Cidade tem novos ônibus vistoriados rodando pela cidade

O prefeito de São José dos Campos e o secretário de Transportes acompanharam nesta terça-feira (25) a vistoria técnica dos 51 novos ônibus da empresa CS Brasil, que opera nas regiões norte e leste da cidade. Os carros, que renovam parte da frota da empresa, começam a entrar em operação nesta sexta-feira (28). Na próxima semana, todos os novos veículos estarão circulando na cidade em substituição aos antigos. A medida vai aumentar a capacidade de transporte e trazer conforto aos passageiros.

Os novos veículos são maiores, com 12,6 metros de comprimento, e têm carroceria montada pela Marcopolo, líder do mercado no segmento, com chassis Mercedes Benz. Eles são equipados com a tecnologia Euro 5, que reduz significativamente a emissão de poluentes. Ao final do processo de troca, toda a frota da CS Brasil ficará com ônibus de três portas.

“Estes 51 novos ônibus, além de serem maiores, o que garante uma viagem mais confortável para o usuário, utilizam tecnologia de ponta, minimizando o impacto sobre o meio ambiente, garantindo a acessibilidade de todos os usuários e melhorando a operação dos carros no sistema”, afirmou o prefeito. “O transporte fica mais ágil e mais confortável e toda a cidade ganha”, acentuou.

O secretário de Transportes destacou a melhoria no elevador para pessoas com deficiência. O equipamento passou do sistema elétrico para o pneumático. “Os ônibus novos chegam com uma mecânica melhor e garantem de fato a acessibilidade do usuário”, disse. Outra novidade é que os passageiros poderão acompanhar a velocidade do veículo.

Os novos ônibus fazem parte da segunda etapa da renovação da frota das três empresas que operam o transporte público na cidade. A substituição começou com a chegada de 40 ônibus da empresa Expresso Maringá, que atua nas zonas sul e leste.

Rodovia Carvalho Pinto receberá carga pesada

A decisão do Estado de liberar o tráfego de cargas perigosas na rodovia Carvalho Pinto levanta uma discussão sobre o aumento de possíveis desastres ambientais. Administrada pela concessionária Ecopistas, a fiscalização dos veículos que circulam por este corredor cabe à Polícia Militar Rodoviária que também tem autoridade para autuar infrações. Segundo a administradora da rodovia, a fiscalização destas cargas contará com um circuito de 18 câmeras de monitoramento, onde as imagens são acompanhadas 24 horas pelo Centro de Controle Operacional e também por integrantes do policiamento rodoviário. Além das câmeras, a Ecopistas destaca que a fiscalização tem disponível o auxílio das rotas de inspeção e guinchos, que circulam 24 horas pela rodovia.

Ao todo, por turno, são 14 colaboradores preparados para atender acidentes com produtos perigosos. Para o ambientalista Lincoln Delgado, a decisão oferece ameaças ao meio ambiente, já que temos grandes fontes de abastecimento na região, como as represas que vertem para o rio Paraíba, sendo todo tipo de material contaminante um risco para a fauna, flora e até para o abastecimento público. “Infelizmente, como não temos outras modalidades de transporte, jogamos toda a demanda sob os caminhões. Nesse período de forte nevoeiro e obras, a fiscalização deve ser redobrada”, explicou.

Com obtenção da licença de operações em fevereiro deste ano, concedida pela Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental), o tráfego de cargas perigosas foi liberado. A decisão foi efetivada com a revogação de portaria do DER (Departamento de Estradas de Rodagem), que impedia a circulação desse tipo de veículo.

Vendas de carros aumentam na cidade

As concessionárias da região comemoram o aquecimento das vendas de carro no mês de junho. A alta de 5,58% em relação ao mesmo período de maio se deve ao “bota fora” das montadoras que já se prepararam para anunciar a linha 2014. Segundo a constatação da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), em todo o país foram vendidos 255.782 veículos na primeira quinzena deste mês, contra 242.273 unidades em maio. Em comparação a 2012, quando foram comercializadas 257.796 unidades, muitas impulsionadas pelos descontos no IPI, houve uma leve retração, de 0,78%. “Tivemos o feriado em 1º de maio e, com isso, os outros dias daquela semana foram mais fracos em vendas, o que não ocorreu em junho”, disse o presidente da entidade, Flávio Meneghetti.

Na região, as concessionárias confirmam a retomada das vendas. Na Veibras de São José, cerca de 50 carros a mais já foram comercializados em comparação ao mesmo período de maio. “Nosso volume cresceu cerca de 20%. As montadoras vieram com taxas zero e isso favoreceu bastante. Em média, os carros mais vendidos custam entre R$ 24 mil e R$ 44 mil”, afirmou a gerente de vendas, Viviane Silveira.

Para Marco Aurélio Ângelo da Silva, da concessionária Itavema, em São José, o cenário promete continuar otimista nos próximos meses, já que as montadoras têm concebidos alguns bônus e isso beneficia os clientes que conseguem um valor melhor no zero km. “Em relação ao mês de maio, constatamos um aumento de 15% nas vendas. Isso foi observado tanto para as unidades zero km, quanto para os semi-novos. Temos um financiamento com a facilidade de 60% do valor na entrada e o restante parcelado em 24 vezes sem juros”, disse.

De olho nas facilidades do mercado, o engenheiro João Guimarães aproveitou o mês de junho para comprar um carro, modelo picape. Segundo sua avaliação de mercado, compensou mais ele ter comprado um carro zero, que sua proposta inicial de investir em um semi-novo. “Tenho uma propriedade rural na região do Vale e tinha a necessidade de ter um carro viável para andar em acessos mais complicados e carregar certos materiais, como alimento para os animais. Consegui uma facilidade incrível que compensou ter fechado negócio neste mês”, disse.

Cidade tem plebiscito para decidir destino do ECO

O destino da ECO (Estação de Conexão) do Campos de São José, na região leste de São José, será definido por meio de plebiscito, informou o prefeito Carlinhos Almeida (PT). “Como a opinião sobre a ECO está dividida na região, decidimos fazer um plebiscito para que a população tome uma decisão”, afirmou. A Secretaria de Transportes informou, por meio de sua assessoria, que as definições sobre a data e formato do plebiscito serão tomadas em conjunto com representantes da comunidade e da Defensoria Pública Estadual.

A pasta realizou uma pesquisa com os usuários da ECO para saber a opinião sobre a estação. Foram consultadas 1.250 pessoas. No mês passado, a secretaria promoveu quatro audiências públicas em bairros servidos pela ECO para debater o destino da estação e para apresentar o resultado da pesquisa. Na ocasião, o secretário de Transportes, Wagner Balieiro, relatou que parte dos consultados é favorável à manutenção da estação e parte é contrária.

A opinião da comunidade irá basear a tomada de decisão do governo. Se o consenso for para a manutenção da ECO, o governo vai investir em melhorias. As principais queixas da comunidade sobre o terminal são falta de ônibus e demora e atrasos dos coletivos que servem a estação. A ECO foi construída e entrou em operação no governo do ex-prefeito Eduardo Cury (PSDB). Ela integra a proposta inicial do novo sistema do transporte coletivo. O projeto original previa a construção de 13 estações de conexão. Desde que entrou em operação, a ECO do Campos de São José, a primeira e única a ser construída, começou a gerar queixas dos usuários. Mesmo assim, o governo anterior manteve a estação em funcionamento, mas desistiu de construir as demais previstas no plano.

Vale tem o Etanol como opção mais vantajosa na cidade

Depois de dois anos, abastecer o carro com etanol voltou a ficar mais vantajoso que a opção pela gasolina nos postos de combustíveis da região. Segundo pesquisa da ANP (Agência Nacional do Petróleo), enquanto o preço médio da gasolina está R$ 2,65, o etanol está R$ 1,76. Como a autonomia do veículo a álcool é 30% menor do que de um carro abastecido com gasolina, para compensar para o motorista, o preço do litro deste precisa ser, ao menos, 30% mais barato do que o da gasolina. A diferença entre os combustíveis, nesta semana, chegou a 33%. “Apesar de o litro do etanol ter caído alguns centavos, não acredito que o preço vá cair mais.

No momento, abastecer com álcool é vantajoso, no entanto, não acredito que essa posição durará muito tempo. Até porque os donos de postos de combustível já arcaram com aumentos de custo que não foram repassados ao consumidor”, afirmou Dirceu Augusto, sócio da Sincopetro (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de São Paulo), do Vale do Paraíba.

Na pesquisa que a ANP fez nos postos de gasolina da cidade, os preços da gasolina variaram entre R$ 2,48 e R$ 2,94. Já os valores do etanol, entre R$ 1,57 e R$ 1,99. Segundo Augusto, a melhor opção para o consumidor é pesquisar. “Os valores estão sempre variando entre R$0,02 e R$0,03. Parece pouco, mas no final das contas podem trazer boas economias”, afirmou. É o caso da dona de casa Lucília Fernandes, 51 anos, que tem um carro flex e abastece uma vez por semana. “Além de pesquisar os preços entre os postos, na hora de abastecer pergunto ao frentista qual a melhor opção”, disse. Segundo ela, nunca percebeu qualquer diferença no desempenho do carro ao abastecê-lo com um ou outro combustível.

“Não vejo diferença. Por isso, sigo a regra que torna um ou outro combustível mais vantajoso financeiramente”, afirmou Lucília, que gasta, em média R$ 200 por mês com combustível.
No entanto, independente do preço, muitos motoristas escolhem colocar gasolina. “Ela tem uma explosão melhor no motor. Então, há quem prefira. Nesse caso, só informo qual combustível é mais vantajoso financeiramente, mas deixo a critério do cliente”, afirmou o frentista Paulo de Jesus, 24 anos. Na cidade, o etanol também saiu na frente, com R$1,77 e R$ 2,69 a gasolina. Uma diferença de 34% entre os litros.

Novos ônibus da cidade tem slogan do PT

Frota de 51 ônibus novos de uma das empresas operadoras do transporte coletivo de São José dos Campos estampa na carroceria a logomarca do governo do prefeito Carlinhos Almeida (PT). Os ônibus são da CS Brasil. Conforme fotos divulgadas pela própria prefeitura em seu site, é possível verificar a logomarca estampada: o brasão do município com a frase “Prefeitura de São José dos Campos – Trabalho que Toca a cidade”. Segundo Odete Medauar, professora de Direito Administrativo da USP (Universidade de São Paulo), a medida infringe a Constituição Federal, que proíbe órgãos públicos de veicularem propaganda com caráter pessoal.

Ela citou o artigo 37 da Constituição Federal, que trata desse assunto. O parágrafo§ 1º do inciso 22 do artigo trata da impessoalidade da publicidade de órgão públicos. “A publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos.” No entendimento da especialista, a utilização de símbolo e frase que remetem ao governante é “vedada”.

“O transporte público é gerido pelo poder público municipal e não pode ter propaganda que faça menção ao governo”, afirmou Odete. Segundo ela, o fato de os ônibus estamparem a logomarca com a frase-slogan do governo pode caracterizar propaganda pessoal do prefeito. “Avalio que neste caso é passível questionamento judicial”, disse a professora. O presidente do PSDB local, Anderson Farias Ferreira, afirmou que é preciso verificar os coletivos antes de um posicionamento oficial. “Primeiro, vamos aguardar a frota circular para verificar.” Ele lembrou que a renovação da frota da CS Brasil está prevista no contrato de concessão da empresa. “Não se trata de novo investimento, mas cumprimento contratual”, frisou.

A Secretaria de Transportes informou por nota que os 51 novos ônibus vão substituir parte frota da empresa CS Brasil. “Esses ônibus possuem cumprimento de 12,6, que representa um ganho em relação aos veículos antigos, que eram de 12 metros e 12,5 metros. Essa diferença significou um ganho de 5% em oferta de lugares, proporcionando mais conforto aos usuários.” Sobre o uso da logomarca do governo, a prefeitura informou que a medida “está amparada juridicamente”. Segundo a assessoria de imprensa do governo, o TJ (Tribunal de Justiça do Estado) tem se posicionado a favor das prefeituras em ações que tratam desse tema.

Cidade pode ter novo protesto hoje com moradores

O Movimento Passe Livre (MPL) volta hoje às ruas de São José dos Campos para um novo protesto contra a tarifa de ônibus na cidade. Os organizadores esperam levar cerca de 30 mil pessoas à manifestação, que tem início previsto para as 16h na praça Afonso Pena, no centro o percurso não foi divulgado. O MPL pede a redução do preço da passagem para R$ 2,80, valor que vigorava até fevereiro, quando ocorreu o último aumento. Ontem entrou em vigor a tarifa de R$ 3, fixada pelo governo Carlinhos Almeida (PT) após a onda de protestos. “Realizamos na quinta-feira a maior manifestação de São José e de amanhã hoje vai ser ainda maior”, diz Danilo Zanelato, do MPL.

Cerca de 17 mil pessoas já haviam confirmado presença pelo Facebook. O MPL se reuniu ontem com sindicalistas e partidos políticos para acertar a participação deles no ato. “Vamos respeitar a decisão de não levar bandeiras e estaremos no ato porque fazemos parte das lutas políticas dessa cidade”, disse Antonio Donizete Ferreira, presidente do PSTU. Assim como na semana passada, comércio, supermercado, restaurantes e bancos devem fechar as portas mais cedo, às 15h, temendo saques e vandalismo. A Câmara antecipou o horário da sessão de hoje para às 10h.

O secretário de Transportes de São José, Wagner Balieiro, chamou os representantes do MPL para uma reunião na noite de sexta-feira e, segundo o movimento, “deu a entender” que a onda de protestos deveria ser encerrada. “Ele nos disse que a tarifa de R$ 3 era o limite que eles poderiam chegar”, afirmou o porta-voz do movimento, Paulo Monteiro, 24 anos. Balieiro não comentou o assunto ontem. O movimento pretende continuar com as manifestações. “Queremos uma ação clara do prefeito Carlinhos e do secretário Balieiro: revoguem o aumento.” Ontem, o prefeito disse considerar “muito difícil” baixar a tarifa a R$ 2,80. O preço da passagem de ônibus sofreu duas reduções em pouco mais de uma semana. A primeira revisão ocorreu no último dia 15, quando o bilhete passou de R$ 3,30 para R$ 3,20.

O comércio na região da Praça Afonso Pena deverá amargar pela segunda semana consecutiva a queda nas vendas, por causa do protesto de hoje contra as tarifas. Na semana passada durante os protestos, os comerciantes fecharam uma hora antes dos manifestantes se concentrarem na praça. O centro ficou vazio, como em dia de feriado. ‘A gente vai observar o movimento. Se as lojas fecharem, nós vamos fechar também e, é claro, vamos deixar de vender’, disse a sub-gerente das lojas Ivis Calçados, Ariana Carvalho Santos.

A gerente de uma relojoaria, que não quis se identificar, disse que a loja já guardou os objetos de valor e que terá problemas com as vendas novamente. ‘As pessoas ficam com medo de vir para a cidade. Isso acaba atrapalhando a gente a conseguir fechar nossas metas de venda’, afirmou. A Associação Comercial e Industrial (ACI) vai fechar às 15h30. Um estacionamento da praça também irá fechar neste horário, porque não possui seguro para os veículos guardados. Os bancos devem decidir hoje se haverá expediente na parte da tarde. Na escola Olímpio Catão, que fica na praça, a diretoria ainda vai avaliar se os alunos terão aula à noite.

A prefeitura vai decidir hoje se encerra o expediente mais cedo. Na quinta-feira passada, no primeiro ato de protesto, os servidores foram dispensados às 16h. O Forum também deve fechar durante os protestos. A Câmara Municipal vai realizar a sessão na parte da manhã e, provavelmente, dispense os funcionários mais cedo. O vereador Shakespeare Carvalho (PRB) discordou da mudança. “A Câmara deveria estar aberta para receber os estudantes.”

Geração de empregos tem queda na cidade

Dados do Ministério do Trabalho divulgados nesta sexta-feira (21) mostram que as três maiores cidades do Vale do Paraíba – São José dos Campos, Taubaté e Jacareí – tiveram queda na geração de empregos no mês de maio com relação ao mês de abril, quando havia sinais de recuperação nos três municípios. São José foi a que mais registrou queda e teve variação negativa.

Segundo números do Cadastro de Empregados e Desempregados (Caged), São José teve saldo negativo de 289 postos, com 8.199 contratações e 8.488 desligamentos. Os setores de serviços e construção civil puxaram a variação com fechamento de 172 e 112 postos, respectivamente. O levantamento apontou uma queda acentuada no comparativo ao registrado em abril, quando o saldo foi positivo de 1.197 vagas. A variação no acumulado dos últimos 12 meses é positiva, com 289 empregos gerados na cidade.

Apesar de ter registrado um saldo positivo na geração de empregos com 60 vagas em maio, Jacareí também teve queda com relação ao mês anterior, quando foram registradas 169 contratações a mais do que demissões. O setor que teve saldo mais negativo foi a construção civil com 51 demissões a mais do que contratações. No último ano, a cidade registra alta de 989 nos postos de trabalho gerados.

Taubaté também fechou o mês de maio com saldo positivo de 37 vagas, com 3.547 contratações ante 3.510 desligamentos. A variação apontada no levantamento foi menor do que os 194 postos gerados a mais do que demissões em abril. O comércio registrou a maior variação negativa com 108 demissões e puxou a queda no balanço mensal do Caged. Porém, no acumulado dos últimos 12 meses a cidade é a que tem o melhor saldo com 1.222 contratações a mais do que demissões.

EJA tem inscrições abertas para moradores

Estão abertas as inscrições para o programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA) em São José dos Campos. As vagas gratuitas são para a formação de turmas para o 2° semestre em 11 escolas da rede municipal de ensino. Os interessados devem procurar uma das escolas municipais que oferecem o curso ou ligar no telefone 156 da prefeitura. Para se inscrever, o interessado deve ter idade mínima de 15 anos e apresentar documento de identidade, comprovante de residência, último ano cursado e se atualmente está matriculada na EJA de alguma unidade escolar.

O curso é semestral e dividido em EJA 1 (do 1º ao 4º ano) e EJA 2 (do 5º ao 9º). As aulas acontecerão no período noturno. Veja a lista das escolas que oferecem o curso:

  • -Escola Municipal Ana Berling Macedo (EJA 1 e 2)
    Rua Alziro Lebrão, 318 – Alto da Ponte – 3921-6839
  • -Escola Municipal Antônio Palma Sobrinho (EJA 1 e 2)
    Rua Ângelo Scarpel, 163 – Pq. Nova Esperança – 3907-1124
  • -Escola Municipal Áurea Cantinho Rodrigues (EJA 1 e 2)
    Rua Iran, 135 – Jardim Oswaldo Cruz – 3921-8765
  • -Escola Municipal Dom Pedro de Alcântara (EJA 1 e 2)
    Avenida Adilson J. da Cruz, 7581 Conjunto Dom Pedro – 3966-1964
  • Escola Municipal Maria Amélia Wakamatsu (EJA 1)
    Rua Virgílio F. de Oliveira, 31 – Campos de S. José – 3929-7535
  • -Escola Municipal Mercedes Carnevalli Klein (EJA 1 e 2)
    Avenida Cassiopéia, 425 – Jardim Satélite – 3931-1404
  • -Escola Municipal Mercedes Rachid Edwards (EJA 1)
    Estrada Municipal Vereador Pedro David, 19251 São Francisco Xavier – 3926-1634
  • -Escola Municipal Palmyra Sant’Anna (EJA 1 e 2)
    Avenida Juscelino Kubistcheck, 6907 – Vila Industrial – 3929-2089
  • Escola Municipal Possidônio José de Freitas (EJA 1 e 2)
    Rua Felício Jabur Nasser, 935 – Galo Branco – 3905-1911
  • -Escola Municipal Rosa Tomita (EJA 1)
    Rua Ayrton Senna da Silva, 90 – Jardim São José II – 3929-2995
  • -Escola Municipal Ruth Nunes da Trindade (EJA 1)
    Rua Waldemar Teixeira, 900 – Parque Interlagos – 3944-1030

Jogadoras realizam doação para o GACC

Jogadoras “abraçam” Hospital e doam camisetas do time joseense e da seleção para arrecadar fundos para a entidade. As meninas da Águia também aderiram à campanha “Abrace o GAAC”, que visa arrecadar fundos para a manutenção dos atendimentos realizados pelo Grupo de Assistência à Criança com Câncer.

Na próxima terça-feira, 25 de junho, às 9h, a equipe de futebol feminino do São José se visitará o GACC e realizará a doação de duas camisetas autografadas à Instituição. “Nossa equipe admira o trabalho do GACC e vamos apoiar no que for preciso. Tudo o que é para o bem da população, o São José faz questão de participar”, declara a meia Priscilinha.

Uma das camisetas que será doada é da Seleção Brasileira de Futebol Feminino, trazida direto da Suécia, onde a equipe participou de um amistoso contra a seleção do país, pela capitã Bagé. Segundo Rosemary Sanz, Presidente do GACC, as doações já têm destino certo. “As camisetas serão utilizadas em uma “Ação entre Amigos” e deverão angariar cerca de R$ 1.000,00 que serão destinados para manutenção dos tratamentos oferecidos para mais de 500 crianças e jovens com câncer no nosso hospital”, afirma.

A gratidão pela cura

A iniciativa de realizar uma ação entre as Meninas da Águia e o GACC partiu da secretária Gisele Martins. Ela e seu marido comemoram a cura do câncer do único filho, Gimenez Martins, de 19 anos. Diagnosticado em 2006 com leucemia mielóide aguda, durante os três anos de tratamento, o rapaz, hoje estudante do 2º ano de Engenharia Mecânica na ETEP Faculdades, recebeu todo o apoio necessário.

“Sou muito grata ao GACC pela cura do meu filho e como sou fã das meninas do São José e sei que a faculdade em que ele estuda é patrocinadora do time, resolvi pedir essa ajuda às atletas, que também possuem histórias de superação e vitórias”, conta Gisele, que também realiza ações de voluntariado no hospital.

Alunos da ETEP Faculdades também “abraçam”

Há mais de dois anos, cerca de 30 alunos das Faculdades Bilac e ETEP Faculdades realizam na instituição um importante trabalho voluntário. Todo primeiro e terceiro sábado de cada mês, das 9h às 12h, os universitários fazem a digitação das notas fiscais deixadas nos estabelecimentos comerciais em prol do GACC. Somente em 2012, a ação rendeu R$ 533.030,09 para o hospital que atende, em média, 500 crianças com câncer do Vale do Paraíba e Litoral Norte.

Segundo a gerente da Faculdades Bilac, Adriana Nakahara, está em andamento um estudo para estender o processo de digitação para o laboratório de informática da escola, aumentando assim o apoio oferecido.