Mostra de Cinema e Direitos Humanos exibe curtas brasileiros

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A 9ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos segue a programação com a exibição dos curtas-metragens “Sophia” e “Pelas Janelas”, nesta terça-feira (17), às 19h, no Parque Vicentina Aranha (Rua Engenheiro Prudente Meireles de Morais 302 – Vila Adyana). A entrada é gratuita. As exibições começaram em 3 de março.

“Sophia”, de 2013, narra uma história de relacionamentos entre mãe e filha, na qual Joana busca compreender o universo e a diferença de Sophia, uma deficiente auditiva. Nesta trajetória, a mãe passa por experiências sensoriais, envoltas de poesia visual e sonora. As experiências ainda se estendem ao espectador por meio das cores, sons e do silêncio empregados no filme pelo diretor Kennel Rogis.

Em 35 minutos, o curta “Pelas Janelas” transmite a experiência de quatro estudantes de Cinema e Audiovisual: Carol Perdigão, Guilherme Farkas, Sofia Maldonado e Will Domingos de acompanham por três meses o projeto “Inventar com a Diferença”, realizado em diferentes escolas pelo Brasil, unindo educação, cinema e direitos humanos.

A 9ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos no Hemisfério Sul é realizada pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), em parceria com o Ministério da Cultura (MinC) e o apoio da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), em parceria com a AJFAC (Associação Joseense para Fomento da Arte e da Cultura).

O objetivo é descobrir e discutir os Direitos Humanos a partir do cinema. Nesta edição, a temática é o Direita à Memória e Verdade, em razão dos 50 anos do golpe militar.

9ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos do Hemisfério Sul chega a São José dos Campos

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A 9ª Mostra Cinema e Direitos Humanos no Hemisfério Sul compõe uma das estratégias do Governo Federal para consolidação da cultura de respeito aos Direitos Humanos. A 9ª edição chegará a todas as capitais, além de mil locais de exibição em todo o país.

Em São José do Campos, a 9ª Mostra é uma parceria da Associação Joseense para o Fomento da Arte e da Cutura e Fundação Cultural Cassiano Ricardo. Para enriquecê-la, após as exibições, haverá debates com convidados, onde será possível ampliar as reflexões sobre o tema tratado. Serão cinco exibições, três no Parque Vicentina Aranha e duas no Cine Santana.

Exibições:

03/03 – Terça-feira – Abertura

19h –Local:  Sala de Leitura – Parque Vicentina Aranha

FILME: CABRA MARCADO PARA MORRER

10/03 – Terça-feira

19h – Local:  Sala de Leitura Parque Vicentina Aranha

FILME: QUE BOM TE VER VIVA

17/03 – terça-feira

19h – Local:  Sala de Leitura Parque Vicentina Aranha

FILMES: Curtas-  SOPHIA e PELAS JANELA

24/03 – Terça-feira

19h – Local:  Cine Santana

FILME: A VIZINHANÇA DO TIGRE

 

31/03 – Terça-feira  – (Encerramento)

19h – Local:  Cine Santana

FILME: RIO CIGANO

 

Endereço Parque Vicentina Aranha:

Rua Eng. Prudente Meireles de Moraes, 302, Vila Adyana – São José dos Campos/SP

 

Endereço Cine Santana

Rua Rui Barbosa, 2005, Santana – São José dos Campos/SP

 

*TODAS AS EXIBIÇÕES TÊM ENTRADA FRANCA

Direitos humanos e arte marcam debate no Centro de Juventude

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A Prefeitura de São José dos Campos promove nesta quinta-feira (3), às 19h, um evento que envolve direitos humanos e arte. A atividade será no Centro da Juventude (Rua Aurora Pinto da Cunha, 131), no Jardim América, que terá o saguão transformado em um espaço para manifestações artísticas. Os trabalhos do artista plástico Máximo Dias serão os primeiros a serem expostos no local.

 

O evento terá uma palestra da escritora Daniela Arbex que apresentará o “Holocausto Brasileiro”. A autora é jornalista premiada por reportagens sobre direitos humanos. Formada pela Universidade Federal de Juiz de Fora (MG), Daniela iniciou a carreira no jornal Tribuna de Minas.

 

Daniela Arbex é repórter investigativa e seu trabalho se destacou, especialmente, a partir da série Cova 312, publicada em 2002. A investigação sobre a sepultura do guerrilheiro Milton Soares de Castro, dado como desaparecido durante a ditadura militar, ganhou o Prêmio Esso, além de menções honrosas no Prêmio Vladimir Herzog e no Prêmio Lorenzo Natali.

 

Militante dos direitos humanos há 20 anos, Máximo Dias foi sequestrado e torturado durante a ditadura na Argentina, entre os anos 1967 e 1978. Ele fez desta experiência dramática sua inspiração para a arte. O artista plástico participou dos comitês pela paz na Guerra das Malvinas e pela paz na primeira Guerra do Golfo Pérsico. Participou ainda das comissões de artistas independentes contra a repressão e censura e pelo resgate da memória cultural pós-ditadura.

 

Programação

19h30

Inauguração do Saguão

 

20h

Palestra da Daniela Arbex

 

20h40

Roda de debate