Em janeiro haverão 12 Folias de Reis do município e região

O Museu do Folclore de São José dos Campos reúne no dia 28 de janeiro (domingo), a partir das 9h, 12 Folias de Reis do município e região. Elas participam da 21ª Chegada das Bandeiras, manifestação folclórica aberta ao público, que marca o encerramento do Ciclo de Natal e o fechamento do presépio do museu.

O encontro desses grupos acontece há mais de vinte anos no Museu do Folclore, que mantém em sua exposição permanente, na Sala Festas, vários objetos utilizados por Folias de Reis. A existência desses grupos e suas manifestações no Vale do Paraíba demonstram o quanto a cultura popular está presente na região.

Confira as folias participantes

  • São José dos Campos: Cia de Reis Esplendor do Oriente (Jardim Satélite), Folia de Reis São Vicente de Paula (Vila São Geraldo), Folia de Reis Estrela de Belém (Jardim Telespark), Folia de Reis de Santana (Santana), Cia. dos Três Reis Estrela do Oriente (Vila Terezinha), Folia de Reis do Mestre Zé Mira (Putim), Folia de Reis Bom Jesus do Buquirinha.
  • São José do Barreiro: Folia de Reis Sertão da Onça.
  • Paraibuna: Folia de Reis Alferes Bento.
  • Jacareí: Folia de Reis Filhos do Oriente e Folia de Reis Nossa Senhora do Guadalupe.
  • Caçapava: Folia de Reis da Paróquia da N.S. da Boa Esperança.

Celebração religiosa

A programação também prevê a realização, às 11h, de uma celebração religiosa, seguida de benção das bandeiras, pelo diácono Oscar Ivo, da Paróquia de Santana. O encerramento das atividades deve acontecer por volta das 16h. Até o final do mês o presépio pode ser visitado de terça a sexta, das 9h às 17h, e aos finais de semana, das 14h às 17h.

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo e funciona sob gestão do Centro de Estudos da Cultura Popular, organização da sociedade civil sem fins lucrativos, com sede em São José dos Campos.

 

FONTE: Prefeitura de São José dos Campos
FOTO: Paulo Amaral/FCCR

Chegada das Bandeiras, tradição na cidade

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Participar da Chegada das Bandeiras, realizada há vinte anos no Museu do Folclore de São José dos Campos – sempre no final de janeiro –, se tornou uma tradição entre as folia de reis.

A 20ª edição do encontro será no domingo (29), das 9h às 17h, com a presença de 17 grupos da região e de três cidades de Minas Gerais. Às 11h haverá uma cerimônia religiosa, com a benção das bandeiras.

Para o mestre da Cia de Reis Esplendor do Oriente (Jardim Satélite), Jaime Bento Maciel, de 67 anos, é muito gratificante participar deste encontro. “É uma oportunidade de mostrarmos e mantermos a tradição das folias.” O grupo, que tem 17 anos de existência, visitou 120 casas em São José e Jacareí de dezembro até agora. A visita ao presépio do museu será a última do Ciclo de Natal.

“O evento já ganhou notoriedade, e é um bom momento para conhecermos o trabalho de outras folias, é um grande congraçamento dos grupos da região”, destaca o mestre Gilberto Pires de Moraes (Giba Reis), de 52 anos, da Folia de Reis do Mestre Zé Mira (Putim). Fundado em 1998, o grupo participa há 18 anos da Chegada das Bandeiras no Museu do Folclore.

A manifestação é aberta ao público e marcará o encerramento do Ciclo de Natal e o fechamento do presépio no Museu do Folclore, que permanece aberto até o dia 29, das 9h às 17h (de terça a sexta-feira e domingo) e das 14h às 17h (no sábado).

Entenda um pouco mais sobre a tradição.

Folias de reis são cortejos de caráter religioso popular realizados em vários estados brasileiros, entre os meses de dezembro e janeiro (Ciclo de Natal), reproduzindo idealmente a viagem dos Três Reis Magos a Belém, para adorar o Menino Jesus. A informação é do livro Abre as Portas para o Santos Reis, de Priscila Gorzoni, uma das muitas obras que fazem parte do acervo da biblioteca do Museu do Folclore, especializada em cultura popular.

Sobre esse tema, existem na biblioteca 172 títulos – entre livros, fotografias, CDs e DVDS – à disposição do público para pesquisa (no local e pelo site do museu) e empréstimo. Uma das obras mais recentes que trata do assunto é o 23º volume da Coleção Cadernos de Folclore, lançado em 2013 pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo e o Centro de Estudos da Cultura Popular.

A Chegada das Bandeiras é uma realização da Fundação Cultural Cassiano Ricardo e do Centro de Estudos da Cultura Popular, organização da sociedade civil sem fins lucrativos, responsável pela gestão do Museu do Folclore.

FONTE: Prefeitura de São José dos Campos
O Museu do Folclore está localizado no Parque da Cidade (Avenida Olivo Gomes, 100, Santana). Mais informações pelo telefone 3924-7318.

Folia de Reis percorrerá o Parque Vicentina Aranha nesta terça

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O projeto Antes do Pôr do Sol, do Parque Vicentina Aranha, celebrará a tradicional festa dos Três Reis Magos nesta terça-feira (06/01), às 19h, com uma Folia de Reis.

Sob o comando de Jaci Miguel, a Companhia Irmandade de Santos Reis do Novo Horizonte percorrerá o Parque Vicentina Aranha, preenchendo-o de alegria e convidando o público a participar da festa.

A Companhia é formada por Dona Luiza e sua família, do bairro Novo Horizonte e dedica-se à preservação da Folia de Reis em São José dos Campos.

Confira a programação completa do Parque pelo site www.pqvicentinaaranha.org.br.

Serviço

 

ANTES DO PÔR DO SOL

Folia de Reis – Companhia Irmandade dos Santos Reis do Novo Horizonte

Data: 06/01 (terça-feira)

Horário: 19h

Endereço: Rua Eng. Prudente Meireles de Moraes, 302, Vila Adyana – São José dos Campos/SP

Exposição ‘Máscaras’ mostra universo das Folias de Reis

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São José dos Campos recebe a partir desta quarta-feira (26) a exposição “Máscaras”, que traz o universo das Folias de Reis do Estado do Rio de Janeiro. A abertura será às 19h30 no Centro Cultural Clemente Gomes (Avenida Olivo Gomes 100), no Parque da Cidade. Os trabalhos podem ser vistos até 2 de janeiro, de segunda à sexta-feira, das 8h às 22h, e aos sábados, de 8h às 18h. A entrada é gratuita.

 

São 29 máscaras e quatro manequins com vestimentas características utilizadas pelos palhaços das folias durante suas peregrinações às casas dos devotos. A exposição já passou pelas cidades italianas de Nápoles, Piano de Sorrento e Roma.

 

A máscara e a roupa são elementos marcantes que caracterizam e personificam a figura do palhaço nas Folias de Reis, onde ele divide espaço com o mestre, o contramestre, o bandeireiro e o músico. Elas são feitas de diversos tipos de materiais, formas e estilos e se destacam também pelas cores alegres e vibrantes.

 

O material exposto faz parte do acervo do Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac), do Museu de Folclore Edison Carneiro, da Prefeitura de Miracema (RJ) e de alguns colecionadores e palhaços de grupos de Folias de Reis do Estado do Rio.

 

A exposição tem como realizadores a Fundação Cultural Cassiano Ricardo, o Museu do Folclore de São José dos Campos, o Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP) e a Prefeitura de São José dos Campos; além das entidades que estão compartilhando as peças.

Personagem das Folias de Reis é destaque em documentário

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O universo das Folias de Reis será retratado no documentário “Marombo: a dança da devoção”, de Roberval Rodolfo. O filme será exibido nessa sexta-feira (22), às 19h, no Centro Cultural Clemente Gomes (Av. Olivo Gomes, 100 – Santana). A exibição faz parte do Projeto Cineclube, com entrada gratuita.

O marombo é um “soldado” que representa a parte profana e teatral da Folia de Reis, além de levar diversão aos fiéis e curiosos com suas chulas e danças. O personagem também tem o trabalho de recolher esmolas ofertadas ao grupo e possui uma função simbólica de proteger Jesus.

Além do enfoque na cultura popular, o filme também versa sobre a religiosidade das pessoas que são marombos nesses grupos.

O documentário complementa o livro homônimo de Roberval Rodolfoque na versão escrita tem depoimentos reais e histórias fictícias dos marombos e seus ensinamentos.

 

O Projeto Cineclube valoriza a produção de cinema autônoma, além de estimular novas produções audiovisuais e formar novos públicos.

Grupo Piraquara apresenta Marombo nesta quinta-feira, no Cine Santana

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O personagem mais intrigante da Folia de Reis estará em cena em “Marombo – O Rei da Folia”, produzido pelo Projeto Piraquara, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR). A apresentação será nesta quinta-feira (23), às 20h, no Cine Santana (Avenida Rui Barbosa, 2005 – Santana). A entrada é gratuita.

A peça vai trazer, especialmente, a figura do Marombo, também conhecido como Palhaço, Marumbo, Marungo, Bastião, Fardado, Véio, entre outros nomes de acordo com a região.

Por meio de músicas e projeções, o espetáculo contará a história dos soldados que foram designados para matar o menino Jesus. A fim de eliminar o Rei dos Judeus, Herodes mandou matar Jesus, assim como todos os meninos que tivessem menos de dois anos de idade.

A encenação mostra como os soldados do Rei Herodes se converteram milagrosamente ao chegar à manjedoura. Desde então, vestidos com roupas coloridas e extravagantes e utilizando máscaras, os soldados passaram a proteger a criança contra o rei e ajudaram o menino fazendo com que a Sagrada Família conseguisse fugir para o Egito. E segundo a crença popular, foi dessa história que nasceu a figura do Marombo.

O Marombo é um “soldado” que representa a parte profana e teatral da Folia de Reis, além de levar diversão aos fiéis e curiosos com suas chulas e danças. O personagem também tem o trabalho de recolher esmolas ofertadas ao grupo e possui uma função simbólica de proteger Jesus.

Grupo Piraquara

Criado pela FCCR em 1988, o Projeto Piraquara é responsável por várias atividades e ações culturais voltadas para a valorização do folclore e da cultura popular regional. Desde 2012 o projeto é administrado por meio de convênio firmado com o Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP). O objetivo é colaborar com a transformação da sociedade, por meio da informação, formação e divulgação das manifestações folclóricas em São José dos Campos e região.

Presépio do Museu do Folclore será aberto domingo

Para este Natal, o presépio do Museu do Folclore, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), será montado por Antonio Silvio de Magalhães. A abertura será neste domingo (8), às 14h, no Parque da Cidade (Avenida Olivo Gomes, 100), em Santana, com a participação das Folias de Reis Estrela Guia (Vila Corintinha), Esplendor do Oriente (Jardim Satélite) e Companhia dos Três Reis Estrela do Oriente (Vila Terezinha).

Silvio está montando o presépio utilizando uma série de materiais: manta acrílica azul (para imitar o céu), terra preta e grama (de verdade) ‘plantada’ de ponta cabeça, para permitir a colocação de musgos na raiz. “É desse jeito que meus avós faziam lá em Campos do Jordão, onde nasci”, explica ele. As peças que simbolizam os personagens do presépio serão do acervo do Museu do Folclore.

O gosto por essa tradição começou na infância, quando Silvio observava e ajudava os avós, João Inácio Vieira e Maria do Carmo Cardoso Vieira, a montar o presépio. Com esse saber, hoje Silvio é o responsável por preparar o presépio na casa dos pais dele.

Aos 45 anos, Silvio, que trabalha com publicação visual, já atuou em outras funções na área de comunicação. Casado, ele espera que a filha de três anos prossiga com essa atividade. “Espero poder passar à minha filha os saberes que meus avós me passaram um dia.”

A montagem do presépio no Parque da Cidade, na área externa do Museu do Folclore, já se tornou uma tradição e marca o início do Ciclo de Natal. O presépio ficará aberto no mesmo horário de funcionamento do Museu do Folclore, de terça a sexta-feira, das 9h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 17h.

A coordenação da montagem do presépio é feita pelo Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), organização social sem fins lucrativos responsável pela gestão do Museu do Folclore em convênio com a FCCR.