem amarrada”, explica o diretor Carlos Artur Thiré, que também adaptou e traduziu o texto. “A comédia resgata a identidade ítalo-brasileira da cidade de São Paulo, através do entretenimento de humor inteligente. Sem fazer uso de um humor estereotipado, os personagens vivem seus dramas em situações extremamente engraçadas, o que resulta em diversão para o público”, completa.

Além de interpretar os dois filhos, Leonardo Miggiorin é realizador e produtor  e La Mamma é a primeira empreitada com a sua empresa, a L.M Produções. “É uma delícia iniciar com um texto como este, Thiré fez uma adaptação incrível. Tanto o texto original de ‘O Belo Antônio’, de Vitaliano Brancati, quanto a adaptação para o cinema com o ator Marcelo Mastroiani, são dramas e a peça é uma comédia”, conta. “Trouxemos para a nossa realidade, mantendo a dramaticidade italiana, com pitadas da cultura brasileira. Ambientamos a peça na cidade fictícia de Santa Rita, no interior de São Paulo, nos anos 1960, mas poderia ser em muitas outras cidades”, complementa.

 

Ficha técnica 

Texto: André Roussin

Tradução: Letícia Kaminski e Carlos Artur Thiré

Adaptação e Direção: Carlos Artur Thiré 

Elenco: Rosi Campos, Leonardo Miggiorin, Carlo Briani e Débora Gomez.

Cenário e figurino: Clívia Cohen 

Trilha sonora: Charles Dalla 

Iluminação: Aline Santini

Fotos: Paulo Emílio Lisboa 

Visagismo: Dicko Lourenço 

Produção executiva e direção de produção: Néctar Cultural 

Realização: L.M. Produções Artísticas 

 

 

 

Serviço

“La Mamma”

Quando: 11 (sexta-feira) de abril às 21h | 12 (sábado) de abril às 18h e às 21h | 13 (domingo) de abril às 19h

Onde: Teatro Colinas (dentro do Colinas Shopping – av. São João, 2.200, Jardim das Colinas, São José dos Campos)

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)

Classificação etária: 14 Anos

Mais informações: (12) 3204-5235, www.facebook.com/teatrocolinas ou pelo LivePass (www.livepass.com.br)