Região tem mais de 600 vagas de empregos disponivéis

Boa notícia para quem está atrás de oportunidade no mercado de trabalho na região. O Programa Emprega São Paulo/Mais Emprego está com 649 vagas abertas, sendo 169 em Taubaté, 144 em São José e 73 em Jacareí.
Destaque para 50 vagas de operador de telemarketing em São José, 10 de auxiliar de produção em Caçapava, 10 de armador de ferros em Lorena e 11 de técnico de redes para várias cidades.

Para ter acesso às vagas é preciso acessar o site www.empregasaopaulo.sp.gov.br, criar login, senha e informar os dados solicitados. Segundo Anderson de Martino, supervisor regional da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho, é importante que o interessado compareça no PAT (Posto de Atendimento ao Trabalhador) de sua cidade com RG, CPF, PIS e Carteira de Trabalho. “Assim, é possível avaliar o perfil e encaminhá-lo para concorrer a uma vaga”, disse ele. Ao todo, a região tem 16 PATs e três Poupatempos São José, Taubaté e Caraguá.

Além de ficar atento às ofertas de trabalho, é importante se qualificar, segundo Martino. Os cursos são oferecidos gratuitamente pelo PEC (Programa Estadual de Qualificação) e variam de pedreiro, mecânico de aeronave e almoxarifado. “Esse ano devem abrir novos cursos também pelo Time do Emprego”, afirmou.

SERVIÇO:

Empresa São Paulo
Oferece 649 vagas de emprego na região. Em São José, são
144novas ofertas de trabalho.
Em Taubaté, 169 e em Jacareí, 73 oportunidades

Como concorrer
Basta se cadastrar no site www.empregasaopaulo.sp.gov.br, criar login e senha e fornecer os dados solicitados. É importante comparecer ao PAT de sua cidade, veja os endereços:

  • PAT de São José: rua Pedro Ernesto, 111, Vila Sanches, região central
  • PAT de Taubaté: Largo Santa Luzia, 25, bairro Santa Luzia
  • PAT de Jacareí: rua Alfredo Schürig, 283, centro

Horário: 8h às 17h
O que levar: RG, CPF, PIS e Carteira de Trabalho

O Vale

Publicado em: 15/02/2013

CTA abre concurso público para repor déficit de especialistas

O DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial), de São José dos Campos, abriu concurso público para 241 vagas em cargos de carreira de ciência e tecnologia. Do total, 234 são para o DCTA e as outras sete oportunidades serão divididas entre os centros de lançamento de Alcântara, no Maranhão, e da Barreira do Inferno, em Parnamirim (RN).

As vagas são para os níveis técnico, médio e superior e os salários variam de R$ 2.867,31 a R$ 9.490,33. Vale lembrar que DCTA e Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) enfrentam déficit de servidores há cerca de 10 anos. Segundo o SindCT (Sindicato Nacional dos Servidores Públicos Federais na Área de Ciência e Tecnologia), para manter projetos em andamento seriam necessários contratar 1.450 funcionários.

Essa defasagem de profissionais em institutos de pesquisa na cidade tem atrapalhado o desenvolvimento de projetos do programa espacial brasileiro. Em 2012, a meta do governo era lançar o VLS e o satélite Cbers-3, desenvolvido em parceria com a China, que deveria ter sido em lançado em 2007. Isso não ocorreu.

De acordo com o novo Pnae (Programa Nacional de Atividades Espaciais), documento que estabelece as diretrizes e ações do Programa Espacial Brasileiro entre 2012 e 2021, o Cbers-3 será lançado este ano. Novos projetos de maior complexidade tecnológica devem ser desenvolvidos no período de 2016 a 2021.

“Não há como desenvolver novos projetos com os números de hoje. O investimento é muito pequeno. É preciso atenção”, disse Fernando Morais, vice-presidente do SindCT. Segundo ele, 1.200 servidores devem se aposentar nos próximos dois anos.

“Há uma demora muito grande em contratar. O servidor aposenta e leva com ele o conhecimento acumulado, não tem a quem repassar.” A abertura de vagas em órgãos de pesquisa também fez parte do discurso de posse, no início de 2012, do ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp. Na época, ele afirmou que uma de suas metas seria aumentar a base de pesquisadores e fortalecer os institutos do país. As 241 vagas anunciadas fazem parte do pacote de 800, anunciadas pelo ministro.

As inscrições podem ser feitas das 10h de 18 de março às 16h de 26 de abril de 2013, exclusivamente pelo site www.vunesp.com.br. A taxa varia de R$ 60, para pesquisador, tecnologista e analista em C&T, e R$ 90, para os cargos de técnico e assistente em C&T. Segundo o DCTA, o número atende à demanda para o momento. Hoje, o DCTA tem 3.200 servidores e Inpe, 1.100.

O Vale

Publicado em: 15/02/2013

Comerciantes temem volta dos camelôs para ruas

A direção da ACI (Associação Comercial e Industrial), de São José dos Campos, planeja promover debate sobre a situação dos camelódro-mos da cidade. O presidente da entidade, Felipe Cury, afirmou que há preocupação do comércio com a possibilidade de os ambulantes voltarem a ocupar ruas e praças do centro.

“Não podemos retroceder. Por isso, estamos colocando a ACI à disposição para debater a situação e buscar soluções para ajudar os ambulantes, especialmente para os do camelódromo da praça João Mendes, que enfrentam sérias dificuldades” declarou o dirigente. Na avaliação de Felipe Cury, o governo do prefeito Carlinhos Almeida (PT) precisa dar atenção para o grupo. “Não é admissível pensar na volta dos informais para as ruas”, frisou.

A decisão da direção da ACI partiu após a reportagem publicada por O VALE no domingo último, que mostrou a real situação dos dois Centros de Compras Populares, da praça João Mendes (Sapo), e da Rodoviária Velha. Os dois espaços estão em funcionamento há quase 10 meses.

A situação mais crítica é a do camelódromo da praça João Mendes. Dos 42 boxes, 28 estão fechados e muitos ambulantes já abandonaram o espaço, que praticamente não atrai público. Na Rodoviária Velha, que abriga 90 informais, as queixas são da iluminação precária, sistema de câmeras de monitoramento que não funciona, piso inadequado e do banheiro que, segundo os comerciantes locais exala mal cheiro para os boxes vizinhos.

Felipe relatou que pretende, nos próximos dias, propor ao governo municipal uma reunião na sede da entidade. “Vamos convidar o secretário de Defesa do Cidadão, José Luís Nunes, representantes dos camelôs e de outras entidades para avaliar o assunto. É preciso fazer alguma coisa”, salientou Felipe. A ACI e o Sindicato do Comércio Varejista apoiaram a criação dos camelódromos, plano elaborado e executado na administração do ex-prefeito Eduardo Cury (PSDB).

Camelôs consultados ontem por O VALE apoiaram a iniciativa da ACI. “É uma medida interessante. Se formos convidados, iremos”, disse Joelson Vieira, que trabalha no Centro de Compras Popular da João Mendes. O presidente da ADI (Associação de Economia Informal), Antonio Gonçalves Batista, o Tonico Pipoqueiro, afirmou que a reunião pode ser positiva, “se não houver conotação política”.

O Vale

Publicado em: 15/02/2013

Prefeitura não considera aumento indevido de passagem

Os usuários do transporte coletivo de São José dos Campos que recarregaram o cartão até o último domingo ainda estão pagando R$ 2,80 na tarifa, apesar do leitor magnético apontar R$ 3,30 no momento em que eles passam pela catraca eletrônica.

A informação é da Secretaria de Transportes, que ontem apresentou a O VALE os extratos dos cartões de alguns passageiros para comprovar que as cobranças têm sido feitas com base no valor antigo para todos os passageiros que compraram créditos antes da vigência do reajuste.

Segundo a assessoria da pasta, apenas a indicação de valor na catraca eletrônica é que está incorreta. O aparelho seria programado sempre para exibir somente um valor no caso, os R$ 3,30 atuais. Nem a prefeitura, nem o Consórcio 123 (formado pelas três empresas operadoras do transporte coletivo) comunicaram com antecedência que isso poderia acontecer. Com o problema, para saber se o desconto foi correto é necessário subtrair o valor da tarifa pelo saldo do cartão este sim apresentado de forma precisa, segundo o governo.

A Secretaria de Transportes montou uma verdadeira operação de guerra para rebater as queixas feitas por usuários à imprensa desde a última segunda-feira, quando entrou em vigor o reajuste. Em pleno feriado de Carnaval, assessores da pasta fizeram uma lista com os nomes de todos os passageiros ouvidos por O VALE e por emissoras de TV, e de posse desses dados tiraram extratos dos cartões para provar que a cobrança da tarifa estava ocorrendo com base no valor antigo.

A prefeitura ainda telefonou aos usuários para dar satisfações sobre o ocorrido. A Avetep (Associação das Empresas de Transporte do Vale do Paraíba) confirmou que os cartões recarregados antes do reajuste terão a tarifa de R$ 2,80 cobrada até o fim dos créditos. Já o equipamento responsável pela leitura dos cartões só informa uma única tarifa padrão.

A situação ainda confunde muita gente. “A gente não tem como ficar fazendo conta. Tinha de mostrar o valor correto”, disse Suellen de Souza, 26 anos. A analista de Recursos Humanos Flávia Lúcia, 37 anos, disse que vai aguardar o fim do mês para ter certeza de que o desconto foi correto.

“Vou esperar pra ver se foi tudo certo quando eu for fazer a recarga novamente”, disse. A prefeitura orienta os usuários a procurar o Consórcio 123 (avenida Rui Barbosa, 15) ou ligar para o 0800-772-7730 (ligação gratuita) para esclarecer eventuais dúvidas sobre a cobrança da tarifa.

O Vale

Publicado em: 14/02/2013

Consumo de Energia tem queda na conta para moradores

O preço da tarifa de energia elétrica residencial vai cair no Vale do Paraíba. Os novos valores, divulgados na semana passada pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), variam entre 18% e 25% de redução, dependendo da empresa.

A concessionária EDP Bandeirante, que atende 19 cidades da região, entre elas São José, Taubaté e Jacareí, ficou com o preço do quilowatt-hora em R$ 0,28586. A medida vale até 22 de outubro deste ano. Com 20 cidades, a maioria de pequenos municípios, a Elektro teve a tarifa reajustada para R$ 0,28713 o quilowatt-hora até 26 de agosto de 2013.

Em nota, a Aneel informou que a revisão tarifária obedece aos descontos determinados pelo governo federal em 24 de janeiro deste ano. O desconto se deve à renovação antecipada das concessões de energia que venceriam entre 2015 e 2017, e que foram concedidas por mais 30 anos, e a eliminação de encargos federais sobre a conta de luz.

O aposentado Roberto Moraes, 61 anos, de Paraibuna, comemorou a economia na conta. O valor de fevereiro foi R$ 22,70 menor do que o de janeiro. “É ótimo para o orçamento da família”. Em São José, a costureira Maria Dolores, 43 anos, também recebeu a conta com valor menor. “Paguei quase R$ 100 em janeiro e a conta, que chegou ontem, veio com R$ 81,40. É um bom desconto.”

Em Guaratinguetá, a artesã Sebastiana Santos, 52 anos, recebeu a taxa com desconto de R$ 18. “Finalmente uma boa notícia para a gente”, disse.

O Vale

Publicado: 14/02/2013

Cesta Básica registra aumento maior que ano de 2010

O preço da cesta básica na Região Metropolitana do Vale do Paraíba subiu 2,83% em janeiro deste ano, na comparação com o resultado de dezembro do ano passado, e registrou a sua maior alta dos últimos 34 meses. O levantamento é feito mensalmente pelo Nupes (Núcleo de Pesquisas Econômico-Sociais), da Unitau (Universidade de Taubaté), desde janeiro de 2006.

A cesta básica com 44 produtos subiu de R$ 1.038,53 para R$ 1.067,91 na região, aumento de 2,83%. O índice é mais do que o dobro daquele verificado em dezembro de 2012 na comparação com novembro do mesmo ano, de 1,02%, o que surpreendeu os pesquisadores do Nupes.

“Esperávamos uma queda em janeiro, mas houve mesmo um aumento significativo”, disse o economista Luiz Carlos Laureano. “As fortes chuvas derrubaram plantações e isso influenciou no preço dos alimentos.” Na RMVale, a cesta básica mais barata foi registrada em São José dos Campos, com valor de R$ 1.062,17. A mais cara ficou em Campos do Jordão, com R$ 1.076,91.

Os produtos alimentícios foram os vilões do aumento da cesta básica. Dos 44 itens, 32 são alimentos e, destes, 23 registraram aumento no preço e 9, redução do valor. Cebola, tomate e batata foram os produtos que mais aumentaram de preço, respectivamente em 26,70%, 17,83% e 13,83%.

Na outra ponta, os itens que mais baratearam foram farinha de mandioca, mamão formosa e banana, respectivamente com queda no valor de 7,80%, 7,05% e 6,8%. A explicação para a subida do preço dos alimentos é a redução da produção nos campos, influenciada pelas fortes chuvas do começo do ano. Além disso, segundo o estudo do Nupes, queda na importação e crescimento da demanda também refletiram negativamente nos preços.

Para comerciantes, a variação no valor dos alimentos é ruim para os negócios. Eles preferem o equilíbrio nos preços ao invés de subidas e quedas regulares. “Todas as semanas tenho encontrado o preço dos alimentos alterado. Normalmente para cima”, disse o comerciante Iranildo Araújo, 48 anos. “Isso afeta a reposição dos produtos nas prateleiras e o bolso dos clientes, porque a gente acaba repassando o custo maior para o preço final.”

Bem sabe disso a operadora de telemarketing Regina Reis, 59 anos, que faz compras semanalmente. Qualquer variação nos preços afeta o orçamento familiar. “Como eu não fico sem comprar tomate e batata, sinto o reajuste dos preços no bolso. Há dias em que tenho que substituir os alimentos para não deixar a conta muito mais cara. É na ponta do lápis.”

A autônoma Maria Isabel Barbosa, 52 anos, também prefere substituir alimentos mais caros por itens mais baratos a deixar de comprar. “Alimentação é prioridade”, afirmou. Segundo Laureano, o valor da cesta básica a partir de fevereiro vai depender das oscilações climáticas. Se elas continuarem afetando a produção agrícola, os preços dos alimentos continuarão subindo. “Esperamos que essa situação não se confirme.”

O Vale

Publicado em: 14/02/2013

Crise da Saúde prejudica moradores da cidade

A decisão da Secretaria de Saúde de São José de transferir um grupo de médicos supostamente ligado à administração do PSDB provocou uma nova crise na rede, que resultou em pedidos de demissão e manifestos por meio de carta aberta e pelas redes sociais.

Cinco profissionais foram remanejados pelo governo Carlinhos Almeida (PT), todos eles servidores de carreira que ocupavam cargos de chefia no Hospital Municipal e no serviço Resgate Saúde. Eles pediram exoneração da prefeitura na semana passada, após serem transferidos para plantões aos finais de semana nas UPAS do Novo Horizonte e Campo dos Alemães. Os cinco entraram na rede como médicos emergencistas.

Parte do grupo chegou a acionar a Justiça pedindo a revisão da transferência, mas na falta de uma decisão optaram pelo desligamento. O grupo produziu uma carta aberta e criou um blog para falar da situação da rede. O fato também será denunciado ao CRM (Conselho Regional de Medicina).

O grupo alega que o temor de novas ‘listas’ de transferência gerou um clima de instabilidade na rede. A administração teria elaborado duas listas de transferências a primeira previa dez remanejamentos, mas após críticas foi reduzida.

“Não temos vinculação com qualquer partido político, mas nossos nomes foram escolhidos por sermos próximos do ex-secretário Danilo Stanzani. Não vemos uma ação de governo, mas um revanchismo”, disse o diretor clínico do Hospital Municipal, Marcos Antônio da Silva. Ele pediu exoneração do cargo de médico emergencista, mas manteve o vínculo com a SPDM, organização que administra o hospital Municipal.

“A decisão do governo ocorreu à revelia de diálogo até com a direção do Hospital Municipal”, disse Silva, que atuava na rede havia 13 anos. Segundo ele, o objetivo não é atacar a administração, mas fazer chegar à população e ao prefeito o que aconteceu. “Atitudes como essa trazem prejuízos à gestão de serviços importantes e criam um clima ruim”, afirmou.

O grupo também teme o desmonte do Resgate Saúde, programa de atendimento emergencial criado em 2005, na gestão do PSDB, e que realiza cerca de 1.300 atendimentos por mês. Pelo menos cinco dos oito médicos plantonistas estariam na lista de transferência. Três deles já pediram demissão.

“São médicos com perfil diferenciado e que receberam treinamento do Corpo de Bombeiros. Os que ficaram trabalham desmotivados”, disse o coordenador do Resgate Saúde, Fernando Fonseca Costa, que também pediu demissão. “Os boatos de novas listas criaram um clima de insegurança nos funcionários.”

O Vale

Publicado em: 14/02/2013

Cidade tem aumento de casos de Dengue em moradores

Aumentou o número de casos de dengue em São José dos Campos neste ano em relação ao período de janeiro e fevereiro de 2012. O Centro de Controle de Zoonoses registrou na cidade 36 casos em 2013, sendo 17 contraídos em São José e 13 apenas na região central. Em 2012, no mesmo período foram registrados quatro casos.

O empresário Haddad de Almeida, que mora no bairro Jardim das Indústrias, zona oeste da cidade, encontrou na garagem da residência uma larva do Aedes Egypti. “Eu tenho criança pequena, então na minha casa estou cuidando sempre. Mas não consigo cuidar da abrangência, das casas ao lado”, disse Haddad .

Em algumas regiões de São José, larvas foram encontradas em pias, plásticos, pneus e vasos sanitários.  Segundo a médica da Vigilância Epidemiológica, Teresa Cardoso, é necessário que a população se conscientize para que o número de casos não aumente. “A população tem que ajudar a gente cuidando dos seus objetos que podem servir de criadouro”, disse Teresa.

Quando um caso é registrado, os agentes intensificam o trabalho de controle de criadouros e de aplicação de inseticida em um raio de 200 metros da casa da vítima. Os sintomas da dengue costumam aparecer de três a 15 dias depois da picada do mosquito: dor muscular e nas juntas, dor de cabeça e no fundo dos olhos, febre alta e repentina, mancha vermelha pelo corpo, falta de apetite, desânimo e às vezes pode ocorrer sangramento de gengiva e no nariz.

G1 (Vnews)

Publicado em: 13/02/2013

Cidade contou com mais de 40 mil pessoas no Carnaval

As 78 atividades programadas pela Prefeitura de São José dos Campos para o Carnaval 2013 atraíram cerca de 40 mil pessoas durante os quatro dias de folia. Com o tema ‘Carnaval no Bairro’, a festa teve uma programação variada voltada para a família e diferente faixas etárias com eventos realizados na Casa do Idosos, matinês para crianças em praças e quadras poliesportivas do município e desfiles de escolas de samba nas ruas da cidade. Além de shows diários, nos distritos de São Francisco Xavier e Eugênio de Melo.

No último dia de folia na cidade, crianças e adultos puderam se divertir em matinês em oito bairros de São José das 15h às 18h. “É como se fosse um resgate da tradição de um Carnaval de rua, e é muito importante para as crianças ter esse espaço. No ano passado levei minha filha de quatro anos para brincar o Carnaval em outra cidade, mas se tiver um Carnaval como este de novo ela pode fica aqui mesmo. É tranqüilo e ela se diverte muito”, afirmou Ana Paula Leite que esteve em Santana com a pequena Ana Júlia aproveitando a matinê na praça do bairro.

Caroline Santos de seis anos estava animada com a festa, ao lado da avó, aproveitava para brincar de confete com os amigos. “É mais legal do que qualquer festa porque você coloca fantasia, brinca na praça, dança com todo mundo”, afirmou Caroline.

Além das matinês, três escolas de samba desfilaram no período da tarde pelas ruas da Vila Letônia na região sudeste e na zona leste nos bairros Campos de São José e Novo Horizonte. A passagem das escolas pelas ruas foi acompanhada pelos moradores das regiões e também pelo prefeito, o presidente da Fundação Cultural e a assessora de Eventos e Turismo da Prefeitura.

Apesar da chuva, o prefeito assistiu ao desfile da Escola Acadêmicos do Satélite no Campos de São José e da Escola Raízes Jovem do Campo dos Alemães, que se apresentou pelas ruas do Novo Horizonte. Muitos moradores saíram nas sacadas e as ruas para ver a passagem da bateria e da ala de passistas e baianas. “É o clima de Carnaval no bairro. É bom porque a gente se sente prestigiado de ter a oportunidade de ver um evento assim tão perto da gente”, disse a aposentada Claudenir Vieira.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 13/02/2013

Nova tarifa de ônibus já está em vigor na cidade

No segundo dia de vigência da tarifa de R$ 3,30 no transporte público de São José, usuários continuaram enfrentando problemas e reclamando que o desconto do cartão eletrônico foi feito com base no novo valor e não no antigo, de R$ 2,80.

A Secretaria de Transportes havia prometido que a cobrança de R$ 2,80 seria feita até que se esgotassem os créditos dos cartões carregados antes do reajuste, que foi de 17,86%. Porém, não é o que tem sido relatado pela maioria dos passageiros ouvidos pelo O VALEnos últimos dois dias. Como é o caso da estudante Bruna Caianne dos Santos, 18 anos.

Às 14h57 de ontem, ela embarcou em frente ao Parque Santos Dumont, região central, no ônibus que faz a linha 317-Campos dos Alemães (zona sul). Dentro do coletivo, ela confirmou o desconto de R$ 3,30 no cartão. Moradora do bairro de Santana, na zona norte, Bruna já havia utilizado momentos antes a linha 105-Freitas (zona norte) e relatado a mesma cobrança indevida. “A recarga foi feita na sexta-feira e estão cobrando R$ 3,30.”

O VALE acompanhou outros usuários com o problema, como a hoteleira Eliana Aparecida, 42 anos, que utilizou a linha 307-Morumbi (zona sul), às 15h de ontem, e a repositora Suellen de Souza, 26 anos, que chegou a questionar a cobradora do ônibus sobre o erro. “A cobradora disse que não tinha como controlar o sistema”, afirmou. A cobrança indevida foi feita na linha 115-Altos de Santana (zona norte).

No último sábado, O VALE mostrou que os usuários do transporte público enfrentaram filas por mais de duas horas na sede do Consórcio 123 (formado pelas três empresas operadoras de ônibus), na região central de São José, para fazer a recarga dos cartões com o uso da tarifa antiga até o fim dos créditos. Também ontem, O VALE ouviu usuários que relataram terem sido cobrados no valor antigo. “Nesses dois dias foi cobrado R$ 2,80. Não tive problemas”, disse Adriano Alexandre, 31 anos, que usou a linha 206-B-Santa Inês (zona leste).

Em nota, a assessoria da Secretaria de Transportes voltou a afirmar que os usuários que carregaram os cartões eletrônicos antes do dia 11 terão creditados o valor de R$ 2,80. Porém, a secretaria alega que “até o momento não identificou nenhum caso de cobrança indevida nos sistemas”, diz a nota.

Nos casos em que houver diferença na tarifa cobrada, a prefeitura orienta o usuário a procurar o Consórcio 123, na avenida Rui Barbosa, 15, ou ligar para o 0800-772-7730 para que seja feito o ressarcimento dos valores. É necessário informar o número do cartão.

Na nota encaminhada à imprensa no último dia 1º, em que informava o reajuste de 17,86% na tarifa, a assessoria da Prefeitura de São José afirmava que “a tarifa para os domingos e feriados seria de R$ 2,80”. O mesmo texto, porém, se contradiz no final e informa que somente aos domingos o valor é de R$ 2,80. O comunicado, inclusive, permanece publicado no site da prefeitura.

Só aos domingos. Corrigindo o comunicado do dia 1º, a assessoria da Secretaria de Transportes informou ontem, em nota, que “em relação ao dia de hoje (ontem), feriado de Carnaval, a pasta esclarece que o valor correto da tarifa é de R$ 3,30, uma vez que a tarifa de R$2,80 é aplicada aos domingos e não em feriados. Ainda esta semana, a Justiça deve analisar o reajuste tarifário em São José.

O Vale

Publicado em: 13/02/2013