Sesc promove oficina de caricaturas

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De 16 a 25, terça a quinta, às 19h, o Sesc de São José dos Campos promove oficina de desenho de caricaturas, com Jean Richard.

A atividade, que não requer conhecimento prévio em desenho, possibilita ao participante o entendimento sobre os conceitos do universo da caricatura, realizado passo a passo e de forma demonstrativa.

Sobre a técnica de desenho de caricatura
Do italiano “Caricare” que signifca “carregar” caricatura é um termo cunhado por grandes artistas desde os primórdios do desenho. Segundo o crítico francês De La Sizeranne a caricatura “primeiro faz rir, depois faz ver e agora faz pensar”.

Na história dos povos desde a Grécia antiga, o artista Antífilio fez pedras gravadas caricaturais, chamados grillun, lá já se via uma figura caricaturesca do imperador romano Caracal. Outros grandes artistas pintores, também visitaram esse campo do desenho, assim como Leonardo da Vinci em seus cadernos de esboço e o espanhol Francisco Goya.

Com o desenvolvimento dos meios de produção gráfica, nasce o caricaturista especializado, tendo como seus alvos a igreja, os políticos as guerras e os costumes sociais, entre eles Daumier e Gustave Doré. A prática dessa arte caminha até os nossos dias espalhados pela nossa vida cotidiana a todo momento.

Sobre Jean Richard
Jean Richard Cardoso de Oliveira é formado pela universidade Mackenzie. Trabalhou em estúdios de ilustração e é desenhista desde 1998.

Possui trabalho plástico como pintor e desenhista expondo em locais como Liceu de Artes e Oficio de São Paulo, Teatro São Pedro entre outros.

Foi palestrante sobre o uso da cor nas artes no curso de formação de professores na Pinacoteca do Estado. Atualmente coordena as oficinas de desenho no projeto Férias no Museu, do Museu do Futebol.

A atividade acontece na Oficina do Sesc. Vagas limitadas. O valor das inscrições varia de R$ 9,00 a R$ 30,00. Recomendação etária 16 anos.

O Sesc São José dos Campos fica na Av. Adhemar de Barros, 999 – Jd. São Dimas. Mais informações pelo telefone 12.3904.2000 e no site sescsp.org.br

FCCR e Altino Bondesan abrem inscrições para oficina de cerâmica primitivista

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Estão abertas até 18 de fevereiro, as incrições para a oficina “Cerâmica Primitivista no Vale do Paraíba”, realizada pela Oficina Cultural Altino Bondesan (Av. Olivo Gomes, nº 100 – Santana) em parceria com a Fundação Cultural Cassiano Ricardo. A atividade é gratuita e as vagas limitadas.

Ministrada por Magela Borbagatto, a oficina será de 19 de fevereiro até 18 de março, às sextas-feiras, das 18h30 às 22h, no sábado (19/03), das 10h às 13h30 e na quinta-feira (24/03), das 18h30 às 21h30.

As inscrições devem ser feitas por meio do link: https://docs.google.com/forms/d/1zoXk6YFuaMucmO-f_O3AgsJG9BqIZc9KJWy4Z7WREaE/viewform.

Os interessados pela arte de modelagem em argila terão contato com todo processo artesanal da elaboração de peças de cerâmica a partir da argila, que envolve a modelagem, pintura, secagem e queima do barro, bem como o aproveitamento da massa.

A atividade dará enfoque na cerâmica primitivista do Vale do Paraíba, que utiliza cores, técnicas e temas tradicionais ao retomar também às influências e origens indígenas, africanas e europeias, ao fazer peças que vão do figurativo sagrado ao decorativo.

Magela Borbagatto é um artista plástico nascido em Jacareí, que desde cedo teve interesse pelo artesanato popular. Há 30 anos dedica-se à cerâmica figurativa em figuras de barro, principalmente, no estilo Paulistinha. Magela já ministrou diversas palestras e cursos no Brasil, no Chile e na França, onde também expôs no Salão internacional de Paris-França. Em 2013, foi cotemplado com o Prêmio Culturas Populares/Edição 100 anos de Mazzaropi do Ministério da Cultura, que teve como tema ”As Paulistinhas”.

Carnaval na TV Cultura tem Cartola, Carmen Miranda, Adoniran Barbosa e Martinho da Vila

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São Paulo, 1º de fevereiro de 2016 – No próximo final de semana, a TV Cultura leva ao ar uma série de programas dedicados ao Carnaval, incluindo musicais, filme e documentários, com grandes nomes como Cartola, Adoniran Barbosa, Aracy de Almeida, Carmen Miranda e Martinho da Vila.
Na madrugada de sexta para sábado (6/2), às 2h30, a emissora exibe o Repertório Popular. Neste programa da série Ponto de Encontro, gravado ao vivo em 1980, o samba do morro de Clementina de Jesus e o samba de asfalto com sotaque italiano de Adoniran Barbosa se encontram. Apesar da idade avançada, eles mostram muito bom humor e disposição ao interpretar seus sucessos, como Marinheiro Só (Caetano Veloso), Tantas Você Fez (Candeia), Não Vadeia, Clementina (Candeia), Tiro ao Álvaro (Adoniran Barbosa e Oswaldo Moles) e Bom dia, Tristeza (Adoniran Barbosa e Vinicius de Moraes).

De sábado para domingo (7), à 0h45, o Cine Brasil apresenta o filme Carnaval em Lá Maior. No longa, um homem não consegue parar em nenhum emprego. Um rapaz, também permanentemente desempregado, se apaixona por sua filha, mas não consegue pedir a mão da moça, sendo impedido por uma série de circunstâncias. Dirigida por Adhemar Gonzaga, a comédia musical traz no elenco Sandra Amaral, Juliano Randal, Jane Batista, Mario Sena, Gilberto Chagas, Celina Amaral, Luiza de Oliveira e Rosa Maria.

Em seguida, às 3h, a TV Cultura leva ao ar o Vox Populi com o cantor e compositor Cartola. O artista explica a origem de seu apelido e o início de sua carreira. Fala ainda sobre Carnaval, escolas de samba, como escreveu As Rosas Não Falam, seu relacionamento com o público e o casamento com Dona Zica.

A partir das 4h, no programa Imagem do Som, Martinho da Vila apresenta o show intitulado Brasilatinidade. Gravado no Tom Brasil, em São Paulo, em 2005, o espetáculo conta com músicas do álbum de mesmo nome, além de canções que fizeram sucesso em sua carreira, como Devagar, Devagarinho e a regravação de Feitiço da Vila, de Noel Rosa, numa mistura de ritmos latinos à musicalidade brasileira.

No domingo (6), às 7h, a emissora exibe o Mosaicos – a Arte de Aracy de Almeida. Narrado por Rolando Boldrin, o documentário musical promove o encontro do compositor Paulinho da Viola com o diretor de televisão Fernando Faro, do programa Ensaio. Amigos de Aracy de Almeida relembram histórias e comentam a trajetória artística da cantora. Paulinho também interpreta algumas músicas do repertório de Aracy, como o samba Tenha pena de mim. Outros destaques do programa são as participações das cantoras Paula Santoro, Juliana Amaral e do trio Revista do Samba, que apresentam releituras dos grandes sucessos gravados por Aracy. O programa ainda recupera nos arquivos da TV Cultura imagens históricas da homenageada, como sua presença nos programas MPB Especial (1972), Aquarelas do Brasil (TV Tupi, 1977) e Vox Populi (1979).

Também no domingo de Carnaval, a partir das 11h, o público confere o Samba na Gamboa, apresentado por Diogo Nogueira. Embalado pelo sentimento da saudade, o programa convida Claudio Jorge e Elton Medeiros a se voltarem um pouco ao passado, resgatarem figuras queridas que se foram, sambas que foram esquecidos, e dias que não voltam mais. O resultado é um papo nostálgico sem ser melancólico, que celebra a alegria de vidas ricas de história. Entre o repertório cantado, Onde a dor não tem razão, Peito vazio e O sol nascerá.

O programa Cultura Memória apresenta, às 23h30, o documentário A Embaixatriz do Samba. O longa aborda a trajetória da “Pequena Notável” Carmen Miranda nos dez anos pouco conhecidos de sua vida artística no Brasil, antes de se tornar estrela internacional, e o reflexo dessa fase nos 14 anos que Carmen viveu nos Estados Unidos como a “Brazilian Bombshell”. São exibidos trechos raros de participações da artista em programas da televisão americana, como o Jimmy Durant show, de filmes da época e dos musicais que lhe consagraram no Brasil e no exterior.

Fundadores do grupo de teatro Parlapatões encenam texto inédito no Sesc

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Dia 30, sábado, às 20h, o Sesc em São José dos Campos recebe os atores Hugo Possolo e Raul Barreto, fundadores do grupo de teatro Parlapatões, que sobem ao palco para apresentar a peça “Até que Deus é um ventilador de teto”.

Escrito por Hugo Possolo especialmente para o Dramamix, das Satyrianas 2014, a montagem segue a mesma vertente dramatúrgica onde realidade e imaginação se mesclam sem distinção nas ações das personagens.

A obra trata com humor a crise de um homem que se vê tomado por compromissos e vivendo uma situação limite de perigo e que pode colocar a sua vida em perspectiva. A encenação foge do descritivo e abre espaço para o poder simbólico das imagens. O texto gira em torno de como o medo integra a vida dos brasileiros que, cercados pela violência e todo o imaginário que ela carrega, mudam suas relações, gerando preconceitos e dificultando aproximações mais humanas.

Em cena a história de um jornalista de cinquenta anos, um redator, que de dentro de seu carro imagina que um velho senhor, vendedor de balas no semáforo, possa ser um deus que desceu à terra para observar a vida dos homens. Ele é sequestrado e tem como vigia o tal velho que já conhecia da rua. Suas reflexões revelam a relação deste homem com o mundo, com sua mulher e seu filho.

Auditório. 126 lugares

Preço: R$5,00 a R$ 17,00

Recomendação etária 14 anos

Museu do Folclore encerra Ciclo de Natal com a 19ª Chegada das Bandeiras

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Dezessete grupos de Folia de Reis de cinco cidades do Vale do Paraíba e de duas cidades do Sul de Minas Gerais participam da 19ª Chegada das Bandeiras neste domingo (31), a partir das 9h, no Museu do Folclore de São José dos Campos (Av. Olivo Gomes, 100 – Pq. da Cidade).

A manifestação é aberta ao público e começa pela manhã na área externa do museu, com uma celebração e benção das bandeiras, pelo padre Milton Faria, capelão no Hospital Pio XII, em Santana. Em seguida, as folias visitam o presépio, montado pelo figureiro Magela Borbagatto, de Jacareí.

Entre os municípios participantes estão São José dos Campos, Caçapava, Jacareí, Paraibuna e as mineiras de Conceição do Rio Verde e São Lourenço. Entre os grupos estará o mais antigo do Estado de São Paulo, da Folia de Reis do Sertão da Onça, de São José do Barreiro.

A Folia de Reis do Sertão da Onça, de São José do Barreiro este ano completa 96 anos de existência, 31 dos quais sob comando do mestre Jesus Pereira de Lima (59 anos), conhecido entre os foliões da região pela facilidade para compor versos das músicas que canta durante as manifestações. Segundo ele, a folia foi formada por um tio do seu avô em 1920.

A Chegada das Bandeiras é realizada anualmente numa parceria entre as folias, o Museu do Folclore e a Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR). A organização é do Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), associação social sem fins lucrativos responsável pela gestão do Museu do Folclore.

Informações pelo telefone 3924-7318.

“Visitando o Sr. Green” no Teatro Colinas

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Um acidente de trânsito nas ruas de Nova York, que quase resultou num atropelamento, acaba provocando a aproximação entre o Sr. Green, um velho e solitário judeu ortodoxo, e Ross Gardner, um jovem executivo de 29 anos que, graças ao juiz Kruger, foi acusado de negligência na direção e considerado culpado pela ocorrência. A pena consiste em fazer com que Ross Gardner deva prestar serviço comunitário junto à vítima uma vez por semana, pelos próximos seis meses.

No velho apartamento do Sr. Green, atulhado de coisas que parecem ter sido adquiridas nos anos 50 e mantidas intocáveis desde então, a circunstância legal que os uniu involuntariamente envolve os dois em situações inusitadas, com traços de fino humor e de profunda emoção.

O espetáculo une Sergio Mamberti, que está de volta aos palcos após 12 anos sem atuar, e Cássio Scapin, que encenou Visitando o Sr. Green ao lado do grande Paulo Autran há 15 anos e agora assina a direção da nova montagem.

Datas: 12, 13, 14, 19, 20 e 21 de Fevereiro

Horários: Sextas e sábados, às 21h. Domingos, às 19h.

Local: Teatro Colinas (Colinas Shopping – av. São João, 2.200, Jardim das Colinas, São José dos Campos)

Classificação: 14 anos

Ingressos: R$60 (inteira) e R$30 (meia)

Gênero: Comédia dramática

Duração: 90 minutos

Informações: (12) 3204-5236

www.facebook.com/teatrocolinas
www.teatrocolinasshopping.com.br

Rita Lee Mora ao Lado – O Musical

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Baseado no livro “Rita Lee Mora ao Lado – Uma Biografia Alucinada da Rainha do Rock”, do escritor Henrique Bartsch, a adaptação teatral de Paulo Rogério Lopes, Márcio Macena e Débora Dubois, estrelada por Mel Lisboa como a rainha do rock brasileiro Rita Lee, estará em cartaz no Teatro Colinas até dia 31 de janeiro.

Como na obra, a peça mistura realidade e ficção, para contar a trajetória da cantora desde a época dos Mutantes, nos anos 60, até os dias de hoje, por meio das divertidas confusões de Bárbara Farniente, uma vizinha que sempre acompanhou de perto a vida da família da cantora, já que sua mãe era apaixonada pelo pai de Rita. Bárbara nasce no mesmo dia e na mesma hora da artista e as vidas das duas se cruzam em vários episódios. O foco da montagem será a mulher e estrela do rock a partir da ótica dos autores sobre sua infância, adolescência, seu encontro com a música e seus amores. A trama apresentará detalhes pouco conhecidos da vida da artista sobre um pano de fundo que inclui personagens da música dos últimos 50 anos.

Ruiva e ostentando a famosa franjinha da cantora, Mel cantará clássicos como “Agora Só Falta Você”, “Saúde”, “Banho de Espuma”, “Caso Sério”, “Menino Bonito”, “Panis et Circensis”, “Ando Meio Desligado”, entre outros. São ao todo 39 canções no espetáculo – incluindo também músicas de artistas que de alguma forma integraram e marcaram a vida de Lee, como Beatles, Ray Charles, Tim Maia, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Ney Matogrosso, Elis Regina, Gal Costa e os marcantes encontros nos programas de Ronnie Von, Hebe Camargo e muitos outros. “Rita Lee Mora ao Lado” será repleta de canções que marcam os trabalhos de Rita em formações como Teenager Singers, Tutti Frutti e Mutantes, além de sua carreira solo e as parcerias com Roberto de Carvalho.

Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do teatro de quarta a sábado, das 13h às 21h, e domingo, das 13h às 19h, ou pelo site www.bilheteriadigial.com.br.

Horários: Sextas e sábados, às 21h. Domingos, às 19h.

Local: Teatro Colinas (Colinas Shopping – av. São João, 2.200, Jardim das Colinas, São José dos Campos)

Classificação: 14 anos

Ingressos: A partir de R$ 25,00

Gênero: Musical

Duração: 120 minutos

Informações: (12) 3204-5236

www.facebook.com/teatrocolinas
www.teatrocolinasshopping.com.br

Cia. Robson Jacqué apresenta performance de dança “Cacos na Pele”

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Dia 23, sábado, às 20h, o Sesc em São José dos Campos recebe o espetáculo de dança Cacos na Pele, da Cia. Robson Jacqué.

A performance, baseada em um fato real na vida do autor e interprete Robson Jacqué, que teve sua vida invadida e sua casa destruída na véspera de Natal, é um convite a uma poética doméstica e catastrófica: um quarto de banho, um quarto de nós, uma porção de cacos que deixam cicatrizes que não apagam memórias históricas. À tônica é transfigurar um corpo que tenta manter vivo a memória “do antes” no contraponto que grita a fragilidade do instante.

Cacos na Pele percorre vários cômodos de um ambiente em ruína. Uma ambiência sonora permeia nos primeiros cômodos. No último espaço um músico/performer conduz a sonoridade em diálogo com o bailarino. O público acompanha o artista em todo o trajeto e interage com ele em determinados momentos.

Apresenta a fragmentação dos anseios do indivíduo cuja trajetória se rompe. Os destroços externos e internos deixados num ambiente que não mais é receptivo. O corpo, o som, a música, o grito no silêncio e o olhar para o nada.

A apresentação acontece em diversos espaços do Sesc. O valor dos ingressos varia de R$ 5,00 a R$ 17,00. Recomendação etária 16 anos.

O Sesc São José dos Campos fica na Av. Adhemar de Barros, 999 – Jd. São Dimas. Mais informações pelo telefone 12.3904.2000 e no site sescsp.org.br/sjcampos

 

Casas de Cultura recebem diversas exposições nas férias

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Durante as férias de janeiro, as Casas de Cultura da Fundação Cultural Cassiano Ricardo recebem diversas exposições com entrada gratuita.

A Casa de Cultura Johann Gütlich (Rua Elíseo Galdino Sobrinho, 10 – Jardim Morumbi) está com duas exposições em cartaz. A primeira é o conjunto de bonecas de pano da oficina da casa e a outra é a Art Brechó, com poemas de Fernando Selmar, que propõem um diálogo com a poesia a partir de camisetas de brechó estampadas, utilizando a técnica do silk-screan. A Casa fica aberta de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

A exposição Desconstruindo, em cartaz na Casa de Cultura Flávio Craveiro (Av. Lênin, 200 – Dom Pedro I), de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, revela os trabalhos realizados pelos alunos da oficina de fotografia. A visitação pode ser feita até 25 de janeiro.

Já a Casa de Cultura Júlio Neme (Praça Cônego Manzi, s/nº – São Francisco Xavier) tem as máscaras dos alunos da oficina de carnaval que foi realizada em dezembro expostas e ficam expostas até 9 de fevereiro. O adereços carnavalescos podem ser vistos de terça a sábado, das 10h às 19h.

Até 31 de janeiro, a Casa de Cultura Rancho do Tropeiro Ernesto Villela (R. Ambrósio Molina, 184 –Eugênio de Melo) estará com a exposição o Museu do Lixo, que reúne peças de valor histórico descartadas no lixo pela população e que fazem parte do projeto criado pela Urbanizadora Municipal em 1991, para mostrar a importância da reciclagem. A mostra pode ser visitada de segunda a sexta, das 8h às 17h20.

Centro Cultural Clemente Gomes tem oficina sobre instrumento de maracatu

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Em continuidade aos preparativos para o Carnaval, o Centro Cultural Clemente Gomes (Av. Olivo Gomes, 100 – Santana) recebe nesta sexta-feira (15), às 19h, em sua área externa, a oficina “Toque de Agbê e Dança”, ministrada por Luciana Felix dos Santos. A classificação é livre, sem necessidade de experiência prévia. O valor para participar da oficina é R$ 10.

Na atividade realizada pelo grupo Maracatu no Parque, em parceria com a Fundação Cultural Cassiano Ricardo, os participantes receberão noções dos toques do agbê, instrumento de percussão composto por cabaça, linha encerada e malha de miçangas.

Durante a oficina, a brincante de maracatu também explicará as diferenças rítmicas entre os baques virado e solto e ensinar passos de maracatu.

Há mais de seis anos, Luciana Felix dos Santos estuda e integra grupos de maracatu, tendo passagem pelo Arrastão do Beco e Cia de Cultura Popular Lelê de Oyá, atualmente, integra a Cia. Porto de Luanda e a Cia. Caracaxá.

Em caso de chuva, a atividade será realizada no Espaço Piraquara.