Vicentina Aranha recebe exposição de gravuras

[sinopse datas=”true” imprensa=”4″]

Nesta sexta (25/07), às 19h30, o Parque Vicentina Aranha abrirá a exposição de arte do ateliê De Etser. Os artistas Fabio Sapede, George Gutlich e Sergio Silva vão expor suas gravuras até o dia 31 de agosto no Parque.

O pavilhão São José do Parque Vicentina Aranha tem recebido exposições de diferentes tipos de arte desde o início do ano. Em julho e agosto, o público poderá conferir as gravuras dos artistas do Ateliê “De Etser”. O ateliê foi fundado em 1998 em São José dos Campos por George Gutlich e Fabio Sapede e hoje em dia é uma das principais referências brasileiras em gravura.

Fabio Sapede trabalha com gravura e desenho há 35 anos. Frequentou a escola de desenho e arte Augusto Esteves em Guarulhos e o ateliê de gravura da Arriete Chain, onde refinou as técnicas da gravura em metal. Em 1995 passou a frequentar o ateliê da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, coordenado por George Gutlich e em 1998 fundou, junto com George Gutlich, o ateliê De Etser.

George Rembrandt Gutlich é artista plástico, gravador e curador. George é doutor em artes pela UNICAMP e autor do livro “Arcádia Nassoviana”, da Annablume/FAPESP. Frequentou o ateliê de gravura do museu Lasar Segall, em São Paulo, de 1987 a 1991, e o laboratório de gravura das oficinas culturais Três Rios, em São Paulo. Dirigiu o ateliê de gravura da FCCR, em São José dos Campos, de 1991 a 2010.

Sergio Silva é artista plástico e ilustrador. Desenvolve pesquisa em artes visuais, interrelacionando arte tradicional, gravura, pintura, escultura praticada em ateliê com a computação gráfica 2D e 3D. Sergio foi professor no curso de Design Gráfico na Universidade Paulista – UNIP e é integrante do Ateliê De Etser desde 2005.

A exposição “De Etser” funcionará de 25 de julho até 31 de agosto, de segunda a sexta, das 9h às 20h, e aos finais de semana e feriados, das 9h às 17h. A entrada é gratuita.

Confira a programação completa do Parque no site www.pqvicentinaaranha.org.br.

Serviço

Abertura da exposição “De Etser”

Data: 25/07 (sexta-feira)

Horário: 19h30

Local: Pavilhão São José

 

Funcionamento da exposição

Período: de 25/07 até 31/08

De segunda a sexta, das 9h às 20h

Finais de semana e feriados, das 9h às 17h

 

Endereço do Parque Vicentina Aranha: R. Eng. Prudente Meireles de Moraes, 302, Vila Adyana – SJC

TONY BABALU ESTREIA SHOW DE LANÇAMENTO DO CD “LIVE SESSIONS AT MOSH”

[sinopse datas=”true” imprensa=”4″]

No dia 25 de julho, às 19h30, o guitarrista Tony Babalu promoverá o lançamento do
CD instrumental “Live Sessions at Mosh” no Sesc São José dos Campos.

Trazendo temas que misturam ritmos brasileiros e latinos à essência negra do funk,
rock e blues, a apresentação terá entrada franca e integra o projeto “Que Rock é
esse?”.

Com 70 minutos de duração, o show é indicado a todos os públicos e apresentará o
disco na íntegra, além de outras músicas inéditas do artista.

Os temas serão executados pelo mesmo time escolhido a dedo para a gravação do CD,
que conta com os experientes Franklin Paolillo na bateria, Leandro Gusman no baixo e
Adriano Augusto no piano e teclados.

Somando mais de 40 anos de carreira e descrito por Okky de Souza (editor da revista
Veja) como “o mais completo guitarrista brasileiro, capaz de brilhar em todos os
gêneros ligados ao pop e de mergulhar fundo na herança inestimável dos ‘bluesmen’
que moldaram o som do final do século XX”, Tony Babalu desenvolveu um trabalho
voltado à popularização da música instrumental, através de uma concepção harmônica
pioneira, que deixa a cargo da instrumentação as frases musicais que definem as
melodias, resultando em um espetáculo que permite ao público identificar-se com os
temas repletos de riffs, grooves e improvisos.

SERVIÇO

O que: Show “Live Sessions”, de Tony Babalu
Projeto “Que Rock é esse?”
Quando: 25/07 (sexta-feira), às 19h30
Local: Sesc São José dos Campos (área de convivência)
Endereço: Av. Adhemar de Barros, 999, Jardim São Dimas – São Jose dos Campos/SP
Capacidade: 450 pessoas
Ingresso: ENTRADA FRANCA
Informações: (12) 3904-2000

Contato para imprensa:
Karen Holtz (Amellis Records)
(11) 96425-2413 | 97220-3346
[email protected]

São José abriga curso de regência do Festival de Campos do Jordão

[sinopse datas=”true” imprensa=”4″]

São José dos Campos será a sede das aulas práticas do Curso de Regência Orquestral do Festival de Inverno de Campos do Jordão ministrado pela maestrina Marin Alsop, regente titular da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Será na quarta (16) e na quinta-feira (17), das 15h30 às 18h30, e na sexta-feira (18), a partir das 17h, no Cine Santana (Av. Rui Barbosa 2005, Santana), tendo como acompanhamento a Orquestra Sinfônica de São José dos Campos (OSSJC).

 

A atividade estará aberta ao público no dia 18 de julho, a partir das 18h30, com painel de discussão e concerto. O tema abordado no painel será “As Orquestras Sinfônicas e seus papeis no mundo atual” e contará com a participação da maestrina Marin Alsop, do regente da OSSJC, Marcello Stasi, e da Diretora Cultural da FCCR e também maestrina, Sandra Sampaio.

 

Às 19h30, a Orquestra Sinfônica de São José dos Campos vai se apresentar conduzida pelos alunos do curso de regência. A atividade é gratuita e para participar é necessário retirar os ingressos, a partir de quarta-feira (16), no Parque Vicentina Aranha. Cada pessoa tem direito a dois ingressos, que serão válidos para o painel e para o concerto.

 

No sábado (19), às 16h, a Orquestra Sinfônica de São José dos Campos vai tocar na Praça do Capivari, em Campos do Jordão, conduzida pelos alunos do curso de regência, como parte da programação do Festival de Inverno. A OSSJC também vai se apresentar no mesmo local em 26 de julho, às 12h30, sob a batuta de Marcello Stasi, maestro titular, e tendo como solista a pianista Linda Bustani.

 

“Para nossa Orquestra será um prazer poder servir como referência de trabalho aos alunos do Curso de Regência Orquestral do Núcleo Pedagógico, bem como continuar se apresentando em Campos do Jordão”, disse Marcelo Stasi, sobre a parceria com os organizadores do Festival renovada este ano. Segundo ele, a participação de São José dos Campos traz uma importante oportunidade de exposição e de credibilidade, já que o Festival de Inverno de Campos do Jordão é o evento de música clássica mais importante da América Latina.

 

Outro concerto especial é destaque na agenda de julho, dia 27 de julho, em comemoração ao aniversário de São José dos Campos. A apresentação será ao ar livre no Parque Vicentina Aranha, às 10h30, e terá o mesmo repertório do concerto apresentado no dia anterior em Campos do Jordão, incluindo obras de Benjamin Britten (Guia da Orquestra para Jovens), Alberto Nepomuceno (Série Brasileira) e Maurice Ravel (Concerto para Piano e Orquestra em Sol Maior).

 

Para Marcello Stasi, o aniversário da cidade é sempre uma grande festa, da qual a OSSJC orgulha-se de participar. “A apresentação da Orquestra já virou tradição e é uma excelente oportunidade de aproximação e formação de público. Este ano teremos a participação da pianista Linda Bustani, para tornar o encontro ainda mais especial”.

 

A Orquestra Sinfônica de São José dos Campos é mantida pela Prefeitura Municipal de São José dos Campos, por meio da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, tendo a AJFAC (Associação Joseense para o Fomento da Arte e da Cultura) como Entidade gestora.

 

Mais informações sobre a Orquestra e a agenda de concertos estão disponíveis no sitewww.orquestrasjc.org.br.

 

Programação Julho – Orquestra Sinfônica de São José dos Campos

 

Painel de Discussão e Concerto da OSSJC no Cine Santana

18 de julho (sexta-feira)

18h30: Painel de Discussão “As Orquestras Sinfônicas e seus papeis no mundo atual”, com participação da maestrina Marin Alsop (regente titular da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo), do maestro Marcello Stasi (diretor artístico e regente titular da OSSJC) e mediação da Diretora Cultural da FCCR e também maestrina Sandra Sampaio

 

19h30: Concerto da Orquestra Sinfônica de São José dos Campos sob a regência dos alunos do Curso de Regência do Núcleo Pedagógico do Festival Internacional de Campos do Jordão

Local: CineSantana SJC

Av. Rui Barbosa, 2005 – Santana, São José dos Campos – São Paulo

*Retirada de ingressos a partir de 16/07 no Parque Vicentina Aranha

 

Concerto da OSSJC no Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão

19 de julho (sábado)

Horário: 16h30

Local: Praça do Capivari (Campos do Jordão)

 

Data: 26 de julho (sábado)

Horário: 12h30

Local: Praça do Capivari (Campos do Jordão)

Solista: Linda Butani (piano)

Regente: Marcello Stasi

 

Quarteto de Cordas da OSSJC

Data: 20 de julho (domingo)

Horário: 19h

Local: Capela Sagrado Coração de Jesus (Parque Vicentina Aranha – SJC)

 

Concerto Sinfônico em comemoração ao Aniversário de São José dos Campos

Data: 27 de julho (domingo)

Horário: 10h30

Local: Parque Vicentina Aranha (São José dos Campos)

Solista: Linda Butani (piano)

Regente: Marcello

Mestres da Cultura são homenageados por meio de caricaturas

[sinopse datas=”true” imprensa=”4″]

Os difusores de cultura popular joseense são os homenageados da exposição “Mestres Cultura Viva”, que está em cartaz na Casa de Cultura Chico Triste (Rua Milton Cruz), na Vila Tesouro). A mostra segue até 22 de agosto e pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

 

A exposição traz 10 banners com fotos de Ciete Silvério e caricaturas de Carlos Rodrigo dos mestres vencedores do Prêmio “Mestre Cultura Viva”, promovido pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR). Os painéis retratam quem e quais são os trabalhos destes transmissores da cultura popular.

 

O Prêmio Mestre Cultura Viva é o reconhecimento da atuação dessas pessoas na manutenção da cultura popular joseense e do País. Eles contribuíram e muitos ainda colaboram para o fortalecimento da identidade nacional, trabalhando para a salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial brasileiro.

Guataçara Monteiro faz exposição na Univap

“Amazônia em Cores e Encantos” é o nome da mostra que o artista Guataçara Monteiro, abre amanhã (29) na unidade Univap-Aquarius, na Galeria Ivonne Tessin Weiss, em São José dos Campos. O artista, que já participou de mais de 15 exposições individuais e 3 coletivas, foi aluno da faculdade de artes visuais da Univap – Universidade do Vale do Paraíba.

“Fui aluno da primeira turma de artes visuais licenciatura, me formei em 2009 no Campus Aquarius. A minha passagem pela faculdade de artes visuais me mostrou um mundo de possibilidades para o trabalho com a arte, não só como profissional para atuar em sala de aula, mas também como utilizar a arte em diferentes linguagens e em diferentes frentes de trabalho”, conta o artista.

Coordenadora do curso de artes visuais, a Prof. Maria Angélica Gomes Maia, diz  que “Guataçara é um artista muito talentoso que está a cada dia consolidando mais a sua carreira e já tem a sua importância no circuito nacional e logo teremos muitas notícias internacionais sobre seu trabalho”.

A mostra de artes plásticas reúne cerca de 20 pinturas em acrílico sobre tela com elementos do folclore paraense, terra do artista, cenas do cotidiano e natureza amazônica, proporcionando aos visitantes um mergulho na rica biodiversidade e cultura popular brasileira.

Em 2014 o artista, que desenvolve trabalhos em várias vertentes, representou o Brasil num Festival Internacional no México. “Além do meu trabalho com artes plásticas (produção no atelier e exposições) desenvolvo com meu sócio, João Paulo Pessoa, um importante trabalho com o Movimento de Danças Circulares no Brasil. Nós pesquisamos ritmos folclóricos de nosso país, e construímos coreografias inspiradas nesses ritmos e na cultura popular”.

No Vale do Paraíba, eles mantém um grupo de dança há cerca de 8 anos e organizam um festival regional há 4 anos além de já terem formado 25 profissionais para multiplicar o movimento de danças na região.

 

O Artista

 

Natural do Pará e hoje radicado em Igaratá, Guataçara Monteiro é formado em licenciatura em artes visuais pela Univap. Atualmente possui um atelier aberto à visitação em Igaratá onde expõe e comercializa suas obras.

 

Nesse espaço também recebe escolas e mantem um projeto de artes visuais com adolescentes portadores de deficiência, da APAE de Igaratá. Seu trabalho voltado à educação já atingiu mais de 50 mil crianças em diversos estados do Brasil, sendo mais forte na região do Vale do Paraíba, interior de São Paulo, onde participa ativamente de projetos pedagógicos em escolas públicas e particulares.

 

 

Entrevista Guataçara Monteiro

Qual a importância de sua passagem pela faculdade para a sua carreira?

Guataçara – A faculdade me mostrou um mundo de possibilidades para o trabalho com a arte, não só como profissional para atuar em sala de aula, mas também como utilizar a arte em diferentes linguagens e em diferentes frentes de trabalho. 

 Qual é a sua linha artística? Uma definição para o estilo de arte.

Guataçara – Alguns profissionais me conceituaram como artista primitivista, outros dizem que faço “arte contemporânea”.. Bom, de tanto ficar de um lado para outro tentando conceituar me cansei e parei. Hoje pinto apenas com o coração, do que adianta conceituar tanto, tentar “encaixar”, “enquadrar” “rotular” não me preocupo com rótulos, o que eu quero mesmo é conseguir tocar na emoção, chegar ao coração de quem aprecia uma de minhas produções.   Seja adulto ou criança, que meu trabalho possa aflorar o que há de melhor nas pessoas. Esse é meu grande objetivo, alcançar o melhor, utilizando de cores e elementos simples de serem entendidos.

Você desenvolve projetos na área da educação. Para você, artista, qual a importância da arte na formação do aluno?

Guataçara – Ela é de extrema importância, a arte pode facilitar o aprendizado de todas as outras disciplinas. Se conduzido por um bom professor, tudo pode ser mais lúdico e fácil por meio da arte. Além de gerar conceitos de criticidade, de valorização de nossa cultura regional-nacional e global. 

Você também desenvolve um trabalho com portadores de deficiência. Como ele é feito? Desde quando ?

Guataçara – Tenho alguns projetos em escolas públicas e particulares que acompanho. Na cidade de Igaratá/SP a convite da Secretaria de Educação criei o projeto de artes visuais, intitulado “Projeto Semente” cujo objetivo é desenvolver atividades artísticas, voltadas às artes plásticas, danças circulares e atividades que promovessem o bem-estar ligado à natureza. O projeto beneficiou cerca de 20 adolescentes/ alunos da APAE (Boa parte deles com deficiência menta) e 80 crianças – alunos da EMEI da cidade. As aulas com a APAE aconteciam em meu ateliê na Chácara Luz das Águas e as atividades com as crianças aconteciam direto na creche.

O projeto que aconteceu de maio ao final de novembro de 2013, foi um sucesso e rendeu um convite para desenvolvermos agora em 2014 um trabalho maior onde toda a rede municipal incluirá minhas obras em projetos pedagógicos e trabalharemos com um maior número de adolescentes atendidos pela APAE.

Com as crianças já tinha muita experiência, mas com os adolescentes da APAE confesso que foi um grande desafio, pois cada um possui um universo particular, um espaço mágico, reservado. Onde temos que adentrar com muito carinho e cuidado.

 

Serviço

Exposição : “Amazônia em Cores e Encantos”

Data: de 29 de maio a 30 de junho
Local: Univap-Aquarius, Galeria Ivonne Tessin Weiss – Av. Tertuliano Delphin Junior, 181 – Jardim Aquarius – São José dos Campos – SP
Horário: das 9 às 11 horas, das 13 às 17 horas e das 19 às 21 horas.

 

Vicentina Aranha recebe exposição de três artistas do Vale

[sinopse datas=”true” imprensa=”4″]

No dia 29 de maio (quinta-feira), às 19h30, o Parque Vicentina Aranha abrirá a exposição “Três Artistas, Três Mundos”, onde os artistas plásticos Cristina Cortezzi, Luís Carlos dos Santos e Ruggeri Souza apresentam suas obras, com diferentes estilos e técnicas.

Cristina Cortezzi dedica-se à arte há mais de 20 anos. Iniciou seus estudos nos Estados Unidos, estudou História da Arte Moderna em 1993 com Nelson Screnci, no MAM SP (Museu de Arte Moderna de São Paulo) e dedicou-se ao aprofundamento da gravura, em especial da cologravura com Selma Daffré e Maria do Carmo Carvalho, no ateliê da Vila, em São Paulo. A artista utiliza a técnica Cologravura em seus trabalhos, que consiste na colagem em combinações de materiais diversos, como folhas de árvores, tecidos, gesso, pó e outros.

Luís Carlos dos Santos já expôs suas obras em diversos salões de arte em cidades do Vale do Paraíba e no 9º Salão Nacional de Artes Plásticas do Sudeste. Também realizou três exposições individuais em São José dos Campos.

O artista Ruggeri Souza tem a arte como hobby. Começou a frequentar ateliês de amigos artistas, identificando-se no Estúdio C. Goes, onde teve a oportunidade de conviver com a virtuose do mestre; influenciado e incentivado fortemente nas técnicas do pincel e tintas. Em suas obras, usa repetição de figuras criadas por ele. Essas repetições se dão de maneira sutil. Ora uma repetição simples de figuras, ora de concentração, de ampliação ou de profundidade, mas com um olhar atento o observador descobrirá as repetições.

A exposição vai até o dia 13 de julho e funcionará de segunda a sexta, das 9h às 20h e aos finais de semana e feriados, das 9h às 17h, no Pavilhão São José.

Confira a programação completa do Parque no site: www.pqvicentinaaranha.org.br.

Serviço:

 

Abertura da exposição “Três Artistas, Três Mundos”

Data: 29/05 (quinta-feira)

Horário: 19h30

Local: Pavilhão São José – Parque Vicentina Aranha (R. Eng. Prudente Meireles de Moraes, 302, Vila Adyana – São José dos Campos).

 

Funcionamento da exposição:

Período: de 29/05 até 13/07

Horários:

De segunda a sexta, das 9h às 20h.

Finais de semana e feriados, das 9h às 17h.

Entrada franca.

 

CET apresenta peça sobre a amizade entre uma boneca e sua dona

[sinopse datas=”true” imprensa=”4″]

A peça “Lili – Uma História De Afeto e Amizade”, da Cia. Cubo Cênico, será encenada nesta sexta-feira (16), às 21h, no Centro de Estudos Teatrais (CET – Av. Olivo Gomes 100, Parque da Cidade, Santana). O espetáculo faz parte do projeto Diálogos Teatrais. A entrada é franca.

A peça conta a história de Lili, uma boneca muito esperta que convive com Karina, sua dona e amiga. Karina não pode mais levá-la à escola, então Lili passa boa parte do tempo com a avó da menina.

O espetáculo utiliza a linguagem da narrativa, juntamente com o jogo lúdico do teatro de sombras, buscando trazer a memória e a poética para a construção da cena.

Wallace Puosso dirige e produz a peça, que tem 40 minutos de duração e é encenada pelas atrizes Ellen Rodrigues e Thais Lopes.

O projeto Diálogos Teatrais, propõe, através de processos, leituras dramáticas, espetáculos, palestras e debates, uma reflexão sobre o teatro, seus caminhos, conceitos e perspectivas.

Casa de Cultura expõe trabalhos de pacientes do CAPS

[sinopse datas=”true” imprensa=”4″]

A exposição “Laços e Liberdade” será a atração da Casa de Cultura Tim Lopes (Avenida Ouro Fino 2520, Bosque dos Eucaliptos) a partir desta segunda-feira (12). A mostra, eu fica em cartaz até o próximo dia 30, pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 8h às 22h, e segundas-feiras e sábados, das 8h às 17h. A entrada é franca.

 

A mostra reúne trabalhos produzidos por pacientes do Centro de Atenção Psicossocial da Região Sul de São José dos Campos (CAPS-Sul), bem como nove textos informativos sobre grandes artistas que sofreram com distúrbios psiquiátricos diversos. Alguns obtiveram reconhecimento por sua genialidade, outros, foram incompreendidos em seu tempo.

 

A proposta é promover uma reflexão sobre a arte e a saúde mental, a estranheza e a força criadora e o objeto artístico como um laço entre a subjetividade e a concretude.

 

“Laços de Liberdade” é uma exposição da luta antimanicomial, um movimento social e político internacional em prol dos direitos de usuários e familiares dos serviços psiquiátricos.

 

No Brasil, o movimento teve início na década de 1980, inspirado na experiência italiana de reforma sanitária ocorrida na década anterior, quando os manicômios foram fechados e uma nova forma de organização e cuidados foi introduzida.

Exposição “Você e Eu” por Alexandre Pyles e Tata Gonçalves

“Cada indivíduo gera sua própria forma através de seu jeito de se apresentar e se dirigir aos outros. Ele nasce nessa zona de contato em que o indivíduo se debate com o outro para lhe propor aquilo que julga ser o seu ‘ser’.” “você e eu” é uma proposta de compartilhamento da relação existente entre um “você”: Alexandre Pyles e um “eu”: Tata Gonçalves. Uma oferta do espaço no tempo de confecção da trama que nos coloca na esfera da vida.

Um convite aberto à criação de novas possibilidades de relações a partir da mesma busca por existir. Com referências de alguns nomes da arte contemporânea que empenharam-se em viver as relações dentro do espaço da arte, emancipando o espectador da função de observador, nomes como Hélio Oiticica, Lygia Clark, Joseph Beuys e Paulo Nazareth, etc; entre os dias 12 de abril e 06 de maio os artistas expõem seus trabalhos de múltiplas linguagens incluindo desenhos, pinturas, fotografias, cadernos de artista, vídeos e instalações, criando um espaço de convivência a partir do qual novas formas possam surgir.

Durante este período os artistas se programarão para surgir a qualquer momento com ações e performances para encurtar a distância ente você e eu.

 

ESPAÇO DAS ARTES HELENA CALIL – Espaço Cultural São Benedito – Largo São Benedito, s/nº – Centro (próximo à Praça Afonso Pena). Informações: (12) 3924-7206 –