Avenida Benedito Matarazzo ganha cratera na cidade

A ponte da avenida Benedito Matarazzo, paralela à Via Dutra, no Jardim Pau lista, também apresentou diversos problemas em decorrência das fortes chuvas do dia 22 de março. Uma rachadura corta parte da via no trecho próximo ao córrego Cambuí. Na parte mais extensa, o buraco chega a ter três metros de largura e dois metros e meio de profundidade.

“Já é a segunda vez que acontece isso. A última foi há cinco anos e a via caiu quase que inteira. Agora está acontecendo novamente. É possível cair nesse buraco”, afirmou o soldador Adriano Carlos da Silva, 34 anos, que mora na frente da rachadura. Como a via está interditada, moradores ao redor da área erodida não podem circular com carros pelo local. “Não posso nem mesmo guardar o meu carro na garagem. Então, a solução que arranjamos foi deixá-lo na rua ou pagar estacionamento”, disse Silva.

Segundo a Secretaria de Obras, a titular da pasta, Soraya de Paula Rosário, visitou o local ontem à tarde e emitirá um parecer sobre o assunto na tarde de hoje. A previsão da Secretaria de Serviços Municipais é que as obras de recuperação da via danificada comecem em até duas semanas. Outras seis obras estão sendo realizadas nos bairros Jardim Nova República, Costinha, Jardim Coqueiro, Vale do Sol, Jardim Pernambuco e 31 de Março.

O Vale

Publicado em: 11/04/2013

Parque Tecnologico tem nova empresa no seu espaço

A Visiona Tecnologia Espacial, empresa resultado de uma parceria da Embraer com a Telebras, começa este mês suas operações no Parque Tecnológico de São José dos Campos. A informação foi divulgada pela direção do parque, na LAAD (Feira Latino-Americana de Defesa e Segurança), que acontece no Rio de Janeiro. O diretor-geral do Parque Tecnológico, Horácio Forjaz, disse que a empresa irá se transferir da Embraer, onde está provisoriamente, para o núcleo do parque.

A Visiona irá ocupar um área de 700 metros quadrados. A partir do Parque Tecnológico, a companhia irá centralizar as atividades de integração do sistema do novo satélite geoestacionário brasileiro, que será comprado pelo governo, para atender as necessidades de comunicações estratégicas de defesa.

O satélite é considerado estratégico para o país e terá emprego civil e militar. O investimento no programa do satélite geoestacionário é de cerca de R$ 720 milhões. A Embraer detém 51% do capital social da empresa. O restante é da Telebras. O satélite geoestacionário brasileiro vai atender às necessidades de comunicação do Governo Federal, incluindo o Programa Nacional de Banda Larga.

Outra empresa que optou pelo Parque Tecnológico é a Atech Negócios em Tecnologia, subsidiária da Embraer Defesa e Segurança. A companhia vai estabelecer uma unidade no núcleo do complexo tecnológico, onde ocupará uma área de 240 metros quadrados. A Atech irá abrigar no parque uma equipe de especialistas dedicados ao desenvolvimento de inovações tecnológicas. A companhia participa de projetos estratégicos de Defesa, entre eles os Sistemas de Vigilância e Proteção da Amazônia e do Espaço Aéreo Brasileiro.

O Vale

Publicado em: 11/04/2013

NovaDutra ajuda campanha do Agasalho na cidade

A Campanha do Agasalho, realizada todos os anos por iniciativa dos Fundos Sociais de Solidariedade, ganhou um ‘braço’ na rodovia mais importante do país.

A partir desta semana, os usuários da Rodovia Presidente Dutra poderão também contribuir com a campanha em 18 postos de coleta espalhados pela rodovia. Destes, 11 estão em Bases operacionais do SOS Usuário e sete em postos de serviço da Rede de postos Graal. A campanha acontece até 26/05.A campanha é iniciativa da concessionária de deve beneficiar famílias que moram nas cidades que permeiam a rodovia.

Outra estratégia para aumentar o número de peças coletadas pela rodovia é o envolvimento dos 1.400 colaboradores das 26 Unidades de Trabalho da CCR NovaDutra. O objetivo é que cada colaborador seja um agente multiplicador da Campanha entre amigos, vizinhos e parentes.

“Entendemos que precisamos envolver os usuários a contribuir com a campanha, que tem como objetivo minimizar os efeitos do frio nas comunidades carentes ao longo da rodovia. Além disso, contaremos com nossos colaboradores como agentes multiplicadores, envolvendo familiares e pessoas de seu convívio, fora do horário de trabalho”, afirmou Carla Fornasaro, responsável pela área de Relações Institucionais da CCR NovaDutra.

Em 2012 foram coletadas mais de 2.600 peças.

Publicado em: 11/04/2013

Senac da cidade tem cursos livres para moradores

Tendo em vista o aumento da procura no mercado gastronômico, as unidades do Senac Taubaté e São José dos Campos oferecem curso livre Macarons. Originários da confeitaria parisiense, os macarons são apreciados pelo sabor e geralmente compostos por dois biscoitos crocantes e macios, feitos com farinha de amêndoas, claras de ovos, mais os recheios cremosos variados, que vão de acordo com o gosto do cliente.

O curso livre Macarons, que acontece de 14 a 24 de abril no Senac São José dos Campos e de 13 a 22 de maio no Senac Taubaté, é indicado para qualquer pessoa interessada em conhecer as técnicas de preparo da sobremesa e seus sabores. “Chocolate, limão, pistache, café, framboesa e baunilha são os mais conhecidos no mercado”, conta o docente do Senac Taubaté Vinicius Cassaroti, especializado em Patisserie de Boutique – Senac & Ecóle Lenôtre, tradicional escola de gastronomia de Paris.

Com duração de quinze horas, o curso ensina as técnicas de preparo aos alunos, a fim de associar as características tradicionais do produto à inovação para sua apresentação. De acordo com o docente, os macarons combinam com quase todo tipo de bebida, já que a gama de sabores é bem variada. “Chás, cafés, licores, cachaças, vinhos e cervejas podem ser harmonizados com o doce”, conclui Vinicius.

Serviço
Curso livre Macarons

  • Senac São José dos Campos
    Data: de 15 a 24 de abril
    Horário: das 14 às 17 horas, segundas, quartas e sextas-feiras
    Local: Senac São José dos Campos
    Endereço: Rua Saigiro Nakamura, 400, Vila Industrial
    Informações e inscrições: (12) 2134-9000 / www.sp.senac.br/sjcampos
  • Senac Taubaté
    Data: de 13 a 22 de maio
    Horário: das 19 às 22 horas, segundas, quartas e sextas-feiras
    Local: Senac Taubaté
    Endereço: Rua Nelson Freire Campello, 202, Jardim Eulália
    Informações e inscrições: (12) 2125-6099 / www.sp.senac.br/taubate

Publicado em: 10/04/2013

Prefeito avalia mandato de ano de dificuldade em São José

Ao completar hoje 100 dias de governo, o prefeito de São José, Carlinhos Almeida (PT), admite que o primeiro ano de sua gestão será apenas para ‘arrumar a casa’ devido à dificuldade financeira que alega ter herdado da administração Eduardo Cury (PSDB). Em entrevista exclusiva a O VALE, o petista reclama do que classificou como “falta de planejamento” da gestão anterior ao não deixar verba para contratos já previstos.

“Neste ponto de vista, esperava um planejamento melhor. Não é uma crítica, mas uma constatação”, disse. No balanço, Carlinhos afirma que ter concedido o aumento de 17,86% na tarifa de ônibus foi a decisão mais difícil de sua vida, defende o reajuste de 103,9% no salário do vice-prefeito Itamar Coppio (PMDB) e reitera que pretende fazer uma nova Lei de Zoneamento.

Leia os principais trechos:

Que balanço o senhor faz dos 100 primeiros dias de governo?
Conseguimos algumas coisas muito importantes para a cidade. A primeira foi tomar providências para enfrentar o problema financeiro que encontramos, com arrecadação em queda. E temos este problema de que em torno de R$ 100 milhões de contratos já firmados não têm cobertura no orçamento. Com diálogo e tranquilidade, conseguimos rever alguns contratos e preparar a prefeitura e a cidade para passar este primeiro ano de dificuldade, vencer estas dificuldades e no ano que vem colher os frutos deste trabalho.

O senhor ficou surpreso com a herança que recebeu?
Alguns problemas foram uma surpresa para nós. Por exemplo, o fato de vários contratos não terem previsão aprovada no orçamento. Neste ponto, esperava um planejamento melhor. Não é uma crítica, mas uma constatação. Muitas coisas foram bem conduzidas pela administração passada, mas há falhas que vamos corrigir.

Como o senhor classifica a herança que recebeu?
Uma herança desafiadora. Nossa missão é superar os problemas que a cidade tem e apontar um caminho de desenvolvimento econômico para fazer com que as pessoas tenham acesso ao emprego e à renda e para que consigamos ampliar os serviços que já temos.

Quais as principais conquistas destes 100 dias?
Iniciar o mutirão da saúde, contratar depois de tantos anos a Santa Casa e contratar o GACC, que nunca havia sido contratado. Temos conseguido ampliar significativamente o número de vagas em creches e escolas. Conseguimos criar a Secretaria de Regularização Fundiária, que é uma coisa fundamental para resgatar dívida social que São José tem com os loteamentos irregulares, e a Secretaria de Promoção da Cidadania. Pela primeira vez, São José celebrou contrato do Minha Casa, Minha Vida para a faixa de 0 a 3 salários, que é quem mais precisa. E tivemos conquista de verba para o VLT, que marca uma nova relação de São José com o governo federal. Uma relação de colaboração, de cooperação, que em nada prejudica, da nossa parte, a relação com o Estado.

As parcerias com o governo federal se ampliaram em seu governo. Por que não havia isto antes?
Na transição, o prefeito Eduardo Cury me disse que São José já não tem a capacidade de investimento de antes. Então, entendo que é um imperativo para a cidade hoje fazer parcerias com os governos estadual e federal. Não tem faltado da nossa parte nem vontade nem iniciativa. Temos feito vários contatos e, se conseguirmos verbas, ampliaremos nossa capacidade de investimento.

Com o cenário de dificuldade financeira que o senhor encontrou, não foi um contrassenso dar aumento de 103% para o vice-prefeito?
O salário do vice, dentro do orçamento da prefeitura, tem peso ínfimo. Preferimos ser transparentes e dar remuneração que tenha sentido hierárquico. O cargo mais importante é o do prefeito. O segundo é o do vice, mas o salário estabelecido era igual ao de chefe de divisão. O princípio da hierarquia estava deturpado. São às vezes medidas que geram desgaste, mas alguém precisa ter a coragem de tomar.

Qual é o papel de Itamar Coppio no governo?
Vou dar um exemplo. O doutor Itamar foi fundamental no processo de convencimento dos hospitais para mutirão da saúde. Ele tem contribuído bastante para nossa gestão.

Ele cumpre horário?
Imaginando jornada de trabalhador de 40 horas semanais, diria a você que ele trabalha muito mais do que isto.

Por que a Santa Casa ganhou a maior parte das cirurgias do mutirão da saúde?
Abrimos um credenciamento, convidando hospitais filantrópicos. E até mesmo hospitais particulares poderiam ter entrado para fazer estas cirurgias. Nos dispomos a fazer mais de 4.000 cirurgias. Cada hospital entrou no credenciamento dizendo o número de cirurgias que se sente apto a fazer. A Santa Casa teve um número maior de cirurgias porque ela se dispôs a fazer um número maior.

Por que após oito anos a Santa Casa voltou a ter convênio com a prefeitura?
É um compromisso nosso não deixar um hospital de tamanha qualidade fora do arco de opções da prefeitura.

Por que o governo do senhor anunciou cirurgias que foram contratadas na gestão anterior?
O importante para mim é que as pessoas sejam atendidas. Fui ao Ministério da Saúde pedir recursos antes de assumir, em colaboração com o ex-prefeito, porque a minha preocupação não era comigo ou com ele e sim com as pessoas que precisavam das cirurgias. Todo prefeito que entra aproveita coisas que estão em andamento e modifica coisas que acha que não estão funcionando como deveriam. Com isto, a cidade avança.

Por que o governo decidiu fazer propaganda, gastando R$ 380 mil, de mutirão definido na gestão anterior?
O mutirão começou em janeiro com recursos públicos federais e municipais. Quanto à comunicação, é um dever do poder público informar a população, e é um direito da população ser informada daquilo que está sendo feito.

Por que o governo não segurou o aumento da passagem de ônibus, como fez Fernando Haddad em São Paulo?
Foi a decisão mais difícil que tomei na vida. Ninguém gosta de reajustar a passagem de ônibus e ainda com o índice que fizemos, que é um índice grande. Agora, o administrador tem que tomar medidas que muitas vezes são difíceis e duras, mas necessárias até para evitar problemas futuros. Como ficou dois anos sem reajuste, se não aumentássemos teríamos deterioração no serviço, queda de qualidade e certamente em abril, na data base, teríamos sérios problemas, inclusive com a possibilidade de paralisações e tumultos que prejudicariam a população.

Quanto a São Paulo, lá há subsídio. Sou contra. Temos que equilibrar o sistema. Assim que demos o reajuste, chamamos as empresas para estabelecer novos compromissos: renovação da frota, a volta dos articulados, integração 100% até novembro e identificação biométrica.

O Vale

Publicado em: 10/04/2013

Moradores vivem em áreas de risco em São José

Casas que não foram totalmente demolidas em uma área do Jardim das Indústrias no ano passado durante as obras da Via Oeste voltaram a ser ocupadas e reconstruídas por antigos moradores. Ontem, O VALE esteve no local, e constatou que, ao menos, três famílias estão morando nos escombros dos imóveis.

“Eu e o meu irmão entramos aqui assim que a minha prima saiu, há quase um ano. Ela foi morar no Interlagos, onde as pessoas que moravam aqui ganharam casa”, afirmou o servente de pedreiro Ricardo dos Santos, que pretende reformar o local.

Das 115 famílias que ocupavam a área, que é da União, cerca de 30 estão no local. “Não vou sair daqui. Essa casa é da minha família há anos”, afirmou o aposentado Raimundo Pereira, 84 anos, que acabou de reformar o imóvel em que mora. Entulhos das demolições também não foram retirados dos terrenos. “Tem aparecido muito inseto, caramujo e rato aqui”, afirmou a dona de casa Maiara Santana, 24 anos.

Segundo a prefeitura, há um nova negociação com os moradores para uma solução definitiva uma vez que muitos já tinham deixado o local. Por enquanto, as obras estão paralisadas por causa de uma discussão judicial iniciada pelas construtoras Terra Simão e MRV Engenharia responsáveis pela contrapartida viária. Não há previsão para a entrega da obra.

O Vale

Publicado em: 10/04/2013

Obras de melhorias na avenida da GM é entregue

A Prefeitura de São José dos Campos entrega nesta terça-feira (9) a obra da Avenida General Motors (GM), um mês antes do prazo previsto, que era 10 de maio. O trabalho havia sido abandonado pela empresa vencedora da licitação no dia 19 de dezembro do ano passado.

A obra vai beneficiar aproximadamente 17 mil veículos, estimativa média de circulação diária na via nos dois sentidos. Os trabalhos foram concluídos pela Urbanizadora Municipal (Urbam) que, além dos itens previstos no contrato original, executou serviços como drenagem, reparos de trabalhos danificados em função da paralisação das obras.

A extensão total do trecho é de 380 metros, com uma área de 6.716 metros quadrados. O valor do trabalho executado pela Urbam foi de R$ 443.228,26.

Histórico

No dia 6 de janeiro de 2013, a nova gestão da Secretaria de Transportes montou uma força tarefa para agilizar o processo previsto em edital e começou o trabalho de notificação da empresa e as negociações para o acordo de finalização do contrato.

Após o encerramento do contrato com a Potencial, a Secretaria de Transportes realizou contato com as 14 empresas envolvidas na licitação. Cada uma das empresas consultadas negou a continuidade do trabalho pelo valor previsto no contrato, indicando que havia de fato uma defasagem entre os valores do contrato e do serviço. Na sequência, foi definida a contratação da Urbanizadora Municipal (Urbam) em caráter urgente para a realização da obra. A Urbam concluiu os trabalhos um mês antes do prazo de dois meses estabelecido para a conclusão do trabalho.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 10/04/2013

Cidade terá instalação de Centro de Pesquisa da Boeing

A gigante da indústria aeronáutica e espacial norte-americana Boeing anunciou ontem que implantará seu Centro Brasileiro de Pesquisa e Tecnologia no Parque Tecnológico de São José. Inicialmente, a Boeing vai ocupar uma área de 400 metros quadrados no núcleo do Parque Tecnológico, mas a empresa tenciona comprar uma área no entorno do núcleo para a expansão do novo Centro de Pesquisa e Tecnologia no Brasil.

A previsão é que o novo polo de pesquisas seja inaugurado em novembro deste ano, segundo informou a assessoria da empresa. O valor do investimento não foi divulgado. O anúncio ocorreu na LAAD (Feira Latino-Americana de Defesa e Segurança), aberta ontem, no Riocentro, no Rio de Janeiro.

O centro será composto por até 12 pesquisadores e cientistas da Boeing que vão investigar e desenvolver projetos de tecnologia aeroespacial com instituições de tecnologia do governo brasileiro, incluindo o DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial) e o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) bem como empresas brasileiras como a Embraer.

O Centro de Pesquisa e Tecnologia da Boeing Brasil servirá como ponto central de colaboração da empresa com universidades de todo o Brasil, incluindo a Universidade de São Paulo e a Universidade Federal de Minas Gerais. “O ambiente inovador do Parque Tecnológico de São José dos Campos, a proximidade com instituições de pesquisa parceiras e o apoio municipal tornam o local ideal para o trabalho de pesquisa e tecnologia da Boeing no Brasil”, disse Al Bryant, vice-presidente da Boeing Pesquisa e Tecnologia Brasil.

“Estamos muito animados em dar esse próximo passo no fortalecimento do nosso relacionamento com a comunidade brasileira de pesquisa e desenvolvimento para desenvolver tecnologia para o mundo”, acrescentou Donna Hrinak, presidente da Boeing Brasil. Presente ao evento, o prefeito de São José, Carlinhos Almeida (PT), disse que “como uma cidade que busca estar na vanguarda da inovação para o Brasil, é fundamental que estabeleçamos parcerias com empresas como a Boeing, que desenvolvem tecnologia para uso global”.

Sendo o sexto centro de pesquisa avançada da Boeing fora dos Estados Unidos, o Centro de Pesquisa e Tecnologia da Boeing Brasil concentrará seu trabalho em biocombustíveis sustentáveis para aviação, gestão avançada de tráfego aéreo, metais e biomateriais avançados e tecnologias de suporte e de serviços. A companhia já possui parceria com a Embraer em pesquisas de combustível limpo.

O Vale

Publicado em: 10/04/2013

Cidade tem ação social para ajudar o GACC

Uma clínica de estética em São José dos Campos encontrou um meio diferente para ajudar as crianças do GAAC (Grupo de Assistência à Criança com Câncer). Para isso realiza uma ação nesta sexta – feira, dia 12 de abril em São José dos Campos. Na primeira edição do “Desafio 24h duas esteiras da clínica ficarão ligadas durante todo esse período. Sem pausa.

A cada quilômetro percorrido, um kit escolar será doado para o GACC (Grupo de Apoio à Criança com Câncer).  Além da clínica, quem quiser também poderá ajudar o GACC. Basta levar um kit escolar na clínica Corpore, que realiza o evento.

O Desafio começa dia 12 de abril, às 12h, na clínica. Alunos e convidados que participarem, doando alguns minutos do seu dia, irão ganhar uma camiseta Dri-Fit Corpore.

Serviço:
“Desafio 24”

  • Dia 12, às 12h, até dia 13, às 12h.
  • Av. Barão do Rio Branco, 540, Esplanada

Publicado em: 10/04/2013

Perueiros da cidade ocupam Paço Municipal por protesto

Um grupo de permissionários do transporte escolar de São José dos Campos se reuniu com a prefeitura, na manhã de ontem, para tentar reverter uma provável mudança na lei que regulamenta a atividade no município. Um projeto de lei de autoria do Executivo, aprovado na última quinta-feira, torna ilimitado o número de alvarás concedido pela prefeitura, o que aumentaria a concorrência no setor. Contrários à mudança, cerca de 200 permissionários foram ao Paço Municipal pressionar o prefeito Carlinhos Almeida (PT) a rever o projeto de lei aprovado na Câmara.

Enquanto o grupo protestava do lado de fora, cinco representantes do transporte escolar foram recebidos pelo chefe de gabinete do governo, Paulo Roitberg, e pelo secretário de Defesa do Cidadão, José Luís Nunes. A reunião ainda teve a presença de integrantes das secretarias de Educação e Transportes.

“Passamos nossa proposta ao governo. Eles ficaram de analisar e dar um parecer até a próxima sexta-feira. Estamos decepcionados, porque não esperávamos uma mudança como essa nesta gestão. Do jeito que foi aprovado, vai sucatear o transporte escolar na cidade”, afirmou a permissionária Maria Aparecida Bacelar Santos, de 52 anos.

Pela legislação vigente, um alvará é concedido a cada 530 alunos. Pelo projeto de lei aprovado pela Câmara, qualquer interessado pode entrar com documentação na prefeitura e conseguir autorização para trabalhar no setor.

Por meio da assessoria, a prefeitura informou que “recebeu a pauta de reivindicações e vai analisá-la. Novo encontro será agendado ainda nesta semana para dar respostas sobre as sugestões. “Há um compromisso de não sancionar a lei antes desse retorno”, informou o Gabinete do prefeito, por nota.

O Vale

Publicado em: 09/04/2013