Museu de Esporte da cidade abre as portas para Estudantes

São José dos Campos sempre teve destaque no cenário esportivo do Brasil e do mundo nos campos, quadras e piscinas. Essa rica história de tradição e glórias conquistadas pelo município agora será conhecida por mais de 4.500 alunos do 1º ao 9º anos de escolas municipais, estaduais e particulares de São José, Monteiro Lobato, Jacareí, Arujá e Santa Isabel.

Esses estudantes vão participar do programa “Cultura é Currículo”, desenvolvido pelo Museu de Esportes, da Secretaria de Esportes e Lazer de São José dos Campos, em parceria com a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE).

O programa “Cultura é Currículo” teve início nesta terça-feira (16) e será promovido até o dia 31 de outubro. Durante a visita ao Museu de Esportes, as crianças assistem um vídeo, vão passear pelo espaço e terão a chance de interagir com os monitores para saciar a curiosidade sobre os principais fatos esportivos que marcaram a história do esporte joseense.

Para o supervisor do museu, Djalma Penha, o programa é uma oportunidade ao desenvolvimento dos estudantes e, também, para a divulgação do acervo esportivo disponível no local. “As crianças contam aos pais que visitaram o Museu, falam sobre as histórias, os troféus, camisas, entre outras peças em exposição. Depois, os pais se interessam, querem visitar também e assim vai. Além disso, os alunos fazem atividades no local e, depois, um trabalho na própria escola. Isso auxilia muito na educação deles”.

Atendimento

O atendimento às escolas estaduais ocorre sempre as terças, quartas e quintas, às 9h30 com as divisões de São José e Monteiro Lobato, e às 14h30 com as escolas de Jacareí, Arujá e Santa Isabel. Nas segundas e sextas-feiras, a visitação é reservada para instituições municipais e particulares. Para este ano, 124 visitas já foram agendadas. O Museu de Esportes fica na Praça Afonso Pena, 29, Centro.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 18/04/2013

Alckmin inaugura hoje o novo prédio do Fórum na cidade

Tudo é novo no novo prédio do Fórum de São José dos Campos, no Jardim Aquarius, região oeste, que será inaugurado amanhã, às 15h, pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) e o presidente do TJ-SP (Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo), Ivan Sartori.

Após superar sete anos de obras, problemas com empreiteiras, mudanças de projeto e seis adiamentos da inauguração, o diretor do Fórum, José Loureiro Sobrinho, conta que a sensação é de “dever cumprido”. “Tivemos muitos problemas, mas a pressão da sociedade ajudou a chegar a esse momento. Poderia ter sido antes, mas também poderia não ter ocorrido. O prédio é uma vitória de todos”, diz.

Com 19 mil metros quadrados de área construída em 22 mil metros quadrados de terreno, o Fórum custou R$ 30 milhões e é uma obra que precisa ser “entendida” para ser bem utilizada. Quem vê o prédio da avenida Comendador Vicente de Paulo Penido imagina que aquela fachada seja a frente do edifício. Não é.

A entrada e a frente do Fórum ficam na avenida Salmão, perpendicular à Vicente Penido. É por ali que o público deve entrar no prédio, que traz mudanças e novidades que o tornarão bem diferente do Fórum velho, na região central de São José.

Pelos portões da avenida Salmão, o público entrará no saguão principal. Encontrará um balcão circular da recepção, um outro balcão de protocolo e totens para consulta digital de processos. São dois aparelhos e a meta é chegar a oito máquinas. À esquerda da entrada, terá acesso às salas do Ministério Público.

A mudança mais significativa é a nova divisão das salas e dos serviços oferecidos ao público. Ao contrário do Fórum velho, o novo prédio terá as varas e seus respectivos cartórios no mesmo andar, facilitando o atendimento.

As varas de Família, Fazenda e Infância estão no térreo. No primeiro andar, as varas cíveis. E no segundo e último andar, as varas criminais. “Diferente do prédio velho, teremos uma divisão muito melhor dos serviços no Fórum, agilizando o atendimento”, afirma Sobrinho. Segundo ele, placas de comunicação visual serão colocadas em pontos estratégicos para orientar o público.

Outra novidade será a divisão espacial de cartórios e salas de audiência dos juízes, que ganharão em privacidade. “Ao chegar ao respectivo andar, as pessoas serão direcionadas às audiências ou ao local de espera, de atendimento de advogado, etc. Somente depois é que terão acesso às varas. Só vai entrar quando for a sua vez. Dinamizaremos o atendimento”, diz Sobrinho.

“Hoje é muito atrapalhado e misturado. Não teremos aqui no Fórum novo aquele fluxo que há no prédio velho. Será bem melhor organizado.” Outro item de destaque, segundo o diretor do Fórum, será a segurança, que contará com câmeras de vigilância, guarda patrimonial e detector de metais.

“Como o serviço de outros imóveis ocupados pelo Judiciário serão concentrados no novo prédio, teremos condição de reforçar a segurança”, afirma o juiz João Baptista Galhardo Junior, assessor da Presidência do TJ-SP. Segundo ele, outra prioridade será a informatização do novo Fórum, que está pronto para receber os processos 100% digitais, o que deve ocorrer dentro de cinco anos.

O Vale

Publicado em: 17/12/2012

Com improviso na segurança, Fórum reabre as portas

A reabertura do Fórum de São José após o tiroteio que matou duas pessoas na última quarta-feira foi marcada ontem por confusão e improvisação no novo sistema de segurança do prédio. A promessa de que os dois detectores de metais estariam em funcionamento, um para os cidadãos e outro para advogados e funcionários do prédio, não foi cumprida. Apenas um aparelho ficou ligado durante todo o dia.

O diretor do Fórum, José Loureiro Sobrinho, afirmou que hoje o problema já estará solucionado. “Vamos mandar calibrar o detector. Estava havendo interferência de um no outro.” Os usuários do prédio reclamaram principalmente das longas filas e da falta de segurança do lado de fora.

Os servidores do Fórum que já haviam passado pelo detector no período da manhã não quiseram se submeter ao aparelho novamente à tarde em razão da longa fila com o início do horário de atendimento à população. “Já passei pelo detector de manhã e querem que eu passe de novo. É brincadeira. Os caras não se prepararam direito”, disse um funcionário, que preferiu não se identificar.

Em virtude das reclamações, à tarde apenas uma revista manual começou a ser feita nos servidores e advogados, enquanto o público continuou sendo submetido ao detector de metais. “Isto aqui está um inferno. Estou com criança de colo e tendo de esperar no sol”, disse a dona de casa Renata Cristina Lopes, 28 anos.

A segurança foi reforçada no Fórum ontem com a presença de dois policiais militares (sendo uma mulher) e dois guardas municipais, além de servidores do Tribunal de Justiça do Estado. Do lado de fora, no entanto, não havia presença policial permanente.

“Estou na fila há 15 minutos e aqui fora não tem segurança”, disse o vigilante Emanuel dos Santos Lima, 27 anos.
A Polícia Militar disse que, se houver necessidade, reforçará a segurança do lado de fora do Fórum.

Apenas veículos oficiais e de funcionários devidamente credenciados podem estacionar nas vagas em frente ao prédio. Os agentes de trânsito foram orientados a permanecer no local o dia todo. Apenas um condutor foi multado ontem em frente ao Fórum.

O Vale