Sarau do Vale de rima e improviso

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Dia 30, terça, às 19h30, no Solário.

O tema da rima e do improviso reúne, no Sesc São José dos Campos, Peneira & Sonhador, repentistas e emboladores com grande trajetória no improviso e MC Éricon e Cebola, jovens que se destacaram nas batalhas de rimas e apresentações freestyle da região, para a edição de agosto do projeto Sarau do Vale.

A mediação é do jornalista e apresentador Vinicius Valverde.

Sarau do Vale é um ponto de encontro de livre expressão, em que todos podem participar lendo ou declamando poesias.

O Sesc São José dos Campos fica na Av. Adhemar de Barros, 999 – Jd. São Dimas. Mais informações pelo telefone 12.3904.2000 e no site sescsp.org.br/sjcampos

Fonte: Sesc

Noite do Improviso

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Pra fechar maio de uma forma divertida e iniciar junho com o pé direito, com vocês… Noite do Improviso do Teatro da Rua Eliza!!!

Venha jogar com a gente!!!

31 de maio às 19h

Teatro da Rua Eliza.(Rua Eliza Costa Santos, 154 – Jd São Dimas
Entrada: pague quanto puder.

Seu Nelson da Rabeca e Thomas Rohrer – Tradição Improvisada

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Neste sábado (04/04) às 18 tem show com Seu Nelson da Rabeca e Thomas Rohrer – Tradição Improvisada. O projeto mescla as linguagens da improvisação livre com a cultura popular. Ex-cortador de cana na região no interior de Alagoas, Seu Nelson aprendeu a tocar e construir o instrumento sozinho nos anos 1970, a partir de um processo de experimentação que o tornou um dos mais renomados tocadores e luthiers de rabeca do país. Com Thomas Rohrer (rabeca/saxofone), Seu Nelson (rabeca), Dona Benedita (voz) e Panda Gianfratti (percussão).

Sesc

Av Adhemar de Barros 999

Com improviso na segurança, Fórum reabre as portas

A reabertura do Fórum de São José após o tiroteio que matou duas pessoas na última quarta-feira foi marcada ontem por confusão e improvisação no novo sistema de segurança do prédio. A promessa de que os dois detectores de metais estariam em funcionamento, um para os cidadãos e outro para advogados e funcionários do prédio, não foi cumprida. Apenas um aparelho ficou ligado durante todo o dia.

O diretor do Fórum, José Loureiro Sobrinho, afirmou que hoje o problema já estará solucionado. “Vamos mandar calibrar o detector. Estava havendo interferência de um no outro.” Os usuários do prédio reclamaram principalmente das longas filas e da falta de segurança do lado de fora.

Os servidores do Fórum que já haviam passado pelo detector no período da manhã não quiseram se submeter ao aparelho novamente à tarde em razão da longa fila com o início do horário de atendimento à população. “Já passei pelo detector de manhã e querem que eu passe de novo. É brincadeira. Os caras não se prepararam direito”, disse um funcionário, que preferiu não se identificar.

Em virtude das reclamações, à tarde apenas uma revista manual começou a ser feita nos servidores e advogados, enquanto o público continuou sendo submetido ao detector de metais. “Isto aqui está um inferno. Estou com criança de colo e tendo de esperar no sol”, disse a dona de casa Renata Cristina Lopes, 28 anos.

A segurança foi reforçada no Fórum ontem com a presença de dois policiais militares (sendo uma mulher) e dois guardas municipais, além de servidores do Tribunal de Justiça do Estado. Do lado de fora, no entanto, não havia presença policial permanente.

“Estou na fila há 15 minutos e aqui fora não tem segurança”, disse o vigilante Emanuel dos Santos Lima, 27 anos.
A Polícia Militar disse que, se houver necessidade, reforçará a segurança do lado de fora do Fórum.

Apenas veículos oficiais e de funcionários devidamente credenciados podem estacionar nas vagas em frente ao prédio. Os agentes de trânsito foram orientados a permanecer no local o dia todo. Apenas um condutor foi multado ontem em frente ao Fórum.

O Vale

Cidade sem fiscalização tem radares móvel de improviso

A Secretaria de Transportes de São José planeja começar na próxima semana a instalar as novas plataformas do sistema de fiscalização eletrônica do trânsito. Das 54 plataformas que abrigavam os sete radares fixos que operavam na cidade, 20 já foram retiradas em avenidas como Cidade Jardim, Andrômeda, George Eastman e Guadalupe (todas na zona sul) e Nelson D’Ávila (centro).

Pelo menos oito avenidas estão temporariamente sem radar fixo por causa da troca do sistema eletrônico.  A fiscalização nesses corredores é feita com radares móveis, em sistema de rodízio. O secretário de Transportes, Anderson Farias Ferreira, disse que até o dia 18 de agosto o novo sistema de fiscalização eletrônica deverá estar totalmente implantado.

“A empresa que irá operar o novo sistema tem prazo de 30 dias para a montagem dos equipamentos. O prazo começou na semana passada.” Além da fiscalização, os radares terão câmeras de vídeo para leitura das placas dos veículos e sistema de contagem de fluxo de carros. “A empresa está instalando fibra ótica nos pontos das plataformas”, disse Anderson.

O novo sistema terá mais radares e plataformas de fiscalização e vai monitorar um número maior de avenidas, como Rui Barbosa e Via Norte. Os radares fixos passarão de 7 para 12, os controladores de avanços de sinal vermelho de 3 para 4 e as lombadas eletrônicas, de 2 para 4. O número de radares móveis continuará sendo dois. O contrato de dois anos é de R$ 2,6 milhões.

O Vale

Prefeitura inaugura o Parque Banhado no improviso

A Prefeitura de São José dos Campos recorreu ao improviso para lançar hoje o Parque Natural do Banhado. Discutido há seis anos, o instrumento será criado sem que a prefeitura tenha delimitado a área e com 284 famílias ainda morando no local.

A sanção da lei que transforma parte do Banhado em unidade de conservação integral será assinada às 11h, no Parque da Cidade, na zona norte. Dos 5 milhões de metros quadrados que formam a concha, apenas 1,5 será para o futuro parque.

Ambientalistas criticam que a gleba ainda não foi cercada para definir onde o parque começa e termina. Outro problema apontado é que a área do futuro parque ainda é ocupada por famílias do Núcleo Nova Esperança.

O novo título ambiental torna o uso do Banhado ainda mais rigoroso, proibindo a construção de sítios e a agricultura permitidos hoje. Como unidade de conservação, o parque só poderá ser usado para lazer contemplativo, educação e pesquisas.

O ambientalista Vicente Cioffi, membro do Fórum Permanente em Defesa da Vida, afirmou que o processo de criação do parque foi conduzido de forma errada pela prefeitura. “O projeto inicial era de que o parque fosse ocupar toda a gleba. Não apenas onde estão os moradores mais carentes”, afirmou.

O professor e ambientalista José Moraes Barbosa disse que a criação do parque é incompatível com o projeto da prefeitura de construir a futura Via Banhado que ligará a Via Norte ao Anel Viário. “No futuro, a criação dessa via poderá gerar especulação do setor privado como imobiliária e de extração de areia”. O advogado e ambientalista Lincoln Delgado disse que a prefeitura deve agir com cautela na remoção das famílias.

O secretário de Meio Ambiente de São José, André Miragaia, disse que o parque está sendo criado para que a prefeitura tenha acesso aos recursos necessários para ao reassentamento das famílias. Segundo ele, o parque ainda não engloba toda a concha porque as demais áreas são alvos de processos judiciais e o correto é esperar o fim do trâmite na Justiça. “O cercamento será feito na medida que a prefeitura for adquirindo os espaços”, afirmou.

O Vale