Estância Nativa Sertaneja – Ressaca de Carnaval com Marlon & Marcelo + Obahia

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Ressaca de Carnaval com Marlon & Marcelo + Obahia

 

Hora: 23h00

Contato: (12) 3934-8707

Valores para compra antecipada:

Pista:

Homem R$30,00 consome R$20,00
Mulher R$20,00 consome R$20,00

Área Vip:

Homem R$60,00 consome R$40,00
Mulher R$30,00 consome R$20,00

 

Pontos de venda para compras antecipadas:

*Gamaia Esportes Vale Sul – 12.3937-2527
Av. Andrômeda, 227 – Jd Satélite

*Padaria Pão Chick | 12.3929-3363
Av. Juscelino Kubitschek 7964 – Monte Castelo

*Oscar Calçados | 12.3931-3322
Av. Andrômeda, 1868 – Jd. Satélite

*Oscar Calçados – Center Vale Shopping | 12.3921-0978
Av. Dep. Benedito Matarazzo, 9403 – Jd. Oswaldo Cruz

*Oscar Calçados – Calçadão | 12.3941-1109
Rua 7 de Setembro, 358 – Centro

Prefeitura e Policia militar fecha cerco com baladas noturnas

A Prefeitura de São José dos Campos e a Polícia Militar fecharam o cerco contra as festas itinerantes, boates, casas noturnas e de espetáculos, responsáveis por atrair centenas de pessoas em locais que, quase sempre, não oferecem infraestrutura e segurança adequadas. Balanço realizado pelo 46º BPM-I (Batalhão da Polícia Militar do Interior), responsável pelas regiões leste e sul de São José, áreas que mais concentram as reclamações, aponta 21 estabelecimentos autuados e oito lacrados por não estarem de acordo com a legislação de segurança nos sete primeiro meses deste ano.

Neste período foram vistoriados 62 estabelecimentos. A força-tarefa é coordenada pela Secretaria de Defesa do Cidadão, em parceria com a Polícia Militar. A ofensiva tem surtido efeito, com notificações aos ‘donos da noite’ que, muitas vezes, têm seus estabelecimentos lacrados por falta de extintores, por exemplo. As casas noturnas dos bairros Residencial União, Jardim Morumbi e bares responsáveis por promoverem ‘pancadões’ em suas calçadas na zona sul da cidade são os principais alvos das equipes de fiscalização.

São vistoriados itens relacionados à Vigilância Sanitária, saídas de emergência, extintores de incêndio, segurança e áreas destinadas ao socorro dos clientes. Segundo o secretário de Defesa do Cidadão, José Luís Nunes, as fiscalizações em casas noturnas, bem como em outros tipos de estabelecimentos ocorrem durante a Operação Sossego, realizada em conjunto com a Polícia Militar; além de atividades em parceria com outras instituições como Vigilância Sanitária e Conselho Tutelar.

“A Operação Sossego tem como objetivo disciplinar o funcionamento de estabelecimentos comerciais e manter o sossego público. Essa operação é realizada pela Fiscalização de Posturas Municipais juntamente com a Guarda Civil Municipal aos finais de semana, sendo monitorados determinados comércios, a exemplo de bares, casas noturnas, lanchonetes”, disse. Segundo ele, são escolhidos aproximadamente 30 locais pré-determinados, além de demais estabelecimentos dos quais surjam reclamações durante os plantões. Os pontos comerciais pré-determinados são aqueles que apresentam ou já apresentaram histórico de reclamações.

“Quanto aos problemas de infraestrutura dos estabelecimentos, são realizadas ações em apoio ao Corpo de Bombeiros. Após efetuarem sua vistoria técnica, eles enviam à prefeitura as informações das irregularidades que constataram, para adotarmos os procedimentos complementares cabíveis”, disse Nunes. Entre os principais problemas encontrados estão a falta de licenciamento para o exercício da atividade, exercício de atividade divergente da licenciada, perturbação do sossego público, não manter a ordem pública, a falta do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros ou a validade expirada. “As operações conjuntas e a atuação ostensiva da Polícia Militar tem inibido a ocorrência de “fluxos” e “pancadões”, e tem como objetivo principal evitar que ocorram”, disse.

Os vizinhos das casas noturnas e bares que promovem festas em suas calçadas, muitas vezes, recorrem às autoridades de forma anônima. “Sexta, sábado e domingo são os piores dias. Minha família não consegue dormir de tanto barulho e bagunça na rua. Em frente à minha casa, no dia seguinte, só vejo bitucas de cigarros, latas e copo de plástico”, disse uma moradora do Residencial União, na zona sul de São José. O barulho atormenta Lídia da Silva, 20 anos, do Parque Industrial. Segundo o capitão Wilker dos Santos Lopes, da PM, a presença de policiais é constante. “A PM está presente em todas as operações em conjunta com a prefeitura e tem dado grandes resultados, incluindo flagrantes de entorpecentes, recuperação de carros roubados e até a captura de foragidos da justiça”, disse Lopes.

Blitze da Lei Seca ficam em portas de Baladas na cidade

A Polícia Militar tem apostado em uma nova tática para fechar o cerco aos motoristas que desrespeitam a Lei Seca nas cidades da Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte. Desde janeiro, quando entrou em vigor a resolução federal que tornou mais rigorosa a fiscalização, a PM tem montado blitze especiais nas saídas de casas noturnas, bares e restaurantes. A medida tem reflexo no número de autuações de motoristas embriagados. Balanço dos primeiros quatro meses do ano aponta que foram realizados pela PM 1.300 pontos de bloqueio do programa ‘Direção Segura’ em toda a região.

O resultado, segundo o comandante regional da PM, coronel Cássio Roberto Armani, foi a autuação de 138 pessoas por embriaguez ao volante (média de mais de uma por dia), com 42 motoristas presos. “As ações são necessárias mesmo com os investimentos em campanhas educativas. A Lei Seca é recente e as pessoas ainda estão se acostumando como aconteceu com a legislação do cinto de segurança. Aos poucos elas se convencem sobre a importância da preservação da vida”, disse.

A fiscalização na saída de bares, restaurantes e casas noturnas gerou polêmica entre empresários do setor, mas apoiada pelo Sinhores (Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares) de São José dos Campos, que classifica o reforço como ‘necessário’. “A nossa missão visa coibir e fiscalizar condutores que tenham ingerido bebida alcoólica ou substância psicoativa que determinem dependência, principalmente em locais de concentração, como bares, restaurantes, casas de espetáculos e eventos, com ações de policiamento preventivo e que refletem em flagrantes”, afirmou o com andante regional da PM.

Com a nova Lei Seca, qualquer quantidade de álcool detectada no teste do bafômetro que ultrapasse a margem de erro do equipamento de 0,05 miligrama de álcool por litro de sangue passa a ser considerada infração de trânsito gravíssima com multa de R$ 1.915,40 (podendo dobrar em caso de reincidência). E se o motorista for flagrado com mais de 0,34 miligrama de álcool por litro de sangue teste de bafômetro ou 0,6 decigrama de álcool por litro de sangue no exame de sangue, vai responder criminalmente, sujeito a pena de seis meses a três anos de prisão, suspensão do direito de dirigir e multa.

A PM também monta operações em parceria com as polícias rodoviárias estadual e federal. Apenas no último final de semana, 17 pessoas foram autuadas em flagrante por dirigirem alcoolizadas nas estradas que cortam a região. As autuações ocorreram em bloqueios nas rodovias Floriano Rodrigues Pinheiro, Pedro Celeste, Nilo Máximo e Presidente Dutra. Dos 17 autuados, 6 acabaram presos.

A presença de blitze em frente aos estabelecimentos instalados em bairros e regiões com grande concentração de bares, restaurantes, casas noturnas e espaço para eventos é vista por alguns empresários como uma forte pressão da fiscalização. “Apesar de ser negativo para os negócios, as operações das polícias em frente aos estabelecimentos comerciais noturnos devem ser respeitadas”, disse o presidente do Sinhores (Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similiares) de São José, Antonio Ferreira Junior.

Ele reconheceu a realidade que a nova lei impôs aos empresários de toda a RMVale. Segundo ele, os proprietários de bares e casas noturnas devem agora apostar em campanhas de incentivo do tipo ‘amigo solidário’ (um escolhido pelo grupo de amigos ou familiares para não beber), uso de táxis e desenvolver opções que garantam a presença dos clientes em seus negócios.

“Eu acredito que tanto a Polícia Militar quanto à Polícia Rodoviária têm feito os seus trabalhos. Está previsto em lei e eles têm de garantir o cumprimento da legislação. Resta aos que saírem e optarem por ingerir álcool o uso de meio de transporte que não comprometa a si próprio e aos demais.” Um dos exemplos é uma casa noturna da região central de São José que oferece o chamado ‘Volta Segura’, que conduz o frequentador que ingeriu bebida alcoólica com seu automóvel de volta para casa ao custo de R$ 20. O percurso é limitado a um raio de 15 quilômetros.

O Vale

Publicado em: 30/04/2013

Casas Noturna tem 30 dias para corrijirem irregularidades

Após o ‘pente-fino’ realizado pelo Corpo de Bombeiros em casas noturnas da RMVale nos últimos três dias, 63 estabelecimentos correm o risco de ser interditados caso não corrijam as irregularidades no prazo máximo de 30 dias.

Os bombeiros constataram documentações vencidas no caso, o AVCB (Autos de Vistoria do Corpo de Bombeiros), falta de sinalização, de luzes e de saídas de emergência e extintores fora do prazo de validade.
A blitze começou após o incêndio que matou 235 pessoa na boate Kiss, em Santa Maria (RS).

Em São Paulo, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) determinou fiscalização rigorosa em casas noturnas de todo Estado. Na RMVale, os bombeiros relacionaram 349 estabelecimentos que serão vistoriados até o final do mês. Desses, 79 já foram averiguados desde a última terça-feira.

Foram priorizadas as maiores e mais badaladas casas noturnas em todas as cidades. Os bombeiros não informaram ontem os nomes das boates onde foram encontradas irregularidades. “No geral, as equipes encontraram problemas nas medidas de segurança, como falta de pontos de iluminação e saídas obstruídas”, disse o capitão Marcos Antônio Bicudo Júnior, chefe de atividade técnica do Corpo de Bombeiros no Vale e Litoral Norte.

Quatro boates em Taubaté e Pindamonhangaba foram interditadas anteontem pelas prefeituras após indicação dos bombeiros. Em Taubaté, a prefeitura lacrou as boates Machina 8, no distrito de Quiririm, e a Quarto do Santo, no centro. Também foram interditados o Brutal Rock Bar, em Taubaté, e o Vinil Rock Bar, em Pinda.

De acordo com as prefeituras, os estabelecimentos só serão reabertos quando forem corrigidos os problemas apontados durante a fiscalização e atualizados os documentos do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros. As exigências para casas noturnas seguem critérios de tamanho e capacidade de público. Acima de 100 pessoas, elas já têm que ter brigada de incêndio. Se forem menores de 750 metros quadrados, exige-se extintores, iluminação, sinalização e saída de emergência.

O Vale

Publicado em: 01/02/2013