Hoje é dia de Flores na cidade para moradores

Sexta- feira é dia de feira de flores na Ceagesp, a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo, localizada em Eugênio de Melo, no Km 138,5 da Via Dutra. Sempre  com grande variedade e preços em conta. A feira já é tradicional e, além de flores, também vende plantas e acessórios.

Durante todo o ano, o consumidor pode encontrar opções de rosas, violetas, crisântemos e muitos tipos de flores de época. As vendas são no atacado e no varejo, desde que em quantidades mínimas estipuladas por cada comerciante.

A entrada no mercado é livre para a população, e toda a negociação ocorre diretamente entre comprador e vendedor. A Ceagesp não compra nem vende produtos, apenas administra o espaço cedido aos 200 permissionários e orienta a comercialização atacadista.

“O objetivo é sempre levar ao consumidor o melhor produto pelo menor preço”, disse José Roberto Teles de Faria Gerente da Ceagesp de são José dos campos Mais conhecida como “Ceasa”, a central fica numa área de 9 mil metros quadrados. Lá são comercializados hortifrutigranjeiros procedentes da produção local e de cidades da região – são mais 9 mil toneladas por mês.

Serviço:
AS FLORES DA CEAGESP

  • Sexta – feira, das 5h às 10h.
  • Hortifrutigranjeiros: segundas, quartas e sextas das 5 às 10h.
  • Via Dutra, km 138,5 – Eugênio de Melo
  • Informações : 3905-1758 ou pelo email: [email protected]

Publicado em: 01/03/2013

Prefeitura realiza manuntenção em toda cidade

A Prefeitura de São José dos Campos começou nesta quinta-feira (28) os trabalhos de troca das tubulações no bairro Recanto dos Tamoios, na região sul da cidade. A substituição por tubulações maiores é para melhorar a vazão das águas pluviais. O objetivo da Administração municipal é manter a conservação das ruas do bairro.

Na região leste, trabalhos de drenagem foram realizados no bairro Vista Verde. Para acabar com as poças de água, causadas pelas águas pluviais, a Prefeitura construiu um dreno na área verde da Rua Cidade de Quito, ao lado do número 203. O pedido foi feito por um munícipe pelo 156. A Prefeitura tem feito esforços para garantir à população melhorias na qualidade de vida. Os trabalhos estão sendo executados por equipes da Secretaria de Serviços Municipais (SSM). m

Estradas rurais

A estrada Montes Claros, no bairro do Jaguari, na zona norte de São José, vem recebendo serviços de nivelamento e cascalhamento. Em razão da época de chuvas esses trabalhos serão feitos pela SSM a cada 15 dias, onde for necessário.  Esses serviços também estão sendo realizados na Água Soca e na Estrada São João, também na zona norte. Os trabalhos visam acabar com os buracos nas ruas do bairro, propiciando assim melhores condições de tráfego de pedestres e de veículos.

Limpeza

A SSM está executando desde a semana passada serviços de limpeza geral na área do Fundo do Vale, na orla do Anel Viário, na região central de São José dos Campos. O objetivo é retirar todo o entulho jogado na orla e deixar o local limpo e bem cuidado. Os trabalhos devem prosseguir até domingo (3 de março). Além destes trabalhos, a Prefeitura também está fazendo limpeza de boca de lobo com hidrojato em diversos bairros da cidade.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 01/03/2013

Duplicação da Tamoios recebe desconto do Governo

O governo estadual terá um desconto de R$ 600 milhões na construção dos contornos entre São Sebastião e Caraguatatuba na obra de duplicação da Rodovia dos Tamoios. Ontem, em São Paulo, foram abertas as propostas financeiras das 22 empresas que disputam os quatro lotes da obra, que tem 36,9 quilômetros de extensão no total.

O valor de referência para os quatro lotes, de R$ 1,871 bilhão, terá um desconto de 32% conforme a avaliação das propostas. A vantagem foi comemorada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB). “Foi um processo bem sucedido que ainda gerou uma grande economia para o Estado”, disse ele.

“É um momento extremamente importante e vamos agilizar a construção da nova Tamoios”, afirmou o governador. A expectativa do governo é que, no prazo de 30 dias, no máximo, mesmo se tiver recursos jurídicos, a obra dos contornos seja iniciada. “A expectativa é que, até o final do ano, as três obras da Tamoios estejam sendo feitas paralelamente”, disse Alckmin, se referindo à duplicação do trecho de planalto, a construção dos contornos e a obra do trecho de serra da Tamoios.

Segundo Laurence Casagrande Lourenço, presidente da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A), nenhuma das ofertas das 22 empresas atingiu o preço de referência dado pelo Estado. O desconto obtido nos contornos é o mesmo conseguido pelo governo na obra do trecho de planalto.

“Se juntar esses descontos todos, acabamos conseguindo um trecho inteiro saindo pelo valor economizado. Quem ganha é o contribuinte”, disse. A documentação das empresas concorrentes será analisada pela Dersa e, na semana que vem, a empresa publica a lista das vencedoras.

Em seguida, abre-se prazo para contestação. A expectativa do governo é assinar o contrato em até o final de março e começar a obra em abril. A Dersa inicia na próxima quarta-feira a intensificação nas obras do trecho de planalto, entre São José dos Campos e Paraibuna.

O número de trabalhadores nos canteiros subirá de 1.500 para 2.200, o que levará a Dersa a reduzir a velocidade máxima na rodovia. O trecho de serra da rodovia está atualmente em processo de obter o licenciamento ambiental, que deve sair até maio. As obras podem começar ainda neste ano.

A Rodovia dos Tamoios terá uma redução de 25% no limite máximo de velocidade permitido na estrada a partir de 6 de março, em razão da intensificação das obras. Os motoristas serão obrigados a trafegar no limite de 60 km/h nos quase 50 quilômetros do trecho de planalto, entre os kms 11,5 e 60,48, entre São José e Paraibuna, até 16 de dezembro deste ano, data prevista para o término da obras.

Hoje, a velocidade máxima permitida no trecho é de 80 km/h. Quem não respeitar o limite será multado. Também as faixas adicionais na rodovia serão eliminadas em vários pontos, com exceção das áreas de subida. A partir de 6 de março, as faixas funcionarão como acostamento para emergência e suporte nas operações das obras.

A justificativa da Dersa para adotar as medidas é a segurança na rodovia. As mudanças começam a ser divulgadas na rodovia em faixa de orientação. O volume de obras será ampliado e vai gerar 700 empregos com a implantação do terceiro turno. Os atuais 1.500 trabalhadores saltarão para 2.200. Os canteiros serão ampliados porque as áreas desapropriadas estão disponíveis.

O Vale

Publicado em: 01/03/2013

Embraer tem vistoria para garantir o mercado no Vale

A confirmação da Embraer Defesa e Segurança como fornecedora de 20 aeronaves Super Tucano para a Força Aérea dos Estados Unidos, anunciada anteontem, abre uma perspectiva positiva de mercado para o setor aeronáutico na região.

Para especialistas, a medida pode ‘desencantar’ o programa F-X2, que prevê a compra de 36 caças para a Força Aérea Brasileira. Para empresários e lideranças da área, a Embraer, com sede em São José dos Campos, garante entrada no maior mercado de defesa do mundo, que deve beneficiar e fortalecer a cadeia produtiva no Vale do Paraíba.

“Avião brasileiro é símbolo de avião de qualidade. É mais uma demonstração de competência e tende a nos ajudar quando formos nos apresentar no mercado dos Estados Unidos”, disse Graciliano Campos, presidente da Novaer Craft, empresa incubada na Univap (Universidade do Vale do Paraíba). O objetivo de Campos é fabricar aviões monomotores de quatro lugares que devem ser vendidos no mercado brasileiro, América do Sul e, futuramente, nos EUA.

“Tudo o que a Embraer vende tem reflexo positivo na cadeia produtiva”, disse Agliberto Chagas, gerente do (Centro para Competitividade e Inovação do Cone Leste Paulista). Para ele, a vitória da Embraer pode gerar novos empregos na região e garante a manutenção de milhares de postos de trabalho. “Entrar no mercado da maior potência do mundo é o carimbo da competência”, afirmou Chagas. Segundo Sebastião Gilberti Cavali, secretário de Desenvolvimento Econômico e Ciência e Tecnologia de São José, a Embraer é um motivo de orgulho. “Sinônimo de competência e vitrine para o mundo”.

A vitória da Embraer na concorrência nos EUA trouxe à tona o programa F-X2 da FAB (Força Aérea Brasileira), que se arrasta desde 2001. Para Expedito Bastos, pesquisador de assuntos militares da Universidade Federal de Juiz de Fora (MG), a notícia pode, de alguma forma, apressar o andamento da escolha do vencedor.

“Quem sabe agora o F-X2 desencanta. A escolha da Embraer para fornecer equipamentos e aeronaves para o setor militar dos Estados Unidos é muito importante para todo o Brasil”, afirmou ele. O anúncio da vitória pode beneficiar o caça norte-americano F-18 Super Hornet, produzido pela Boeing já apontado pela FAB como melhor opção para modernizar a frota brasileira. Em junho do ano passado, Embraer e Boeing assinaram um acordo de cooperação para o programa KC-390, que é um  projeto da Força Aérea Brasileira, para o qual a Embraer foi contratada, em abril de 2009, para desenvolver um cargueiro militar.

O acordo prevê o compartilhamento de conhecimentos técnicos específicos e a avaliação conjunta de mercados onde poderão estabelecer estratégias de vendas no segmento de aeronaves de transporte militar de médio porte. “É um ganho de integração de sistema e transferência de tecnologia”, disse Bastos.

Concorrência.
Ontem, a Força Aérea dos Estados anunciou a Embraer Defesa e Segurança como vencedora da concorrência avaliada em US$ 427 milhões para o fornecimento inicial de 20 aeronaves Super Tucano para o programa LAS (Light Air Support), ou apoio aéreo leve. Há expectativa de compra de mais aeronaves, podendo chegar a 55, em um contrato de até US$ 1,1 bilhão.
As aeronaves serão fornecidas em parceria com a Sierra Nevada Corporation e utilizadas em missões de treinamento avançado em voo, reconhecimento aéreo e apoio aéreo tático, com finalidade de operar em missões de vigilância de fronteira e ataques contra insurgência no Afeganistão e segurança nacional.

O Vale

Publicado em: 01/03/2013

Até dia 15 de março prazo para pedir beneficios do IPTU

Os contribuintes de São José dos Campos que pretendem pedir redução, isenção ou revisão do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) devem se apressar. O prazo para protocolar o pedido na Prefeitura é até o vencimento da primeira parcela do imposto, que ocorre entre os dias 11 a 15 de março, conforme consta do carnê.

Para ter direito ao benefício, o contribuinte tem que estar em dia com os impostos dos anos anteriores. Caso o pedido seja feito por pessoa não-proprietária, inclusive inquilino, é necessário apresentar procuração ou autorização da pessoa cujo nome consta no carnê.

Nos casos em que o valor do IPTU é inferior a R$ 21,50 não será emitido o carnê para a cobrança do imposto e taxa de coleta de lixo. Nestes casos, o contribuinte recebe uma carta da Prefeitura acompanhada de demonstrativo dos dados do imóvel, informando sobre a isenção. Neste ano a Prefeitura de São José dos Campos emitiu 20 mil cartas de isenção e 182 mil carnês do IPTU.

Desconto

Os contribuintes que decidirem optar pelo pagamento à vista em cota única para obter 5% de desconto no imposto também têm que estar atento aos prazos. Para ter direito ao desconto, o IPTU deve ser pago entre os dias 11 a 15 de março, conforme informação no carnê. O imposto também pode ser parcelado em até oito vezes, mas nestes casos não há o desconto.

Até a data de vencimento o pagamento pode ser feito em qualquer agência bancária, casas lotéricas ou internet. Após esse prazo, somente as agências da Caixa Econômica Federal estão autorizadas a receber o imposto acrescido de multa de 3% e juros de 1% ao mês, a partir do mês seguinte ao vencimento. O contribuinte que não receber o carnê do IPTU pode retirar pela internet a segunda via do boleto ou da parcela que deseja pagar no site da Prefeitura ou procurar os postos de atendimento do IPTU 20

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 28/02/2013

A partir de hoje começa venda de passagens pela Internet

A Prefeitura de São José dos Campos cumpre mais uma etapa das melhorias previstas para o sistema do transporte público. Nesta quinta-feira (28), os usuários (pessoa física) do sistema de transporte coletivo de São José dos Campos passam a ter como opção de compra dos créditos de passagens a internet. O benefício, que antes era reservado para as empresas, agora será garantido para os usuários do passe comum que possuem o cartão eletrônico do consórcio 123.

A venda de crédito para pessoa física pela internet faz parte do pacote de melhorias previsto para o sistema de transporte público e tem como foco melhorar a qualidade do serviço para o usuário. Entre as ações também estão previstas a renovação da frota, aumentando a capacidade em 10%; a chegada dos articulados para a cidade melhorando o conforto das linhas mais utilizadas; a implantação dos corredores de ônibus que irá diminuir o tempo de viagem e o bilhete único que chega novembro.

Para utilizar o serviço, o usuário precisa se cadastrar no site da recarga on-line e seguir as instruções que são disponibilizadas pelo sistema. A Prefeitura também preparou um passo a passo para orientar o público sobre como fazer a compra pela internet.

Após efetuar o cadastro, o usuário receberá um login e senha. A partir deste ponto, ele estará autorizado a comprar as passagens. O valor mínimo é de um único passe (R$ 3,30) e, o máximo, de R$ 500. Faça o cadastro acessando a página do Consórcio 123. A forma de pagamento fica a critério do usuário, pode ser boleto bancário (que é gerado na hora) ou on-line.

Após a finalização da compra, os créditos serão disponibilizados no cartão do usuário depois de três dias o prazo se refere ao período de crédito no banco e registro no sistema do transporte coletivo. A validação será feita no próprio ônibus, quando o passageiro passar pela catraca. Também é possível validar os créditos nos pontos de venda do consórcio 123.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 28/02/2013

Nova recurso na saúde adianta atendimento a pacientes

Uma novidade tecnológica recém-chegada está otimizando o trabalho das equipes de resgate da Prefeitura de São José dos Campos no atendimento aos pacientes vítimas de infarto: a luva para eletrocardiograma. O equipamento é a mais moderna ferramenta de telemedicina disponível hoje e permite que um laudo de eletrocardiograma seja emitido em apenas 4 minutos, otimizando o atendimento e contribuindo para a sobrevida do paciente.

O coordenador médico do Resgate Saúde, Fernando Fonseca Costa, explica que além da praticidade de manuseio o equipamento permite também uma grande economia de tempo no diagnóstico do infarto, uma doença comum e grave, em que cada minuto pode fazer a diferença entre a vida e a morte.

“Os dados são enviados via 3G automaticamente para uma equipe de cardiologistas, da Unifesp, que analisa os dados, elabora o laudo imediatamente e nos envia ainda no local do atendimento. Uma agilidade que interfere positivamente na sobrevida do paciente”, explica o médico. O resgate de São José é o primeiro serviço de atendimento pré-hospitalar do país a utilizar o equipamento. A luva para eletrocardiograma já está em operação desde o final de janeiro. E já se mostrou muito eficaz.

Principalmente em São José, que é uma cidade que tem muitos prédios residenciais, a novidade vem sendo muito bem recebida. Afinal, a grande maioria desses prédios dificulta o trabalho do resgate, com elevadores onde não cabe uma maca.

Nestes casos, a luva ajuda a economizar tempo, quando o socorro for no 10º andar de um edifício. O diagnóstico sai enquanto a equipe pensa na logística para a retirada do paciente do local. Então, se levar dez minutos para remover o paciente, não haverá problema, pois ele estará diagnosticado, medicado e a equipe orientada para onde levá-lo, dependendo do caso.

O secretário da Saúde lembra que além do uso da luva de eletrocardiograma, que já está em operação com ótimos resultados, a expectativa é que o serviço de atendimento pré-hospitalar seja otimizado ainda mais com a chegada do SAMU.“O SAMU vem para melhorar o serviço oferecido e vai absorver todas as tecnologias de atendimento pré-hospitalar que já temos em operação”, disse o secretário.

Infarto

O infarto é uma ocorrência grave que requer atendimento profissional imediato. Pode vir precedido de crises de angina (dores no peito, muitas vezes associadas ao esforço físico) ou irromper sem qualquer aviso. Cerca de 1/3 das pessoas que sofrem infarto não sobrevive e a maioria das mortes ocorre dentro de duas horas.

Das 1.099.131 mortes ocorridas no Brasil em 2009, 99.835 foram atribuídas às doenças isquêmicas do coração, das quais 75.868 são decorrentes do infarto agudo do miocárdio, o que representa 6,9% de todas as mortes. Quase a metade dos óbitos (29.849) ocorreu fora do hospital, com destaque para o domicílio do paciente (25.220). Estes números refletem o fato de que 25 a 35% dos pacientes infartados morrem antes de receber cuidados médicos.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 28/02/2013

Mês de Janeiro tem indice bom para exportação no Vale

As exportações de São José e Taubaté registraram alta de 4,58% em janeiro deste ano, comparado ao mesmo período do ano passado. Os setores aeronáutico e automotivo foram os responsáveis pela alta, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior divulgados ontem.

São José exportou US$ 195 milhões em janeiro ante US$ 187 milhões em 2012. Somente a Embraer e seus fornecedores venderam ao exterior US$ 94 milhões, 32% a mais que o ano passado. Os principais destinos foram Itália, Quênia e Estados Unidos.

“Isso mostra que a Itália dá sinais de recuperação. Se a economia mundial vai bem, a indústria aeronáutica cresce, embora ainda tímida, é um excelente resultado para as empresas”, disse Agliberto Chagas, gerente do Cecompi (Centro para Competitividade e Inovação do Cone Leste Paulista).

Com o mesmo índice de crescimento, Taubaté vendeu ao exterior US$ 110 milhões em janeiro deste ano contra US$ 106 milhões em 2012, com destaque para o setor automotivo, que vendeu US$ 66 milhões no mesmo período.

“A nossa expectativa é de crescimento até o meio do ano”, disse José de Arimathea Campos, gerente do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) de Taubaté. As indústrias de Jacareí tiveram alta de 37,87% US$ 21 milhões em 2013 ante US$ 15 milhões em 2012.

Novo Projeto planeja novo Aeroporto três vezes maior

O aeroporto de São José dos Campos pode ganhar um novo terminal de passageiros capaz de atender até 2 milhões de pessoas por ano, muito acima da atual capacidade, de 90 mil usuários por ano. A proposta foi feita pela Prefeitura de São José dos Campos à SAC (Secretaria de Aviação Civil), órgão da Presidência da República, em reunião anteontem em Brasília, intermediada pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp.

Segundo o vice-prefeito Itamar Coppio (PMDB), que participou do encontro, o novo terminal seria construído em uma área de 92 mil metros quadrados pertencente à Avibras Aeroespacial, empresa do setor de defesa de São José dos Campos. O terreno fica às margens da pista de decolagem.

“É a solução definitiva para o problema do aeroporto de São José, que tem capacidade limitada de atendimento”, afirmou Coppio. “Tanto o ministro Wagner Bittencourt, da Secretaria de Aviação Civil quanto o presidente da Infraero Antonio Gustavo Matos do Vale gostaram muito da nossa proposta”, afirmou Coppio.

A reunião em Brasília contou ainda com o prefeito Carlinhos Almeida (PT), o secretário de Desenvolvimento Econômico de São José, Sebastião Cavali, e o presidente da Avibras e da Abimde (Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança), Sami Hassuani. Segundo Coppio, a Avibras já teria concordado com a proposta. “É questão agora de entendimento entre a Secretaria de Aviação Civil, a Infraero e a empresa. Todos estão com boa vontade.”

A proposta defendida pela administração petista é uma variação do projeto estudado e também proposto ao governo federal pelo ex-prefeito Eduardo Cury (PSDB). Em julho de 2011, O VALE divulgou com exclusividade que a prefeitura, o DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial) e a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) estudavam a construção de um novo aeroporto no lado oposto à pista do atual terminal, na região sudeste de São José. O projeto acabou engavetado.

Para Coppio, a viabilidade da proposta do novo terminal na área da Avibras se dá por pelo menos três motivos: capacidade de atendimento de passageiros, acesso facilitado pelas rodovias Tamoios, Carvalho Pinto e Dutra e possibilidade de ampliar o aeródromo no futuro.

“Estamos pensando em uma demanda de passageiros não apenas regional, mas que atenda também o sul de Minas Gerais, podendo chegar a 4 milhões de passageiros”, disse o vice-prefeito. Ele não soube informar como ficaria o projeto de ampliação do atual terminal de passageiros que está sendo analisado pela Infraero. “Não sei dizer o que seria feito desse terminal. Isso é com o governo.”

A proposta da prefeitura foi bem recebida por pessoas ligada ao setor industrial e aeronáutico, mas com ressalvas. Lauro Ney Batista, presidente da Cedaer (Comissão Empresarial para o Desenvolvimento Aeroespacial de São José dos Campos e Região), disse que o espaço no atual terminal de passageiros é insuficiente para a necessidade da região e que a construção de um outro seria a solução ideal. A dúvida é em que área.

“Desconheço essa área da Avibras. Não sei se é adequada para as necessidades de um terminal”, afirmou. Almir Fernandes, diretor do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) de São José, disse que a solução para a saturação do aeroporto tem que ser definitiva, e não paliativa. “Seja o que for, não dá mais para soluções temporárias, com ‘puxadinhos’.”

O Vale

Publicado em: 28/02/2013

Rodovias do Tamoios terá pedágio de cobrança

A Rodovia dos Tamoios deverá ser concedida à iniciativa privada e ganhar cobrança de pedágio, como ocorreu com o sistema Ayrton Senna/Carvalho Pinto. O modelo da concessão está ligado ao término das obras de duplicação da rodovia, especialmente ao trecho de serra, cujo projeto está em fase de licenciamento ambiental. O custo é avaliado em R$ 2 bilhões.

Caso o governo estadual opte por manter a obra pública, licitando a construção da serra, como vem sendo feito no trecho de planalto e nos contornos de São Sebastião e Caraguatatuba, a concessão seria feita após o términos das obras, até 2018. Mas se o Estado resolver fazer a obra da serra em uma PPP (Parceria Público-Privada), a concessão poderia entrar no pacote antes disso.

A empresa ou o consórcio vencedor da PPP construiria os 22 quilômetros do trecho de serra e, em contrapartida, administraria toda a rodovia, podendo cobrar pedágio dos usuários. “Entendo que a rodovia será concedida. Se houver PPP para a serra, deverá ser concedida nesse processo. Senão, mais para a frente. E teremos a cobrança de pedágio”, disse Laurence Casagrande Lourenço, presidente da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A).

A decisão pela PPP ou não dependerá do custo total da obra, que só será conhecido após a fase de licenciamento ambiental do trecho de serra, que deve terminar até maio deste ano. A previsão da Dersa é que as obras comecem ainda em 2013.

O modelo de pedágio a ser adotado na Tamoios, segundo Lourenço, seria o mesmo que está em fase de testes em duas rodovias estaduais, a Engenheiro Constâncio Cintra (SP-360), entre Itatiba e Jundiaí, e a Santos Dumont (SP-75), que liga Sorocaba a Campinas.

Trata-se do sistema ‘Ponto a Ponto’, parecido com o ‘Sem Parar’ adotado na via Dutra. Nele, todos os usuários que trafegam pela rodovia pagam pelo trecho rodado, e não mais em praças de pedágio. Paga-se pela quantidade de quilômetros rodados na estrada. O controle é feito em pórticos fixos colocados em pontos definidos da rodovia que “contam” os quilômetros rodados de cada veículo, que deverão ter um equipamento instalado.

O pagamento por ser feito por créditos ou pela internet. “A tarifa é por quilômetro e é menor. Paga-se o trecho que for usar, e todos pagam”, disse Lourenço.  Motoristas dividem-se quanto à cobrança de pedágio na Tamoios. Quem mora na região, não gostou da medida. Já turistas elogiaram o sistema por causa da segurança e da manutenção da via. “A gente convive com esse tráfego há anos e nunca tivemos nenhum benefício”, disse o aposentado Antônio Castro, 60 anos, de Paraibuna.

O Vale

Publicado em: 28/02/2013