Crise trabalhista no Inpe abre debate sobre modelo de gestão

A ameaça de demissão dos 71 servidores temporários do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) que trabalham no Cptec (Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos), em Cachoeira Paulista, retoma a polêmica do modelo de gestão considerado ideal para instituições voltadas à Ciência e Tecnologia. A cinco dias para o cumprimento de uma liminar que determina a exoneração dos servidores e no meio de uma greve deflagrada pela categoria, a direção do Inpe se defende e justifica que já vinha adotando desde o ano passado medidas para repor as vagas em déficit. O ofício 780/2013 da Segep/MP (Secretaria de Gestão Pública do Ministério do Planejamento), datado da última quinta-feira e assinado pela secretária Ana Lucia Amorim de Brito garante o reforço no quadro de funcionários, que pode chegar a 438, mas não dá um prazo para isto acontecer. “Temos um diagnóstico que aponta que grande parte de nossos funcionários tem acima dos 50 anos”, disse o atual diretor do Inpe, Leonel Perondi, a O VALE.

O VALE apurou que, somente este ano, já foram efetivados 50 pedidos de aposentadoria no Inpe, que possui hoje cerca de 1.100 funcionários. A média atual chega a um pedido por semana. As dificuldades de reposição desta mão de obra especializada são potencializadas pelo tempo necessário para o exercício das funções, de dois a três anos. Sujeito ao RJU (Regime Jurídico Único), o Inpe depende da realização de concursos públicos para suprir a carência de mão de obra, além de obedecer a mecanismos de controle como a Lei de Licitações. A contratação dos servidores temporários foi questionada pelo MPF (Ministério Público Federal). Entre as alterações defendidas por alguns segmentos está, por exemplo, a criação de OS (Organizações Sociais).

Além disto, tramitam no Congresso a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 290 e o PL (Projeto de Lei) 2177, que propõem mudanças nos regimes jurídicos das instituições.  Sobre mudanças nos modelos de gestão, Perondi prefere não expor sua opinião em função do impasse jurídico atual. “É uma discussão importante e interessante”, afirmou. Para o sindCT (Sindicato dos Servidores Públicos Federais da área de Ciência e Tecnologia no setor Aeroespacial), não há que se falar em modelos de gestão e sim da reposição da defasagem de profissionais. “Os institutos estão fragilizados. Precisamos recompor essa força de trabalho, que está exaurida. Não são os projetos que perenizam as pessoas”, afirmou o presidente do SindCT, Ivanil Barbosa Belisário.

A pesquisadora Valéria Cristina dos Santos Ribeiro, da Unicamp, defende que, apesar das limitações do regime jurídico da administração direta, há espaços que permitem autonomia e flexibilidade. Para ela, um modelo jurídico mais adequado precisaria estar alicerçado em três pilares: institutos com uma personalidade jurídica própria, o que permitiria a venda de produtos e serviços, além do estabelecimento de contratos; autonomia para definir os recursos humanos e que a legislação de compras possa considerar as peculiaridades da área de ciência e tecnologia. “Sabemos hoje que os recursos são limitados em todos os sentidos. Internacionalmente, por exemplo, a tendência é do uso do recurso humano temporário, do trabalhador empregado por projeto, por demanda.”

Apesar disto, a pesquisadora considera que é necessário preservar profissionais da área de pesquisa básica. “Outra tendência que percebemos são os trabalhos em rede, as pesquisas colaborativas, em que os custos são partilhados pelas instituições.” Valéria considera que é hora de estimular o debate. “Este não é um problema só do Inpe. Precisamos abrir o debate sobre a importância dos institutos para o país. Os pilares do desenvolvimento estão na educação, ciência e tecnologia.”

Urbam promete manter coletores de lixo

A Urbam (Urbanizadora Municipal) contratou, em caráter emergencial, a empresa Cavo Serviços e Saneamento, que será responsável pela coleta do lixo comum. A contratação se deu após o rompimento do contrato com a VSA – Vale Soluções Ambientais, que poderá, ainda, pagar multa de R$ 300 mil à prefeitura pelos seis dias que a cidade passou sem coleta de lixo comum. A rescisão resulta da greve dos pagamento de R$ 1.300 na PLR (Participação de Lucros e Resultados), valor negado pela empresa terceirizada.

De acordo com a prefeitura, os 220 coletores da VSA serão admitidos pela Cavo Serviços e Saneamento, que foi escolhida com base numa pesquisa de mercado. O valor do contrato não foi informado. A nova empresa começa a atuar já a partir de amanhã. Segundo Donovan Neves de Brito, advogado da VSA, nenhuma possibilidade está descartada, “nem a de retomar o contrato com a prefeitura”. Ele disse, porém, que, se outra companhia assumir a coleta, a VSA está disposta a transferir os funcionários, sem criar obstáculos. O advogado acrescentou que a empresa está em dia com todas as obrigações trabalhistas e que amanhã já deve ter uma posição sobre que medidas prática vai adotar.

Prefeitura estuda reduzir ISS

O prefeito de São José dos Campos, Carlinhos Almeida (PT), planeja lançar no primeiro semestre do próximo ano um pacote de incentivos fiscais para ampliar a arrecadação do município. As principais diretrizes do pacote são redução de alíquotas do ISS (Imposto Sobre Serviços), e recuperação de créditos da dívida ativa. No caso da dívida ativa, a meta do governo é aumentar em mais de 100% a arrecadação de créditos. Segundo o secretário da Fazenda, José Walter Pontes, parte do pacote deve ser encaminhado ainda este ano para apreciação e aprovação do Legislativo e é referente ao ISS. Ele relatou que a intenção é reduzir de 5% para 2% a alíquota do ISS pago pelos cartórios referente a serviços de serventia dos cartórios.

“Hoje, a arrecadação quase não existe. É preferível ter uma alíquota menor e arrecadar recursos do que ter uma alíquota alta e não arrecadar quase nada”, pontuou o secretário da Fazenda. O ISS é a segunda maior fonte de receita do município. Para 2014, o governo Carlinhos estima uma arrecadação de R$ 256,8 milhões com a cobrança do tributo. De acordo com Pontes, a meta do governo é reduzir também a alíquota do ISS de outros setores. No momento, os técnicos da Fazenda preparam estudo para definir quais outros segmentos terão redução de alíquotas. O secretário já avaliou que, no futuro, o ISS será a grande fonte de recursos do município por causa da mudança da economia do município, cada vez mais pautada pela prestação de serviços. Atualmente, o ICMS (Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços) ainda responde pela maior fatia do orçamento (38%). A previsão é no próximo ano o município terá uma receita de R$ 832,3 milhões procedente desse tributo.

Para recuperar créditos da dívida ativa, o governo Carlinhos prepara pacote de incentivos, como facilidades de parcelamento de débitos, maior prazo para quitação de débitos, entre outras medidas em estudo. Pontes disse acreditar que se o cidadão que possui débitos com o Tesouro Municipal tiver incentivos, ele quita os débitos com o Fisco. A previsão de arrecadação de créditos prevista para este ano soma R$ 37 milhões. Até setembro, havia sido recuperado R$ 23,6 milhões. A dívida ativa do município soma R$ 1,250 bilhão. A meta do governo Carlinhos para o próximo ano é recuperar R$ 87,7 milhões, mais que o dobro previsto para este ano.

O governo Carlinhos Almeida também trabalha com a meta de ampliar as receitas procedentes de empréstimos e transferências voluntárias dos governo federal e estadual no Orçamento 2014. O secretário da Fazenda, José Walter Pontes, informou que para 2014 as transferências voluntárias terão uma acréscimo de R$ 33 milhões em relação a este ano. Já as operações de crédito terão aumento de 614,9%. No total, os empréstimos firmados e incluídos no orçamento do próximo ano pelo governo, por meio de operações de crédito, somam R$ 190 milhões ante R$ 26,6 milhões previstos no orçamento municipal deste ano. O maior volume, de R$ 111 milhões, é para a primeira etapa do projeto do VLT (Veículo Leve Sobre Trilhos).

O município dará uma contrapartida de R$ 5 milhões. Na avaliação do secretário, o município tem bastante lastro financeiro para correr atrás de mais transferências e operações de crédito. Para Pontes, o desafio é transformar os recursos em ações para cidade, conforme diretrizes estabelecidas no POP (Planejamento do Orçamento Participativo), para os quatro anos da gestão.

São José planeja transferir verba do Banhado para outras áreas

O governo do prefeito de São José dos Campos, Carlinhos Almeida (PT), excluiu do Orçamento de 2014 recurso da compensação ambiental disponibilizado pela Petrobras para o Parque Natural do Banhado. A administração do PT tenta um novo acordo para aplicar os recursos em outras unidades de proteção ambiental do município, como, por exemplo, no distrito de São Francisco Xavier. A verba, no montante de R$ 9,1 milhões, está disponível desde 2006, mas o município não consegue cumprir a principal exigência para a utilização do recurso. A prefeitura tem que remover os moradores da concha do Banhado que estão dentro da área de 1,5 milhão de metros quadrados, que foi transformada em uma unidade de conservação e preservação integral.

A questão é tratada na Câmara de Compensação Ambiental da Secretaria Estadual de Meio Ambiente. O prazo inicial para a aplicação da verba era de cinco anos, a partir de 2006. Em 2011, o governo do PSDB conseguiu dilatar o prazo para dezembro deste ano. A Secretaria Estadual de Meio Ambiente informou ontem que esse prazo está mantido. Se o município não cumprir, a verba será alocada para outras unidades de conservação do Estado. Esse recurso é referente ao pagamento ambiental das obras de ampliação e modernização da Revap (Refinaria Henrique Laje).

A secretária Municipal de Meio Ambiente, Andréa Francomano Bevilacqua, relatou que o governo tem conversado permanentemente com a Câmara de Compensação Ambiental na busca de uma solução. “A nossa meta é utilizar esse recurso no Banhado, mas, se não for possível por causa questão dos moradores, vamos tentar acordar o uso do dinheiro em outras unidades ambientais do município”, afirmou. A Secretária de Meio Ambiente, Andréa Francomano Bevilacqua, afirmou que o governo avaliou que não há necessidade de constar no Orçamento o recurso de compensação ambiental da Petrobras.

Segundo a secretária, a avaliação é que o recurso é extra-orçamentária, desvinculado, porque está disponível ao município desde 2006 . “É uma verba carimbada. O recurso fica em uma conta bancária aberta pela Petrobras. É liberado conforme é utilizado”, afirmou. Na análise do governo, a gestão anterior in cluia no orçamento de forma “incorreta”. Apenas uma pequena parte da verba de R$ 9,1 milhões foi utilizada até o momento. A gestão anterior, do ex-prefeito Eduardo Cury (PSDB), utilizou aproximadamente R$ 30 mil para a elaboração de estudo ambiental do Banhado. Os recursos, na realidade, são para pagamento de desapropriações de áreas que estão dentro do perímetro do Parque Natural do Banhado.

Para 2014, está previsto na proposta orçamentária do município uma verba do Tesouro Municipal de R$ 593 mil para o Parque do Banhado. A secretária informou que o recurso é para a manutenção e custeio da unidade. André Miragaia, ex-secretário de Meio Ambiente, discorda da avaliação do atual governo com relação aos recursos da Petrobras. Ele afirmou que “há necessidade de prever o recebimento da verba no Orçamento”. Miragaia também destacou que o ideal é que essa verba seja aplicada em São José dos Campos. “Esse recurso tem que ficar na cidade, porque é a população de São José que sofre o impacto da refinaria da Petrobras. Não tem sentido aplicar o dinheiro em outro lugar”, disse o ex-secretário.

Orçamento do Estado para 2014 ignora a RM Vale

O Orçamento do Estado para 2014 não especifica verbas para o Fundo de Desenvolvimento da Região Metropolitana do Vale do Paraíba, criado pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) com a proposta de financiar o- bras, estudos e programas de interesse regional. O fundo foi instituído por meio de decreto em maio, com previsão de receber os primeiros repasses a partir do ano que vem. Projeto encaminhado pelo governador à Assembleia Legislativa detalha recursos somente para as outras três Regiões Metropolitanas do Estado: São Paulo (R$ 59 milhões), Campinas (R$ 5,5 milhões) e Baixada Santista (R$ 5,5 milhões).

Prefeitos e deputados do Vale temem que, sem a dotação orçamentária, o fundo saia efetivamente do papel só em 2015, já no próximo governo três anos após a criação da RMVale, ocorrida em janeiro de 2012. “A falta de uma previsão no Orçamento é um risco. Isso pode levar a um descrédito, o que não é bom para ninguém”, disse o deputado estadual Marco Aurélio (PT), membro do Conselho da RMVale. Questionado na última semana, o governo informou a O VALE que os recursos para o fundo estão contemplados na previsão orçamentária da Secretaria de Desenvolvimento Metropolitano (rubrica 48001).

Segundo a assessoria de imprensa do Estado, o investimento inicial será de R$ 5,5 milhões, mesmo valor destinado às RMs de Campinas e da Baixada Santista. Ao contrário das duas últimas, porém, a RMVale não aparece no projeto. O prefeito de São Bento do Sapucaí, Ildefonso Mendes Neto (PSDB), presidente do Conselho da RMVale , disse ter sido informado de que a verba do fundo “seria incluída no Orçamento de 2014”. “Estive com o secretário de Desenvolvimento Metropolitano e nada foi comentado a esse respeito”, afirmou. “Agora, é preciso identificar, primeiro, quanto será preciso para iniciar os nossos projetos, e ainda não temos esse valor. Estamos em um período de estudos e planejamento.”

A lei que instituiu a RMVale prevê a criação de instrumentos de planejamento, execução e fomento de ações de interesse regional. A estrutura contempla um Conselho de Desenvolvimento (instância máxima, formado por representantes das 39 prefeituras da região e do governo do Estado que deliberam sobre todas as questões), um fundo e uma agência regional (órgão executor, responsável por contratar obras e serviços com os recursos captados). A criação desse último órgão ainda depende da aprovação de um projeto na Assembleia, sem data para ocorrer. “Ganhamos um carro de último ano, mas não temos pneus nem gasolina”, disse o deputado estadual Padre Afonso Lobato (PV), presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Vale do Paraíba.

A criação da Agência de Desenvolvimento, braço operacional da RMVale, ainda depende da aprovação de um projeto de lei na Assembleia. Segundo o secretário de Desenvolvimento Metropolitano, Edmur Mesquita, os estudos que embasarão a proposta estão sendo finalizados. “Creio que eles serão concluídos em 10 dias. Depois, o projeto passará pela análise das secretarias de Gestão, Planejamento e Fazenda”, disse. “Tenho convicção que o projeto será enviado à Assembleia ainda este ano”, acrescentou. Mesquita ressaltou que o escritório regional da Emplasa (Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano), criado em abril deste ano em São José dos Campos, tem dado suporte técnico à RMVale . “Não há nenhum prejuízo prático ou institucional.” Enquanto a agência não for criada, o Fundo da RMVale ficará vinculado à Desenvolve SP (Agência de Desenvolvimento Paulista), ligada ao próprio governo do Estado.

Humanity realiza entrega de brinquedos na cidade

No dia 12 de outubro, data em que se comemora o Dia das Crianças, a Humanity Assessoria e Treinamentos, empresa especializada no desenvolvimento pessoal e empresarial, realiza doações de brinquedos a aproximadamente mil crianças da comunidade Campos de São José.

Esta é uma iniciativa do Momento do Abraço, um grupo voltado a ações sociais e formado por pessoas que já realizaram algum curso oferecido pela Humanity. “Estamos empenhados em juntar o máximo possível de brinquedos. Vamos doar também refrigerantes, pois serão servidos cachorros-quentes para todas as crianças. Será uma festa”, adianta Rogerio Camargo, coordenador do projeto.

Os pontos de entrega são Oficina Café, KMS Comunicação, Empório da Roça e A R Camargo Corretora, das 9 às 18 horas. Abaixo, os endereços:

A R Camargo Corretora
Rua Espinhosa, 45 – sala101 – Bosque dos Eucaliptos

Empório da Roça
Rua Eliza Costa Santos, 58

Oficina Café
Rua Pedro Ernesto, 20 – Vila Sanches

KMS Comunicação
Praça Tertuliano Moraes Delfim, 64 – Vila Ema

Número de usuários de ônibus aumenta após Bilhete Único

Após implantação bilhete único, o número de usuários de ônibus aumentou em relação ao mesmo período de 2012, conforme levantamento da Secretaria de Transportes. Em agosto deste ano, por exemplo, foram transportados 7.889.693 passageiros, enquanto no mesmo  mês do ano passado foram 7.685.034 de usuários.

O número de integrações entre as linhas também subiu. Em agosto de 2012 foram 953.292 e, no mesmo período deste ano, atingiu-se o número de 1.392.736 de integrações. Desde o dia 27 de julho, quando do início do bilhete único e emissão de cartão eletrônico, São José registrou aumento de 45,7% e houve diminuição do número de pessoas que utilizam dinheiro para pagar a passagem.

Um dos exemplos do benefício da implantação do bilhete único está em São Francisco Xavier. Com o cartão, qualquer usuário de transporte coletivo realiza o deslocamento entre São José e o distrito pagando apenas uma tarifa de R$3,00.

Procon de São José divulga ranking das empresas mais reclamadas

O Procon de São José dos Campos divulgou nesta quinta-feira a lista o ranking dos atendimentos realizados nos últimos 60 dias e também no acumulado do ano.  As três empresas que mais receberam reclamações nos últimos dois meses e no acumulado do ano são o Grupo Vivo, Grupo Itaú Unibanco e Grtupo Votorantim.

A partir de agora, a lista de atendimentos será atualizada todos os dias. O consumidor poderá acessar o ranking no site da Prefeitura de São José.  Na listagem também será possível visualizar quais são as principais irregularidades praticadas pelas empresas indicadas, quanto às relações de consumo de produtos e serviços, além de apontar o índice de solução dos problemas e percentual de reclamações não resolvidas. Para facilitar a leitura dos dados, o sistema agrupou os fornecedores da mesma marca. Segundo a assessoria, a página será atualizada todos os dias.

O sistema inclui os registros de atendimentos dos 26 Procons conveniados à Fundação Procon-SP. A coordenadora do Procon Municipal participou do lançamento estadual do ranking on-line, na terça-feira (1º), representando a Prefeitura de São José dos Campos.

RANKING DO ATENDIMENTO ACUMULADO NO ANO

1º – GRUPO VIVO
2º – GRUPO ITAU UNIBANCO
3º – GRUPO VOTORANTIM
4º – GRUPO BRADESCO
5º – GRUPO CLARO
6º – GRUPO OI
7º – GRUPO SANTANDER REAL
8º – SKY BRASIL SERVIÇOS LTDA
9º – 614 TVH VALE LTDA
10º –  TIM CELULAR S/A
11º – GRUPO BMG
12º –  GRUPO CETELEM/BGN
13º –  GRUPO PANAMERICANO
14º – GRUPO CAIXA ECONOMICA FEDERAL
15º – GRUPO PÃO DE AÇÚCAR / EXTRA / PONTOFRIO.COM / CASASBAHIA.COM / CASAS BAHIA / PONTO FRIO
16º – BANCO DAYCOVAL S/A
17º – GRUPO CARREFOUR
18º – BANDEIRANTE ENERGIA S.A
19º – BANDEIRANTE ENERGIA S/A
20º – GRUPO BANCO DO BRASIL
21º – CIA DE SANEAMENTO BASICO DO ESTADO DE SAO PAULO
22º – GRUPO MAGAZINE LUIZA
23º – VALPAR INFORMATICA LTDA
24º – GRUPO CCE
25º – SAMSUNG ELETRONICA DA AMAZONIA LTDA
26º – GRUPO MRV
27º – GRUPO B2W / AMERICANAS.COM / SUBMARINO / SHOPTIME / SOU BARATO / LOJAS AMERICANAS
28º – GRUPO FIBRA
29º – BANCO CRUZEIRO DO SUL S A
30º –  GRUPO NET

Estado abre 59 mil vagas para professor

A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo abre de hoje até o dia 16 as inscrições para 59 mil vagas para professores da rede pública. Este é o maior concurso público já feito pelo Estado.O concurso é destinado aos professores que atuam nos anos finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio (Educação Básica 2). Os demais requisitos são informados no Portal da Educação. As inscrições, cuja taxa é de R$ 29, podem ser feitas pelo site da Fundação Getúlio Vargas. A primeira etapa da prova será no dia 17 de novembro.  Ao se inscrever, o candidato deve indicar o local onde prefere fazer a prova e a região onde quer atuar.

As regiões abrangidas pelo concurso, referências bibliográficas e habilidades requeridas também são informadas no Portal da Educação. O salário inicial de um professor que dá aulas para turmas da Educação Básica 2, com jornada de 40 horas por semana, é de R$ 2.257,84 e pode chegar a R$ 6.390,78, 44% acima do piso nacional. Em São José dos Campos, as inscrições são gratuitas e para professores substitutos e eventuais de Educação Infantil e Ensino Fundamental. Elas ficam abertas até sexta-feira. Para se inscrever, os candidatos devem comparecer munidos de documentos em uma das 22 escolas escolhidas como postos pelo Estado.

Os locais de inscrição, o edital e que documentos levar estão disponíveis no site da prefeitura: www.sjc.sp.gov.br. Para participar do processo é preciso ser formado ou cursar o último ano do bacharelado ou licenciatura, com término previsto até julho de 2014. Para o cargo de Professor 1, o candidato precisa ser habilitado em Pedagogia para atuar na Educação Infantil e no Ensino Fundamental. Já para Professor 2, é preciso ter habilitação especifica na disciplina de interesse. A classificação provisória dos professores será publicada no site da prefeitura no dia 11 de novembro.

Com polo presencial em São José, as inscrições para o curso de especialização em Ciência e Tecnologia da Universidade Federal do ABC (UFABC) foram prorrogadas e podem ser feitas até dia 15 pelo site http://selecao-uab.ufabc.edu.br/. Outras informações podem ser obtidas pelos telefones (11) 4437-8589 ou (11) 3356-7286. A aula inaugural está prevista para e março de 2014. A Unesp de São José realiza campanha de doação de brinquedos novos ou usados (em bom estado), que serão recolhidos até o dia </MC></MC><MC2>9. Os brinquedos serão distribuídos às crianças que vivem no Banhado. Os doadores podem deixar o material na Unesp, que fica avenida Francisco José Longo, nº 777, Jardim São Dimas. Informações pelo telefone 3947-9000.

‘Vitrine’ tucana, obra da Arena fica fora do Orçamento de 2014

O impasse na construção da Arena de Esportes de São José dos Campos levou o prefeito Carlinhos Almeida (PT) a excluir o projeto do Orçamento para 2014. Na proposta orçamentária enviada pelo prefeito à Câmara não há previsão de alocação de recursos financeiros para a continuidade da obra. O projeto do complexo esportivo, no Jardim das Indústrias, região oeste, tinha custo inicial de R$ 33,3 milhões, o empreendimento mais caro da gestão do ex-prefeito tucano Eduardo Cury. A obra foi iniciada em 2011 e deveria ter ficado pronta em agosto do ano passado. O governo informou que não foi previsto a destinação de recursos por que a obra é alvo de uma ação judicial para apurar responsabilidade na execução do projeto.

Em nota, o governo informou que “existe uma ação judicial com relação à obra da Arena Esportiva e que trata-se de ação de pr odução antecipada de provas movida pela Secretaria de Assuntos Jurídicos para definir a responsabilidade da administração anterior e da atual com relação à obra em questão”. Segundo o governo, dependendo do resultado desta ação, será feito um remanejamento de verba para a conclusão da obra. O trabalho de perícia no canteiro da obra teve início há 20 dias. O prazo para a conclusão do trabalho é de 90 dias. O trabalho é realizado pelo perito Rubens Cavalheiro, nomeado pela Justiça. A construção do complexo esportivo enfrentou problemas diversos, como readequações no projeto original, e se transformou em um dos embates políticos entre o PSDB e o PT.

Na proposta orçamentária, a Secretaria de Obras, responsável pela construção da Arena de Esportes terá crescimento de 91,8%, o terceiro maior entre as secretarias. O novo titular da pasta, Dalton Ferracioli, irá gerenciar uma verba de R$ 29,4 milhões. Este ano, os recursos financeiros da pasta somam montante de R$ 15,3 milhões. As pastas que registram maior alta orçamentária foram as de Transportes (276%) e de Desenvolvimento Econômico (132,2%). Meio Ambiente (53,3%) Gabinete (22,4%), Governo (27,7%), Assuntos Jurídicos (20,4%), Planejamento (18,8%) e Habitação (17,1%) foram as pastas que sofreram redução de verba no orçamento de 2014. O secretário de Habitação, Miguel Sampaio, justificou o corte. “Não houve redução. O que aconteceu é que a Regularização Fundiária, que estava na pasta da Habitação, foi desmembrada e virou secretaria”, afirmou o secretário.

Vereadores do bloco aliado disseram que vão analisar a peça orçamentária para emitir opinião. “Já constatei que o aumento da verba para a área de esportes é insuficiente para atender toda a cidade”, disse o vereador Valdir Alvarenga (SDD). A Câmara tem prazo até dezembro para votar a proposta do Orçamento de 2014. A Comissão de Economia, Finanças e Orçamento da Casa planeja realizar audiência pública para debater o projeto orçamentário, informou o presidente da Comissão, vereador Carlos Tiaca (PMDB). Ele também vai propor a mesma medida à presidência do Legislativo. O prefeito Carlinhos Almeida solicitou autorização da Câmara para remanejar o Orçamento de 2014, por decreto, até o limite de 20%.

Levando em consideração a previsão orçamentária de R$ 2,179 bilhões, o prefeito poderá remanejar uma verba de R$ 435,9 milhões. O pedido está na proposta orçamentária encaminhada pelo prefeito ao Legislativo. O índice é o mesmo deste ano. Também na gestão tucana, o índice de remanejamento de recursos orçamentários por decreto foi o mesmo.Na prática, com a medida, o governo pode alterar parte das verbas orçamentárias entre as secretarias sem necessidade do aval da Câmara. Aliados do governo avaliam que 20% é “um bom índice de remanejamento”. “É razoável. O governo não pode ficar engessado, se não complica a administração”, disse o vereador Walter Hayashi (PSB). Para o oposicionista Fernando Petiti (PSDB), o índice é aceitável, mas avalia que o remanejamento de verbas orçamentárias tem que atender os interesses da cidade.

O impasse na construção da Arena de Esportes de São José levou o prefeito Carlinhos Almeida (PT) a excluir o projeto do Orçamento 2014. No projeto enviado à Câmara não há previsão de recursos para a obra. A Arena, no Jardim das Indústrias, tinha um custo inicial de R$ 33,3 milhões o empreendimento mais caro da gestão do ex-prefeito Eduardo Cury (PSDB). A obra foi iniciada em 2011 e deveria ter ficado pronta em agosto de 2012. O governo informou que não foi prevista a destinação de recursos por que a obra é alvo de uma ação judicial.