Espetáculo Juca Chaves – Stand Up Finalmente em Pé…Quase

Release / Biografia

Com formação em música erudita, começou a compor ainda na infância. Iniciou sua carreira no fim da década de 1950, tocando modinhas e trovas num estilo suave.Nos anos 60 montou um circo nas proximidades da Lagoa Rodrigo de Freitas, do Corte de Cantagalo. Ali apresentou seu show Menestrel Maldito. Conforme o próprio Juca, o nome do circo era uma sigla: S de “snob”, D de “divino Dener”, R de “ralé”, U de “uanderful”, W de “water-closet”, S de “Sdruws mesmo”.

O humorista costumava contar a seguinte história sobre o Sdruws, perto do qual ficava uma favela. Juca convidara para o Circo políticos, empresários, também pessoal da alta-sociedade carioca e antes da primeira apresentação resolveu reunir os líderes da favela para lhes falar com franqueza, indo direto ao assunto: “Vim aqui para saber como vai ficar o negócio do roubo?” – Uma mulher baixinha, morena (líder da favela) foi logo respondendo com firmeza: “Olha aqui seu Juca, nós entendemos a sua preocupação e lhe agradecemos pela sinceridade, mas pode o senhor ficar tranqüilo, porque a nossa comunidade já se garantiu, e pediu proteção à Polícia!”.

Muitas de suas piadas ficaram famosas, marcaram época. Dentre elas temos:
“a hiena é um animal que come fezes dos outros animais, só tem relações sexuais uma vez por ano e ri… mas ri de quê?” “Escotismo: um bando de garotos vestidos de idiotas, comandados por um idiota vestido de garoto” (Juca teria pedido desculpas por essa frase).

Juca foi um crítico do Regime Militar, da grande imprensa e do próprio mercado fonográfico. Chegou a ser exilado em Portugal na década de 1970 mas, ao incomodar o governo de Salazar com suas sátiras que então ganhavam espaço nas rádios e televisão locais, transferiu-se para a Itália.

De volta ao Brasil, apresentou programas de televisão. Na década de 1980, lançou sua gravadora independente, a Sdruws Records. Um de seus bordões mais conhecidos é: “Vá ao meu show e ajude o Juquinha a comprar o seu caviar”, seguido de sua risada característica.

Dentre suas canções mais conhecidas estão “A Cúmplice”, “Menina”, “Que Saudade”, “Por Quem Sonha Ana Maria” e “Presidente Bossa Nova”. Em 2003 outro sucesso de Chaves nos anos 70 – a canção “Take me Back to Piauí” – foi editado na coletânea “Brazilian Beats Volume 4” da gravadora britânica Mr. Bongo, especializada em música popular brasileira. Juca Chaves tem duas filhas adotadas e reside na Bahia. Também é conhecido por ser um fanático torcedor do São Paulo Futebol Clube. Em 2010 comemora seus 50 anos de carreira com o “Jubileu de Ouro”, cujo espetáculo percorreu o Brasil inteiro.

Em 2011, surpreendentemente, sua música dos anos 60, Take Me Back To Piauí, teve enorme repercussão no Japão, numa versão remixada que atingiu em cheio a juventude,o que levou Juca Chaves a auto-parodiar-se com a versão intitulada Hei,hei, Ge,Ge, fim do mundo vem aí. No ano de 2012, ele segue com seu espetáculo Finalmente de Pé …. Quase, onde comemora 55 anos de carreira, 50, mais 10%, de uma trajetória contundente, vitoriosa, polêmica e sobretudo inteligente!

O gênero stand-up comedy já era praticado por Juca Chaves nos anos 60 e segue até hoje, atual e moderno, satirizando o cotidiano, com sutileza e encantando o público com suas modinhas de amor, o Menestrel do Brasil se mostra Finalmente em Pé…..Quase…….

Data:

11 e 12
Sexta-feira: 21:00 hs
Sábado: 21:00 hs

Valor:
 Valor antecipado:
R$ 50,00 e 25,00 até o dia 09 de maio
após: 70,00 e 35,00

Teatro Colinas

Espetáculo Se Casamento Fosse Bom…

Release:

Discutir as relações conjugais é tema de filme, de novela e, há algum tempo, vem ganhando também o teatro. Isso por que, segundo avalia a atriz e diretora Rosi Campos, as pessoas querem se ver no palco, querem seus dramas e alegrias personificados no tablado de cortina vermelha.

E foi isso que a peça “Se casamento fosse bom…, sob a direção de Rosi fez: abordou as relações e seus desdobramentos. A comédia, de Fábio Brandi e Nilton Rodrigues, mostra que a procura pelo príncipe encantado é uma furada e que o amor romântico dos contos de fadas não prevê toalhas molhadas, atrasos e falta de dinheiro.

Rosi tem 32 anos de carreira – e 30 de casada. E usou muito dessa experiência, no palco e fora deles, para construir os personagens da peça. “Ao dirigir um espetáculo que fala sobre relações conjugais, por mais distanciamento que se tenha da própria relação, é impossível não buscar semelhanças com o seu modelo de casamento e com o modelo de histórias de casais próximos a você.”Foi com o olhar também voltado para as próprias experiências que mergulhamos nesse clima, contando, de maneira divertida e bem humorada, os prós e contras do casamento”, completou.

Três atores – Cléo Antunes , Nilton Rodrigues, Thiago Tambuque – interpretaram casais de todo tipo, tradicionais ou não, de papel passado ou não, por interesse (no corpo ou nos bens), entre mulheres e entre homens. E a grande pergunta que eles propuseram foi: será o casamento uma instituição falida ou apenas desorganizada? A conclusão, no palco, é simples. Não importa a fórmula, a experiência sempre vale, mesmo com todas as dificuldades.

Parece fácil na teoria, né? Difícil é quando a metade da laranja parece podre, a cara metade amassada e a tampa da panela não faz mais pressão. Seria a rotina do casamento a grande vilã da história? Vale a reflexão – e esse é o papel do espetáculo. Mostrar a realidade – e não a fantasia desenhada pela mídia tradicional. E garantir, claro, boas risadas ao sugerir maneiras de aceitar que o príncipe seja, às vezes, sapo. “Não há pretensão de ditar um modelo perfeito de casamento, mas divertir a todos e despertar o desejo de uma união feliz, mesmo que seja considerada utópica. Afinal, amor não precisa de casamento, mas casamento necessita de amor”, filosofa Rosi Campos.

FICHA TÉCNICA

Direção: Rosi Campos (A Aidê de Insensato Coração, Bruxa Morgana).
Texto: Fábio Brandi Torres e Nilton Rodrigues
Elenco: Nilton Rodrigues, Cléo Antunes, Thiago Tambuque,
Ricardo Gamba (stand bay) de Thiago Tambuque e Eduardo Moreno(stand bay) de Nilton Rodrigues
Assistentes de direção: Sérgio Milagre
Direção de Corpo: Rico Malta
Produção: Lúcia Theodoro
Realização: Território Brasil Produções Culturais

Data:

05 e 06
Sábado: 21:00 hs
Domingo: 19:30 hs

Valor:

Plateia e Mezzanino:

R$ 40,00 inteira
R$ 20,00 meia

Teatro Colinas

Espetáculo Rod Hanna On Broadway

Release: O Musical dos Musicais – Uma Super Produção

A maior banda Disco do Brasil, Rod Hanna está ensaiando seu novo musical para comemorar seus dezoito anos: ROD HANNA ON BROADWAY – O Musical dos Musicais.

Após lotar o Teatro Bradesco, Bourbon Country, Canecão, Via Funchal, HSBC Brasil, Chevrolet Hall (BH) com o Mamma Mia – O Musical, o ROD HANNA vai transformar a Times Square numa grande boate, com releituras de “Priscilla”, “Mamma Mia”, “Sister Act (Mudança de Hábito)”, “Saturday Night Fever”, “Fantasma da Ópera”, “Flash Dance”, “Cats”, entre outros. O show traz também homenagem à Nova York, casa da Discotheque com o lendário “Studio 54” e a ponte do Brooklin, que serviu de cenário para John Travolta e seus “Embalos de sábado a Noite”.

O espetáculo, que estréia dia 22 de maio no Teatro Bradesco (SP), terá participação especial do tenor Jorge Durian e da soprano Adriana Clis. Uma super produção Poladian Produções.

ROD HANNA

Rodrigo Laguna e Nora Hanna criaram o Rod Hanna em 1994, lançando o seu primeiro CD, produzido por Kiko Zambianchi, no mesmo ano em que o filme “Priscilla, a Rainha do Deserto” ganhava o Oscar e conquistava o mundo. São 18 anos de estrada, 6 Cds , 2 DVD´s e participações em compilações, como o CD “Glamurama Joyce Pascowitch”, lançado no São Paulo Fashion Week em janeiro de 2010, com a música “Space Cowboys”, do Jamiroquai e a música “Heaven Knows”, presente no Cd e programa Amaury Jr.

JORGE DURIAN

Tenor brasileiro com carreira internacional, Jorge Durian surpreendeu o mundo quando, na turnê brasileira de Luciano Pavarotti em 1991, cantou “Caruso” das arquibancadas do Estádio do Pacaembu (SP), encantando a platéia e a imprensa. Iniciou assim a sua carreira por todo Brasil e Europa. Em 2002, gravou tema de abertura da novela “Esperança”, da TV Globo. No mesmo ano, gravou seu primeiro CD, “Allá Luce Del Sole”, na Itália, onde volta com freqüência para gravações e recitais.

ADRIANA CLIS

Soprano carioca radicada em São Paulo, aos dez participou como solista da Ópera Artemis, de Nepomuceno, sob regência do maestro Isaac Karabchevsky. Adriana tem se apresentado como solista junto a orquestra brasileiras e européias. Sua atuação abrange ópera, música de concerto e de câmara.

Data:

04
Sexta-feira 20:30 hs

Valor:
Plateia e Mezzanino:

R$ 90,00 inteira
R$ 45,00 meia

Teatro Colinas