Conheça o Golf Fitness

Golf Fitness Program

Por Juracy Barros – Golf Fitness Instructor, membro da ISTA (International Sports Trainers Association) e CREF/CONFEF, com cursos de especialização em treinamento físico para golfistas com argentinos e americanos

Embora o golf seja considerado um esporte seguro, quando não praticado de maneira correta pode ocasionar danos ao aparelho musculoesquelético, comprometendo e limitando severamente a capacidade de um jogador de golf, que muitas vezes resulta no desenvolvimento de padrões de compensação muscular e muitas dores.

Pesquisas cientificas comprovam e nos levam a pensar NBA vital relevância em uma preparação física especifica para jogadores de golf.

Durante o jogo de golf a execução de um swing requer uma força e mobilidade articular muito grande com alta carga de trabalho na coluna lombar.

Um programa de treinamento personalizado para o golf que supra as necessidades funcionais do swing, e uma avaliação biomecânica do swing pessoal de cada jogador, se faz necessária para que possamos permanecer em uma área de segurança fisiológica.

“Com esta proposta acho importante mencionar que a copia gera movimentos deturpados; quando se tenta copiar o outro não tendo as mesmas condições físicas e psicológicas, fatalmente o jogador vai se machucar; existe um processo e as necessidades individuais precisam ser avaliadas e respeitadas.”

De acordo com o objetivo de cada golfista, para que haja harmonia anatomofuncionais é necessário ajustar o comportamento muscular possível para cada biótipo, promovendo um equilíbrio nos requisitos necessários para o esporte:

  • Resistência aeróbica
  • Força
  • Velocidade
  • Potência
  • Resistência Muscular
  • Flexibilidade
  • Coordenação neuromuscular
  • Equilíbrio Estático e Dinâmico do Swing

Para que o golf cresça de forma consciente e responsável em nosso país é preciso entender que só o treino técnico não é o suficiente para a evolução golf e se quisermos estar junto aos grandes nomes desse esporte ainda pouco divulgado no Brasil vamos precisar nos preparar melhor.

“Quero manter você motivado em seu jogo através de um programa de treinamento físico abrangente, mantendo você em um nível competitivo.”
“Não existe um campo de golf igual ao outro; você precisa estar preparado para todos eles.” – Juracy Barros.

 

Golf Fitness Program

  • Avaliação física
  • Protocolo de biomecânica do swing e rotina já existente
  • Diagnóstico e pontos gatilhos
  • Objetivos e periodização
  • Testes de análise evolutiva

 

Curiosidade – O Golfe nas Olimpíadas

A mais antiga prova escrita da existência do golfe, segundo historiadores, é na Escócia por volta de 1457, quando o Rei Jaime II decidiu proibir o jogo por considerar que este prejudicava o treino militar necessário à defesa do reino contra os ingleses.

O golfe já participou de duas olimpíadas: 1900, em Paris – França e 1904, em St. Louis – Estados Unidos, quando George Lyon, do Canadá, ganhou a medalha de ouro. A partir dessa última data, o esporte nunca mais participou das disputas dos jogos olímpicos.

Num dia histórico para brasileiros e golfistas do mundo todo, o COI (Comitê Olímpico Internacional) aprovou o retorno do golfe à olimpíadas. Dada a aprovação, mais a decisão de escolher o Rio de Janeiro como sede dos jogos olímpicos em 2016, o COI plantou uma nova semente no golfe mundial e principalmente no esporte brasileiro.

Ao sediar uma olimpíadas, o Brasil terá, segundo o Comitê Olímpico Brasileiro (COB), pelo menos uma vaga garantida na disputa pela medalha de ouro.

Apesar de não ser um esporte de tradição em nosso país, os golfistas brasileiros comemoram o retorno do esporte às olimpíadas, que sem dúvida tem muito obstáculos a superar, mas com sua volta e estréia no Rio de Janeiro, talvez garanta maior apoio governamental incentivando o crescimento no país e sua popularização.

Juracy Barros – Golf Fitness Instructor
Treinamento específico para Golfistas (12) 9757-0879 / 9744-5202 / [email protected]

Fonte: 180 Magazine – Ano 3 – Nº #11.

Ginecologia Endócrina

A Prefeitura de São José dos Campos realiza nesta quinta-feira (4), das 8h às 12h, o treinamento de Ginecologia Endócrina para enfermeiros e ginecologistas. O evento será realizado no Cephas (Rua Tsunessaburo Makiguti, 399), Floradas de São Jose, região sul da cidade.

O objetivo do curso é capacitar os profissionais da saúde para diagnosticar as principais alterações em Ginecologia Endócrina. As vagas são limitadas. Mais informações no telefone (12) 3947-8659, Divisão de Treinamento e Apoio (DTA).

Prefeitura Municipal

Meta atingida

A Prefeitura de São José dos Campos atingiu nesta sexta-feira (29) a meta de vacinação contra o sarampo com a imunização de 49.178 crianças com idade entre um e menores de sete anos. A meta de cobertura estipulada era 48 mil crianças nesta faixa etária.

A campanha nacional de vacinação contra o sarampo, caxumba e rubéola (tríplice viral) foi realizada entre os dias 18 de junho e 22 de julho e envolveu cerca de 400 profissionais da área de saúde em todas as 40 Unidades Básicas de Saúde, das 8h às 17h, além de outros 45 Postos Volantes que foram espalhados pelo município no Dia “D” da campanha para atender a população.

A primeira etapa da campanha nacional de vacinação contra a Poliomielite, realizada em junho, foram imunizadas 42.452 crianças menores de cinco anos de idade, incluindo os recém-nascidos. O número representou uma cobertura total de 97,18% do público-alvo.

A segunda etapa da campanha contra a Pólio será realizada no dia 13 de agosto. A meta, estipulada pela Iniciativa Global para a Erradicação da Paralisia Infantil, é imunizar 95% das crianças menores de cinco anos de idade, incluindo os recém-nascidos, de uma população-alvo total estimada em aproximadamente 45 mil crianças.

Prefeitura Municipal

Nutrição é tema de conferência

A Prefeitura de São José dos Campos, em parceria com o Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável (Consea/SP), realiza nesta quarta-feira (13) a Conferência Regional de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável, das 13h às 17h, no Plenário da Câmara Municipal (Rua Desembargador Francisco Murilo Pinto 33), Vila Santa Luzia, região central da cidade.

O tema da conferência é Alimentação Adequada e Saudável: Direito de Todos. O evento tem como objetivo realizar discussões para a construção de compromissos para efetivar o direito à alimentação adequada e saudável e promover a soberania alimentar por meio da implementação da Política e do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN) com a participação da sociedade.

Além das ameaças à soberania alimentar e nutricional do Brasil, como uso abusivo de agrotóxicos, liberação de transgênicos, restrições ao uso livre da biodiversidade por parte dos agricultores familiares, povos indígenas e comunidades tradicionais e o avanço das monoculturas.

Vacinas de sarampo

A campanha nacional de vacinação contra sarampo, caxumba e rubéola (tríplice viral) permanece disponível para as crianças de 1 a 7 anos nas 40 unidades básicas de saúde de São José dos Campos.

Até quinta-feira (7) foram imunizadas 44.113 pessoas nessa faixa etária, o que representa uma cobertura parcial de 85,66%. A meta estipulada é vacinar 48 mil crianças.

A vacina será aplicada de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, até que a meta de imunização seja atingida. Os pais ou responsáveis devem preferencialmente apresentar a carteira de vacinação da criança.

Mais informações pelo telefone 156.

Vacinas Para os Adultos

Ninguém reluta em levar o filho para tomar uma vacina contra sarampo ou paralisia infantil, mas na hora de cuidar da própria saúde, muitos adultos negligenciam as campanhas de vacinação. Não é apenas o organismo da criança que está sujeito à doenças que o corpo não está preparado para combater.
Em todas as fases de nossa vida, estamos suscetíveis a infecções por vírus e bactérias que, se não tratadas, podem causar muitos problemas.

Segundo o infectologista Paulo Olzon, da Unifesp,faz parte da cultura dos brasileiros achar que vacinação é assunto de criança. Para ele, mesmo que esse quadro esteja mudando, os adultos ainda não tratam as vacinas com seriedade.
As doenças crônicas que se manifestam mais na vida adulta são fortes indicadores de que o individuo precisa se vacinar. “As pessoas que estão em grupos de risco, como as pessoas com mais de 60 anos ou aquelas que têm doenças crônicas, devem sempre estar informadas sobre a vacinação”, explica o especialista.

O médico explica que existem vacinas tanto para bactérias como para vírus. No primeiro caso, a vacinação é feita para controlar surtos epidemiológicos. Já no caso dos vírus, a imunização normalmente dura a vida toda, sendo necessárias apenas algumas doses de reforço para garantir que a doença não vai mais voltar.

Vacina dupla tipo adulto – para difteria e tétano

A difteria é causada por uma bactéria, que é contraída pelo contato com secreções de pessoas infectadas. Ela afeta o sistema respiratório, causa febres e dores de cabeça, em casos graves, pode evoluir para uma inflamação no coração.

A toxina da bactéria causadora do tétano compromete os músculos e leva a espasmos involuntários. A musculatura respiratória é uma das mais comprometidas pelo tétano. Se a doença não for tratada precocemente, pode haver uma parada respiratória devido ao comprometimento do diafragma, músculo responsável por boa parte da respiração, levando a morte. Ferir o pé com prego enferrujado que está no chão é uma das formas mais conhecidas do contágio do tétano.
A primeira parte da vacinação contra difteria e tétano é feita em três doses, com intervalo de dois meses. Geralmente, essas três doses são tomadas na infância. Então confira a sua carteira de vacinação para certificar-se se a vacinação está em ordem. Depois delas, o reforço deve ser feito a cada dez anos para que a imunização continue eficaz. É nesse momento que os adultos cometem um erro, deixando a vacina de lado.

Vacina Tríplice-viral – para sarampo, caxumba e rubéola

O  sarampo é caracterizado por manchas vermelhas no corpo. A transmissão ocorre por via respiratória. De acordo com dados do Ministério da Saúde, a mortalidade entre crianças saudáveis é mínima, ficando abaixo de 0,2% dos casos. Nos adultos, essa doença é pouco observada, mas como a forma de contágio é simples, os adultos devem ser imunizados para proteger as crianças com quem convivem.

Já a Caxumba é conhecida por deixar o pescoço inchado, e também tem transmissão por via respiratória. Mesmo que seja mais comum em crianças, a caxumba apresenta casos mais graves em adultos, podendo causar meningite, encefalite, surdez, inflamação nos testículos ou dos ovários, e mais raramente no pâncreas.

A rubéola é caracterizada pelo aumento dos gânglios do pescoço e por manchas avermelhadas na pele, é mais perigosa para gestantes. O vírus pode levar à síndrome da rubéola congênita, que prejudica a formação do bebê nos três primeiros meses de gravidez. A síndrome causa surdez, má-formação cardíaca, catarata e atraso no desenvolvimento.
O adulto deve tomar a tríplice-viral se ainda não tiver recebido as duas doses recomendadas para a imunização completa quando era criança e se tiver nascido depois de 1960. O Ministério da Saúde considera que as pessoas que nasceram antes dessa data já tiveram essas doenças e estão imunizados, ou já foram vacinados anteriormente.
Mesmo que todos com essas características devam ser vacinados, as mulheres que pretendem ter filhos, que não foram imunizadas ou nunca tiveram rubéola devem tomar a vacina um mês antes de engravidar, já que a rubéola é bastante perigosa quando acomete gestantes, podendo causar deformidade no feto.

Vacina contra a hepatite B

A Hepatite B é transmitida pelo sangue, e em geral não apresenta sintomas. Alguns pacientes se curam naturalmente sem mesmo perceber que tem a doença. Em outros, a doença pode se tornar crônica, levando a lesões do fígado que podem evoluir para a cirrose.
De acordo com o especialista, há algumas décadas, o tipo B da hepatite era o mais encontrado, já que ela pode ser transmitida através da relação sexual e as pessoas não tomavam cuidado com a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis.
Até os 19 anos, todas as pessoas podem tomar a vacina contra hepatite B, gratuitamente, em qualquer posto de saúde. A aplicação da vacina também continua de graça, quando o adulto faz parte de um grupo de risco.

Pneumo 23 – Pneumonia

O pneumococo, bactéria que pode causar a pneumonia, entre outras doenças, pode atacar pessoas de todas as idades, principalmente indivíduos com mais de 60 anos.
A pneumonia é o nome dado a inflamação nos pulmões causada por agentes infecciosos (bactérias, vírus, fungos e reações alérgicas). Entre os principais sintomas dessa inflamação dos pulmões, estão febre alta, suor intenso, calafrios,falta de ar, dor no peito e tosse com catarro. Adultos com doenças crônicas em órgãos como pulmão e coração -alvos mais fáceis para o pneumococo, devem tomar essa vacina sempre que há uma campanha de vacinação.
Mesmo que ela seja uma das vacinas mais importantes para ser tomadas é a única vacina do calendário que não é oferecida em postos de saúde. É preciso ir a um Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais.

Vacina contra a febre amarela

A febre amarela é transmitida pelo mesmo mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti. A doença tem como principais sintomas febre, dor de cabeça, calafrios, náuseas, vômito, dores no corpo, icterícia (pele e olhos amarelados) e hemorragias.
Por ser uma doença grave, e com alto índice de mortalidade, todas as pessoas que moram em locais de risco devem tomar a vacina a cada dez anos, durante toda a vida. Quem for para uma dessas regiões precisa ser vacinado pelo menos dez dias antes da viagem. No Brasil, as áreas de risco são: zonas rurais no Norte e no Centro-Oeste do país e alguns municípios dos Estados do Maranhão, do Piauí, da Bahia, de Minas Gerais, de São Paulo, do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.

Mesmo que os efeitos colaterais mais sérios sejam muito raros, a vacina contra febre amarela deve ficar restrita aqueles indivíduos que moram ou irão viajar para algum lugar de risco.

Vacina contra o influenza (gripe)

A vacina contra gripe deve estar na rotina de quem está com mais de 60 anos.
A gripe é transmitida por via respiratória, leva a dores musculares e a febres altas. Seu ciclo costuma ser de uma semana. Pessoas com mais de 60 anos podem tomar a vacina nos postos de saúde, enquanto os mais jovens podem ser vacinados em clínicas particulares.
“Os idosos que não querem esperar até a campanha anual de vacinação contra a gripe podem tomar a vacina em clínicas particulares em todas as épocas do ano”, diz Paulo Olzon.

Fonte: Minha Vida

Cuidados com a pele

A tendência no inverno é a pele ser mais atingida por variações térmicas.
É comum nossa pele apresentar áreas ressecadas que chegam a apresentar rachaduras e, em alguns casos, até sangramento.
Quem tem rugas tende a sofrer um pouco mais nessa época do ano porque elas aparecem mais, devido ao ressecamento natural da pele no período de frio.
Portanto, a maior preocupação que se deve ter com a pele durante o inverno é em hidratar a epiderme, a camada mais superficial da pele.

A hidratação da pele se dá por via interna e externa. A interna acontece quando o suor, constituído por água e sais minerais, atravessa as várias camadas da pele, chegando à epiderme. A externa se dá quando introduzimos água, por meio de produtos farmacêuticos e cosméticos, nas camadas mais externas da pele.
Para que o hidratante cumpra seu papel, a pele tem que estar limpa, portanto, a atenção neste quesito deve ser redobrada.
É preciso prestar atenção para que a limpeza exagerada não tire o manto hidro-lipídico, a camada de gordura da pele.
O mecanismo de hidratação natural da pele é garantido pela capa mais externa dela, que impede a perda de líquido. Quando o corpo é exposto à água quente e aos sabonetes alcalinos, essa capa de proteção natural, chamada de lipoproteica, é removida, fazendo com que a pele perca água para o meio e desidrate. O uso da bucha é permitido para o corpo, pois ajuda a eliminar células mortas. Mas a hidratação após a esfoliação deve ser mais cuidadosa.


Durante o banho, atenção à temperatura. A água deve ser morna, quase fria. O banho não deve ser muito demorado. Aquele enrugamento normal que acontece na pele quando ficamos muito tempo na água indica que sua pele está desidratada. Por isso, nada de transformar seu banho em uma sauna quente, com todo aquele vapor e que demora horas.
O rosto é a região do corpo que mais sofre com os efeitos do frio. Por isso, não caia na tentação da água quente para lavar. Para o rosto, use sempre água fria. O uso de buchas ou esponjas também não é indicado para essa área tão sensível. O ideal é usar uma loção ou gel de limpeza, com ação mais profunda.

Pouca gente sabe que mais de 80% da radiação ultravioleta que atinge a nossa pele durante a vida corresponde a essa exposição do dia-a-dia.
“É muito maior do que quando vamos à praia”, afirma Sergio Talarico, professor do departamento de dermatologia da Unifesp e coordenador do grupo de dermatologia cosmiátrica.
Por isso, engana-se quem pensa que a ausência do sol está diretamente ligada ao fim dos cuidados com proteção. Mesmo no inverno, o fotoprotetor deve ser usado todos os dias.
Por fim, não se esqueça que hidratar por dentro também é fundamental. Beber dois litros de água é uma regra a ser praticada diariamente, faça frio ou calor.

Fontes: Folha Online / Cyberdiet

Cochilo Após o Almoço

Na Europa  há uma prática comum para muitas pessoas após o almoço: a chamada sesta, que consiste em um cochilo.
O que parece estranho aos nossos olhos é uma prática saudável e que deveria ser seguida por todas as pessoas. Dormir após o almoço não é sinônimo de preguiça ou falta do que fazer, mas sim uma recomendação médica capaz de melhorar o desempenho nas atividades durante os períodos vespertino e noturno e, consequentemente, trazer mais saúde.

 O especialista em sono e responsável pelo serviço de Medicina do Sono do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, Maurício Bagnato explica que a sesta não é um capricho, mas sim uma necessidade fisiológica. “O cochilo depois do almoço é muito bom para o corpo porque a temperatura abaixa após o sono. Ele precisa ter duração máxima de meia hora e dá uma boa restaurada. Isso faz parte do ser humano. O corpo pede esse descanso”, afirma o especialista.

Algumas empresas já oferecem salas de descanso para que os funcionários possam tirar um cochilo após o almoço. Contudo, essa prática ainda é rara no meio empresarial brasileiro.
No setor comercial, há o mesmo problema. Vendedores e balconistas precisariam descansar após a refeição para desempenhar melhor seus papéis, mas isso não acontece nem com os patrões, que, diferentemente de muitos colegas espanhóis, não tiram um momento para adaptar o corpo ao dia corrido e estressante.

Estudos mostram que os profissionais que têm um período de descanso depois do almoço, mesmo que não seja um sono profundo, possuem maior propensão a apresentar produtividade superior do que os demais companheiros que não investem tempo no descanso durante o expediente.

 

 

Para o otorrinolaringologista e diretor da Associação Brasileira do Sono, Michel Cahali, compartilha dessa opinião e acrescenta que o cochilo após o almoço faz parte do ciclo normal de sonolência do ser humano. Contudo, os homens, ao longo da história, passaram a dar cada vez menos importância a essa relevante característica fisiológica.
 “É algo muito positivo pelo ciclo de vigília e sono das pessoas. Após o almoço, a gente tem um pico de sonolência, e uma soneca de meia hora é reparadora”, diz.

Em casos de indivíduos com tendência muito forte a sentir sonolência no trabalho ou em alunos, após a aula matutina, a principal causa é a ausência de sono suficiente durante a noite. Dormir mais de meia hora à tarde é um sintoma de que algo não vai bem no sono noturno.

FONTE: Minha Vida

Doenças de Inverno

A maioria das pessoas já está sofrendo com o clima frio que chegou de uma vez. Agora, os casacos, jaquetas, cobertores e edredons estão saindo do armário e também ocupando as vitrines das lojas.
Também são moda na temporada o nariz que coça e escorre, a tosse, os espirros, as dores de cabeça, os arranhões na garganta e as idas e vindas nos consultórios médicos. Entre junho e setembro, os problemas respiratórios proliferam e postos de saúde e hospitais ficam cheios.

Segundo Francini Pádua, diretora da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia, 30% das pessoas sofrem de rinite alérgica nesse período, no qual sinusite, laringite e faringite também dão as caras.
Cravar um único responsável por esse roteiro de sintomas incômodos nem sempre é fácil. O calor humano, em vez de esquentar, transmite doenças. O ar mais seco cria condições favoráveis para a entrada de vírus e bactérias nas vias aéreas.
 “A mucosa do sistema respiratório possui cílios que removem, juntamente com o muco, as partículas indesejáveis que inalamos. Eles funcionam como filtros”, explica a otorrinolaringologista Renata Lopes, do Hospital das Clínicas.

A prevenção dessas doenças requer cuidados simples e diários e simples: higienizar o nariz com soro fisiológico três vezes ao dia, estar sempre agasalhado, trocar cobertores por edredons, espalhar vasilhas com água pelos ambientes ou adquirir um aparelho umidificador, lavar roupas guardadas antes de vestir, manter uma alimentação balanceada e beber muita água.

Principais doenças do inverno

Rinite

Essa inflamação abre portas para que os demais problemas respiratórios se manifestem.
A rinite se caracteriza por um processo inflamatório da mucosa do nariz desencadeado por alergia a cheiros fortes, ácaros, poeira, poluição, pelos, mofo, pólen, mudanças de temperatura e umidade.
A evolução do problema força sua vítima a respirar pela boca, o que favorece a entrada dos vírus e das bactérias que causam laringite e faringite.
A rinite parece um resfriado comum, a diferença é que a secreção causada por ela é amarela, em vez de branca.

Sinusite

Inflamação dos seios da face que geralmente aparece depois de um resfriado ou de uma rinite. A secreção causada por um desses problemas fica no nariz, o que possibilita a proliferação de bactérias que levam à inflamação. Daí vêm a sensação de cabeça pesada, as dores no rosto, o nariz entupido.

O tratamento combina lavagem nasal com soro fisiológico, que elimina o excesso de secreção e antibióticos,que combatem as bactérias. Sinusites na forma aguda persistem por até três meses. As crônicas podem durar ainda mais.

Faringite

Inflamação da parte de trás da garganta que causa dor ao engolir e falar. Produz secreção amarelada e dá febre baixa. Além de analgésicos, gargarejos com antissépticos bucais ou com uma mistura de água morna e sal ajudam a combater o problema.

O calor age como anti-inflamatório, diminuindo a dor na região. Chás e leite quente são bons aliados nessa luta.

Laringite

Inflamação da mucosa que recobre a laringe, na qual ficam as cordas vocais. Rouquidão, dor e tosse seca são os sinais de que o local foi infectado.

A solução é evitar falar e beber muita água. Geralmente o próprio organismo, por meio dos anticorpos, consegue combater os vírus. Se os sintomas persistirem por mais de cinco dias, pode ser preciso usar medicamentos.

Esporte é saúde

Escrito por Alinne Fanelli,  Jornalista e Apresentadora do
Programa Cabine Esportiva, na TV Serrazul Paulista,
em São João da Boa Vista-SP

 A prática de qualquer esporte requer cuidados antes, durante e após seu desenvolvimento. O aquecimento feito por um profissional é essencial para a correta postura do corpo perante as atividades seguintes.
Quando se pratica uma atividade física, a preparação para os movimentos são primordiais para uma perfeita utilização dos músculos sem danos. Após os exercícios, é recomendado também que se faça um alongamento para relaxar as estruturas exigidas recentemente.
Nesta mesma linha, além destes cuidados com a saúde e o corpo através dos músculos, há aquelas precauções que devem ser rigidamente seguidas para que não ocorram acidentes graves.
Algumas atividades exigem de seus praticantes equipamentos de segurança. Capacete, tornozeleira, joelheira, caneleira, óculos, proteção labial, entre outros, são objetos bastante eficazes e indispensáveis para a prática de esportes.
Além de protegerem as partes do corpo, estes equipamentos garantem também que a atividade seja feita de maneira correta e sem danos sérios.

Entretanto, não são somente para esportes ou competições que estes instrumentos são exigidos. Um passeio ciclístico, por exemplo, requer a utilização de capacetes. Mesmo que não seja uma competição ou evento oficial, a preocupação com a saúde vem em primeiro lugar.
A prática de exercícios caseira, ou seja, aquela que não conta com a ajuda de um profissional, é a mais preocupante. As pessoas se esquecem da importância dos equipamentos para o sucesso da atividade. Quando não orientados por algum responsável, as preocupações são ainda maiores.
Os profissionais, quando presentes, analisam, auxiliam e explicam as atividades. Ressaltam também que equipamentos de segurança evitam acidentes e lesões que podem deixar o atleta ou o cidadão comum em repouso por muito tempo.

A população de hoje é sedentária. A prática de esportes tem sido esquecida pela falta de tempo. Há de se ressaltar que exercício físico é sinônimo de saúde. Mas, o exercício físico, também apresenta riscos a quem o faz. Por isso, é sempre bom ter acompanhamento de um profissional e, principalmente, fazer os aquecimentos para os músculos e proteger-se de possíveis fraturas com os instrumentos de segurança que cada atividade exige.