Prefeitura dá início às obras contra erosão no Senhorinha 2

A Prefeitura de São José dos Campos iniciou a obra de contenção para eliminar o processo de erosão da margem do córrego Senhorinha 2, na altura da Rua Santarém, junto ao campo de Futebol 1º de Maio, no Parque Industrial, zona sul da cidade. Ao iniciar os trabalhos no local, na segunda quinzena de agosto, os técnicos detectaram um grande vazamento de esgotos, que criava dificuldades para a realização da obra e prejudicava os moradores da região, devido ao mau cheiro. A correção desse problema foi solicitada à Sabesp.

A contenção da erosão será feita por meio da instalação de gabiões nas duas margens córrego, formando um canal de escoamento das águas até um ponto estável no nível do córrego. A execução cabe à Secretaria de Serviços Municipais, com projetos feitos pela Secretaria de Obras. A extensão prevista é de aproximadamente 42 metros de muro, de cada lado do córrego. O canal projetado encaminhará terá capacidade para escoar um volume de aproximadamente 100 mil litros de água por segundo. O investimento no local será de R$ 1.196.111,53.

Associação cobra secretaria por rota da via Banhado

O presidente da ACI (Associação Comercial e Industrial) de São José, Felipe Cury, pretende cobrar da Secretaria de Transportes mais agilidade na execução da obra da Via Banhado. Ele disse que a direção da entidade vai marcar uma reunião com o secretário de Transportes, Wagner Balieiro, para que ele forneça explicações sobre o traçado. O presidente da ACI defende a adoção do primeiro projeto definido na gestão do ex-prefeito Eduardo Cu-ry, onde deveria ser construído um viaduto na rua Coronel José Monteiro.

“O tráfego no centro é muito maior do que na região do Esplanada, onde a atual gestão pretende construir um viaduto, na rua Henrique Mudat”, afirmou. O presidente também disse que “mais do que definir onde serão feitos os viadutos, a obra precisa sair logo, porque é fundamental para a cidade a ligação da Via Norte com a Via Oeste”. Em entrevista anterior ao O VALE, Balieiro disse que “há um estudo que mostra que daqui a 30 anos o viaduto do centro não seria mais necessário, devido ao volume de tráfego”.

Prefeitura juntamente com a Univap, mapea areas de risco

A Prefeitura de São José dos Campos contratou a Univap (Universidade do Vale do Paraíba) para atualizar o mapeamento das áreas de risco da cidade. O novo mapa será elaborado por geólogos, técnicos e estudantes da instituição e do IG (Instituto Geológico) de São Paulo, que são pesquisadores da Univap. O contrato foi assinado ontem, terá duração de 12 meses e custará R$ 358 mil. O trabalho de campo começa na semana que vem. Os dados serão usados para atualizar o levantamento das áreas de risco feito em 2008, que culminou na elaboração do Plano Municipal de Redução de Risco, ainda em vigor.

Além do mapa das áreas de risco, os técnicos do IG treinarão os agentes da Defesa Civil de São José para que eles saibam atualizar o estudo daqui para frente. “As metodologias usadas pelos institutos são difíceis de serem aplicadas pelos agentes. O treinamento irá capacitá-los a fazer esse trabalho”, disse Rodolfo Mendes, pesquisador do IG e professor-colaborador da Univap, que participa do mapeamento. Para o secretário de Defesa do Cidadão, José Luís Nunes, o novo mapa irá ajudar tanto o programa habitacional da prefeitura como o planejamento de ações emergenciais para a Defesa Civil. As áreas críticas identificadas serão analisadas e classificadas como de baixo, médio, alto e muito alto risco, podendo exigir a retirada de famílias. Na avaliação do Ministério Público, o estudo é desnecessário, em razão do Plano Municipal de Redução de Risco.

“É um documento técnico de mapeamento das áreas de risco e com as urgências técnicas priorizadas. Foi feito em 2008 e, por isso, a prefeitura tem condições de adotar medidas urgentes”, afirmou o promotor Gustavo Médici. Nunes defendeu a atualização e disse que o estudo mostrará como estão as áreas de risco depois de cinco anos. “Muita coisa pode ter mudado nesse tempo”, afirmou.

NovaDutra realizará obras de novas marginais no Trecho da cidade

A NovaDutra vai construir um novo trecho de pistas marginais entre os viadutos do Vista Verde e do Santa Inês, na região leste de São José dos Campos. A empresa também vai dar continuidade às obras da marginal ligando a Johnson à Unip (Universidade Paulista), na região sul, antes do acesso a Jacareí. A informação foi confirmada ontem pelo secretário de Transportes, Wagner Balieiro, por meio da sua assessoria de imprensa. Na nota, o secretário disse que a NovaDutra já enviou à secretaria os projetos para serem analisados em questões como drenagem e acessos. Na região leste, as marginais serão nos dois sentidos da Dutra. Na região sul, apenas na pista Rio-São Paulo. “É uma boa notícia para a cidade, que já aguardava essas ampliações”, disse o secretário. Balieiro estima que as obras devem começar no final do ano que vem.

A continuação das marginais do Vista Verde até a altura da Transportadora Transzero deve melhorar o fluxo de carros para os moradores da região e cegonheiros. Diariamente, eles enfrentam trânsito lento devido ao excesso de veículos no trecho. O projeto para implantar as marginais entre o km 139,5 e km 144 está em fase de elaboração, informou a assessoria de imprensa da NovaDutra. Eles dependem da aprovação da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), para início das obras. O investimento não foi revelado. Procurada, a assessoria da ANTT não informou como estão a aprovação dos projetos para as marginais.

A NovaDutra iniciou no final do ano passado as obras de construção de pistas marginais entre o viaduto Kanebo, no km 151, até a empresa Johnson, no km 154, na pista sentido São Paulo. As pistas marginais terão 11 metros de largura e contarão com duas faixas de rolamento e acostamento. Após a conclusão das obras, o trecho terá maior capacidade de absorção do tráfego na pista sentido São Paulo, com a duplicação da quantidade de faixas de rolamento, segundo a empresa. Atualmente a pista expressa do trecho conta com duas faixas de rolamento e acostamento. Estão sendo feitos sistema de drenagem, terraplenagem, muros de contenção, pavimentação, sinalização, e prolongamento das passarelas. O investimento é de cerca de R$ 27 milhões. Aproximadamente 250 operários trabalham nas obras. A expectativa da NovaDutra é que as obras terminem em junho de 2014.

Um dos trechos mais críticos de São José, do viaduto do Vista Verde até o Jardim da Granja (próximo ao viaduto Bandeirante), teve as marginais construídas, nos dois sentidos, pela Revap, que fez as obras como compensação ao plano de expansão da refinaria, ocorrido em 2007. O segundo trecho da Dutra mais violento sob a jurisdição da PRF em São José fica entre o km 148 e km 146, no sentido Rio, entre o DCTA e o viaduto Bandeirante, no Jardim da Granja, zona leste. Nesse trecho são esperadas as obras das marginais para melhorar o fluxo dos veículos e evitar acidentes. Segundo a assessoria de imprensa da NovaDutra, o projeto para implantação de novo trecho de pistas marginais entre o km 145 e km 147, nos dois sentidos da via Dutra, está em estudos.

Cidade tem Operação Cata-treco para mais bairros

A Prefeitura de São José dos Campos continua com a Operação Cata-Treco e neste sábado (31) mais nove bairros estão na programação. Os caminhões vão passar pelas ruas do Jardim Augusta; Vila Tatetuba; Portal do Céu; Jardim Santa Lúcia; Jardim Santa Rita; Vila do Rhodia; Vila Alexandrina; Vila Iracema; Jardim Morumbi (trecho entre a Rua Benedito Cubas e a Avenida Benedito Bento).

O recolhimento de móveis e utensílios domésticos que a população não usa mais será feito das 8h às 16h. Para garantir que o material descartado seja recolhido, é necessário deixá-lo em frente à residência até as 8h, antes do caminhão passar. Desde o início das operações em maio, já foram recolhidos pelas equipes da Secretaria de Serviços Municipais (SSM), cerca de 700 toneladas de materiais volumosos. Restos de materiais de construção e lixo orgânico não serão recolhidos pelos caminhões do Cata-Treco.

ITA tem atividades paralisadas para reivindicar melhorias

Pela primeira vez na história do ITA (Instituto Tecnoló-gico de Aeronáutica) após regime militar, os alunos da entidade paralisaram as atividades em protesto contra a qualidade de ensino. A paralisação foi realizada ontem, das 8h às 12h, e contou com a adesão de 90% dos alunos e professores, segundo informou o presidente do CASD Centro Acadêmico Santos Dumont, Marcus Gualberto Ganter de Moura. O ITA possui cerca de 600 alunos e 150 professores em São José dos Campos. A paralisação de ontem foi aprovada em assembleia geral extraordinária do CASD, realizada na semana passada entre os alunos. Os alunos não participaram das atividades e apresentaram aos professores os pedidos de melhorias no ensino.

O presidente do Centro Acadêmico disse que os alunos estão desmotivados com o ensino oferecido pelo ITA. “Nós queremos que melhorem a didática de ensino, permitindo que os alunos realmente aprendam engenharia”, disse Ganter a O VALE. Em texto divulgado pelo CASD, os alunos afirmam que “são diversos os problemas que freiam a instituição e a mantém presa ao passado e a impedem de ser na prática, e não apenas na reputação, uma instituição de verdadeira excelência”, segundo texto da nota. O texto afirma também que “dentre os problemas está um sistema de avaliação coercivo, que, devido a regras e amarrações nas normas do ITA, cria um ambiente propício para abuso de poder, prática de injustiça e terror psicológico de professores para com alunos. Os alunos do ITA pedem a volta do Sistema de Aconselhamento (que existe no MIT), considerado fundamental na formação dos engenheiros e mais transparência na divulgação das notas.

“O ITA está com o programa de expansão, que prevê a duplicação do número de vagas. e outras inovações. O modelo atual possui falhas que queremos corrigir em conjunto com a administração, o quanto antes. Se não, passaremos de 600 alunos, para 1200 desmotivados”, disse Ganter. O reitor do ITA, Carlos Américo Pacheco, disse que a instituição está aberta ao diálogo com os alunos e que há o interesse das duas partes em buscar a qualidade de ensino na instituição. O ITA foi criado em 1950, para ser um centro de excelência universitária aeroespacial. A entidade está sob a responsabilidade direta do Comaer (Comando da Aeronáutica).

A instituição tem um dos vestibulares mais difíceis do país. Os cursos oferecidos são de engenharia-aeronáutica, eletrônica, mecânica- aeronáutica, civil- aeronáutica, computação e aeroespacial. Para o vestibular 2014, o ITA aumentou de 130 para 180 o número de vagas oferecidas. Serão 170 vagas para civis e 10 para militares. O reitor do ITA, Carlos Américo Pacheco, negou ontem ações coercitivas da direção sobre os alunos e disse que há um diálogo maduro entre as partes. Ele não considerou o protesto como uma paralisação, mas sim como uma reunião onde alunos e professores puderam expor seu pontos de vista para buscar a melhoria da qualidade de ensino.

O reitor disse que convidou os professores para participar da reunião com os alunos. “Acho que foi um agenda positiva. O que os alunos querem é o que nós queremos, ou seja, discutir mecanismos que busquem o avanço institucional, buscando a melhoria do ensino”, afirmou. Segundo Pacheco, o ITA é uma escola mais rigorosa do que as demais, que exige um rendimento muito alto dos alunos. “Algumas medidas que os alunos reivindicaram são difíceis de serem feitas, como a demissão de professores. As decisões tem que ser bem ponderadas, respeitando a tradição do ITA e suas peculiaridades”, disse o reitor. Para buscar as melhorias de ensino no ITA, foi formada uma comissão entre alunos, professores e direção.

Embraer cria laboratório de materiais sustentáveis

A Embraer inaugura na semana que vem, em São José dos Campos, um laboratório para desenvolver produtos a partir de materiais sustentáveis e usá-los no interior das aeronaves. Trata-se do Material Concept Lab, que será instalado na unidade da empresa no distrito de Eugênio de Melo, na região leste de São José. De acordo com a Embraer, o espaço permitirá a fornecedores o contato com materiais inéditos que possuem potencial de utilização na indústria aeronáutica. Primeiro do gênero no país, o acervo reúne 150 referências e amostras de materiais de origem nacional, selecionados com foco na sustentabilidade e na adequação ambiental. Para tanto, a Embraer contou com consultoria da Matéria Brasil, que tem escritórios no Rio de Janeiro e em São Paulo e que pesquisa materiais sustentáveis. A empresa mantém uma “materioteca” com mais de 800 produtos responsáveis fabricados prioritariamente no Brasil. Há itens como palha de seda, lâmina de bambu para revestimento e malha de algodão orgânico.

O laboratório, segundo a Embraer, é resultado de um estudo que selecionou materiais de baixo impacto ambiental, naturais e sintéticos, de diversas características, como metais, cerâmicos, polímeros, têxteis e compósitos. Destes, alguns já foram pré-validados pelo Centro de Validação de Interiores da Embraer, tendo passado por diversos testes necessários para compor o interior de uma aeronave. “O laboratório apresenta novas oportunidades para quem deseja fornecer para a indústria aeronáutica” disse, em nota, Mauro Kern, vice-presidente executivo de Engenharia e Tecnologia da Embraer. “Mais do que pelo acervo, o espaço é importante porque ajuda a estimular a cultura de explorar materiais inéditos, que não estão prontos ou disponíveis no mercado, aumentando o potencial de inovação de toda a cadeia.” Além de servir como referência para fornecedores, que poderão acessar o laboratório, o Embraer Material Concept Lab será utilizado para pesquisas em parceria com o meio acadêmico e outras indústrias, como a automobilística.

Na avaliação do geógrafo Thiago Vedova, coordenador das áreas de Comunicação e Educação da Matéria Brasil, o uso de produtos ambientalmente adequados pode aumentar ainda mais o valor de mercado da Embraer. “Há uma corrida verde no setor e a Embraer está dando um passo muito positivo. Para ela e para os fornecedores”. Em parceria com a Boeing, a Embraer lançou no último mês de junho um plano de ação para desenvolver a indústria do biocombustível para a aviação no Brasil, o bioQAV. O país já tem algumas linhas de pesquisa para o desenvolvimento do biocombustível, tendo como matéria-prima a cana-de-açúcar, a soja, o eucalipto ou o pinhão manso. A questão é criar escala para que esses produtos cheguem na bomba de abastecimento dos aeroportos a um preço competitivo com o QAV (querosene de aviação). Já há algumas refinarias certificadas para vender o bioQAV, mas os custos são de três a 10 vezes mais do que o combustível de petróleo. Além das duas empresas, a Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) também é parceira no plano de ação.

Queimada do Banhado assusta moradores da cidade

Um incêndio no Banhado, considerado o principal cartão-postal de São José dos Campos, destruiu ontem cerca de 25 mil metros quadrados de área de preservação ambiental e provocou apre-ensão entre moradores da zona oeste da cidade. A queimada, que atingiu toda a orla do Banhado, mobilizou uma força-tarefa entre Corpo de Bombeiros, Defesa Civil e Guarda Civil Municipal, além do helicóptero Águia da Polícia Militar, que sobrevoou o local para avaliar os danos causados pelo incêndio. O Corpo de Bombeiros, a Polícia Civil e a Prefeitura de São José acreditam que o incêndio possa ter sido criminoso. O fogo teve início por volta das 9h, próximo a uma propriedade particular no Jardim Esplanada, zona oeste da cidade (área do Banhado), segundo o tenente do Corpo de Bombeiros, Antônio Carlos Bernardes. “O foco do incêndio era pequeno no início, mas depois ganhou grandes proporções em pouco tempo por conta do vento e fez o fogo se propagar rapidamente por todo o Banhado”, afirmou.

Segundo ele, a principal preocupação era com a aproximação do fogo com a área das casas da Vila Nova Esperança, perto da linha férrea. “Fizemos uma linha no local para evitar com que o fogo se alastrasse muito”, disse. A nuvem de fumaça que surgiu por volta das 10h cobriu parte da zona oeste e seguiu em direção à região central da cidade, devido ao vento. “Levei um susto muito grande ao ver a fumaça tomando conta das minhas janelas. Acionei os bombeiros para que viessem rapidamente, mas não deu tempo”, disse o aposentado João dos Santos Silva, 64 anos.

Ele e outros moradores de prédios que ficam próximos às avenidas Borba Gato e São José, em extremidades oposta do Banhado, sofreram com o forte cheiro da fumaça. Eles mantiveram as janelas dos apartamentos fechadas para tentar amenizar o problema. Vizinhos do local, o prefeito Carlinhos Almeida (PT) e a presidente da Câmara, Amélia Naomi, foram checar pessoalmente a situação, que foi agravada devido ao tempo seco. “Vim acompanhar o problema ‘in loco’ neste momento importante e vamos procurar os responsáveis pela queimada ilegal de mato”, disse o prefeito a O VALE.

A Secretaria de Defesa do Cidadão de São José informou por meio de nota oficial que não descarta a possibilidade de o incêndio ter sido criminoso e disse ainda que as causas estão sendo investigadas. Segundo a assessoria de imprensa da pasta, nos sete primeiros meses deste ano, a Defesa Civil atendeu 163 ocorrências de fogo em mato. Ontem, a equipe só conseguiu controlar as chamas por volta das 14h30 com a ajuda da equipe do Corpo de Bombeiros. Por e-mail, a assessoria de imprensa da secretaria informou que atualmente a Defesa Civil conta com um grupo de cerca de 60 funcionários e voluntários brigadistas. A assessoria de imprensa da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental) informou ontem que não foi acionada para acompanhar a ocorrência, mas deverá avaliar os estragos provocados pelo incêndio nos próximos dias se houver necessidade.

Aniversário de Eugênio de Melo terá exposição Ceagesp em Flor

As comemorações pelos 136 anos de Eugênio de Melo, distrito de São José dos Campos, terá uma extensa programação musical a partir desta terça-feira (27) e uma novidade a “1ª Ceagesp em Flor”, exposição e comercialização de flores e plantas, que começa no sábado (31) e termina no domingo (1º de setembro). A exposição é um evento da Ceagesp, que vem sendo realizada nas centrais de abastecimentos de todo o interior do Estado de São Paulo. A mostra já ocorreu em Sorocaba; Ribeirão Preto; Presidente Prudente; São José do Rio Preto; Bauru e agora, com o apoio da Secretaria de Turismo de São José dos Campos, será realizada anualmente, em Eugênio de Melo.

Para esta primeira edição, um colorido especial tomará conta do ambiente e estará à disposição do público, um mix de flores e plantas: serão 250 espécies, entre elas, as mais comercializadas como hortências, crisântemos, rosas, bromélias, manacás, palmeiras, gramas e mudas frutíferas. As flores e plantas vêm de produtores de Sapucaí Mirim, Atibaia, Santa Isabel, Piracaia, Mogi das Cruzes, Nazaré Paulista, Jacareí, Bragança Paulista, Bom Jesus dos Perdões, Registro, Guararema, Salesópolis, Sapucaí Mirim, Taubaté, Suzano, Itapetininga e São José. Geralmente, os compradores são de várias localidades da região, como donas de casa, florista, paisagistas, igrejas e entidades. Paralelamente, será realizada uma mostra de orquídeas das espécies dendrobium, phalaenopsis, oncidium, cymbidium. Os expositores são produtores do Vale do Paraíba e de Eugênio de Melo.

Artesanato

Na Ceagesp, também será realizada uma exposição de artesanato. A Secretaria de Turismo está fazendo um trabalho de valorização dos artesãos da cidade e está levando as peças para expor em grandes eventos. A idéia é apresentar aos turistas os produtos diversificados de utensílios a peças decorativas. Haverá exposição de quadros com temática de flores e pintura ao vivo durante o evento.

Praça de Alimentação

O público que passar pela “1ª Ceagesp em Flor” também poderá ajudar as entidades beneficentes que estarão comercializando na Praça de Alimentação, montada especialmente para o evento de aniversário. Entre os pratos estão: arroz carreteiro, bolinho de bacalhau, pastel mineiro, comida japonesa e bolos.

Consulta para Lei de Zoneamento é prorrogada na cidade

A exemplo da audiência pública realizada na última sexta-feira, a consulta pública disponibilizada no site da Prefeitura de São José dos Campos sobre as mudanças na Lei de Zoneamento tem recebido pouca adesão. A consulta pública foi lançada no último dia 13 e até ontem à tarde haviam sido encaminhadas apenas 10 sugestões dos moradores da cidade. Na audiência pública no Teatro Municipal foram feitas 23 manifestações orais e outras 19 foram protocoladas. A consulta pública permanecerá no site da prefeitura (www.sjc.sp.gov.br) até a próxima sexta-feira. Segundo a Secretaria de Planejamento, todas as sugestões da população passarão por análise e as que forem viáveis tecnicamente poderão ser incorporadas no projeto de lei que será encaminhado pelo prefeito Carlinhos Almeida (PT) à Câmara na primeira quinzena de setembro.

A nova proposta ocorre três meses após a revisão na Lei de Zoneamento. Entre as mudanças está a transformação de duas áreas industriais na região do Putim em Zeis (Zonas Especiais de Interesse Social) para viabilizar 1.800 casas para os ex-moradores do Pinheirinho. O ‘pacote’ cria brechas para instalação de hotéis, centros comerciais e bancos no perímetro do Parque Tecnológico e prevê incorporação do prolongamento das ruas Sebastião Humel e Coronel José Monteiro ao perímetro do centro para viabilizar empreendimentos como novo hospital.