Parque Vicentina Aranha promove atividades pelo Mês da Consciência Negra

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O Parque Vicentina Aranha, mantido pela Prefeitura Municipal de São José dos Campos, tendo a AJFAC (Associação Joseense para o Fomento da Arte e da Cultura) como entidade gestora, promoverá uma série de atividades em novembro em homenagem ao Mês da Consciência Negra. Neste sábado (08/11), haverá Roda de Capoeira, Maculelê e Samba de Roda. Oficina e apresentação de Congada e de Jongo também são destaques da programação.

O Dia da Consciência Negra é comemorado em 20 de novembro. A data tem como objetivo lembrar a morte de Zumbi, líder do Quilombo de Palmares, a luta contra o preconceito e conscientizar sobre a importância dos negros e sua cultura na formação da sociedade brasileira. Diversas atividades foram programadas em novembro no Vicentina Aranha para celebrar esta importante data, neste sábado, às 15h, acontecerá uma Roda de Capoeira, Maculelê e Samba de Roda, comandada pelo Mestre Lobão.

Congada é uma manifestação da cultura popular de influência africana, celebrada no Vale do Paraíba. No dia 15 (sábado), das 15h às 18h, haverá uma oficina aberta ao público, que ensinará a dança e a percussão típica da Congada Valeparaibana e do Congo Mineiro. No dia 16 (domingo), o grupo Filhos de N’Zambifará um cortejo no Parque, às 10h, sob o comando do Mestre Lourenço Juventino com a participação dos frequentadores da oficina .

Em novembro também terá oficina e apresentação de Jongo, com o Grupo Mistura da Raça liderado pelo, Mestre Laudení de Souza. O Jongo é uma manifestação cultural de origem africana, dançada, tocada e cantada pelos negros que trabalhavam nas plantações de café do Vale do Paraíba e nas fazendas do sul de Minas Gerais e Espírito Santo. A oficina será no dia 22 (sábado), das 15h às 18h. Nela, os participantes aprenderão alguns passos do jongo. No domingo (23/11), o Grupo Mistura da Raça e os participantes se apresentarão ao público, às 10h.

O Encontro Filosófico deste mês abordará o tema “Ser Negro no Brasil, Hoje”, com o Dr. Sérgio Luiz Francisco. Sérgio Luiz é um cardiologista renomado na cidade de São José dos Campos. Nasceu na favela do Jacarezinho (RJ) e foi criado no Morro da Mangueira (RJ). Contrariando todas as estatísticas, formou-se em medicina em 1982. Tendo construído uma sólida história de luta por igualdade racial, seus trabalhos hoje encontram-se direcionados ao estudo de doenças associadas à raça negra. Dr. Sérgio também é poeta, músico e estudioso de samba. O Encontro será no dia 27 (quinta-feira), às 20h.

Confira a programação completa do Parque pelo site www.pqvicentinaaranha.org.br.

Atividades em homenagem ao Mês da Consciência Negra no Vicentina Aranha:

 

RODA DE CAPOEIRA, MACULELÊ E SAMBA DE RODA

Nossa Raiz

Data: 08/11 (sábado)

Horário: 15h

Local: quiosque São João

 

OFICINADE CONGADA E CONGO E APRESENTAÇÃO COM CORTEJO FILHOS DE N’ZAMBI

Oficina de Congada e Congo – Dança e Percussão

Data: 15/11 (sábado)

Horário: das 15h às 18h

Local: quiosque São João

 

Cortejo dos Filhos de N’Zambi

Data: 16/11 (domingo)

Horário: 10h

Local: quiosque São João

 

OFICINA DE JONGO COM GRUPO O MISTURA DA RAÇAE APRESENTAÇÃO DO GRUPO COM OS PARTICIPANTES DA OFICINA

Oficina

Data: 22/11 (sábado)

Horário: das 15h às 18h

Local: quiosque São João

 

Apresentação do Grupo Mistura da Raça com os Participantes da Oficina

Data: 23/11 (domingo)

Horário: 10h

Local: quiosque São João

 

ENCONTRO FILOSÓFICO

Tema: “Ser Negro no Brasil, Hoje”, com o Dr. Sérgio Luiz Francisco

Data: 27/11 (quinta-feira)

Horário: Das 20h às 21h30

Local: Sala de Leitura

 

Endereço do Parque Vicentina Aranha: Rua Eng. Prudente Meireles de Moraes, 302, Vila Adyana – São José dos Campos/SP.

 

Parque da Cidade recebe o Teatro Portátil

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A Fundação Cultural Cassiano Ricardo traz para o Parque da Cidade (Av. Olivo Gomes, 100 – Santana) o Teatro Portátil da Pia Fraus. Neste sábado (1), com sessões às 10, 11h30, 14h e 15h, o público vai acompanhar, dentro da estrutura inflável, as aventuras de uma jovem baleia nascida no Brasil, cuja mãe foi caçada por pescadores e para sobreviver aos perigos do mares, pretende alcançar as águas geladas do Pólo Sul. A entrada é gratuita.

O Circulo das Baleias conta a história de Jujuba, um filhote fêmea de baleia, da espécie jubarte, nascida na Bahia. Durante a migração das baleias para o Polo Sul, sua mãe é aprisionada e atacada por um pesqueiro Japonês. Jujuba fica órfã, mas conta com a ajuda e proteção de Gardel, um simpático pinguim argentino, para ir ao Circulo das Baleias no Pólo Sul.

Dirigido por Wanderlay Piras, o espetáculo é realizado com bonecos de pequenas proporções por dois atores, Jonatã Puente e Fabiana Noronha, e sua temática fundamental é atentar as crianças para a importância da preservação do meio ambiente.

O Teatro Portátil tem o objetivo de levar o espectador para um mundo paralelo, transportando crianças e jovens diretamente para o teatro em lugares improváveis.

O grupo de teatro Pia Fraus foi criada em 1984 e seus espetáculos marcam presença em ruas, praças e parques em cidades, dentro e fora do país. O grupo tornou-se referência quanto ao uso dos espaços públicos nas cidades.

A peça é financiada pelo ProAC (Programa de Ação Cultural), lei de incentivo à cultura do Governo do Estado de São Paulo. Seu objetivo é promover e ampliar a diversificação da produção artística no estado.

Casa de Cultura Chico Triste recebe duas exposições em novembro

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A Casa de Cultura Chico Triste (Rua Milton Cruz s/n° – Vila Tesouro) recebe duas exposições a partir deste sábado (1º de novembro). A mostra de foto-haikais “contemplações”, de Gustavo Terra e Rita Elisa Seda; e Mandalas, de Maria Clara Pereira. A entrada é gratuita e as exposições podem ser visitadas até 30 de novembro.

 

A mostra “Contemplações” exibe foto-haikais com poemas. Dois olhares, de dois artistas, que se fiam e se iluminam na reverente apreciação dos signos naturais, plenos de harmonia e beleza natural.

 

O haikai é uma forma poética japonesa que preza a objetividade e a concisão. Ilustrados ganham o nome de “Haigas”.

 

A exposição Mandalas, de Maria Clara Pereira, mostra círculos simbólicos utilizados para exercícios de meditação e concentração. A mandala simboliza o universo, o cosmo, a harmonia, a integração, a energia, o divino e a magia.

“Pouco amor não é amor” – de Nelson Rodrigues

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Numa casa de prostituição, seres solitários e desiludidos, se encontram, se confrontam e se destroem numa busca insaciável e desesperada pelo desejo de amar. Nesse ambiente, fragmentos de diferentes textos de Nelson Rodrigues se reorganizam em uma nova narrativa de encontros e desencontros amorosos.
Nesse trabalho buscamos adentrar o universo de Nelson Rodrigues e encostar suavemente nossos ouvidos em suas palavras para que, com humildade e encanto, pudéssemos ouvir o enorme descompasso com que pulsa o coração humano. Não nos relacionamos com a obra de Nelson em busca de entender o significado do Amor, mas sim, para poder exercitar a prática de Amar a cada encontro.
“Pouco amor não é amor” é resultado da Oficina de montagem teatral realizada pelo Teatro da Rua Eliza. Faz parte do projeto pedagógico do espaço e busca oferecer tanto aos estudantes de teatro quanto aos atores em formação, uma oportunidade de experiência poética e de aperfeiçoamento cênico.

Dias: 01, 02, 07, 08, 09 de novembro
Horário: sextas e sábados às 21h, domingo às 20h
Local: Teatro da Rua Eliza
Rua Eliza Costa Santos, 154 – Jd. São Dimas – São José dos Campos/SP
Entrada: R$20,00 (R$10,00 para estudantes e idosos)
Direção: Fernando Rodrigues e Milena Siqueira

“Pouco amor não é amor” – de Nelson Rodrigues

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Numa casa de prostituição, seres solitários e desiludidos, se encontram, se confrontam e se destroem numa busca insaciável e desesperada pelo desejo de amar. Nesse ambiente, fragmentos de diferentes textos de Nelson Rodrigues se reorganizam em uma nova narrativa de encontros e desencontros amorosos.
Nesse trabalho buscamos adentrar o universo de Nelson Rodrigues e encostar suavemente nossos ouvidos em suas palavras para que, com humildade e encanto, pudéssemos ouvir o enorme descompasso com que pulsa o coração humano. Não nos relacionamos com a obra de Nelson em busca de entender o significado do Amor, mas sim, para poder exercitar a prática de Amar a cada encontro.
“Pouco amor não é amor” é resultado da Oficina de montagem teatral realizada pelo Teatro da Rua Eliza. Faz parte do projeto pedagógico do espaço e busca oferecer tanto aos estudantes de teatro quanto aos atores em formação, uma oportunidade de experiência poética e de aperfeiçoamento cênico.

Dias: 01, 02, 07, 08, 09 de novembro
Horário: sextas e sábados às 21h, domingo às 20h
Local: Teatro da Rua Eliza
Rua Eliza Costa Santos, 154 – Jd. São Dimas – São José dos Campos/SP
Entrada: R$20,00 (R$10,00 para estudantes e idosos)
Direção: Fernando Rodrigues e Milena Siqueira

Tim Maia

[sinopse datas=”true” imprensa=”2″ elenco=”Babu Santana, Róbson Nunes, Alinne Moraes, Cauã Reymond, Laila Zaid, Alice Braga, Luis Lobianco, George Sauma” direcao=”Mauro Lima ” genero=”Drama” duracao=”141 min.” distribuicao=”Paris Filmes” classificacao=”16 Anos”]

Cinebiografia do cantor Tim Maia, baseada no livro “Vale Tudo – O Som e a Fúria de Tim Maia”. O filme percorre cinquenta anos na vida do artista, desde a sua infância no Rio de Janeiro até a sua morte, aos 55 anos de idade, incluindo a passagem pelos Estados Unidos, onde o cantor descobre novos estilos musicais e é preso por roubo e posse de drogas.

Fonte: Cinemark

Educação inovadora é tema de documentário que será exibido no Vicentina Aranha com a presença de diretores

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O Parque Vicentina Aranha, mantido pela Prefeitura Municipal de São José dos Campos, tendo a AJFAC (Associação Joseense para o Fomento da Arte e da Cultura) como entidade gestora, exibirá o documentário “Quando Sinto Que Já Sei”, na Sessão Sinapse do dia 28/10 (terça-feira), às 19h30. Um dos diretores da obra, Antonio Sagrado Lovato, estará presente e compartilhará suas experiências com o público.

A proposta do documentário “Quando Sinto Que já Sei”, de Antonio Sagrado Lovato, Raul Perez e Anderson Lima, é levantar uma discussão sobre o atual momento da educação no Brasil. Filmada de forma independente, a obra registra práticas educacionais inovadoras que estão ocorrendo pelo país e reúne depoimentos de crianças, pais, professores, educadores, diretores e pessoas das mais diversas áreas, todas com o mesmo desejo: romper com o modelo convencional de escola.

“O projeto surgiu da nossa percepção de que valores importantes da formação humana estão sendo deixados fora da sala de aula. Decidimos explorar novas maneiras de aprender que estão surgindo e se consolidando pelo Brasil, baseadas na participação e na autonomia de cada pequeno ser humano”, disse Antonio Sagrado Lovato.

Esta exibição é uma homenagem ao Dia do Professor, comemorado em 15 de outubro.

Confira a programação completa do Parque pelo site www.pqvicentinaaranha.org.br.

Serviço

 

SESSÃO SINAPSE

Documentário: Quando Sinto que Já Sei

Classificação: Livre

Data: 28/10 (terça-feira)

Horário: das 19h30 às 21h30

Local: Sala de Leitura

 

Endereço do Parque Vicentina Aranha: Rua Eng. Prudente Meireles de Moraes, 302, Vila Adyana – São José dos Campos/SP

Octávio Mendes traz “Irmã Selma e Seu Terço Insano” ao Teatro Colinas

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O Teatro Colinas recebe, nos dias 31 de outubro e 7 de novembro, “Irmã Selma e o Seu Terço Insano”, um show de humor que trata-se de um monólogo estrelado e escrito por Octávio Mendes.

Ele apresenta as cenas e personagens que se tornaram mais populares, como Irmã Selma (uma freira humorista), Mônica Goldstein (uma apresentadora de um programa sensacionalista), um ex-gay (um cara que “mudou” de vez) e Maria Botânica (atriz e cantora).

Octávio Mendes – Formado na Escola de Arte Dramática de São Paulo (EAD-ECA-USP), ator, diretor e autor de vários espetáculos, ele atualmente é contratado pelo SBT e participa do programa “A Praça é Nossa”, com o personagem Seu MEMÊ.

Participou da temporada de “A Bela e a Fera”, o musical da Broadway, que esteve em cartaz no Teatro Abril em São Paulo.

É um dos fundadores do espetáculo Terça Insana, onde permaneceu por quatro anos e criou personagens como Irmã Selma, Maria Botânica, e Xanaína.

Largou o “Terça Insana” para trabalhar ao lado do comediante Sérgio Rabello, onde permaneceu por dois anos em cartaz com o espetáculo “Humor de quinta”.

No Teatro, estreou no espetáculo “Camila Backer, Lives in Concert”, que lhe rendeu vários prêmios de Melhor Ator. Protagonizou ao lado de Ney Latorraca o espetáculo “O Médico e o Monstro”, com direção de Marco Nanini; esteve ao lado de Paulo Autran, em “Rei Lear”, com direção de Ulysses Cruz. Fez o musical “Ela é Bárbara”, ao lado de Tônia Carreiro e direção de Cecil Thiré. E, voltando para a comédia musical, esteve em “Sonho de Uma Noite de Verão”, com direção de Cacá Rosset, no papel de “Tisbe”, entre outros.

Participou de várias novelas da Rede Globo, entre elas “Mulheres Apaixonadas” e “Da Cor do Pecado”. No SBT, fez a novela “O Direito de Nascer” com direção de Roberto Talma; além da participação em vários programas de várias emissoras.

Como autor e diretor, entre várias peças, se destacam “Air Fly” e “Sacrilégio” (com prêmios de Melhor Texto).

 

Ficha Técnica

“Irmã Selma e o Seu Terço Insano”

Direção: OCTÁVIO MENDES

Autor: OCTÁVIO MENDES

Elenco: OCTÁVIO MENDES

Produtor: MARCO FENTANES

Duração espetáculo: 1H30

 

Serviço

Quando: Dias 31 de outubro e 7 de novembro (sextas-feiras), às 21h

Onde: Teatro Colinas (dentro do Colinas Shopping – av. São João, 2.200, Jardim das Colinas, São José dos Campos)

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)

Classificação etária: 14 anos

Mais informações: (12) 3204-5235www.facebook.com/teatrocolinas

www.teatrocolinasshopping.com.br

“Baú do Lefou” reúne personagens infantis no Teatro Colinas

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Lefou, personagem do musical “A Bela e a Fera”, protagoniza o musical “Baú de Lefou”, que reúne trechos adaptados de cinco conhecidas histórias infantis, sendo elas: Frozen, Aladdin, A Bela e a Fera, A Pequena Sereia e Branca de Neve. O espetáculo será apresentado no Teatro Colinas, nos dias 1 e 2 de outubro.

Lefou conduz a plateia atuando como um mestre de cerimônias, através de uma aventura que reúne diversas personagens desses cinco espetáculos.

Nessa montagem escrita e dirigida por Samantha Caracante, Lefou está à procura de seu baú, que lhe foi dado de presente pela Feiticeira-Madrinha da Fera, após o bem sucedido desfecho do romance entre a Bela e a Fera. Este baú encantado foi dado pela Feiticeira a Lefou com a missão de colecionar nele, ao longo do tempo, importantes histórias, lendas e mensagens, para que jamais se percam.

Mas o baú acabou se perdendo no tempo, apesar dos esforços de Lefou, que está bem perto de encontrá-lo quando a Rainha Elsa (Frozen) o congela sem saber.

Após conhecer a Rainha, Lefou finalmente reencontra seu baú e esse reencontro resultará em uma divertida e lúdica viagem através das mais belas histórias.

 

Ficha Técnica:

“Baú de Lefou”

Direção: Samantha Caracante

Autor: Samantha Caracante

Elenco: Ale Lima, Fabio Cador, Rebeca Elts, Erica Correia e Fernanda Belinatti

Produtor: Camila Sartorelli

 

Serviço

Quando: Dias 1 (sábado) e 2 de outubro (domingo), às 16h

Onde: Teatro Colinas (dentro do Colinas Shopping – av. São João, 2.200, Jardim das Colinas, São José dos Campos)

Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)

Classificação etária: Livre

Mais informações: (12) 3204-5235 ou www.facebook.com/teatrocolinas

Peça no CET neste sábado traz dualidade entre o primitivo e o civilizado

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“O Arquiteto e o Imperador da Assíria”, peça sobre o encontro entre um homem civilizado e um ser primitivo será encenada no Centro de Estudos Teatrais – CET (Av. Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade – Santana), neste sábado (25), às 21h. A entrada é gratuita.

A peça, montada pela Cia. de 2, é do dramaturgo espanhol Fernando Arrabal. Ela leva para o palco a dualidade entre o Imperador, o homem civilizado e o Arquiteto, o ser primitivo e animal, que se encontram quando o avião do civilizado cai numa ilha.

A partir de então, o imperador começa a civilizar o arquiteto, porém o civilizado se depara com seus mais profundos medos e anseios e percebe o quanto seus valores são pequenos em comparação aos do primitivo, ligado à natureza e ao poder que tem sobre ela.

A apresentação do espetáculo faz parte da segunda edição do projeto CirculAção, que tem o objetivo de descentralizar e promover a cultura a todas regiões de São José dos Campos.