Calçada Segura é campanha intensificada da Prefeitura

Para tornar o programa Calçada Segura mais conhecido pela população, a Prefeitura de São José dos Campos intensificou o trabalho de conscientização dos moradores e está oferecendo, gratuitamente, orientações técnicas a pedreiros e construtoras. Além de informar a maneira correta de construir e reformar as calçadas, a ideia é mostrar que uma calçada nivelada, sem buracos nem falhas e sem degrau ou obstáculo garante segurança e conforto para todos os pedestres, principalmente idosos, grávidas, crianças e pessoas com deficiência.

O programa Calçada Segura, criado pela Lei Municipal 8.077, estabelece normas que já estão valendo e devem ser cumpridas por todos os proprietários de imóveis na cidade. Quem precisar de informações pode ligar para o telefone 156 ou 3945-9518 e falar com a equipe do Calçada Segura ou enviar as dúvidas por e-mail: [email protected].

Dúvidas

O que muita gente não sabe é que na maioria dos lugares o piso da calçada pode ser de concreto. O passeio público com blocos intertravados ou placas de concreto só é obrigatório no setor central e nos grandes corredores comerciais. Em aproximadamente 80% dos casos, a construção pode ser com concreto e o serviço pode ser feito por um pedreiro ou até mesmo pelo próprio morador, reduzindo o custo da obra. Foi o que fez Daniel Francisco Romão Pereira, do Interlagos. Alertado de que a calçada dele estava inadequada e prejudicava a circulação de pedestres, ele substituiu o piso desigual por concreto nos padrões de acessibilidade.

O custo não ficou alto, já que ele mesmo fez a obra, com orientações da Prefeitura. Ao optar pelo modelo mais simples, Daniel Pereira só gastou com cimento, areia, pedra e ferragem. “Como moro perto de escola, mais do que nunca é preciso ter calçada acessível”, disse.

Preços médios do metro quadrado com material e mão de obra:

  • Intertravado: R$ 80
  • Concreto: R$ 45 (ou R$ 25 se não for contratar pedreiro)
  • Esses valores variam conforme a região, o porte da obra e outros serviços. É importante exigir que o serviço seja executado conforme a Lei da Calçada Segura. Cerca de 200 profissionais receberam treinamento para construir calçadas dentro das especificações.

Normas para as calçadas:

  • Por padrão, toda calçada tem de ter faixas: serviço, livre e acesso
  • A faixa livre para uso de pedestres deve ficar no meio e estar alinhada à guia alta da rua

Largura das faixas:

  • Serviço: 70 a 90 centímetros
  • Pedestre: 1,2 a 1,5 metro
  • Acesso: 10 centímetros

Se o passeio tiver menos de dois metros de largura, peça orientações à equipe do Programa Calçada Segura

Antes de construir ou reformar o passeio:

  • Peça orientações à equipe do programa Calçada Segura sobre a forma correta de construção;
  • Não deixe desníveis entre sua calçada e a do vizinho para não dificultar a circulação das pessoas nem causar acidentes;
  • Sinalize o local das obras e deixe passagens seguras para os pedestres;
  • Nas vias de grande fluxo de veículos, solicite autorização antecipada da Prefeitura;
  • Nunca faça degraus na calçada;
  • Em casos de terrenos acidentados ou situações atípicas, consulte o Programa Calçada Segura;
  • Não use piso cerâmico, pedra portuguesa ou miracema, entre outros, pois são materiais escorregadios e oferecem risco de queda aos pedestres.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 15/05/2013

Intensificação de vacinação a animais, abre CCZ no sabádo

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da Prefeitura de São José dos Campos vai funcionar extraordinariamente durante os próximos dois sábados deste mês (21 e 28) para intensificar a vacinação contra a raiva em cães e gatos.

O horário de funcionamento será das 8h às 17h. Atualmente a vacina é oferecida no CCZ de segunda a sexta-feira das 9h às 12h e das 13h às 16h30. De acordo com o CCZ, todos os animais sadios a partir de 3 meses de idade devem ser imunizados. A vacina é segura e não oferece risco.

Para participar da intensificação basta comparecer com o animal ao CCZ (Rua George Willians, 581), no Parque Industrial. Os proprietários de animais já imunizados devem levar as cadernetas de vacinação. Como medida de segurança, a recomendação do CCZ é para que os animais sejam conduzidos com coleira ou guia e, de preferência, levados por uma pessoa adulta.

O objetivo da intensificação é divulgar o atendimento CCZ e realizar orientações sobre os cuidados de prevenção da raiva. A doença no município está sob controle desde 1981.

A raiva é uma doença infecciosa aguda que depois de instalada é sempre fatal. Ela é causada por um vírus que se alastra pelo sistema nervoso central, levando ao óbito após curta evolução. A principal característica da doença é o aumento da agressividade do animal infectado.

Prefeitura Municipal

Prefeitura da cidade intensifica prevenção a chuva

Todos os anos a Prefeitura de São José dos Campos trabalha para evitar alagamentos, deslizamentos de terra e outros transtornos causados pelas fortes chuvas de verão. Nos últimos cinco anos a Secretaria de Obras executou mais de 15 mil metros de galerias de águas pluviais no município, realizando neste período um total de 36 obras de drenagem, além da limpeza de rios e córregos, com investimento de cerca R$ 28,5 milhões.

Um bom exemplo é a obra de abertura e ampliação do córrego Lavapés, na Avenida Teotônio Vilela (trecho do Anel Viário) e Rua Turquia. Os 909 metros de abertura deram fim às constantes enchentes da Rua Turquia e adjacências.

Em 2011 foram entregues a galeria de águas pluviais no Jardim Morumbi, na região sul, e a GAP da Vila Rossi, na zona norte. Também foi concluída este ano a obra na Avenida Benedito Bento, no Jardim Morumbi, uma área que sofria com alagamentos constantes durante o período de chuvas e que agora teve o problema sanado. A secretaria de Obras também concluiu neste segundo semestre o prolongamento da galeria de águas pluviais no Morro do Regaço, na Vila Industrial, região leste da cidade, e está finalizando a contenção da encosta no local.

A Prefeitura de São José dos Campos também realiza todos os anos o trabalho de desassoreamento e dragagem dos rios e córregos que cortam a cidade. Com o uso de máquinas especiais (escavadeiras hidráulicas de braço longo, que se locomovem sobre esteiras), os trabalhadores retiram todo o tipo de lixo e detritos do fundo dos canais, aumentando a vazão dos rios.

O assoreamento é resultado do acúmulo de lixo, entulho e até mesmo terra e areia no fundo dos rios, que passam a suportar cada vez menos água, provocando enchentes em época de grande quantidade de chuva.

No último mês de setembro a Prefeitura iniciou o trabalho de desassoreamento, dragagem e limpeza dos principais córregos do município. As máquinas irão dragar 30,6 quilômetros de extensão de córregos, entre eles Cambuí, Pararangaba, Alambari e Buerinho. O prazo para o término do serviço é janeiro.

Outras ações importantes foram realizadas pela Secretaria de Serviços Municipais (SSM), que investiu cerca de R$ 3 milhões na instalação de gabiões às margens do Vidoca (contenções de pedra instaladas nas margens do córrego para evitar erosões) e mais R$ 976 mil em obras de drenagem em diversos locais da cidade. Entre eles o Jardim Majestic, Residencial União, Avenida Salinas, Vila das Flores, Avenida Ouro Fino.

Além de realizar obras, a Prefeitura também mantém as regiões de risco mapeadas e monitoradas, por meio da Defesa Civil.

Os locais suscetíveis a escorregamento de encosta, as chamadas áreas de risco, são em geral áreas com declividade superior a 30%, com ações antrópicas como lançamento de águas servidas, supressão de vegetação, direcionamento incorreto das águas pluviais, lançamento de lixo e plantio de vegetação inadequada, como bananeiras.

A orientação que os técnicos da Prefeitura passam à população que reside nessas áreas é tomar algumas medidas para amenizar o risco de escorregamento:

– Procurar a Prefeitura antes de realizar qualquer tipo de construção;
– Não construir em áreas com declividade superior a 30%;
– Não lançar águas servidas (de uso doméstico) na encosta e sim em fossa séptica;
– Não desmatar a área;
– Direcionar as águas pluviais de forma correta;
– Não jogar lixo e entulho;
– Não plantar bananeiras.

Além disso, quando a situação de risco de escorregamento é iminente, a recomendação é a desocupação imediata do imóvel. Entre transferências e indenizações, a Prefeitura de São José dos Campos já assistiu mais de 1 mil famílias nos últimos dois anos.

O ano de 2011 começou com a tragédia do bairro Rio Comprido, onde cinco pessoas morreram. Menos de três meses após o ocorrido 43 famílias já haviam sido transferidas para os conjuntos habitacionais Frei Galvão (região leste), Boa Vista (região Norte) e Santa Luzia (Putim). Outras 153 famílias do Rio Comprido foram transferidas para o Conjunto Habitacional do Parque Interlagos, na região sul do município, no mês de julho e mais 13 no mês de novembro.

O conjunto do Parque Interlagos recebeu também 115 famílias de diversas áreas de risco do município, sendo 32 famílias do Banhado, 27 do Jardim das Indústrias e o restante de bairros como Águas de Canindu, Buquirinha, Jardim Guimarães, Vila São Bento e outros. Até o final do ano, outras 146 famílias que vivem em áreas de risco receberão suas casas nesse mesmo conjunto.

A Prefeitura de São José dos Campos está em negociação com a CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional Urbano) para definir a construção de mais 1.100 unidades habitacionais nas regiões norte e sudeste.

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