Governo faz parcerias para novo Aeroporto na cidade

A Avibras Aeroespacial tem interesse em ser parceira do governo federal para a expansão do aeroporto de São José dos Campos, cuja estrutura está defasada. Em razão da importância regional do aeródromo, o aeroporto foi incluído no programa de investimentos para o setor anunciado pela presidente Dilma Rousseff (PT) no final do ano passado.

Na semana passada, uma comissão da Prefeitura de São José, incluindo o prefeito Carlinhos Almeida (PT), esteve em Brasília e propôs o uso de uma área de 90 mil metros quadrados, pertencente à Avibras, para a expansão do aeródromo. Sami Hassuani, presidente da empresa, disse ontem que a Avibras tem interesse em fazer uma parceria com o governo federal para concretizar o projeto. Mais do que apenas vender a área, ressaltou o executivo, a empresa estaria de olho nos novos negócios que o aeroporto poderia gerar.

“Temos muito interesse em nos associar para a expansão do aeroporto. Nossa ideia não é de vender aquela área, mas de investir em projetos no setor aeronáutico”, afirmou. A área, que fica ao lado da cabeceira da pista de pouso do aeroporto, perto da região do Putim, na zona leste da cidade, já não tem mais nenhuma atividade de produção da Avibras.

Toda a produção da empresa daquele local, conhecido como Fábrica 1, foi transferida para a unidade que fica na rodovia dos Tamoios. A Avibras aluga imóveis para empresas que prestam serviço para o setor aéreo, como na manutenção de aeronaves.

Segundo Hassuani, o plano de negócios da empresa prevê o uso da área em projetos do setor aeronáutico, o que inclui, eventualmente, a exploração de um aeroporto. “A proposta do uso daquela área partiu da prefeitura, mas conta com a nossa aprovação. Trata-se de uma expansão com baixo impacto”, disse. A proposta da prefeitura está em análise na SAC (Secretaria de Aviação Civil), órgão da Presidência da República.

A pasta informou que ainda não há prazo para a conclusão dos estudos. Além da avaliação da documentação entregue pela prefeitura, como fotos e plantas, o local deverá passar por uma avaliação presencial de técnicos da secretaria. A visita também não está marcada. Para Hassuani, a proposta entra como uma alternativa entre dois projetos que estão em estudo para a expansão do aeroporto de São José.

Um deles, avaliado pela Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), prevê um aumento do atual terminal por meio de um MOP (Módulo Operacional de Passageiros) de até 5.000 m². O outro, encabeçado pelo DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial), é mais ousado e caro e contempla a construção de um novo terminal do lado oposto da atual estrutura, que exigiria uma segunda pista. “A proposta da prefeitura não exclui nenhuma das duas e tem baixo impacto”, afirmou.

O Vale

Publicado em: 05/03/2013

Custo de Vida está se tornando um desafio para moradores

É mais caro viver em São José do que em São Paulo e outras capitais. Moradores da maior cidade do Vale pagam mais caro pelo táxi, pelo transporte público e para comer fora. Em uma média estimada junto a entidades dos setores, de São José e capitais, pode-se dizer que o joseense gasta como um morador de uma grande metrópole.

É ‘chique’ andar de táxi pela cidade, que tem a bandeirada mais cara R$ 4,50 comparada com outras quatro grandes capitais: São Paulo (R$ 4,10), Porto Alegre (RS) e Belo Horizonte (MG) R$ 3,90 cada uma e Salvador (BA) a R$ 3,75, e com Campinas (R$ 4,40).

Segundo Carlos Moura, presidente do Sindicato dos Taxistas, está sendo implantado um sistema que vai funcionar via internet, que deve facilitar a vida do cliente. “Procuramos sempre modernizar o produto oferecido para buscar novos clientes e satisfazê-los. Dessa forma, vale a pena pagar o preço”, afirmou.

De acordo com Moura, esse valor, que não é reajustado há dois anos, deve subir no segundo semestre. Ainda na lista dos mais caros, o usuário de transporte coletivo na cidade está tendo que desembolsar 17,86% a mais desde 11 de fevereiro, quando o valor foi reajustado para R$ 3,30. Essa é a passagem de ônibus mais cara do Brasil, ao lado de Campinas, Osasco, Santo André e São Bernardo.

O VALE fez uma comparação. Se você estiver acompanhado de mais três pessoas e precisar percorrer um caminho equivalente do Jardim Paulista até o centro de São José, vale a pena chamar um táxi. Quatro passagens de ônibus: R$ 13,20. Táxi: R$ 9, dividido por quatro: R$ 2,25 para cada um.

Em 2012, pesquisa da Assert (Associação das Empresas de Refeição e Alimentação Convênio para o Trabalhador) apontou São José como a segunda cidade mais cara do país para comer fora, em média, R$ 26,34 a refeição completa. Segundo Arthur Almeida, presidente da Assert, um novo estudo, que será divulgado ainda este mês, deve mostrar aumento em torno de 10% na alimentação.

Para Joelma Barros, funcionária pública, 44 anos, São José é uma cidade para todos os gostos e bolsos. “Sempre encontro o que quero. Não preciso sair daqui.” Para o economista Luiz Carlos Laureano, do Nupes (Núcleo de Pesquisas Econômico-Sociais), da Unitau, a característica industrial gera melhores salários, impulsiona o consumo e alavanca os preços.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 04/03/2013

Vereador tem projeto para liberar Cultos em praças

As praças públicas de São José poderão virar palco para cultos religiosos de quaisquer denominações. O pregador falando para dezenas de fiéis nas praças pode virar uma cena comum na cidade. Isso vai ocorrer se a Câmara aprovar, e o prefeito Carlinhos Almeida (PT) sancionar, o projeto de lei do vereador Shakespeare Carvalho (PRB), que garante o direito à realização de cultos religiosos nas praças públicas de São José.

Apresentado anteontem, o texto do projeto tem apenas quatro artigos e poderá receber emendas de outros vereadores até 14 de março, quando deve ser votado. Passará também pelas comissões de Justiça, Cultura e Cidadania.

Shakespeare está otimista quanto à aprovação do projeto. “Conversei com quase todos os vereadores e eles vão apoiar a proposta. A prefeitura também é sensível para essa questão, diferente da administração anterior”, disse.

Para o vereador, que também é pastor evangélico, a lei será a garantia de que os fiéis poderão se expressar livremente nas praças da cidade, o que não acontecia até o ano passado. “Havia um certo preconceito contra os evangélicos. Muitos chefes da fiscalização nos perseguiam. A lei é para evitar que isso ocorra”, afirmou.

Shakespeare admite que a lei pode gerar exageros por parte de algumas pessoas, que usem as praças no lugar das igrejas para realizar seus cultos regulares. Mas ele pondera que isso pode ser uma situação pontual e que deverá ser regulamentada pela prefeitura. “Quem for realizar um culto em praça pública terá que pedir autorização”, afirmou.

O Código de Posturas de São José não rejeita diretamente a realização de cultos em áreas públicas da cidade, mas limita a quantidade de barulho de eventos ao ar livre, que devem ser controlados e autorizados. No projeto. Shakespeare cita a Constituição Federal para amparar o pedido: “A lei máxima garante e nós queremos essa garantia na cidade”.

A proposta de liberar cultos religiosos em praças públicas de São José dos Campos foi bem aceita por vereadores e pessoas ligadas às igrejas, mas com ressalvas. As principais pedem cuidado com o uso descontrolado e exagerado da norma, permitindo pregados nas praças causando incômodo à população.

Tonhão Dutra (PT) disse que vai apoiar o projeto do colega vereador. Para ele, trata-se de uma questão de democracia com fundo espiritual. “Sou favorável à lei. É um direito democrático das pessoas e que será regulamentado pela prefeitura”, disse.

Para o vereador Fernando Petiti (PSDB), hoje na oposição, a lei precisará ter regras claras e controle por parta da administração. Ele teme que a norma descambe para a disputa entre denominações religiosas pelas ruas da cidade.

O Vale

Publicado em: 04/03/2013

Fundação Cultural da cidade tem parcerias fechadas

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), de São José dos Campos, lança quatro editais para a ampliação das políticas públicas culturais do município. São eles: o projeto “Arte nos Bairros”; o de Cessão de uso de espaços da FCCR; Credenciamento de Projetos/Monitores e de Credenciamento de Parceiros para acordo de cooperação cultural. As inscrições podem ser feitas a partir desta segunda-feira (4) no site da FCCR ou em alguns casos nos próprios Espaços Culturais.

O Projeto Arte nos Bairros é aberto para todos os munícipes. Serão oferecidas oficinas em todas as regiões do município em 11 áreas artísticas e culturais: música, dança, audiovisual, teatro, circo, manifestações da cultura popular, artesanato, artes visuais, literatura, patrimônio cultural e cultura da infância.

O edital de Cessão de uso de espaços da Fundação Cultural estabelece regras visando democratização do acesso aos bens culturais, transparência, ampliação e isonomia, no atendimento aos interessados no uso dos teatros no exercício de 2013.

O Credenciamento de Projetos/Monitores é voltado para prestadores de serviços, de projetos e ações culturais para integrar o cadastro da Fundação. Quem se credenciar pode ser chamado para prestar serviços sempre que necessário.

O Credenciamento de Parceiros para acordo de cooperação cultural é voltado para instituições sociais, sem fins lucrativos, sediadas em  São José dos Campos, interessadas em firmar em 2013 acordo de cooperação cultural para implantação de projetos culturais. Essa é a maneira encontrada pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo para ampliar o atendimento das ações culturais do município.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 04/03/2013

Prefeitura da cidade divulga ganhadores da Nota Joseense

A Prefeitura de São José dos Campos disponibilizou no site oficial a lista dos cem ganhadores do sorteio da Nota Joseense. Os sorteados também serão informados por carta e por edital publicado no Boletim Oficial do Município e em veículo de imprensa de grande circulação.

Aproximadamente 153 mil notas concorreram aos prêmios que distribuiram R$ 32 mil em dinheiro aos consumidores que ao contratarem serviços em São José dos Campos pediram a Nota Fiscal de Serviços Eletrônicos. O sorteio foi realizado mediante números da extração de Loteria Federal do concurso do dia 27 de fevereiro.

As premiações serão pagas a partir do dia 22 de março de 2013, na Tesouraria da Prefeitura, que funciona no 4º andar do Paço Municipal. Para receber o prêmio, será necessário apresentar a carteira de identidade e o CPF. Veja a relação dos bilhetes premiados. O próximo sorteio será no dia 24 de abril e poderão concorrer somente as notas fiscais eletrônicas emitidas a partir do dia 1º de fevereiro.

Participação

Todos os contribuintes que contratam serviços de empresas credenciadas para emitir a nota fiscal eletrônica podem concorrer aos prêmios. Para isso é preciso que o consumidor esteja cadastrado no site da Nota Joseense e solicite a inclusão de CPF na nota eletrônica.

A Nota Joseense pode ser solicitada na prestação de serviços de escolas, hotéis, laboratórios, estacionamentos, lavanderia, academias de ginásticas e outras empresas de prestação de serviços. Ela é diferente da Nota Fiscal Paulista, que é emitida na compra de produtos e mercadorias, sujeitas ao pagamento do ICMS, que é um imposto estadual. Esta é fornecida por supermercados, lojas, restaurantes e demais estabelecimentos comerciais.

Mais informações sobre o sorteio e como participar da Nota Joseense você encontra no site da Prefeitura ou pelo atendimento 156.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 04/03/2013

FCCR abre inscrições para Artes nos Bairros na cidade

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) abre as inscrições a partir desta segunda-feira (4) para os interessados em participar do Projeto Arte nos Bairros. O prazo segue até 4 de abril. Os cursos são para maiores de sete anos de idade em todas as regiões de São José dos Campos.  As inscrições podem ser feitas no site da Fundação Cultural ou pessoalmente em nove espaços culturais do município, das 8h às 17h. Cada pessoa pode participar de até dois projetos.

Para se inscrever é necessário apresentar o RG e o CPF originais, verificar quais são as áreas oferecidas no Espaço Cultural desejado e preencher uma ficha eletrônica. As vagas são limitadas e serão preenchidas por meio de sorteio. Estão sendo oferecidas atividades em 11 áreas artísticas e culturais: música, dança, audiovisual, teatro, circo, manifestações da cultura popular, artesanato, artes visuais, literatura e patrimônio cultural e cultura da infância.

“Esse ano a fundação está democratizando o acesso aos projetos para atender mais pessoas, oferecendo um maior número de oficinas, projetos e linguagens”, comenta a assessora de relações institucionais, salientando que este ano o artesanato volta a fazer parte das atividades por um pedido da população.

O Projeto Arte nos Bairros disponibiliza espaços destinados a atividades artísticas que proporcionam oportunidades de aquisição de novos conhecimentos e novas vivências, de experimentação e de contato com os mais diversos tipos de linguagens, técnicas e ideias, possibilitando a difusão cultural e a formação de público. A previsão é que as oficinas comecem a partir de 15 de abril.

Confira os locais de inscrição:

  1. EC Clemente Gomes
    Avenida Olivo Gomes, 100 – Parque da Cidade – Santana
  2. EC Flávio Craveiro
    Avenida Lênin, 200 – Dom Pedro I
  3. EC Cine Santana
    Avenida Rui Barbosa, 2005 – Santana
  4. EC Chico Triste
    Rua Milton Cruz, s/ nº – Vila Tesouro
  5. Rancho do Tropeiro Ernesto Vilela
    Rua Ambrósio Molina, 184 – Eugênio de Melo
  6. EC Eugênia da Silva
    Rua dos Carteiros, 110 – Novo Horizonte
  7. EC Tim Lopes
    Avenida Ouro Fino, 2520 – Bosque dos Eucaliptos
  8. EC Júlio Neme / Sebastião Batista
    Rua 13 de maio, 691 – São Francisco Xavier
  9. EC Johann Gütlich
    Rua Elíseo G. Sobrinho, 40 – Jardim Morumbi

O edital pode ser conferido no site da Fundação Cultural Cassiano Ricardo.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 04/03/2013

Empresa NovaDutra completa 17 anos de administração

Já se vão 17 anos desde que a concessionária CCR Nova Dutra assumiu o controle da rodovia mais importante do país. Esta é a primeira vez que a Rodovia Presidente Dutra está sob a responsabilidade de uma empresa privada e sai das mãos do Governo Federal.

A concessão da empresa à administração da rodovia vai até o janeiro de 2022. De acordo com a rodovia, em 17 anos, foram injetados na estrada cerca de R$ 11 bilhões, incluindo a realização de obras, aquisição de equipamentos e operação da rodovia, a Via Dutra está entre as melhores rodovias do País, de acordo com a Pesquisa CNT de Rodovias 2012, da Confederação Nacional do Transporte.

Segundo a rodovia, desde 1996 quando começou a concessão, foram construídos 54 quilômetros de pistas marginais, 334 quilômetros de muros de concreto, 31 novas pontes e viadutos, 46 novas passarelas e recuperação de 96 pontes, 49 viadutos e 23 passarelas.

Atualmente, a CCR NovaDutra emprega 1.400 funcionários. Nos últimos anos, foram implantados, ainda, 58 pontos de fiscalização eletrônica de velocidade ao longo da rodovia. O resultado deste conjunto de ações, de acordo com a empresa, foi a redução de 62% no número de mortes na Via Dutra entre 1996 e 2012, com queda de 520 para 195 registros.

Publicado em: 04/03/2013

Prefeitura continua com o Projeto Praça Segura na cidade

Com seis anos de existência, o programa Calçada Segura, vitrine do governo de Eduardo Cury (PSDB) em São José dos Campos vai sofrer modificações. Provisoriamente ligado ao Gabinete do prefeito Carlinhos Almeida (PT), o programa está sem comando direto. Não foi nomeado o assessor de Políticas para Pessoa com Deficiência, pasta que cuida do programa e que era comandada pelo ex-vice-prefeito Luiz Antônio Ângelo da Silva.

Segundo Itamar Coppio (PMDB), atual vice-prefeito, a administração estuda ligar o programa à recém-criada Secretaria de Promoção da Cidadania, chefiada por Dimas Soares. Além disso, a prefeitura vai reforçar as ações de fiscalização e orientação técnica para aumentar as metas do programa. A projeção do governo anterior era de construir entre 40 mil m² e 50 mil m² de caçadas por ano.

Desde 2010, quando houve mais rigor na fiscalização, 250 mil metros quadrados de calçadas particulares foram construídas na cidade. Do total construído, a estimativa é que 60% tenha sido feito de forma voluntária e apenas 40% foi motivada por notificações da prefeitura.

“É um projeto importante que vamos manter. Nos países mais desenvolvidos é tudo plano, sem risco de tropeçar”, disse Coppio. Nas ruas da cidade, o programa não é unanimidade e divide opiniões. A funcionária pública Léa Mello, 57 anos, moradora do Satélite, fez um orçamento para colocar o bloquete intertravado na calçada. Riu quando ouviu o preço.

“Me pediram R$ 2.400, com a mão de obra e tudo. Fica lindo, mas é o bonitinho ordinário. Um absurdo”, satirizou ela, que acabou optando pela calçada de cimento, com custo de R$ 300. Já a professora Rosinéia dos Santos, 44 anos, apoia o programa e disse que vai colocar calçada de bloquete em sua casa, no Bosque dos Eucaliptos. Ela tem um estabelecimento comercial, que já teve a Calçada Segura implantada, com a ajuda de técnicos da prefeitura.

“Isso faz com que o povo arrume e valorize a cidade, porque as calçadas estão muito feias”. O que gera as críticas é a crença da obrigatoriedade de se colocar o bloquete intertravado, mais caro. Mas em apenas 20% da cidade esse piso é obrigatório. No restante, opta-se entre o bloquete e a calçada de cimento, que é adequada nas especificações.

A prefeitura, além de fiscalizar e notificar calçadas irregulares, tem também técnicos disponíveis para orientar e tirar dúvidas sobre o programa. “Muitas vezes quem quer fazer uma calçada não sabe qual é o padrão correto. Temos uma equipe exclusiva que dá orientações pessoalmente ou por telefone”, disse o coordenador do Calçada Segura, Rony Pereira.

Uma calçada irregular pode levar a lesões nos pedestres. As mais comuns são torções de tornozelo e joelho, fraturas de punho e fratura de fêmur, em idosos. “A calçada nivelada é importante, principalmente, para as pessoas idosas ou com deficiência. Muitos lugares não passam uma cadeira de rodas ou um andador”, disse a fisioterapeuta Camila Cruz.

Além de garantir a padronização das calçadas, especialistas e entidades destacam que o mais importante é a segurança e a fiscalização. “A ideia é muito boa. O piso removível é de fácil manutenção e não gera entulho, mas tem que ter um controle sobre a padronização”, disse Flávio Mourão, arquiteto especialista em planejamento urbano.

Ele destacou que falta uma política ‘mais agressiva’ para garantir o nivelamento correto das ruas e seguir as normas. Já o presidente da Associação Brasileira de Pedestres, Eduardo Daros, disse que o essencial é o conforto. “O pedestre hoje anda cabisbaixo, tem que andar olhando para o pé porque não sabe o que o espera no próximo passo. Se a calçada é desse ou daquele material não interessa, o importante é que seja confortável”

O Vale

Publicado em: 04/03/2013

Cidade tem passo Saudável na área da Educação

A partir desta sexta-feira (1º de março) até o próximo dia 12 de março, os profissionais de saúde realizam o programa Um Passo Saudável na Secretaria de Educação. A avaliação será das 8h às 12h no auditório 2 da Secretaria, que fica na Vila Industrial.

O objetivo do programa é orientar e conscientizar o servidor sobre sua saúde, buscando melhorar sua qualidade de vida. Para isso, um grupo de profissionais da saúde irá realizar avaliações de glicemia, colesterol, pressão arterial, risco coronariano e antropometria peso, altura e cálculo de índice de massa corporal (IMC).

Os servidores irão receber ainda orientações sobre diabetes, colesterol e hipertensão arterial, assim como dicas de nutrição e atividades físicas. Para ser atendido, é necessário apresentar o CPF, principalmente para aqueles que ainda não possuem número de matrícula. O atendimento dará prioridade aos servidores que trabalham no local onde ocorrem as avaliações.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 01/03/2013

Servidores da cidade devem ganhar reajuste salárial

O servidores municipais de São José devem receber mais um reajuste de salários até o final do ano. O secretário municipal da Fazenda, José Walter Pontes, disse ontem que o governo trabalha com a previsão de concessão de novo reajuste de 5% para o funcionalismo.

“A tendência é que haverá mais um gatilho este ano”, afirmou Pontes durante audiência pública na Câmara para a prestação de contas das finanças municipais relativas a 2012. Em janeiro, o prefeito Carlinhos Almeida disparou o gatilho salarial para o funcionalismo por conta de a inflação no ano passado ter atingido o patamar de 5% toda vez que a inflação atinge esse percentual, o gatilho é dispara para corrigir perdas. Por enquanto, o governo ainda não estabeleceu uma política salarial para o funcionalismo.

O secretário da Fazenda defendeu o gatilho como um mecanismo importante para corrigir perdas do funcionalismo. “É um mecanismo importante. Quais municípios têm esse mecanismo?”, afirmou. Segundo Pontes, a folha de pagamento do funcionalismo consome em média 40% da receita anual da prefeitura, bem abaixo do limite de 54% preconizado pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

O Sindicato dos Servidores Municipais planeja realizar uma assembleia com a categoria, após o prefeito completar 100 dias de governo, para aprovar uma pauta de reivindicações e iniciar diálogo com a nova gestão municipal. Pelos dados divulgados ontem pelo secretário da Fazenda, no ano passado foram dotados no orçamento R$ 599 milhões para pessoal e encargos sociais. Do total, R$ 582 milhões foram empenhados e o valor efetivamente pago atingiu R$ 573 milhões. O secretário da Fazenda José Walter Pontes durante audiência de prestação de contas na Câmara; folha de pagamento da prefeitura consumiu R$ 573 milhões em todo o ano passado Cláudio Vieira.

O Vale

Publicado em: 01/03/2013