Ação solidária: loja de roupas para moradores de rua neste domingo

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A “Loja de Rua”, ação solidária de doação de roupas para moradores de rua, acontecerá neste domingo (28), das 10h as 18h, na Praça Afonso Pena, Centro.

A “Loja de Rua” é organizada por um grupo de cerca de 20 pessoas e tem o intuito de recolher roupas usadas, expô-las a moradores de rua e deixá-los à vontade para escolherem o que quiserem.

Os interessados em colaborar , podem entrar em contato com o grupo pelos telefones 97407-9111 e 98195-4460. As doações podem ser feitas até este sábado (27).

 

Prefeitura providencia casa para moradores de rua

A Secretaria de Desenvolvimento Social de São José dos Campos alugou uma casa no Jardim Oriente, na zona sul da cidade, para abrigar moradores de rua. O local servirá como uma moradia transitória àqueles que sairão da comunidade terapêutica Nova Esperança, localizada no Parque Interlagos, na zona leste.

A clínica abriga 40 moradores de rua em tratamento contra a dependência química desde julho deste ano.
A previsão é que casa comece a funcionar a partir de janeiro de 2012. O local é de propriedade da Mitra Católica da cidade e está alugado por dois anos pela Secretaria.

Há capacidade para abrigar 45 pessoas em quartos coletivos. De acordo com informações da secretaria, serão oferecidas 3 refeições diárias café da manhã, almoço e jantar. O secretário Francisco Sawaya de Lima, o Kiko, afirma que essas pessoas serão inseridas em programas de transferência de renda.

Uma possibilidade é o BAQ (Bolsa Auxílio Qualificação), que proporciona a inserção de pessoas desempregadas em cursos de capacitação profissional e oferece uma bolsa auxílio no valor de R$ 516. “O objetivo é reintegrá-los à sociedade, oferecendo condições dignas para que sejam capazes de gerar sua própria renda e possam buscar um lugar para viver”, disse Kiko.

Segundo o secretário, as pessoas que forem abrigadas na moradia transitória continuarão recebendo assistência social e psicológica. Kiko afirmou que São José tem hoje 140 moradores de rua sendo atendidos pela SDS. “Quase 99% deles têm dependência química”, disse o secretário.

Segundo Kiko, muitos resistem ao tratamento porque recebem comida e dinheiro enquanto estão nas ruas. “Grande parte da população que insiste em continuar na rua fica por causa das drogas”, afirmou. Por isso, ele chama a atenção para a responsabilidade da sociedade em não manter a situação na cidade.

“Enquanto os moradores de rua estiverem recebendo o que precisam (comida e dinheiro), elas vão continuar como estão, pelas ruas.” Para ele, a melhor opção é não dar esmola. “Muitas vezes, num ato de solidariedade, a pessoa acaba atrapalhando a política social em São José.”

O Vale