Comércio Eletrônico tem novo regulamento na cidade

A compra na internet de uma adega climatizada para um amigo noivo acabou se transformando em um “presente de grego”. O administrador Oscar Strauss, 37 anos, de São José, adquiriu o produto em um site de uma rede varejista e o presente só chegou dois meses depois do casamento, e ainda assim quebrado.

“Foram mais dois meses de luta com a loja para trocar o presente. Foi preciso procurar o Procon para resolver a questão”, disse Strauss. Situações como essa tendem a ter um final mais feliz para os consumidores a partir de 15 de maio, quando o comércio eletrônico passa a ser regulamentado pelo CDC (Código de Defesa do Consumidor).

A medida faz parte do Plano Nacional de Consumo e Cidadania, anunciado pela presidente Dilma Rousseff. O e-commerce ganhou um capítulo especial no CDC via decreto, visando garantir que o consumidor tenha informações claras e objetivas do produto ou serviço comprado, do vendedor, dos canais de atendimento e garantia de devolução em caso de arrependimento.

Segundo a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), as vendas pela internet subiram 29% em 2012 no Brasil, movimentando R$ 24,1 bilhões. A tendência é de passar de R$ 30 bilhões em 2013. Maurício Salvador, presidente da ABComm, disse que é favorável à regulamentação. “A medida mostra que o e-commerce entrou na pauta do governo”, disse. “Esse decreto é uma vitória imensa dos consumidores que cada vez mais fazem compras pela internet”, disse Aparecida Borges, diretora do Procon de São José.

O Vale

Publicado em: 03/04/2013

Cidade tem Autismo como tema de discussão em debate

O dia mundial da conscientização do autismo é lembrado hoje, dia 2 de abril. Mas, em São José dos Campos, o debate sobre o assunto acontece amanhã. A Câmara de São José promove encontro para debater os direitos dos autistas e principalmente a Política Nacional de Proteção dos Direitos das Pessoas com Espectro do Autismo.

O evento será das 14h às 15h30. Na ocasião, vereadores se reunirão com entidades que defendem os direitos dos autistas, agentes públicos, profissionais de Educação e Saúde e membros da sociedade civil de São José dos Campos. O autismo é uma disfunção global do desenvolvimento. É uma alteração que afeta a capacidade de comunicação do indivíduo, de socialização (estabelecer relacionamentos) e de comportamento (responder apropriadamente ao ambiente. O azul é a cor que representa a luta dos familiares com autismo.

Informações sobre o debate em São José dos Campos podem ser obtidas pelo telefone: 3925-6677

Publicado em: 03/04/2013

Grupo Piraquara tem inscrições para curso de Teatro

O Projeto Piraquara, mantido pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) em parceria com o Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), abre as inscrições para uma oficina de interpretação teatral, que será realizada neste sábado (6), das 15h às 19h, na sede do projeto (Rua Olivo Gomes, 100 – Parque da Cidade), em Santana.  Essa atividade é gratuita e os interessados devem se inscrever pelo telefone 3924-7357 ou pelo email produçã[email protected].

Na oficina, os participantes vão esclarecer conceitos sobre o que é teatro, o que é a interpretação e qual o papel dos atores. Durante a atividade, vai ser discutida e montada uma cena, em que um personagem tem um objetivo, que é dificultado por um antagonista. Tudo vai ocorrer dentro de determinadas circunstâncias criadas pela encenação.

A oficina será ministrada pelo ator, dramaturgo, diretor e professor de dramaturgia Calixto de Inhamuns, fundador dos grupos de teatro Mambembe e Arte Viva. Como roteirista, foi premiado com o filme “Quem tem mais unha sobe na parede”, no Festival de Cinema de Vitória. Também escreveu os últimos 110 capítulos da novela Mandacaru, da extinta TV Manchete.

Atualmente desenvolve episódios da série Juca Piau, animação que será produzida na Inglaterra por Mario Galindo. Calixto de Inhamuns é o diretor do espetáculo “O Vale Encantado do Paraíba”, do Grupo Piraquara.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 03/04/2013

Prédios Públicos da cidade são iluminados com luzes azuis

São José dos Campos teve quatro prédios públicos iluminados de azul na noite desta terça-feira (2): o Paço Municipal, Câmara Municipal, Espaço Mário Covas (prédio da Câmara velha) e o Centro da Juventude. A ação, que ocorreu simultaneamente em várias cidades do país, será em homenagem ao Dia Mundial de Conscientização do Autismo, celebrado em 2 de abril. A data foi decretada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2008.

É a primeira vez que a Prefeitura de São José dos Campos participou do evento e ilumina seus prédios públicos. O motivo da ação é simples: chamar a atenção da população para o transtorno do espectro autista, uma síndrome neurológica cuja incidência em crianças é maior que a soma dos casos de Aids, câncer e diabetes juntos.

O azul foi definido como a cor símbolo do autismo porque a síndrome é mais comum nos meninos, na proporção de quatro meninos para cada menina. No Brasil, vários monumentos também estarão iluminados de azul nesta terça-feira (2), entre eles o Cristo Redentor na cidade do Rio de Janeiro; Ponte Estaiada e Arcos do Vale do Anhangabaú na capital paulista; e elevador Lacerda, em Salvador (BA).

O transtorno

O transtorno do espectro autista atinge quase 2 milhões de brasileiros. No mundo, a ONU estima que o número ultrapasse os 70 milhões. Em São José dos Campos, a rede municipal de saúde atende atualmente 69 pacientes com autismo. Segundo a gerente do Centro de Atenção Psicossocial (Caps) infantil, Haedyl Regina Mayrink, os pediatras devem estar atentos para os indicativos do transtorno no primeiro ano de vida.

“Um bebê com o transtorno do espectro autista tem o que chamamos de retraimento do contato afetivo, ou seja, não fixa o olhar no cuidador, não tem movimento antecipatório (quer dizer que não estica os bracinhos quando alguém vai dar colo) e não sorri nos primeiros anos de vida”, disse. Segundo ela, quanto mais cedo for diagnóstico e o início do tratamento, melhor o desenvolvimento e a socialização da criança.

Debate

A Câmara Municipal realiza nesta quarta-feira (3), das 14h30 às 17h30, o evento “Autismo: para promover a inclusão é preciso entender”, que vai reunir médicos, psicólogos, agentes públicos, profissionais da Educação e entidades que defendem o direito dos autistas

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 03/04/2013

Cidade é a quarta mais cara para comer fora de casa

Pesquisa realizada pela Assert (Associação das Empresas de Refeição e Alimentação Convênio para o Trabalhador) mostra que São José dos Campos é quarta cidade da região Sudeste mais cara para se comer fora de casa. O levantamento mostra que o custo médio da refeição fora de casa na cidade é de R$ 32,32.

O estudo foi realizado em 45 cidades do país. Somente no Sudeste o levantamento abrangeu 25 cidades. São José foi a única na RMVale. Segundo os dados, a refeição fora de casa em São José só não é mais cara em relação a Diadema (R$ 37,41), São Caetano (R$ 36,33) e Barueri (R$ 33,97). Em São Paulo, por exemplo, o custo médio da refeição fora de casa é de R$ 30,71, segundo a pesquisa. O preço apurado em São José é maior que a média verificada na região Sudeste (R$ 29,71) e no Brasil (R$ 27,40), aponta o estudo.

A pesquisa estratificou os custos conforme o tipo de refeição. O preço médio do prato comercial é de R$ 18,77. O serviço tipo self-service custa em média R$ 19,88. Já o menu executivo tem preço médio de R$ 39,16 e serviço A La Carte, R$ 51,46. Segundo a Assert, a pesquisa, realizada entre novembro e dezembro de 2012, consultou 4.440 estabelecimentos no país, com um total de 6.028 preços coletados.

O presidente da Assert, Artur Almeida, disse que a pesquisa retrata preços médios praticados, mas não é possível comparar com levantamento anterior. “Isto não é possível porque aumentamos o número de cidades, estabelecimentos e de coleta de preços”, afirmou o dirigente. O executivo afirmou que o estudo mostra que o preço médio da refeição fora de casa sofre diretamente pressão do preço dos alimentos que, no ano passado, teve reajuste maior que a inflação.

“A inflação no ano passado, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Ampliado), do IBGE, foi de 5,84%, enquanto que alimentos e bebidas sofreram reajuste de 9,86%”, disse Almeida. Ele ponderou que é preciso também levar em consideração outros fatores que contribuem para encarecer a refeição fora de casa. “Temos que computar custo de aluguel, mão de obra e carga tributária paga pelos empresários do setor”, disse.
O presidente da Assert frisou ainda que é preciso considerar as peculiaridades de cada cidade. “Muitas vezes, os preços da refeição A La Carte e o Menu Executivo são muito altos e influenciam na composição final do preço médio ponderado de cada cidade”.

Para o executivo, a pesquisa mostra a necessidade de medidas para conter a inflação, principalmente dos alimentos, que são fundamentais para o dia-a-dia do cidadão. “É a realidade que mostra os dados”, frisou. Para o presidente do Sinhores (Sindicato dos Hotéis, Bares e Restaurantes), de São José dos Campos, Antonio Ferreira Júnior, a pesquisa nem sempre traduz a realidade dos estabelecimentos.

“Não se pode comparar apenas o preço da refeição com a variação da inflação. Cada restaurante tem suas peculiaridades e produtos diferenciados”, destacou o presidente do Sinhores. Ele disse que, embora não tivesse conhecimento ainda da pesquisa, considerou realista e compatível com São José os valores apontados pelo estudo da Assert para a cidade.

Entre os consumidores, a sensação é que comer fora de casa é cada vez mais caro. “Costumo almoçar fora de casa com a família no final de semana e percebo que o preço tem variado”, afirmou o administrador de empresas Gustavo Buoro, 38 anos. “Sinto que é cada vez mais caro”, disse a dona-de-casa Cristiane Galvão.

O Vale

Publicado em: 03/04/2013

Arena de Esportes da cidade será entregue em 2014

O prazo para a entrega da Arena de Esportes, em São José dos Campos, foi prorrogado pela sexta vez desde o início da obra, em novembro de 2011. A construção, que custará R$ 33,3 milhões aos cofres públicos, agora está prevista para ser finalizada em junho de 2014.

A previsão inicial era que a obra fosse concluída em agosto do ano passado. Um segundo cronograma deixou a entrega para 30 de março deste ano. Após um novo atraso, a prefeitura concedeu prazo extra de 15 meses à construtora Recoma, responsável pela obra.

A Arena, que fica no bairro Jardim das Indústrias, na zona oeste da cidade, está com apenas 38,29% das obras concluídas. Serão 4.469 lugares fixos e outros 600 móveis para espectadores de várias modalidades. Das etapas previstas, ainda faltam a finalização da superestrutura de concreto, a estrutura de cobertura, instalações e acabamentos.

A Recoma chegou a ser multada pelo governo Eduardo Cury (PSDB) em R$ 333,2 mil por atraso nas obras. Em agosto do ano passado, a construção deveria estar 40% concluída, mas os técnicos da Secretaria de Obras observaram que a obra estava com apenas 24,8% finalizada. O atraso de dois anos e sete meses, a partir do prazo inicial, chega a superar a demora para a entrega de estádios brasileiros para a Copa do Mundo de 2014.

A Arena Corinthians, uma obra bem mais complexa, com capacidade para 65 mil espectadores, vai levar os mesmos dois anos e sete meses para ser concluída pela Construtora Odebrecht. Já a Arena Fonte Nova, em Salvador (BA), que terá capacidade para 50 mil pessoas em assentos cobertos, 90 camarotes, restaurantes panorâmicos e duas mil vagas de estacionamento, vai ser inaugurada no próximo dia 7 de abril, dois anos e dez meses após o começo das obras de construção.

Mineirão e Maracanã, estádios que foram reformados por completo, também tiveram prazos de entrega menores que a Arena de São José. O atraso na entrega da obra em São José, além de afetar o público, também prejudica os atletas.

No ano passado, por exemplo, a equipe de basquete precisou disputar a final do NBB (Novo Basquete Brasil) em Mogi das Cruzes, já que a cidade não tinha ginásio com capacidade para 5.000 espectadores. “Hoje, mandamos jogos na Associação Esportiva São José, que é o nosso caldeirão. Ela nos atende bem, apesar de precisarmos disputar a final em Mogi. Sabemos que obras desse porte tem entraves burocráticos, mas tenho certeza que o prefeito está atento a isso. Quem sabe em junho de 2014 a gente não disputa uma final na Arena?”, disse o diretor da equipe de basquete masculino, Luís Inácio Messias.

Moradores do entorno da obra também lamentam o atraso para a entrega da Arena Municipal de Esportes. “No início da obra, ela estava a todo vapor. Mas, ultimamente deu uma desacelarada. Não sei o motivo. Vai ver que acabou o dinheiro, porque passo todos os dias em frente à construção e vejo poucas pessoas trabalhando. Espero que terminem logo”, disse o jardineiro Aparecido Nunes Lopes, de 55 anos.

O Vale

Publicado em: 03/04/2013

Ponte com erosão na cidade deixa moradores com medo

Três pontes de São José apresentam sinais de erosão e os moradores dos bairros vizinhos temem que possam acontecer acidentes, como o desmoronamento na ponte da Avenida Guadalupe, na zona sul, que levou à interdição da estrutura por tempo indeterminado.

Da Avenida Mário Covas, também na zona sul, é possível ver que parte do barranco sob o viaduto Frei Galvão, no Jardim Satélite, cedeu. O buraco de cerca de três metros de profundidade e dois de largura deixa alerta quem passa sob a via. “Este buraco está assim há quase dois meses. Acredito que a água da chuva tenha infiltrado no solo, o que causou o desmoronamento”, afirmou a babá Rosely Toledo, 40 anos. O contador Marcos Aurélio Canavezzi, 40 anos, tem evitado passar sob a via. “Não sei o quanto pode ser perigoso. Como receio que algo aconteça, evito passar ali”.

O córrego Senhorinha tem sido o grande vilão para as pontes da zona sul. O trecho da Avenida Maurício Cardoso (Jardim Oriente) que passa sobre o rio, à primeira vista não apresenta problemas. No entanto, ao longo do curso d’água é possível perceber que um trecho de terra desceu rio abaixo.

“Passo todos os dias pela via e reparei que já há um buraco na parede de terra, lateral ao córrego. É assim que começa. Tenho receio de que ocorram desmoronamentos naquela área”, disse Canavezzi. A ponte da Rua Shigemasa Ota, no Jardim Terras do Sul, que já havia apresentado problemas no ano passado com desmoronamento da parede lateral do córrego e parte da calçada, também deu novos sinais de erosão. Uma faixa de grama e terra rente à estrutura da ponte escorregou com chuvas, criando buraco de cerca de um metro de profundidade.

Segundo Soraya de Paula Rosário, secretária de Obras, está sendo montada equipe para vistoriar pontes de São José. “A Defesa Civil fará levantamento de possíveis rachaduras e problemas em pontes e viadutos. Pretendemos atender os pontos críticos para evitar novos acidentes.”

Segundo a prefeitura, será feita nova vistoria na entrada e na saída da ponte da Avenida Guadalupe, que segue interditada após desmoronamento do último dia 22. A Sabesp já colocou novos dutos, o que evitará faltas d’água em caso de rompimento da estrutura da ponte. Previsões de custos e prazos para o término da obra serão determinadas até o final da semana.

O Vale

Publicado em: 02/04/2013

Multirão da Saúde é fechado pelo Prefeito Carlinhos

O prefeito de São José dos Campos, Carlinhos Almeida (PT), assinou ontem as primeiras parcerias para a realização de mutirões de consultas e cirurgias, promessa de campanha que estava prevista para ser cumprida nos primeiros dias de governo, mas que somente começará a sair do papel nos próximos dias.

Foram assinados contratos para 2.307 cirurgias e 23.154 consultas e exames, no valor de R$ 3,638 milhões. Os hospitais envolvidos na parceria são Santa Casa, Pio 12, Antoninho da Rocha Marmo e GACC (Grupo de Apoio à Criança com Câncer). Nos próximos dias está prevista também a assinatura de parceria com o Próvisão. As cirurgias fazem parte do pacote lançado pelo governo para a realização de 4.200 procedimentos cirúrgicos nos próximos seis meses.

O governo do PT afirma que os mutirões já estão sendo realizados desde o início do ano, com o apoio do governo federal. No entanto, as cerca de 2.200 cirurgias que a gestão petista afirma terem sido feitas são resultado de convênios firmados pelo governo anterior, do ex-prefeito Eduardo Cury (PSDB).

“Esta é a segunda etapa do mutirão que iniciamos no começo do governo”, disse o prefeito Carlinhos. Ele destacou que planeja pedir mais recursos ao governo federal para ampliar os mutirões. “Já conversei com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e ele orientou protocolar pedidos junto ao Sistema de Convênios do Governo Federal”, afirmou. “Orientamos a Secretaria de Saúde para cuidar disso”, completou o prefeito.

O secretário municipal de Saúde, Álvaro Machuca, disse que os mutirões fazem parte do esforço do governo de reduzir a fila de espera pelos procedimentos. Machuca declarou que, pelos dados da pasta, a fila tem 17 mil inscritos. “É um número que precisa ser verificado. Muita gente já pode ter sido atendido na rede pública ou na particular”, disse o secretário. Na avaliação do prefeito, a demanda seria de no máximo 40% desse total.

No pacote divulgado ontem, a Santa Casa foi o hospital que recebeu maior parcela, no total de R$ 2,883 milhões, para a realização de 1.467 cirurgias e 16.074 consultas e exames clínicos. Após oito anos, o hospital volta a prestar serviço para o município. “Sempre estivemos à disposição. A Santa Casa é da população”, afirmou Benjamin Bueno, secretário da Mesa Diretora do hospital.

O Vale

Publicado em: 02/04/2013

Metálurgicos voltam ao trabalho na GM da cidade

Os 150 funcionários da unidade local da General Motors que estavam afastados desde agosto do ano passado retornaram ontem à empresa. A informação é do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos. O grupo estava em lay-off (contrato de trabalho suspenso) e tem estabilidade.

Na semana passada, a montadora demitiu 598 metalúrgicos que estavam afastados, por considerar “mão de obra excedente”. O presidente do sindicato, Antonio Ferreira de Barros, o Macapá, relatou que a entidade ingressou no Ministério Público Federal do Trabalho com pedido de reunião com a GM, para tentar ampliar o número de trabalhadores com estabilidade.

“O nosso cadastro tem quase 300 pessoas que têm estabilidade e queremos que todos voltem para a fábrica”, disse. Macapá disse que a lista também foi enviada à direção da GM. “Conversamos com a empresa, que ficou de analisar”. A GM reconhece estabilidade de 150 empregados do grupo que estava afastado. A montadora não comenta a informação do sindicato.

O Vale

Publicado em: 02/04/2013

Cidade tem curso de pintura de tecido para moradores

O Fundo Social de Solidariedade de São José dos Campos abre as inscrições para cursos de pintura em tecido a partir desta terça-feira (2). Os interessados devem se inscrever pelo telefone (12) 3924-7369 ou na sede do Fundo (Avenida Olivo Gomes, 100), no Parque da Cidade, das 8h às 17h.

Serão montadas três turmas com 20 vagas em cada uma delas. Os locais dos cursos serão: o Parque Vicentina Aranha (Avenida Prudente Meirelles de Moraes, 302 – Vila Adyana); o Centro Comunitário do Jardim São José II (Rua Frederico Bianchi Filho, 161) e no Crechão do Bairro Campo dos Alemães (Rua Elpídio dos Santos, 60).

Os cursos têm duração de 12 horas e serão divididos em quatro aulas. Os participantes vão aprender como pintar e bordar pedaços de tecidos para customizar roupas, bolsas, toalhas entre outros objetos. A partir da técnica de customização, as participantes das oficinas podem personalizar essas peças para torná-las diferentes e exclusivas. Além de divulgar a técnica, o curso orienta os participantes sobre como gerar renda.

As aulas serão ministradas a partir de 4 e terminam em 30 de abril.

Agenda dos cursos

  • Parque Vicentina Aranha
    Dias 4, 11, 18 e 25 de abril – das 14h às 17h
  • Crechão do Campo dos Alemães
    Dias 8, 15, 22 e 29 de abril – das 13h30 às 16h30
  • Centro Comunitário do Jd. São José II
    Dias 9, 16, 23 e 30 de abril – das 13h30 às 16h30

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 02/04/2013