Cidade fecha fevereiro em saldo positivo nos empregos

Balanço do Caged (Cadastro Geral de Emprego e Desemprego), do Ministério do Trabalho e Emprego, mostra que São José dos Campos fechou fevereiro com saldo positivo de 543 postos formais de trabalho, com carteira assinada. O bom desempenho no período contrasta com janeiro, quando o município fechou o mês com saldo negativo de 161 vagas. O setor de serviços, com saldo positivo de 589 postos, e da construção civil, com 144 vagas positivas, alavancaram o bom resultado obtido pelo município. Na contramão, o comércio mais demitiu que contratou e fechou com saldo negativo de 187 postos.

No acumulado do ano, São José está com saldo positivo de 449 vagas. O secretário municipal de Relações do Trabalho, José Luís Nunes, destacou que o setor industrial também apresentou saldo positivo, de 9 vagas, contra saldo negativo de uma vaga em janeiro. “Isso é um indicativo que o setor industrial está se recuperando. É importante porque o segmento influencia dos demais”, frisou. O secretário avaliou que a construção civil está em recuperação, pois, apresentou resultado positivo na geração de empregos pelo segundo mês consecutivo.

Já o município de Taubaté fechou fevereiro com saldo negativo de 196 postos de trabalho. A baixa foi puxada pelo setor industrial, com saldo negativo de 318 vagas. O mês só não foi pior para o município porque o setor de serviços gerou 175 postos positivos de emprego. Em Jacareí, o saldo de empregos formais também foi negativo de 100 postos. O pior desempenho foi do comércio, com saldo negativo de 59 vagas. O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Emerson Goulart, disse que a perda de vagas é sazonal. “A perspectiva é positiva para os próximos meses”.

O Vale

Publicado em: 21/03/2013

Transporte Público pode ter aumento na tarifa de ônibus

Quem anda de ônibus em São José dos Campos (SP) corre o risco de pagar mais caro pelo bilhete a partir de fevereiro. As três empresas que compõem o sistema de transporte público na cidade Saens Peña, Expresso Maringá e CS Brasil pediram aumento da tarifa, que atualmente é de R$ 2,80. Um dos pedidos é que a cobrança ultrapasse os R$ 4.

O pedido de reajuste foi protocolado na Câmara e na Secretaria de Transportes. O último reajuste foi aplicado em janeiro de 2011,  quando a tarifa subiu de R$ 2,50 para R$ 2,80. Antes, havia sido aplicado aumento em julho de 2009 e em 2007.

Segundo a prefeitura, a Saens Peña pediu aumento da tarifa para R$ 3,73, a CS Brasil pediu um reajuste para R$ 3,96 e a Expresso Maringá, R$ 4,09. O secretário de Transportes, Wagner Balieiro, afirmou por telefone que, por contrato, janeiro é o mês previsto para essa solicitação de reajustes da tarifa.

Segundo ele, os valores solicitados serão analisados pela equipe técnica e o prazo para resposta é de 10 dias. Ele disse ainda que está conversando com os moradores para saber qual é a avaliação do serviço que está sendo oferecido pelas concessionárias.

G1 (Vnews)

Publicado em: 28/01/2013

Aulas nas escolas da cidade se iniciam em fevereiro

A Secretaria Estadual de Educação já está de olho no retorno dos estudantes em 2013 e  divulgou o calendário escolar nas escolas da rede estadual.  Em 2013 o retorno dos estudantes está marcado para o dia 1º de fevereiro, sexta – feira. Mas as aulas só devem começar efetivamente no dia 4, segunda – feira.

Muitos alunos, no entanto, podem aparecer nas salas de aula somente depois do dia 12 de fevereiro, data marcada para o Carnaval brasileiro. No mesmo dia retornam as aulas mais de 4 milhões de alunos  de 5.300 escolas estaduais no Estado de São Paulo. O semestre está previsto para terminar no dia 28 de junho.

Para os professores, porém, o período de férias será bem menor e termina no dia 15 de janeiro de 2013. Já no segundo semestre as aulas começam no dia 1º de agosto e terminam quando as escolas estaduais completarem os 200 dias letivos do ano, como prevê a legislação vigente.

Publicado em: 02/01/2013

Construtora que comprou o prédio da Argon inicia obras

Após permanecerem inacabadas por mais de 20 anos, duas das quatro torres da falida Argon, em São José dos Campos, devem ser finalizadas até agosto de 2014. A construtora Silva & Leão, que comprou os prédios na última sexta-feira (7), informou que deve começar os serviços até fevereiro de 2013 e que as obras serão concluídas em dois anos e meio.

O prazo estabelecido por Juvenil Silva, um dos sócios-proprietários da construtora que tem sede em Jacareí, é menor do que o limite de três anos imposto pela Prefeitura de São José dos Campos para finalizar o empreendimento. Segundo ele, para iniciar a obra serão contratados pelo menos 150 operários. As contratações serão feitas no próximo ano e ainda não foi definido o período da contratação.

‘Minha Casa, Minha Vida’
Após finalizar a obra, a construtora tem por obrigação comercializar os apartamentos pelo programa ‘Minha Casa, Minha Vida’, com financiamento da Caixa Econômica Federal. Cada torre conta com 16 andares e 128 apartamentos.

No valor atual, cada apartamento não poderá ser vendido por mais de R$ 190 mil com financiamento da Caixa Econômica Federal. “Não sei exatamente por quanto venderemos os apartamentos. Vai depender da avaliação da Caixa”, afirmou o empresário, que não quis informar o lucro que espera ter no negócio.

Em 2009, as torres foram compradas pela prefeitura a um custo de R$ 1,5 milhão cada. A empresa de Silva arrematou duas torres por R$ 8,746 milhões (cerca de R$ 4 milhões por torre). O valor da compra superou em R$ 100 mil o lance mínimo definido pela Prefeitura de São José dos Campos. O lance foi o único no leilão e aconteceu após uma primeira tentativa de venda frustrada, em que não houve interessados.

Silva afirmou que ofereceu valor maior que o mínimo, mesmo sendo o único a oferecer lance, porque não teve acesso a possíveis outras ofertas. “No edital constava que teríamos que dar as propostas fechadas. Coloquei o valor no envelope e não imaginei que seria o único. Infelizmente”, disse Silva. A empresa não participou do primeiro leilão porque alegou não ter tido acesso ao prédio para analisar a situação das torres.

Contrato
De acordo com a prefeitura, o contrato deve ser assinado em 15 dias após análise da documentação da empresa. Nesta sexta, para firmar a venda, a empresa deixou um cheque-caução de R$ 432 mil – o que representa 5% do valor do imóvel.

Os prédios, até então abandonados, começaram a ser construídos em 1990 e as obras foram paralisadas dois anos depois com a falência da construtora Argon. Os esqueletos inacabados foram por muito tempo ponto para uso de drogas e estão com diversos problemas, como fiação e tubulações já comprometidas. De acordo com engenheiros e técnicos da Silva & Leão, tubulações e pisos em parte das estruturas não poderão ser reaproveitados. “Não dá para aproveitar nada nesse sentido, só a estrutura mesmo. Vamos refazer tubulações, colocar pisos novos”, disse Silva.

Centro Vivo
A venda dos prédios era uma das ações necessárias para a execução do projeto Centro Vivo, que prevê a revitalização do Centro de São José e é gerido pelo Instituto de Pesquisa, Administração e Planejamento (Ipplan). A meta é incentivar a moradia no Centro. O Ipplan informou que ainda está em estudo o que será feito com as outras duas torres inacabadas que ficam na orla do Banhado, cartão-postal de São José dos Campos.

G1 (Vnews)

Publicado em: 12/12/2012