Programação para toda a família anima domingo no Sesc

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Para o domingo, dia 20, o Sesc São José dos Campos preparou atividades variadas para todas as idades com espetáculos de teatro e circo além da exibição do longa “Papa ou maman” comédia dirigida por Martin Bourboulon. A obra integra o Panorama do Cinema Francês recorte temático que apresenta produções francesas contemporâneas.

Programação:

Crianças

  • Othelito Com Cia. Vagalum Tum Tum: Dia 20, domingo, às 15h. Auditório. Preço: de R$ 5,00 a R$ 17,00. Para crianças até 12 anos a entrada é gratuita. Os ingressos devem ser retirados na Central de Atendimento. Recomendação etária Livre.
  • Circo Poemas Com Circo de Trapo: Dia 20, domingo, às 16h30. Convivência do Sesc. Grátis. Recomendação livre
  • Cinema e Vídeo – Papa ou maman com Dir. Martin Bourboulon | 2015 | França | Comédia | 85 min. | Blu-ray: Dia 20, domingo, às 18h. Auditório do Sesc. Grátis. Retirada de ingressos com 1h de antecedência. Recomendação etária 14 anos.

O Sesc São José dos Campos fica na Av. Adhemar de Barros, 999 – Jd. São Dimas. Mais informações pelo telefone 12.3904.2000.

Com repertório autoral Nômade Orquestra apresenta show no Sesc

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Dia 18, sexta, às 19h30, o Sesc São José dos Campos recebe show da Nômade Orquestra pelo projeto Banda, trupes e orquestras.

Formado no ABC paulista em 2012, o grupo apresenta uma seleção autoral com composições autorais do disco “Nômade Orquestra” lançado em 2014 e que faz um passeio pelo universo do funk, jazz, dub, rock, afro beat, hip-hop, ethiogrooves, entre outros.  Além disso, o grupo incorpora também elementos da música eletrônica, quebrando barreiras entre a música tradicional e contemporânea.

O show acontece no Solário do Sesc. Grátis. Recomendação etária 12 anos.

O Sesc São José dos Campos fica na Av. Adhemar de Barros, 999 – Jd. São Dimas. Mais informações pelo telefone 12.3904.2000 e no site sescsp.org.br/sjcampos

Professora e pesquisadora Sônia Gabriel é a convidada de setembro do projeto literário “Versos Diversos”

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Dia 17, quinta, às 19h30, o Sesc São José dos Campos recebe a professora e pesquisadora Sônia Gabriel para encontro que integra o projeto “Versos Diversos”, que recebe, desde março, escritores convidados que apresentam e compartilham com o público autores e obras que os inspiram.

Na atividade, Sônia conversa com o público sobre o livro “Memorial do Convento” de José Saramago, publicação com a qual se inspira e identifica.

A atividade acontece na Sala de Leitura do Sesc. Grátis. Recomendação etária livre.

O Sesc São José dos Campos fica na Av. Adhemar de Barros, 999 – Jd. São Dimas.

Mais informações pelo telefone 12.3904.2000 e no site www.sescsp.org.br/sjcampos

 

Teatro, circo e exibição de curtas-metragens animam a programação de domingo do Sesc

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No domingo, dia 13, o Sesc São José dos Campos conta com atividades para entreter toda a família. Espetáculos de teatro, circo e exibição de curtas que integram a itinerância do 26º Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo.

Confira a programação:

  • Crianças – O Príncipe da Dinamarca com Cia. Vagalum Tum Tum: Dia 13, domingo, às 15h. Auditório. Preço: R$ 5,00 a R$ 17,00. Para crianças até 12 anos a entrada é gratuita. Os ingressos devem ser retirados na Central de Atendimento.Recomendação etária livre.
  • Circo – Mucho más que Circo com Compañia Simpañia (Argentina): Dia 13, domingo, às 16h30. Praça. Grátis.Recomendação etária livre.
  • Cinema e Vídeo – Itinerância do 26º Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo. Programa Destaques Brasileiros: Dia 13, domingo, às 18h. Auditório. Grátis. Retirada de convites com 1h de antecedência. Recomendação etária 14 anos.

O Sesc São José dos Campos fica na Av. Adhemar de Barros, 999 – Jd. São Dimas. Mais informações pelo telefone 12.3904.2000 e no site www.sescsp.org.br/sjcampos

Sesc apresenta programação especial para o feriado

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Para o dia 7 de setembro, feriado em que se comemora a independência do Brasil, o Sesc São José dos Campos preparou uma programação especial para toda a família com  atividade culinária, espetáculos de teatro e música.

Confira a programação:

  • Alimentação – Oficina de culinária – Desbravando o Brasil com grupo Caçarola: Dia 07/09, segunda, às 10h30 e 15h. Oficina do Sesc. Inscrições antecipadas na Central de Atendimento. Vagas limitadas. Recomendação etária livre.
  • Música – Brincando de Chorinho: Dia 07/09, segunda, às 12h. Convivência. Grátis. Recomendação etária livre.
  • Teatro – Jogando no Quintal com Cia do Quintal: Dia 07/09, segunda, às 16h no Ginásio.Grátis. Retirada de convites com 1h de antecedência. Recomendação etária livre.

SESC São José dos Campos

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Você já foi ao SESC? Conheça esse espaço cheio de atividades!

O Sesc (Serviço Social do Comércio) foi criado em 1946 pelo empresariado do comércio e serviços para promover a inovação, transformação social, bem-estar e melhoria da qualidade de vida de seu público alvo, o trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo bem como seus dependentes. Atualmente, no Estado de São Paulo, a instituição conta com uma rede de 32 unidades, em sua maioria centros culturais e desportivos.

Em São José dos Campos o Sesc atua desde 1976, mas após uma ampla reforma o edifício reabriu em 2008 atendendo uma média diária de aproximadamente 1500 pessoas em diversas atividades, como: Piscina, Sala de leitura, Auditório, Ginásio, sala de Ginástica Multifuncional, espaço Internet Livre, Comedoria, Solário, Praça e Clínica Odontológica.

Serviços oferecidos:

  • Shows,
  • Espetáculos de teatro e dança
  • Atividades para a terceira idade
  • Cursos de ginástica
  • Turismo social
  • Cinema
  • Palestras
  • Seminários
  • Programas especiais para crianças além dos pioneiros
  • Mesa Brasil Sesc São Paulo, de combate à fome e ao desperdício de alimentos
  • Internet Livre e inclusão digital

Quem pode se associar ao SESC?

É necessário ser funcionário que trabalha no ramo de comércio de bens, serviços e turismo, com contrato de trabalho registrado na carteira profissional. Integram essa categoria lojas, bares, restaurantes, hotéis, hospitais, consultórios, escolas e universidades particulares, emissoras de rádio e televisão, jornais, postos de gasolina e supermercados. Aposentados e pensionistas nesses setores também podem se credenciar.

O que é preciso para se associar ao SESC?

Ir a uma das unidades do Sesc e apresentar:

  • RG
  • CPF
  • Carteira Profissional 
  • Foto 3×4
  • Podem ser incluídos como dependentes: pais do titular, filhos até 21 anos,  enteados até 21 anos e cônjuges.
  • A inclusão é realizada mediante apresentação dos documentos de identidade ou certidão de nascimento, foto 3×4, CPF, certidão de casamento ou documento que comprove a união estável.

As empresas também podem solicitar a presença da equipe do Sesc para realizar o credenciamento do quadro de funcionários por meio do programa Sesc Empresa.

Contato e horário de funcionamento do SESC:

Acompanhe as atividades que o Sesc São José dos Campos oferece pelo site sescsp.org.br/sjcampos e redes sociais.

Telefone 3904-2024

E-mail: [email protected].

O Sesc São José dos Campos atende de terça a sexta, das 13h às 22h; sábados domingos e feriados, das 10h às 19h.

Avenida Adhemar de Barros, 999 – Jardim São Dimas.

 

Show da Banda Farufyno promete animar o público do Sesc

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Dia 21, sexta, às 19h30, o palco do Sesc recebe show do grupo Farufyno, pelo projeto “É Samba… É Rock…”

A banda surgiu em São Paulo no período em que houve uma grande revalorização do samba de raiz e seus derivados mais modernos e cosmopolitas, como o samba-funk, o samba-soul e o sambalanço.

Apresenta um repertório com canções de autores e artistas como Osvaldo Nunes, Originais do Samba e Wilson Simonal, e também composições próprias, com elementos do rock psicodélico, afro beats entre outros.

O show integra o projeto musical “É Samba… É Rock”, série de shows gratuitos que apresenta as influências diversas sobre a música brasileira, com a fusão entre Samba, Jazz, Rock e Soul, além de sua forma de dança, ao mesclar movimentos do Rock’n roll com passos da Gafieira.

Com Marcelo Kubagawa (violão/voz), Mário Souza (baixo), Rafael Carracini (guitarra), Humberto Pereira (bateria), Jonas Dantas (teclado) e Rodrigo Pirituba (percussão).

A apresentação acontece na Área de Convivência do Sesc. Grátis. Recomendação etária 12 anos.

O Sesc São José dos Campos fica na Av. Adhemar de Barros, 999 – Jd. São Dimas.

Mais informações pelo telefone 12.3904.2000 e no site www.sescsp.org.br/sjcampos

Virgínia Rodrigues interpreta sucessos de seu novo álbum no palco do Sesc

 

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Dia 29, sábado, às 20h, o Sesc São José dos Campos recebe o show da cantora Virgínia Rodrigues.

Nessa apresentação a artista baiana, com 18 anos de carreira, lança seu quinto disco “Mama Kalunga”.

O álbum é composto por uma mescla de elementos religiosos da cultura afrobrasileira e da música popular brasileira numa leitura própria, contemporânea e direta em um repertório em que se destacam obras de Geraldo Filme, Moacir Santos, Nei Lopes, Paulinho da Viola, Roberto Mendes, Tiganá Santana e outros.

Com Virgínia Rodrigues (voz), Marcus Ribeiro (violoncelo), Mila Schiavo (percussão), Léo Mendes (violão), Bernardo Bosisio (violão) e Marco Lobo (percussão).

Sobre Virgínia Rodrigues

De origem humilde, Virginia Rodrigues desde pequena gostava de canto lírico, embora não tivesse muito contato o gênero. Cresceu escutando sambas, música popular, rock’n’roll e jazz. Porém foi na Ópera e nos cantos de corais das missas que se identificou. Começou sua carreira cantando em coros de Igrejas de Salvador.

A artista despontou para o mundo artístico ao ser descoberta em 1997 pelo produtor e diretor Márcio Meirelles, que a convidou para o Bando de Teatro Olodum, para interpretar a obra “Bye Bye Pelô”, onde Caetano a viu pela primeira vez e a apadrinhou a partir de então.

Hoje, com 18 anos de carreira, seu trabalho traz referências populares e líricas que resultam em um canto que vagueia entre o erudito e o popular fazendo com que a artista conquistasse reconhecimento e visibilidade no circuito dos mais importantes festivais de jazz e worldmusic do mundo.

Tem 5 discos lançados e diversas turnês mundiais na bagagem.

Seu primeiro trabalho, “Sol Negro”, foi produzido por Celso Fonseca e teve arranjos de Eduardo Souto Neto. As músicas foram escolhidas por Virgínia, Caetano e Celso Fonseca. Incluía composições como “Noite de Temporal”, de Dorival Caymmi e contou com as participações de Djavan, Gilberto Gil e Milton Nascimento. Sucesso da crítica especializada o álbum foi elogiado em publicações como o jornais “The Times” e “Le Monde” e pela revista Rolling Stone.

Em seu segundo álbum, “Nós”, Virgínia homenageia os blocos afro de Salvador. entoando músicas do Ilê Aiyê, Olodum, Timbalada, Ara Ketu e Afreketê. O The New York Times a definiu como “uma das mais impressionantes cantoras que surgiu do Brasil nos últimos anos”.“Um dos lançamentos internacionais mais impressionantes dos últimos anos.”, escreveu Stephan Cook da “All Music Guide”.

Seu terceiro CD, “Mares Profundos”, lançado em janeiro de 2004 nos Estados Unidos, chegou ao Brasil com edição simultânea na Europa. O selo do álbum é o prestigioso Edge, da gravadora alemã Deutsche Grammophon, a mais tradicional da música erudita. Com a produção de Caeatano Veloso apresenta repertório de 11 afro-sambas compostos entre 1962 e 1966 pelo violonista Baden Powell e Vinícius de Moraes.

Quatro anos após lançar seu último disco, Virgínia Rodrigues volta à cena com o disco “Recomeço”, que versa sobre o amor dual, assunto imemorial e onipresente no cancioneiro, e muito discutido na composição. Seu canto camerístico aliado à compreensão da canção popular conferem um novo sentido a poesias de Chico Buarque, como as oníricas “Todo Sentimento” (com Cristóvão Bastos) e “Beatriz” (com Edu Lobo); de Vinicius de Moraes, seja com Francis Hime – na pouco conhecida “Eu te Amo Amor”, ou com Tom, o parceiro ancestral, em pérolas como “Por Toda a Minha Vida” e “Estrada Branca”; ou ainda ao grande hino de Dolores Duran, “A Noite do Meu Bem”.

Em abril de 2015, Virgínia lança Mama Kalunga, compromissada com matrizes africanas e com ressonâncias da diáspora negra, numa leitura própria, contemporânea e direta de um legado complexo e multifacetado. O álbum apresenta um repertório com composições de criadores negros de distintas gerações e lugares, basicamente dialógico com vozes, instrumentos de corda (sobretudo violões e violoncelo) e diversas camadas de percussão.

O show acontece no Ginásio do Sesc. O valor dos ingressos varia de R$ 6,00 a R$ 20,00. Recomendação etária 16 anos.

O Sesc São José dos Campos fica na Av. Adhemar de Barros, 999 – Jd. São Dimas.

Mais informações pelo telefone 12.3904.2000 e no site sescsp.org.br/sjcampos

Projeto Sonora Brasil chega ao Sesc para apresentar o universo das violas brasileiras

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De 18 a 21, terça a quinta, às 20h e sexta às 21h, o Sesc  São José dos Campos recebe a itinerância do Projeto Sonora Brasil que aborda, na edição de 2015, o universo das violas brasileiras.

Com o objetivo de difundir expressões musicais identificadas com o desenvolvimento histórico da música no Brasil, o Sonora Brasil, em sua 18ª edição, escolheu dois gêneros musicais essencialmente brasileiros “Sonoros Ofícios – Cantos de Trabalho” e “Violas Brasileiras”, que irão circular o país nos próximos dois anos com grupos de diferentes pontos do Brasil.

Violas Brasileiras aborda quatro aspectos do desenvolvimento do instrumento no país, mostrando que o uso da viola ultrapassa as fronteiras do interior e chega às salas de concerto, ampliando sua presença nos espaços destinados à música clássica. Traça também um panorama do instrumento de cinco ordens e de suas variantes que apresentam características peculiares e regionalizadas, relacionadas a práticas musicais restritas a ambientes geográficos pouco abrangentes.

No sudeste, a viola se consagrou com as denominações caipira e sertaneja. Em São Paulo, no Paraná e no Mato Grosso, o uso da viola está ligado a gêneros musicais regionalizados e no Nordeste e Recôncavo Baiano, ela é encontrada em sua forma tradicional, mas também, é utilizada em variantes típicas da região.

A Viola Caipira/Sertaneja, a que mais se projetou difundindo o repertório das duplas de cantadores da região Sudeste e que aos poucos foi sendo incorporada em outras formações ligadas a repertórios populares, é apresentada por Paulo Freire (SP) e Levi Ramiro (SP).

A Viola na região Nordeste, reconhecida como acompanhadora dos repentistas e como instrumento solista com sonoridade nordestina, e ainda a machete, ligada aos sambas de roda da Bahia, são apresentadas por Ivanildo Vila Nova (PE), Antônio Madureira (PE) e Cássio Nobre (BA).

A Viola em Concerto, apresentada por Fernando Deghi (PR) e Marcus Ferrer (RJ), vem ampliando sua presença nos espaços destinados à música clássica desde a década de 1960, quando começou a receber a atenção de compositores como Theodoro Nogueira (1913-2002) e Guerra-Peixe (1914-1993).

Por fim, as Violas Singulares com suas peculiaridades e suas claras referências regionalizadas, como a viola de cocho em Mato Grosso, a de buriti em Tocantins, e a do fandango, ligada à cultura caiçara paranaense e do sul de São Paulo, são apresentadas por Sidnei Duarte (MT), Maurício Ribeiro (TO) e Rodolfo Vidal (SP).

Confira a programação completa:

Antonio Madureira, Ivanildo Vilanova e Cássio Nobre

Violas do Nordeste

Dia 18, terça, às 20h.

Antônio Madureira é violeiro, violonista e compositor, nascido em Macau (RN) e radicado em Recife (PE). Foi líder do Quinteto Armorial, uma das maiores expressões musicais do Movimento Armorial, e depois fundou o Quarteto Romançal.

Ivanildo Vilanova, pernambucano de Caruaru, é cantador e violeiro. Exímio improvisador, desenvolveu sua carreira como repentista em Campina Grande (PB), e apresenta a tradição do repente.

Cássio Nobre, maranhense, radicado em Salvador (BA), compositor, violeiro e pesquisador do samba de roda do Recôncavo Baiano, e em especial da viola machete, que revelam as transformações da prática musical tradicional na atualidade.

 

Sidnei Duarte, Rodolfo Vidal e Maurício Ribeiro

Violas Singulares

Dia 19, quarta, às 20h.

O músico e professor Sidnei Duarte, representa o estado do Mato Grosso e toca a viola de cocho, instrumento em que é especialista tanto no sentido técnico quanto no teórico, sobre o qual desenvolveu importantes pesquisas acadêmicas.

Rodolfo Vidal apresenta a tradição da viola fandangueira ou caiçara, com a qual convive desde sua infância em Cananeia (SP) e suas próprias criações musicais para o instrumento.

Maurício Ribeiro, do povoado de Mumbuca, cidade de Mateiros (TO), apresenta a viola de buriti, instrumento pouco conhecido fora do estado do Tocantins que tem sonoridade e características físicas bastante peculiares.

 

Levi Ramiro e Paulo Freire

Violas Caipiras

Dia 20, quinta, às 20h.

Levi Ramiro, além de violeiro respeitado por sua técnica, é detentor de conhecimento raro sobre gêneros como o cateretê e o cururu, e é um construtor de viola de cabaça, instrumento que será apresentado na circulação.

Paulo Freire se destaca como contador de causos acompanhado de sua viola, e possui a experiência ímpar de ter convivido com Mestre Manelim, no sertão do Urucuia, em Minas Gerais, onde teve contato com o universo da viola e dos causos mais autênticos das tradições do meio rural.

 

Fernando Deghi e Marcus Ferrer

Violas em Concerto

Dia 21, sexta, às 21h.

Fernando Deghi, paulista de Santo André, radicado em Curitiba (PR), desenvolve o seu trabalho em torno da composição, recuperação, divulgação e ensino de viola brasileira. Suas composições exploram as possibilidades deste instrumento, sobretudo em termos das muitas afinações possíveis e por intermédio dos mais variados estilos musicais, recorrendo a uma metodologia voltada ao desenvolvimento técnico e de repertório.

O carioca Marcus Ferrer é compositor, violonista e violeiro, mestre em composição pela Escola de Música da UFRJ e doutor em Teoria e Prática da Interpretação pela UNIRIO. Dedica-se ao estudo da viola desde a década de 1980, tendo lançado em 2009 o álbum Viola em Concerto, no qual interpreta obras compostas por encomenda a importantes compositores contemporâneos.

Sobre o Projeto Sonora Brasil

Cumprindo sua missão de difundir o trabalho de artistas que se dedicam à construção de uma obra de fundamentação artística não comercia, o Sonora Brasil consolida-se como o maior projeto de circulação musical do país realizando aproximadamente 480 concertos por ano, itinerando por mais de 130 cidades, a maioria distante dos grandes centros urbanos.

Tal ação possibilita às populações o contato com a qualidade e a diversidade da música brasileira além de contribuir para o conjunto de ações desenvolvidas pelo Sesc.

Busca despertar um olhar crítico sobre a produção e os mecanismos de difusão da música no país, incentivando novas práticas e novos hábitos de apreciação musical por meio de apresentações de caráter essencialmente acústico que valorizam a autenticidade sonoras das obras e seus intérpretes.

As apresentações acontecem no Auditório do Sesc com capacidade para 126 pessoas.

Grátis. Retirada de ingressos com 1h de antecedência. Recomendação etária 16 anos.

 

O Sesc São José dos Campos fica na Av. Adhemar de Barros, 999 – Jd. São Dimas. Mais informações pelo telefone 12.3904.2000 e no site sescsp.org.br/sjcampos

Domingo tem dança, teatro e sessão de cinema no Sesc

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Para domingo, dia 16, o Sesc São José dos Campos preparou uma programação variada, com espetáculos de teatro e dança, e a exibição do longa nacional Casa Grande dirigido por Felipe Barbosa.

Crianças: “Agora eu Era o Herói”

Com Cia. Um

Domingo, dia 16, às 15h.

História de um garoto tímido de uma cidade do interior que se encanta com a visita de um velho circo e por uma pequena bailarina, com quem começa a descobrir os encantos do primeiro amor, do enfrentamento do medo, o poder da fé interior.

A menina tenta convencê-lo a seguir com ela e sua trupe, o que o deixa dividido: ficar ou partir.

O espetáculo acontece no Auditório do Sesc.  O valor dos ingressos varia de R$ 5,00 a R$ 17,00. Crianças até 12 anos de idade não pagam. É necessário retirar ingresso. Recomendação etária livre.

Dança: “Cortejando”

Com Cia. Babado de Chita

Domingo, dia 17, às 16h30.

Cortejo musical inspirado em manifestações populares do sudeste e nordeste brasileiros. Ritmos como caboclinha (PE), congada (PE, ES, MG), coco (PE, PB, AL), cacuriá (MA) e ciranda (PE) conduzem esta dança levando ao público a sonoridade e a corporalidade de paragens de todo o Brasil.

A apresentação acontece na Praça do Sesc. Grátis. Livre.

Cinema e Vídeo: “Casa Grande”

Dir. Fellipe Barbosa | Brasil | 2014 | Drama | 115 min. | 35 mm

Domingo, dia 16, às 18h.

Jean é um adolescente rico que luta para escapar da superproteção dos pais, secretamente falidos. Enquanto a casa cai, os empregados têm que enfrentar suas inevitáveis demissões e Jean tem que confrontar as contradições da casa grande.

O filme é exibido no Auditório do Sesc. Entrada franca.  Retirada de convites com 1h de antecedência. Recomendação etária 14 anos.

O Sesc São José dos Campos fica na Av. Adhemar de Barros, 999 – Jd. São Dimas. Mais informações pelo telefone 12.3904.2000 e no sitesescsp.org.br/sjcampos