Univap recebe a comunidade em um dia de shows, esportes, conhecimento e cultura

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Está tudo pronto para o maior evento cultural e de conhecimento promovido pela Univap (Universidade do Vale do Paraíba), o ‘Open Campus 2015’. Neste sábado (22/08), São José dos Campos e Região poderão prestigiar uma ação inédita na Região Metropolitana do Vale do Paraíba, que deve reunir cerca de cinco mil participantes.

O Open Campus 2015 acontece das 9h às 17h no Campus Urbanova da Univap e tem uma extensa programação que inclui sessões de esportes de aventura, shows musicais, aeromodelismo, apresentações de dança, cosplay, exposições e oficinas de artes, entre outras atrações.

Um total de quatro palcos para apresentações musicais, um palco com atrações culturais, área de alimentação com seis food trucks, lanchonetes, ambulância e segurança integram a infraestrutura.

Na parte musical estão previstos shows dos mais variados estilos que vão do pop-rock, passando pelo sertanejo e o rap, até MPB e o forró. Entre os nomes confirmados estão Peleco, David D’epiro, Talis e Wellinton, AMC Rapper’s, Trio Encantado e a banda Sacode a Poeira.

Para os amantes dos esportes ao ar livre a programação conta com atividades como slackline, rafting, stand-up paddle, yoga, pilates, golfe e paraglider. A programação completa e a ficha de inscrição podem ser acessadas pelo site www.univap.br/opencampus.

Shows marcam final de semana em São Francisco Xavier

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São Francisco Xavier completou 123 anos no dia 16 de agosto, mas as comemorações continuam. Neste fim de semana, dois shows marcam o aniversário do distrito de São José dos Campos.

As apresentações gratuitas serão realizadas na Praça Cônego Antonio Manzi.

 

Programação do fim de semana:

 

Sexta-feira (21)

20h15 – Apresentação da Orquestra de Viola Caipira da FCCR

22h – Show com Ludmila Mazucatti na Praça Cônego Antônio Manzi

 

Sábado (22)

10h às 16h – Brinquedos Infláveis e Rua de Lazer

20h15 – Show com Cia de Bonecões do Gamt

22h – Show com a Banda Sacode a Poeira na Praça Cônego Antônio Manzi

 

Domingo (23)

9h – Missa em comemoração ao aniversário do distrito na Igreja São Sebastião (Largo São Sebastião)

11h – Apresentação da Orquestra Sinfônica de São José dos Campos(AJFAC) na Praça Cônego Antônio Manzi

 

III Encontro de Corais “Vozes na Mantiqueira” (FCCR)

Sexta-feira (28/08), às 20h

Sábado (29/08), às 15h e 20h

Domingo (30/08), às10h

Praça Cônego Antônio Manzi

Projeto literário “Versos Diversos” recebe o compositor e interprete João Batista Magalhães

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Dia 20, quinta, às 19h30, o Sesc São José dos Campos recebe o compositor e interprete João Batista Magalhães para encontro que integra o projeto “Versos Diversos”, que recebe, desde março, escritores convidados que apresentam e compartilham com o público autores e obras que os inspiram.

Na atividade, JB, como também é conhecido, conversa com os participantes sobre o livro “Quarto de Despejo” de Carolina Maria de Jesus, publicação que se inspira e se identifica.

Sobre o convidado

Integrou o Grupo AMC Rappers, que possui dois CDs gravados de forma independente. A partir do Rap, engajou-se no Movimento Hip Hop e passou a discutir problemas de sua comunidade e a desenvolver trabalhos sociais e culturais com crianças e adolescentes. Em 2014, lançou o livro Santa Cruz, uma favela no coração da capital da tecnologia.

A atividade acontece na Sala de Leitura do Sesc. Grátis. Recomendação etária livre.

O Sesc São José dos Campos fica na Av. Adhemar de Barros, 999 – Jd. São Dimas.

Mais informações pelo telefone 12.3904.2000 e no site www.sescsp.org.br/sjcampos

Show da Banda Farufyno promete animar o público do Sesc

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Dia 21, sexta, às 19h30, o palco do Sesc recebe show do grupo Farufyno, pelo projeto “É Samba… É Rock…”

A banda surgiu em São Paulo no período em que houve uma grande revalorização do samba de raiz e seus derivados mais modernos e cosmopolitas, como o samba-funk, o samba-soul e o sambalanço.

Apresenta um repertório com canções de autores e artistas como Osvaldo Nunes, Originais do Samba e Wilson Simonal, e também composições próprias, com elementos do rock psicodélico, afro beats entre outros.

O show integra o projeto musical “É Samba… É Rock”, série de shows gratuitos que apresenta as influências diversas sobre a música brasileira, com a fusão entre Samba, Jazz, Rock e Soul, além de sua forma de dança, ao mesclar movimentos do Rock’n roll com passos da Gafieira.

Com Marcelo Kubagawa (violão/voz), Mário Souza (baixo), Rafael Carracini (guitarra), Humberto Pereira (bateria), Jonas Dantas (teclado) e Rodrigo Pirituba (percussão).

A apresentação acontece na Área de Convivência do Sesc. Grátis. Recomendação etária 12 anos.

O Sesc São José dos Campos fica na Av. Adhemar de Barros, 999 – Jd. São Dimas.

Mais informações pelo telefone 12.3904.2000 e no site www.sescsp.org.br/sjcampos

Virgínia Rodrigues interpreta sucessos de seu novo álbum no palco do Sesc

 

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Dia 29, sábado, às 20h, o Sesc São José dos Campos recebe o show da cantora Virgínia Rodrigues.

Nessa apresentação a artista baiana, com 18 anos de carreira, lança seu quinto disco “Mama Kalunga”.

O álbum é composto por uma mescla de elementos religiosos da cultura afrobrasileira e da música popular brasileira numa leitura própria, contemporânea e direta em um repertório em que se destacam obras de Geraldo Filme, Moacir Santos, Nei Lopes, Paulinho da Viola, Roberto Mendes, Tiganá Santana e outros.

Com Virgínia Rodrigues (voz), Marcus Ribeiro (violoncelo), Mila Schiavo (percussão), Léo Mendes (violão), Bernardo Bosisio (violão) e Marco Lobo (percussão).

Sobre Virgínia Rodrigues

De origem humilde, Virginia Rodrigues desde pequena gostava de canto lírico, embora não tivesse muito contato o gênero. Cresceu escutando sambas, música popular, rock’n’roll e jazz. Porém foi na Ópera e nos cantos de corais das missas que se identificou. Começou sua carreira cantando em coros de Igrejas de Salvador.

A artista despontou para o mundo artístico ao ser descoberta em 1997 pelo produtor e diretor Márcio Meirelles, que a convidou para o Bando de Teatro Olodum, para interpretar a obra “Bye Bye Pelô”, onde Caetano a viu pela primeira vez e a apadrinhou a partir de então.

Hoje, com 18 anos de carreira, seu trabalho traz referências populares e líricas que resultam em um canto que vagueia entre o erudito e o popular fazendo com que a artista conquistasse reconhecimento e visibilidade no circuito dos mais importantes festivais de jazz e worldmusic do mundo.

Tem 5 discos lançados e diversas turnês mundiais na bagagem.

Seu primeiro trabalho, “Sol Negro”, foi produzido por Celso Fonseca e teve arranjos de Eduardo Souto Neto. As músicas foram escolhidas por Virgínia, Caetano e Celso Fonseca. Incluía composições como “Noite de Temporal”, de Dorival Caymmi e contou com as participações de Djavan, Gilberto Gil e Milton Nascimento. Sucesso da crítica especializada o álbum foi elogiado em publicações como o jornais “The Times” e “Le Monde” e pela revista Rolling Stone.

Em seu segundo álbum, “Nós”, Virgínia homenageia os blocos afro de Salvador. entoando músicas do Ilê Aiyê, Olodum, Timbalada, Ara Ketu e Afreketê. O The New York Times a definiu como “uma das mais impressionantes cantoras que surgiu do Brasil nos últimos anos”.“Um dos lançamentos internacionais mais impressionantes dos últimos anos.”, escreveu Stephan Cook da “All Music Guide”.

Seu terceiro CD, “Mares Profundos”, lançado em janeiro de 2004 nos Estados Unidos, chegou ao Brasil com edição simultânea na Europa. O selo do álbum é o prestigioso Edge, da gravadora alemã Deutsche Grammophon, a mais tradicional da música erudita. Com a produção de Caeatano Veloso apresenta repertório de 11 afro-sambas compostos entre 1962 e 1966 pelo violonista Baden Powell e Vinícius de Moraes.

Quatro anos após lançar seu último disco, Virgínia Rodrigues volta à cena com o disco “Recomeço”, que versa sobre o amor dual, assunto imemorial e onipresente no cancioneiro, e muito discutido na composição. Seu canto camerístico aliado à compreensão da canção popular conferem um novo sentido a poesias de Chico Buarque, como as oníricas “Todo Sentimento” (com Cristóvão Bastos) e “Beatriz” (com Edu Lobo); de Vinicius de Moraes, seja com Francis Hime – na pouco conhecida “Eu te Amo Amor”, ou com Tom, o parceiro ancestral, em pérolas como “Por Toda a Minha Vida” e “Estrada Branca”; ou ainda ao grande hino de Dolores Duran, “A Noite do Meu Bem”.

Em abril de 2015, Virgínia lança Mama Kalunga, compromissada com matrizes africanas e com ressonâncias da diáspora negra, numa leitura própria, contemporânea e direta de um legado complexo e multifacetado. O álbum apresenta um repertório com composições de criadores negros de distintas gerações e lugares, basicamente dialógico com vozes, instrumentos de corda (sobretudo violões e violoncelo) e diversas camadas de percussão.

O show acontece no Ginásio do Sesc. O valor dos ingressos varia de R$ 6,00 a R$ 20,00. Recomendação etária 16 anos.

O Sesc São José dos Campos fica na Av. Adhemar de Barros, 999 – Jd. São Dimas.

Mais informações pelo telefone 12.3904.2000 e no site sescsp.org.br/sjcampos

Projeto Sonora Brasil chega ao Sesc para apresentar o universo das violas brasileiras

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De 18 a 21, terça a quinta, às 20h e sexta às 21h, o Sesc  São José dos Campos recebe a itinerância do Projeto Sonora Brasil que aborda, na edição de 2015, o universo das violas brasileiras.

Com o objetivo de difundir expressões musicais identificadas com o desenvolvimento histórico da música no Brasil, o Sonora Brasil, em sua 18ª edição, escolheu dois gêneros musicais essencialmente brasileiros “Sonoros Ofícios – Cantos de Trabalho” e “Violas Brasileiras”, que irão circular o país nos próximos dois anos com grupos de diferentes pontos do Brasil.

Violas Brasileiras aborda quatro aspectos do desenvolvimento do instrumento no país, mostrando que o uso da viola ultrapassa as fronteiras do interior e chega às salas de concerto, ampliando sua presença nos espaços destinados à música clássica. Traça também um panorama do instrumento de cinco ordens e de suas variantes que apresentam características peculiares e regionalizadas, relacionadas a práticas musicais restritas a ambientes geográficos pouco abrangentes.

No sudeste, a viola se consagrou com as denominações caipira e sertaneja. Em São Paulo, no Paraná e no Mato Grosso, o uso da viola está ligado a gêneros musicais regionalizados e no Nordeste e Recôncavo Baiano, ela é encontrada em sua forma tradicional, mas também, é utilizada em variantes típicas da região.

A Viola Caipira/Sertaneja, a que mais se projetou difundindo o repertório das duplas de cantadores da região Sudeste e que aos poucos foi sendo incorporada em outras formações ligadas a repertórios populares, é apresentada por Paulo Freire (SP) e Levi Ramiro (SP).

A Viola na região Nordeste, reconhecida como acompanhadora dos repentistas e como instrumento solista com sonoridade nordestina, e ainda a machete, ligada aos sambas de roda da Bahia, são apresentadas por Ivanildo Vila Nova (PE), Antônio Madureira (PE) e Cássio Nobre (BA).

A Viola em Concerto, apresentada por Fernando Deghi (PR) e Marcus Ferrer (RJ), vem ampliando sua presença nos espaços destinados à música clássica desde a década de 1960, quando começou a receber a atenção de compositores como Theodoro Nogueira (1913-2002) e Guerra-Peixe (1914-1993).

Por fim, as Violas Singulares com suas peculiaridades e suas claras referências regionalizadas, como a viola de cocho em Mato Grosso, a de buriti em Tocantins, e a do fandango, ligada à cultura caiçara paranaense e do sul de São Paulo, são apresentadas por Sidnei Duarte (MT), Maurício Ribeiro (TO) e Rodolfo Vidal (SP).

Confira a programação completa:

Antonio Madureira, Ivanildo Vilanova e Cássio Nobre

Violas do Nordeste

Dia 18, terça, às 20h.

Antônio Madureira é violeiro, violonista e compositor, nascido em Macau (RN) e radicado em Recife (PE). Foi líder do Quinteto Armorial, uma das maiores expressões musicais do Movimento Armorial, e depois fundou o Quarteto Romançal.

Ivanildo Vilanova, pernambucano de Caruaru, é cantador e violeiro. Exímio improvisador, desenvolveu sua carreira como repentista em Campina Grande (PB), e apresenta a tradição do repente.

Cássio Nobre, maranhense, radicado em Salvador (BA), compositor, violeiro e pesquisador do samba de roda do Recôncavo Baiano, e em especial da viola machete, que revelam as transformações da prática musical tradicional na atualidade.

 

Sidnei Duarte, Rodolfo Vidal e Maurício Ribeiro

Violas Singulares

Dia 19, quarta, às 20h.

O músico e professor Sidnei Duarte, representa o estado do Mato Grosso e toca a viola de cocho, instrumento em que é especialista tanto no sentido técnico quanto no teórico, sobre o qual desenvolveu importantes pesquisas acadêmicas.

Rodolfo Vidal apresenta a tradição da viola fandangueira ou caiçara, com a qual convive desde sua infância em Cananeia (SP) e suas próprias criações musicais para o instrumento.

Maurício Ribeiro, do povoado de Mumbuca, cidade de Mateiros (TO), apresenta a viola de buriti, instrumento pouco conhecido fora do estado do Tocantins que tem sonoridade e características físicas bastante peculiares.

 

Levi Ramiro e Paulo Freire

Violas Caipiras

Dia 20, quinta, às 20h.

Levi Ramiro, além de violeiro respeitado por sua técnica, é detentor de conhecimento raro sobre gêneros como o cateretê e o cururu, e é um construtor de viola de cabaça, instrumento que será apresentado na circulação.

Paulo Freire se destaca como contador de causos acompanhado de sua viola, e possui a experiência ímpar de ter convivido com Mestre Manelim, no sertão do Urucuia, em Minas Gerais, onde teve contato com o universo da viola e dos causos mais autênticos das tradições do meio rural.

 

Fernando Deghi e Marcus Ferrer

Violas em Concerto

Dia 21, sexta, às 21h.

Fernando Deghi, paulista de Santo André, radicado em Curitiba (PR), desenvolve o seu trabalho em torno da composição, recuperação, divulgação e ensino de viola brasileira. Suas composições exploram as possibilidades deste instrumento, sobretudo em termos das muitas afinações possíveis e por intermédio dos mais variados estilos musicais, recorrendo a uma metodologia voltada ao desenvolvimento técnico e de repertório.

O carioca Marcus Ferrer é compositor, violonista e violeiro, mestre em composição pela Escola de Música da UFRJ e doutor em Teoria e Prática da Interpretação pela UNIRIO. Dedica-se ao estudo da viola desde a década de 1980, tendo lançado em 2009 o álbum Viola em Concerto, no qual interpreta obras compostas por encomenda a importantes compositores contemporâneos.

Sobre o Projeto Sonora Brasil

Cumprindo sua missão de difundir o trabalho de artistas que se dedicam à construção de uma obra de fundamentação artística não comercia, o Sonora Brasil consolida-se como o maior projeto de circulação musical do país realizando aproximadamente 480 concertos por ano, itinerando por mais de 130 cidades, a maioria distante dos grandes centros urbanos.

Tal ação possibilita às populações o contato com a qualidade e a diversidade da música brasileira além de contribuir para o conjunto de ações desenvolvidas pelo Sesc.

Busca despertar um olhar crítico sobre a produção e os mecanismos de difusão da música no país, incentivando novas práticas e novos hábitos de apreciação musical por meio de apresentações de caráter essencialmente acústico que valorizam a autenticidade sonoras das obras e seus intérpretes.

As apresentações acontecem no Auditório do Sesc com capacidade para 126 pessoas.

Grátis. Retirada de ingressos com 1h de antecedência. Recomendação etária 16 anos.

 

O Sesc São José dos Campos fica na Av. Adhemar de Barros, 999 – Jd. São Dimas. Mais informações pelo telefone 12.3904.2000 e no site sescsp.org.br/sjcampos

FCCR comemora aniversário de São Francisco Xavier com atividades culturais

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O aniversário de 123 anos do distrito São Francisco Xavier será comemorado com muita arte. Neste sábado (15), a Praça Cônego Manzi é palco para apresentações das oficinas culturais da Casa de Cultura Júlio Neme e um show da cantora Kátya Teixeira. As atividades são gratuitas.

Às 10h, alunos das oficinas de circo, do orientador Odair; danças urbanas, do orientador Paulo Henrique; balé iniciante, da orientadora Radharani; e “Ritmo na Voz”, da orientadora Lígia Kamada vão homenagear a Casa de Cultura com apresentações abertas ao público.

Essas oficinas fazem parte do projeto Arte nos Bairros, que possibilita o encontro da prática com os fundamentos teóricos, adotando os princípios da metodologia triangular com ênfase no fazer, contextualizar e refletir arte e cultura.

Às 20h, a cantora Kátya Teixeira apresenta o show “Esses Brasis” na praça Cônego Manzi. A instrumentista e compositora paulistana, que também é pesquisadora da cultura popular brasileira, traz em seu trabalho musical o resultado de suas andanças pelo Brasil. Atualmente, está em fase de lançamento de seu quarto CD, com temas tradicionais da cultura luso-brasileira em parceria com o cantador mineiro Luiz Salgado.

No dia 21, quem se apresenta no coreto é a Orquestra de Viola Caipira da FCCR, às 20h30. A Cia. de Bonecões e a banda Sacode a Poeira são as atrações do dia 22, também a partir das 20h30, e no dia 23, a Orquestra Sinfônica de São José dos Campos realiza um concerto especial em homenagem ao distrito, às 11h.

A programação continua no dia 28, com a abertura do III Encontro de Corais Vozes da Mantiqueira, que receberá diversos corais do estado, apresentando repertórios com músicas clássicas e contemporâneas. A programação completa está disponível no site da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (www.fccr.org.br).