Denise Forster faz exposição na Galeria de Arte Helena Calil

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O que dizem as cores…”, por Denise Forster, é a nova exposição da Galeria de Arte Helena Calil (Largo São Benedito, s/nº) da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), com abertura neste sábado (15). As obras podem ser vistas até 5 de abril. O horário de visitação é de segunda a sexta-feira, das 8h50 às 17h50, e aos sábados, das 8h50 às 12h50, com entrada franca. A exposição é composta por 26 quadros em óleo e acrílico sobre tela e três gravuras do artista Oswaldo Goeldi. A artista trabalha suas pinturas com temas variados, que vão desde o abstrato ao impressionismo e preenchem telas de diversos tamanhos. A intenção é usar o espaço de cada obra, como representante de um espaço imaginário, para levar o espectador a sensações de sua subjetividade. Para isso, Denise se baseia em uma frase do artista Rothko: “As coisas não tem cor, o que tem cor é a tela”. Denise Forster iniciou seus trabalhos em 2005 e desde então não parou mais. Já participou de concursos de fotografia, diversas exposições coletivas em São José dos Campos e até mesmo do Ar(t)cevia Internacional Art Festival, realizado na Itália.

 

ESPAÇO DAS ARTES HELENA CALIL – Espaço Cultural São Benedito – Largo São Benedito, s/nº – Centro (próximo à Praça Afonso Pena). Informações: (12) 3924-7206 –  2ª a 6ª, das 9h às 18h, aos sábados, das 9h às 13h –

Exposição traz técnica de pontilhismo em acrílico sobre tela

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Cores vivas, cheias de natureza e traçados simples. Esta é a proposta da exposição “Simples e Ponto”, da artista Andreza Soares, que estará em cartaz a partir da segunda-feira (3 de fevereiro) na Casa de Cultura Tim Lopes (Avenida Ouro Fino 2520), Bosque dos Eucaliptos. A mostra poderá ser visitada até o dia 28 de fevereiro de terça à sábado, das 8h às 22h. A entrada é gratuita.

Estarão expostos dez quadros produzidos por meio da técnica de pontilhismo e tinta acrílica sobre tela. O título da exposição retrata os elementos que marcam os trabalhos da artista: o simples e o ponto. Andreza busca mostrar a simplicidade da vida com uma poética única e singela, e destaca o ponto como elemento artístico presente em todos os quadros.

As cores fortes, variadas e harmônicas transmitem alegria, e a artista enriquece as obras com detalhes mínimos, mas importantes. A “moldura” da tela, por exemplo, é criada com as próprias tintas e pontos.

Andreza relata que recebeu a influência dos artistas populares, também conhecidos como Naifs, que não possuem orientação de um professor com formação acadêmica e aprendem por conta própria.

Esta é a primeira exposição exclusiva de Andreza Soares que, desde criança, mostrava aptidão para a área artística. Em 2000, começou a criar estampas para camisetas e resolveu utilizar a técnica em telas, criando um efeito de relevo muito interessante.

Em 2008, formou-se em Artes pela UniBennet, no Rio de Janeiro. Atuou como arte-educadora em escolas, oficinas e projetos para crianças e adolescentes. Ela já participou de duas exposições coletivas no Rio de Janeiro, em 2012 e 2013.