Peça para as crianças no Teatro Colinas: “Natal de Sol e Lua”

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Nos dias 6 e 7 de dezembro, as crianças irão se divertir e se emocionar com a peça “O Natal de Sol e Lua”.

Nela, é contada a história de duas crianças, Sol e Lua, que são irmãos, porém têm seus pensamentos opostos quanto ao que é a Festa de Natal. Lua é uma menina dócil, ama o Natal, e todos os significados de cada símbolo da época festiva. Sol é um garoto que adora brincar, porém acha tudo relativo ao Natal muito chato.

Tudo começa quando Sol percebe que Lua está escrevendo mais uma carta para o bom velhinho. Ele resolve simular uma carta de resposta escrita pelo Papai Noel, dizendo que ele tem lido as cartinhas dela. Será mesmo que Papai Noel existe?

Muita diversão, histórias e contos se desenrolam até a grande e esperada chegada do bom velhinho.

 

 

FICHA TÉCNICA:

Realização: Cia. de Teatro No Terraço

Texto, Direção e Produção: Filippe Neri

Assistentes: Andressa oliveira e Caiky Maia

Elenco: Filippe Neri e Luca Martins

Arte Visual: Deise Moulin

Cenários e Figurinos: Caiky

 

 

Serviço

Quando: Dias 6 (sábado) e 7 (domingo) de dezembro, às 16h

Onde: Teatro Colinas (dentro do Colinas Shopping – av. São João, 2.200, Jardim das Colinas, São José dos Campos)

Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)

Classificação etária: Livre

Mais informações: (12) 3204-5235www.facebook.com/teatrocolinas

 

www.teatrocolinasshopping.com.br

CET terá duas sessões de “Medealiquida” neste fim de semana

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O Centro de Estudos Teatrais, o CET que fica na Avenida Olivo Gomes 100, Parque da Cidade), em Santana, recebe neste fim de semana duas sessões da peça “Medealiquida”, da Cia do Trailler – Teatro em Movimento. As apresentações serão neste sábado (29), às 21h, e no domingo (30), às 20h.

 

Com Caren Ruaro, Luan Fonseca e Quiara Jofre no elenco, “Medealiquida” tem 70 minutos de duração e recomendação etária de 16 anos. Dirigida por Andrá Ravasco, a peça trata sobre o mito de Medeia, uma mulher que após ser traída e abandonada pelo marido, resolve matar os filhos.

 

O espetáculo é inspirado nos textos de Heiner Müller, escritor e dramaturgo alemão, além das provocações de Zygmunt Bauman acerca da “sociedade líquida”.

 

Heiner Müller nasceu em 1929 e começou sua carreira literária quando o socialismo estava sendo construído no lado leste da Alemanha. Ele é considerado um autor de grande importância desse período por retratar esse momento delicado de seu país.

 

Zygmunt Bauman é um sociólogo polonês nascido em 1925 conhecido por ser autor do conceito de “modernidade líquida”. Sua ideia de “liquidez” tenta explicar as mudanças que a civilização vem sofrendo com a globalização e o impacto tecnológico na sociedade pós-moderna.

 

Este peça foi um dos 34 projetos selecionados no segundo edital do Programa de Difusão Cultural “CirculAção”, tem como objetivo ampliar e diversificar o acesso aos bens culturais para toda comunidade joseense.

 

Além de grupos de São José dos Campos, também foram contemplados projetos da Região Metropolitana do Vale do Paraíba. O orçamento para essas apresentações é de R$ 340 mil.

Peça infantil “Bicho, Bichinho e Bichão” terá cinco sessões nesta semana

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O mundo das fábulas será apresentado para as crianças com a peça “Bicho, Bichinho e Bichão”. A Fabulosa Companhia de Teatro fará cinco apresentações gratuitas para o público infantil em diversos espaços culturais da cidade, incluindo a Casa de Cultura Johann Gutlich, que terá três sessões na segunda feira (17), às 10h, às 14h e às 16h. No dia 18 (terça-feira), a Biblioteca Pública Cassiano Ricardo vai receber a peça de teatro, às 9h e às 14h. Confira a agenda de apresentações completa abaixo.

O texto do espetáculo foi criado a partir de dois contos tradicionais, “O Lobo e os Sete Cabritinhos” dos irmãos Grimm, e “O porco-do-mato e a formiguinha”, um conto popular brasileiro de origem africana, adaptado por Ricardo Azevedo. Nessas histórias os animais lutam pela sobrevivência utilizando sua esperteza, truques, justiça, manha e criatividade para enfrentar seus problemas em um lugar em que nem sempre a lei do mais forte funciona. Para o espetáculo, os bichos que aparecem nos contos foram substituídos por outros da fauna brasileira, como o lobo-guará, a arara, o tatu-bola, a cabra, entre outros.

Três atores, bonecos, um grande tapete e um cenário simples serão utilizados para ilustrar as cenas das histórias. A concepção visa reforçar, através da dramaturgia e da encenação, alguns elementos importantes para o desenvolvimento da imaginação, como a caracterização dos personagens, as músicas e a linguagem visual, convidando as crianças a participarem e interagirem com o espetáculo.

A peça de teatro é dirigida por Simone Grande e contou com o apoio do ProAC (Programa de Ação Cultural), que tem como objetivo apoiar e patrocinar a renovação, o intercâmbio e a divulgação na produção artística e cultural do Estado de São Paulo.

Agenda de apresentações:

17/11 (segunda-feira)
Casa de Cultura Johann Gutlich
10h, 14h e 16h

18/11 (terça-feira)
Biblioteca Pública Cassiano Ricardo
9h e 14h

19/11 (quarta-feira)
O.S. Coração de Maria (Rua Batatais, 13 – Bosque dos Eucaliptos)
9h30min – 14h e 15h

20/11 (quinta-feira)
OCA Celebreiros (Rua Graúna, 77 – Vila Tatetuba)
8h30, 9h30 e 14h

21/11 (sexta-feira)
O.S. Maria Teresa Sima Kvesic (Rua Anna Ortega Traballi, 08 – Vila São Geraldo)
9h30, 13h30 e 14h30

SABIÁ é inspirado na canção homônima de Tom Jobim e Chico Buarque

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Após uma temporada de sucesso em São Paulo, o espetáculo SABIÁ segue em turnê pelas principais cidades do interior e agora chega a vez de São José dos Campos para quatro únicas apresentações, de 17 a 20 de Novembro no Teatro Colinas.

 

Livremente inspirada na canção de Chico Buarque e Tom Jobim, o espetáculo SABIÁ, conta com texto e direção de Paulo Faria e traz no elenco Jerusa Franco, Cintia Wartusch e Gustavo Haddad. A montagem traz a reflexão sobre os 50 anos do Golpe Militar, um recorte do que foi e é a realidade de muitas famílias e amigos daqueles que se posicionaram contra e em ação direta ao regime totalitário.

 

A peça se passa durante um dia inteiro em uma sala vazia. As personagens são alinhavadas com o recurso de flashback. O mundo de Helena e Joana tem o tempo cronológico real, que acompanha as horas do dia,mas, o espaço em que aparece Ricardo é do tempo psicológico da lembrança, contado de trás para frente. Do momento mais próximo da lembrança ao mais distante e esquecido, como numa regressão. A construção narrativa de Sabiá é simples e a linguagem tem ritmo ágil com aproveitamento da repetição de imagens e palavras, deslocando ações de um ambiente a outro da lembrança, sem interromper o fluxo de emoção de uma trama que se revela ao final, com pequenas doses de suspense.

 

Com a criação da Comissão da Verdade, a sociedade brasileira marca também sua acentuada expectativa em esclarecer os fatos da ditadura e reconstruir partes obscuras da nossa história. A criação dessa Comissão aponta para a necessidade de evidenciar e dar luz às feridas coletivas e individuais de gerações passadas, mas que perduram até os dias atuais.

 

Tocando neste tema ainda tão presente no país a sutileza do espetáculo contrapõe-se à dureza da história e dos fatos narrados.

 

SINOPSE
Após três anos de separação, duas amigas se reencontram.  Helena visita Joana. Helena traz a revelação de um segredo sobre o desaparecimento de Ricardo,seu antigo namorado e irmão de Joana. Ricardo foi morto pelos militares durante a ditadura militar e seu corpo nunca foi encontrado. Através de flashback, é revelado um Brasil de trinta anos atrás. Numa estrutura dramática, as personagens vão revelando seus fantasmas, e a surpresa de um Brasil atual ainda entranhado pela agonia de quem sofreu e sofre as sequelas da ditadura. Uma história de amor e heroísmo, numa lembrança poética de jovens que lutaram contra este período terrível de um Brasil ainda não digerido suficientemente.

 

Paulo Faria – autor e diretor
Em 1998  fundou a Cia. Pessoal do Faroeste, onde dirigiu e escreveu os espetáculos Um Certo Faroeste Caboclo, Rei dos Ventos, Sabiá e A Mulher Macaco. Em 98, recebeu o Prêmio Coca-Cola de Teatro Jovem, na categoria direção, pelo espetáculo Um Certo Faroeste Caboclo. Trabalhou como ator e diretor em Belém – PA.  Há doze anos em São Paulo, vem desenvolvendo atividades em teatro, nas áreas de cenografia, dramaturgia, produção e direção. Dirigiu, escreveu e cenografou os espetáculos: O Índio/91, As Matronas/93,  Mowgli, Homeninlobo/94. Foi diretor de produção do espetáculo As Polacas com  direção de Iacov Hillel/98.  Coordenou o Núcleo de Artes Cênicas do Teatro FAAP -Fundação Armando Alvares Penteado/96; Participou da “Oitava Sessão da ISTA -Internacional School of Theatre Antropology” com coordenação de Odin Teatret – Eugênio Barba e promoção da Universidade Estadual de Londrina/PR. Foi  produtor executivo do espetáculo Apocalipse 1,11, do Teatro da Vertigem. Adaptou da obra de Lygia Bojunga para o público infantil, sob direção de Johana Albuuerque o espetáculo Corda Bamba. Em 2001 recebeu o primeiro lugar do Prêmio Nacional de Dramaturgia, promovido pela Secretaria Estadual de Cultural: Plínio Marcos/2001, com o texto A Mulher Macaco.  Paulo foi um dos vencedores do Concurso EnCena Brasil, da FUNARTE.

 

ELENCO

 

Gustavo Haddad – ator

Em Teatro e televisão atuou em “Atrás do Pano”, de Luiza Jorge, direção Marcelo Romagnoli,  “Tanto”, de João Fábio Cabral, direção João Fábio Cabral, “Volta ao Lar”, de Harold Pinter, direção Alexandre Reinecke, “É o Bicho”, de Evaldo Mocarzel, direção Rosi Campos  e  Claudia Borioni, ”Píramo e Tisbe” – SESI/SP, de Vladimir Capella, direção Vladimir Capella, “O Negócio” na HBO (2013), direção Luca Paiva Mello – Personagem Jaime, “Amor e Revolução”  no SBT (2011), direção Reynaldo Boury – Personagem Mário, “Cidadão Brasileiro”  na Record (2007),  direção Ivan Zétel – Personagem Agnaldo, “Como uma Onda” na Globo (2005) direção Dennis Carvalho – Personagem Conrad, “A Padroeira”  na Globo (2001), direção Walter Avancini e Roberto Talma  – Personagem Luiz Antunes, “Malhação” na Globo (1999),  direção Flavio Colatrello  –  Personagem Plínio.
Jerusa Franco – atriz

No teatro em 2014 atuou em “Pior das intenções” de Mário Bortolotto (2011 a 2013) em “As pontes de Madison” turnê pelo Brasil, interior e capitais com direção Regina Galdino. Em 2008 em “Faz de conta que tem sol lá fora” de Ivam Cabral e direção de Aline Meyer. Atuou em “Madame de Sade” (2006) de Yoshio Mishima e direção Roberto Lage e em 2002 em “Dentes guardados” de Daniel Galera e direção de Mário Bortoloto e “Herói Devolvido” de Marcelo Mirisola e direção de Mário Bortoloto. Ainda em 2002 trabalhou na produção do espetáculo “Biroskabrau” de Tiche Viana para o projeto formação de publico da secretaria de cultura de São Paulo. Em 2001 atuou em “Antes do Café” de Eugene O´Neill e direção de Celso Frateschi. Em 2000 em “Qualquer gato vira-lata tem uma vida sexual mais sadia do que a nossa”  de Juca de Oliveira com direção Bibi Ferreira. 2000 “A voz humana” de Jean Cocteau direção de Aline Meyer e Vadim Nikitin. 1999 “Grogue” de Toni Brandão direção de Débora Dubois (premio Coca-cola). 1998 “Putas” de Léo Lama direção de Roberto Lage. “Foi ele que começou” de Toni Brandão como assistente de direção e 1997 “Cuidado! Garoto apaixonado! De Toni Brandão direção de Débora Dubois.  Em 1996 “Piramo e Tisbe” de Vladimir Capela. No cinema em 2010 “Destricted BR” longa de Lula Burque de Holanda; 2007 “Não sei mesmo” curta de Kelly Marciano; 2005 “Quase dois irmãos”longa de Lucia Murat; 2003 “Infinitamente Maio” curta de Marcos Jorge; Prêmio Melhor Atriz – Fest. Curitiba, Santos, Recife, Maranhão e Ceará 2002 “Cristina quer casar” longa de Luis Vilaça.

Cintia Wartusch – atriz

Atriz, produtora e professora de Filosofia. Foi responsável pela área de coordenação, planejamento e pesquisa durante dez anos de projetos em artes cênicas para formação de público, como o ‘Literatura no Teatro’ e ‘No Princípio Era Ação’, realizados pelo Centro Cultural GSS, onde também foi idealizadora do projeto Vitrine Cultural. Formada na Universidade Presbiteriana Mackenzie em Filosofia, sua pesquisa (apoio do CNPQ) foi na interface Filosofia – Literatura, teve como tema a formação (Bildung) na obra Os anos de Wilhelm Meister de Goethe e na obra de Hegel. Teve artigos publicados na Revista PandoraUm Encontro de Almas, sobre a amizade de Montaigne e La Boétie e Principiar – Aristóteles e a Alma. Seu trabalho com teatro teve início em meados de 1991 no teatro amador, com o grupo ECB. A companhia permaneceu por cinco anos e dentre outros realizaram a montagem de Lisístrata de Aristófanes; A Bela Adormecida dos Irmãos Grimm; e As Preciosas Ridículas de Molière, com as quais viajaram pelo Brasil, participando de Festivais. Fez cursos de formação de ator com diversos diretores, direção teatral com o diretor Zé Renato, fundador do Teatro Arena em São Paulo e participou dos encontros de dramaturgia com Roberto Alvim. Viajou com o programa Universidade Solidária, realizando oficinas de teatro de sombras pelo nordeste brasileiro. Atuou em Avatar de Paulo Afonso Grisolli; Amor, Poesias e Canções de Todos os Tempos, com direção de Paulo Ribeiro; sob a direção de Vladimir Capella atuou nos premiados espetáculos Miranda e O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá de Jorge Amado; entre outros.

 

FICHA TÉCNICA
Autor e Direção: Paulo Faria/ Assistente de Direção: Priscila Machado/ Elenco: Gustavo Haddad, Jerusa Franco e Cintia wartusch / Trilha: Tunica/ Figurino e cenário: Paulo Faria/ Iluminação: Cizo de Souza/ Vídeo: Dário José/ Fotos: Rodrigo Reis/ Direção de Produção: Cizo de Souza &  Taciana Machado/ Produção Executiva: Rosana Penna/Publicidade Cultural: Lúdicos Difusão Cultural/ Assessoria de Imprensa: C Rolim Assessoria de Imprensa

 

SERVIÇO:
TEATRO COLINAS
End: Avenida São João 2200, Jardim Colinas – São José dos Campos – Shopping Colinas

Tel;  12-3204-5235
Temporada: 17,18,19 e 20 de NOVEMBRO de 2014

Hora : 21h

Ingresso: R$ 20,00 (Inteira) R$ 10,00 (Meia Entrada)

Gratuito para Alunos de Colégio Publico e professores.
Duração: 70 minutos

Classificação: 14 anos
Capacidade: 324 lugares e lugares para portadores de necessidades especiais de mobilidade, estacionamento e lanchonetes  no shopping.
Bilheteria do teatro: (12) 3204-5236
Site: www.teatrocolinasshopping.com.br
Venda de ingresso na bilheteria do teatro

Nos dias 17,18,19,20 TAMBÉM VÃO ACONTECER (04) QUATRO ESPETÁCULOS EXTRAS PARA ESCOLAS PÚBLICAS, AS 14h30.

Teatro Colinas tem últimas apresentações “Monster High Ao Vivo”

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Sábado e domingo (duas 15 e 16 de novembro), haverá as duas últimas apresentações de “Monster High Ao Vivo” no Teatro Colinas.

O musical baseado na primeira temporada da série traz ao palco uma experiência divertida com os monstrinhos mais amados do mundo. Com elenco de jovens e elementos utilizados na série, este show promete ser inesquecível.

Sinopse – Mais um belo dia “sinistro” em Monster High, escola secundária que fica na região da Trasylvannia. O dia a dia dos queridos monstrinhos é bem complicado, encarando situações cotidianas de jovens adolescentes, como: paixões, bulling, competitividade; tendo que administrar estudo, família e tudo mais.

Quatro amigas vão se juntar, em uma eterna amizade: Draculaura, Clawdeen Wolff, Cleo de Nile e por último Frankie Stein, que juntas prometem muita confusão em aventuras pelo colégio.

 

 

Serviço

Quando: Dias 15 e 16 de novembro, sábado e domingo, às 16h

Onde: Teatro Colinas (dentro do Colinas Shopping – av. São João, 2.200, Jardim das Colinas, São José dos Campos)

Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)

Classificação etária: Livre

Mais informações: (12) 3204-5235, www.facebook.com/teatrocolinas

www.teatrocolinasshopping.com.br

Teatro Colinas apresenta “Meu Deus!”, com Dan Stulbach e Irene Ravache no elenco

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O Teatro Colinas tem o prazer de receber curta temporada do espetáculo “Meus Deus!”, que será apresentado nos dias 14, 15, 16, 21, 22 e 23 de novembro, com Irene Ravache, Dan Stulbach e Pedro Carvalho no elenco.

Da dramaturga israelense Anat Gov, dirigida por Elias Andreato, “Meu Deus!” (“Oh, My God!” no original) foi adaptado por Jorge Schussheim, traduzido por Eloísa Canton e recebeu versão brasileira de Célia Regina Forte.

“Meu Deus!” é um texto espirituoso, com diálogos ágeis e muito factíveis, ainda que aparentemente improváveis. Na trama, Deus, o próprio, assolado pela depressão que o persegue nos últimos dois mil anos, decide fazer terapia e espera que a psicóloga Ana o ajude a resolver esse pequeno inconveniente.

Esta comédia divertiu e levou o público à reflexão, pois, por mais fantasiosa que a história pareça à primeira vista, é a construção coerente da dramaturgia que oferece ao público chance de acreditar na possibilidade deste inusitado encontro. Assim, plateias do mundo inteiro, por onde a montagem foi apresentada, surpreendem-se, riem, compactuam, torcem e finalmente se emocionam com essa plausível sessão de terapia.

Sinopse – A história se passa num dia na vida da psicóloga Ana, personagem interpretada por Irene Ravache, que recebe um telefonema misterioso de um homem desesperado, interpretado por Dan Stulbach, que insiste em marcar uma consulta com ela no mesmo dia. Quando ele chega, apresenta-se como Deus. Deus profundamente decepcionado com a situação do Paraíso que um dia criou. Ana tem apenas uma sessão de terapia para convencê-lo a não desistir do ser humano e salvar o mundo.

Com olhar cômico, perspicaz e humor ácido, o espetáculo analisa a imagem de Deus e sua relação inconsistente com as pessoas. E como seria realmente encontrar-se com Deus? É Ana, a terapeuta, que durante a sessão vai nos revelar, dirigindo ao Todo Poderoso questões que provavelmente qualquer mortal gostaria de fazer se tivesse a oportunidade.

Completa o elenco, Pedro Carvalho, que interpreta o filho da psicóloga e tem pela frente uma missão quase impossível. Quase, por que nesse encontro, tudo pode acontecer!

 

Ficha Técnica

“Meu Deus!”

Texto: Anat Gov

Adaptação: Jorge Schussheim

Tradução: Eloísa Canton

Versão: Célia Regina Forte

Direção: Elias Andreato

Elenco: Irene Ravache (Ana), Dan Stulbach (D) e Pedro Carvalho (Paulo)

Cenário: Antonio Ferreira Junior

Figurino: Fause Haten

Iluminação: Wagner Freire

Trilha Sonora: Jonatan Harold

Programação Visual: Vicka Suarez

Fotos: João Caldas

Assistente de Direção: Andréa Bassitt

Assistente de Produção: Celso Dornellas e Thaís Peres

Administração: Magali Morente Lopes

Produção Executiva: Kátia Placiano

Coordenação de Projetos: Egberto Simões

Produtoras: Selma Morente e Célia Forte

Realização: Morente Forte Produções Teatrais

 

 

Serviço

Quando: Dias 14, 15, 16, 21, 22 e 23 de novembro

Sextas às 21h, sábados à 21h30 e domingos às 19h

Onde: Teatro Colinas (dentro do Colinas Shopping – av. São João, 2.200, Jardim das Colinas, São José dos Campos)

Ingressos: Sextas R$ 80, sábados e domingos R$ 90

Classificação etária: 12 anos

Mais informações: (12) 3204-5235www.facebook.com/teatrocolinas

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Centro de Estudos Teatrais recebe peça “Édipo Rei”

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O Centro de Estudos Teatrais (Avenida Olivo Gomes 100, Parque da Cidade – Santana) recebe neste sábado (8), às 20h, a peça Édipo Rei, encenada pelo grupo de teatro LaMiniCac. A apresentação faz parte do projeto CirculAção e tem entrada gratuita.

 

Escrita há mais de 2 mil anos, Édipo Rei continua atual e ainda utilizada nos estudos sobre o relacionamento e conhecimento da natureza humana, já que os conflitos desencadeados durante a peça originam-se da busca de Édipo por sua identidade.

 

A direção da peça é de Andreia Barros, direção musical de Márcio de Oliveira e figurinos da artista plástica Ana Maria Bomfin Pitiu. A equipe de profissionais conta ainda com Adriana Barja, diretora-assistente, Marco Sanches, preparação corporal, e Claudio Mendel, iluminação.

 

A peça mostra o drama de um homem que tinha o destino traçado mesmo antes de nascer: matar seu pai e casar-se com sua mãe. Ao tomar conhecimento dessa profecia, o rei ordena que seu filho seja abandonado numa montanha com os pés presos por um grampo, porém, a criança acaba sendo adotada por Políbio, rei de Corinto.

 

O grupo de Teatro LaMiniCac surgiu no início de 2013, a partir de um projeto experimental de formação de grupos da Cia. Teatro da Cidade, que completa 24 anos de existência. Formado por ex-alunos de cursos livres desenvolvidos no CAC nos últimos dois anos e por atores de outras companhias da cidade. A proposta do grupo é oferecer condições e suporte profissional para a continuidade do processo de pesquisa e estudos para a produção e difusão do teatro.

Teatro Colinas apresenta “Monster High Ao Vivo”

[sinopse datas=”true” imprensa=”4″]

O Teatro Colinas apresenta, nos dias 8, 9, 15 e 16 de novembro, o grande sucesso entre a criançada: “Monster High Ao Vivo”.

O musical baseado na primeira temporada da série traz ao palco uma experiência divertida com os monstrinhos mais amados do mundo. Com elenco de jovens e elementos utilizados na série, este show promete ser inesquecível.

Sinopse – Mais um belo dia “sinistro” em Monster High, escola secundária que fica na região da Trasylvannia. O dia a dia dos queridos monstrinhos é bem complicado, encarando situações cotidianas de jovens adolescentes, como: paixões, bulling, competitividade; tendo que administrar estudo, família e tudo mais.

Quatro amigas vão se juntar, em uma eterna amizade: Draculaura, Clawdeen Wolff, Cleo de Nile e por último Frankie Stein, que juntas prometem muita confusão em aventuras pelo colégio.

 

 

Serviço

Quando: Dias 8, 9, 15 e 16 de novembro, sábados e domingos, às 16h

Onde: Teatro Colinas (dentro do Colinas Shopping – av. São João, 2.200, Jardim das Colinas, São José dos Campos)

Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)

Classificação etária: Livre

Mais informações: (12) 3204-5235www.facebook.com/teatrocolinas

 

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Lucinha Lins, Tânia Alves e Virgínia Rosa interpretam Chico Buarque no espetáculo “Palavra de Mulher”, no Teatro Colinas

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O Teatro Colinas tem o prazer de receber novamente, nos dias 8 e 9 de novembro, o espetáculo “Palavra de Mulher”, que, em clima de cabaré, apresenta as músicas de Chico Buarque escritas para personagens femininas.

Com Lucinha Lins, Tania Alves e Virgínia Rosa no elenco, o show foi apresentado em abril deste ano com sucesso de público.

Para interpretar as canções do compositor carioca que neste ano faz setentinha, o diretor Fernando Cardoso escolheu cantoras ligadas artisticamente ao artista. Elas sobem ao palco com atmosfera de cabaré, com adereços, objetos cênicos, iluminação e figurino ajustados no clima. As atrizes se revezam com interpretações em trio, duo e solo. As músicas são executadas com instrumentos acústicos (piano, contrabaixo, bateria e percussão).

Entre as canções escolhidas estão “Tatuagem”, “O Meu Amor”, “Folhetim”, “Sob Medida”, “Terezinha”, “Tango de Nancy”, “À Flor da Pele”, “Pedaço de Mim”, “Olho nos olhos”, entre outras.

As músicas não foram selecionadas de forma aleatória, seguem uma dramaturgia subliminar em cena. As cantoras incorporam a personalidade das personagens para dar mais vivacidade na interpretação.

Para Fernando Cardoso, por conta do vasto repertório de Chico Buarque, a montagem procura mostrar uma faceta de sua obra. “É difícil encontrar uma lista de canções representativas de todo o trabalho musical desse compositor carioca. Por isso, decidimos fazer um recorte com as músicas que retratam o universo feminino e criar um espetáculo para expressar esse clima”. “Elas são cantoras com personalidades diferentes, porém as três se harmonizam de uma forma fora do comum. Cada uma delas tem uma qualidade oposta da outra, quando se juntam o resultado é de uma grande beleza. Essas artistas têm uma versatilidade incrível”, enfatiza Fernando Cardoso.

Intimidade com Chico Buarque – Lucinha Lins, Tania Alves e Virgínia Rosa são responsáveis por dar voz às mulheres nos palcos. Não é a primeira vez que estão inseridas em um trabalho que envolve a obra de Chico Buarque.

Todas, de alguma maneira, estão ligadas ao compositor. Lucinha Lins já foi Vitória-Régia, a vilã de “Ópera do Malandro” (que lhe rendeu a indicação ao Prêmio Shell de Melhor Atriz), e a prostituta Nancy de “O Corsário do Rei”. No cinema, fez “Os Saltimbancos Trapalhões”, baseado na peça “Os Saltimbancos”, de Chico Buarque, Sergio Bardotti e Luis Enríquez Bacalov (uma adaptação do conto dos Irmãos Grimm, Os Músicos de Bremen).

Tania Alves gravou seu primeiro disco por intermédio de Chico Buarque e foi a protagonista Terezinha da montagem paulista de “Ópera do Malandro”, além de Bárbara, de “Calabar”. Em seus discos, sempre gravou músicas de Chico, como “Tatuagem”, “Pássara” e outras.

Já Virgínia Rosa interpretou várias canções de Chico Buarque em sua carreira nos palcos. “O musical se destaca por vários aspectos como o visual cabaré, a banda entrosada e a interpretação das músicas. Chico Buarque conseguiu captar a complexidade da mulher de uma forma genial. Fazemos números com a plateia para garantir uma maior proximidade do espetáculo com o público”, diz Tania Alves.

Para Lucinha Lins, os versos de Chico Buarque sempre estiveram presentes em seu cotidiano. “Ele expressou o sentimento feminino como poucos e está em minha vida tanto no lado profissional quanto no emocional. É um ídolo brasileiro que faz parte da gente e procuramos representar isso na interpretação das músicas.”

Virgínia Rosa ressalta que as três cantoras têm muita afinidade, característica que se reflete nos palcos. “Nosso encontro tem boa energia. Outro ponto positivo é poder interpretar as belas canções desse compositor brasileiro que tem uma facilidade de refletir na arte as tragédias amorosas e os delírios das mulheres.”

O espetáculo está em turnê pelo Brasil e tem tido ótima receptividade de público. “Palavra de Mulher é uma homenagem às personagens femininas criadas por Chico Buarque. O compositor soube traduzir a alma feminina com mulheres passionais que não medem esforços quando objetivo é o amor”, finaliza o diretor geral.

 

Ficha Técnica

Elenco: Lucinha Lins, Tania Alves e Virginia Rosa

Direção musical: Ogair Júnior

Músicos: Piano e acordeão – João Cristal, Contrabaixo – Robertinho Carvalho, Bateria – Ramon Montagner

Iluminação: Wagner Freire

Cenografia: Fernando Cardoso

Figurinos: Lucinha Lins, Tania Alves, Virgínia Rosa e Fernando Cardoso

Direção de produção:Fernando Cardoso e Roberto Monteiro

Concepção e direção geral: Fernando Cardoso

 

Serviço

“Palavra de Mulher”

Quando: Dias 8 (sábado, às 21h) e 9 (domingo, às 19h) de novembro

Onde: Teatro Colinas (dentro do Colinas Shopping – av. São João, 2.200, Jardim das Colinas, São José dos Campos)

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)

Classificação etária: 12 Anos

Mais informações: (12) 3204-5235, www.facebook.com/teatrocolinas ou pelo LivePass (www.livepass.com.br)

 

Parque da Cidade recebe o Teatro Portátil

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A Fundação Cultural Cassiano Ricardo traz para o Parque da Cidade (Av. Olivo Gomes, 100 – Santana) o Teatro Portátil da Pia Fraus. Neste sábado (1), com sessões às 10, 11h30, 14h e 15h, o público vai acompanhar, dentro da estrutura inflável, as aventuras de uma jovem baleia nascida no Brasil, cuja mãe foi caçada por pescadores e para sobreviver aos perigos do mares, pretende alcançar as águas geladas do Pólo Sul. A entrada é gratuita.

O Circulo das Baleias conta a história de Jujuba, um filhote fêmea de baleia, da espécie jubarte, nascida na Bahia. Durante a migração das baleias para o Polo Sul, sua mãe é aprisionada e atacada por um pesqueiro Japonês. Jujuba fica órfã, mas conta com a ajuda e proteção de Gardel, um simpático pinguim argentino, para ir ao Circulo das Baleias no Pólo Sul.

Dirigido por Wanderlay Piras, o espetáculo é realizado com bonecos de pequenas proporções por dois atores, Jonatã Puente e Fabiana Noronha, e sua temática fundamental é atentar as crianças para a importância da preservação do meio ambiente.

O Teatro Portátil tem o objetivo de levar o espectador para um mundo paralelo, transportando crianças e jovens diretamente para o teatro em lugares improváveis.

O grupo de teatro Pia Fraus foi criada em 1984 e seus espetáculos marcam presença em ruas, praças e parques em cidades, dentro e fora do país. O grupo tornou-se referência quanto ao uso dos espaços públicos nas cidades.

A peça é financiada pelo ProAC (Programa de Ação Cultural), lei de incentivo à cultura do Governo do Estado de São Paulo. Seu objetivo é promover e ampliar a diversificação da produção artística no estado.