Policias da cidade conta com a tecnologia para Segurança

Feriado de 1º de maio, quarta-feira, 11h40. O Copom (Comando de Operações da Polícia Militar), em São José dos Campos, atende uma chamada de emergência sobre um acidente envolvendo um carro e um caminhão no Jardim Santa Inês, na zona leste da cidade. Cerca de 10 minutos após acionar o 190, uma viatura chega ao local para prestar o atendimento. A resposta com a presença da PM ocorreu graças à tecnologia e à inteligência empregadas na comunicação do CPI-1 (Comando de Policiamento do Interior 1), com os policiais das 39 cidades da RMVale.

O VALE embarca com você nesta viagem para desvendar o setor de inteligência da comunicação da PM. O Copom atende cerca de 186 mil ligações por mês, uma média de 6.200 pedidos de socorro por todo o Vale do Paraíba e Litoral Norte. Do total de contatos, 21% são trotes, um velho problema enfrentado pela corporação, que tem uma média diária de 1.240 ‘atendimentos perdidos’.

Por meio da chamada 190, podem ser despachadas viaturas do serviço de rádio patrulhamento, policiamento ambiental, rodoviário, bombeiros e ronda escolar. As chamadas são registradas em pontos de atendimento e enviadas para o setor de despachos de viaturas, segundo o chefe do Copom, capitão Arlindo Soares Henrique da Silva Júnior.

“Os policiais são treinados para atender no mais breve tempo e obter informações detalhadas sobre a emergência. Em algumas situações, somente com as orientações dos atendentes, vidas podem ser salvas. Temos casos de crianças que tiveram suas vidas salvas graças à orientação passada aos pais durante o socorro que antecedeu a chegada da viatura do bombeiro”, disse o capitão. Só em abril, segundo ele, foram dois casos de engasgamento de crianças resolvidos pelo Copom por telefone.

Toda a comunicação é gravada para o controle de procedimentos. Atualmente são 130 policiais que atuam no processo de atendimento e despacho das viaturas da PM. “O nosso Copom foi o primeiro a ser regionalizado no interior, o que resultou no retorno de cerca de 200 policiais militares para o policiamento das 39 cidades. Seguimos os padrões da capital”, disse Silva Junior.

O despacho das viaturas e o atendimento são feitos pelo sistema de rádio comunicação. Além disso, o sistema permite o acompanhamento e o deslocamento de 100% da frota, por meio do equipamento TDM (Terminal Móvel de Dados), os tablets, que permitem pesquisar os bancos de dados da PM sobre veículos, armas e pessoas.

Todo esse serviço, em São José dos Campos, é complementado ainda pelo videomonitoramento transmitido diretamente pelo COI (Centro de Operações Integradas), da Secretaria de Defesa do Cidadão. “A tecnologia tornou-se parte integrante da atividade policial deixando-a mais rápida, segura e eficiente, certificada pelo ISO 9001:2008 nos idiomas inglês e português”, afirmou o capitão Silva Júnior, lembrando os 2 milhões de pedidos de socorro registrados em 2012.

A frota da Guarda Civil Municipal de São José já está circulando com um tablet acoplado ao painel dos veículos. Com isso, as 34 viaturas têm agora equipamentos ligados ao COI, o que dará mais segurança e rapidez no atendimento das ocorrências. Os tablets serão monitorados por um telão, segundo a Secretaria de Defesa do Cidadão. O policiamento ostensivo de bicicletas e motocicletas também utiliza o Terminal Portátil de Dados, que permite identificar a localização exata do soldado, auxiliando-o em caso da necessidade de apoio. “Todo esse sistema de atendimento fornece ao gestor de segurança pública indicadores para a administração operacional da PM”, disse o capitão da PM, Antero Baraldo.

O Vale

Publicado em: 20/05/2013

Verba disponibilizada pelo Governo chega a R$ 100 milhões

O governo federal planeja lançar no mês que vem um edital para disponibilizar R$ 100 milhões para parques tecnológicos do país. A informação foi divulgada na última sexta-feira pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, em São José dos Campos. Segundo o ministro, os recursos serão para financiar projetos de parques tecnológi-cos e integram o pacote de R$ 32,9 bilhões anunciados pelo governo para incentivar setores da economia considerados estratégicos.

“A verba para os parques tecnológicos é considerável. É o último edital do programa Inova Empresa”, afirmou. Raupp destacou que a intenção é fomentar projetos para alavancar parques tecnológi-cos em todo o país. “O Parque Tecnológico de São José dos Campos precisa concorrer aos recursos”, afirmou o ministro. Os detalhes sobre a liberação da verba e prazos para a apresentação de projetos serão divulgado no edital.

Na sexta-feira, o governo federal lançou em São José dos Campos o edital para investimentos de R$ 2,9 bilhões no setor aeroespacial e de defesa. Do total, R$ 2,4 bilhões serão disponibilizados pela Finep (Financiadora de Projetos) e outros R$ 500 milhões pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Social). As empresas do segmento têm prazo para encaminhar projetos até 1° de julho. O objetivo é fomentar pesquisas de novos produtos e desenvolvimento tecnológico. Empresários elogiaram a iniciativa do governo em fomentar o setor.

O Vale

Publicado em: 20/05/2013

Motoristas da cidade ficam confusos com a sinalização

Com uma frota de 380 mil carros e um perfil voltado à tecnologia com vocação para o setor aeroespacial, São José dos Campos esbarra em um problema na malha viária: a falta de coerência nas sinalizações horizontal e vertical de trânsito. O VALE percorreu ruas e avenidas da cidade e constatou sete situações em que motoristas e motociclistas se confundem com as sinalizaç ões indicadas.

O problema se agrava pelo fato de os agentes de trânsito ficarem de ‘mãos atadas’ e não poderem notificar as infrações cometidas. Os repórteres Rodrigo Machado e Cláudio Vieira percorreram as vias com problemas nas últimas segunda, terça e quarta-feira. Logo no início da rua Teopompo Vasconcelos, na Vila Adyana, na calçada ao lado esquerdo há uma placa informando proibido parar e estacionar, na altura do número 574. A confusão começa quando o motorista vê a guia pintada de amarelo, mas a faixa na rua pintada na cor branca.

Outro endereço que apresenta irregularidade é a rua Manoel Rodrigues de Moraes, em Santana, na altura da curva sentido ponte Minas Gerais. A placa ‘Cruzamento Perigoso’ está virada para uma residência e não para os motoristas que trafegam no sentido centro-bairro.

A falta de informação também prejudica motoristas na estrada municipal Juca de Carvalho, mais conhecida como Estrada do Bonsucesso (altura do número 2.305). No local há duas placas em ambos sentidos que deveriam informar sobre a curva, mas elas estão sem nenhuma sinalização impressa. Até um problema de grafia foi identificado por O VALE.

Na avenida Carmerino dos Santos (Marginal B), no Jardim Motorama, há um erro na placa de ‘Limite de Velocidade’. Lá a fiscalização é ‘eletrôniça’. No trevo de acesso ao DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial), a placa ‘Trevo do CTA/ITA’ esconde outra placa. Já na Antonio Saes, em frente à maternidade da Santa Casa há uma placa ‘E’ autorizando o estacionamento na faixa branca de segunda a domingo, 24horas, mas o espaço é destinado apenas para ambulâncias.

Em frente ao prédio da Ciretran (Circunscrição Regional de Trânsito), na avenida São José, há um estacionamento específico para motos, mas a ‘saia justa’ surge quando o motociclista vê uma segunda placa com a informação de que é ‘Proibido Motocicletas’. Na opinião de especialistas e engenheiros de tráfego, o conflito de sinalização pode induzir a ocorrência de acidentes ou trazer prejuízo ao fluxo de veículos. “Há outros problemas como a falta de sinalização para pedestres, falta de faixas em cruzamentos e de sinais de tempo para os pedestres atravessarem vias com segurança”, disse o especialista em trânsito, Ronaldo Garcia.

Segundo ele, há casos em as árvores crescem e obstruem os sinais ou ventos fortes que viram as placas. “Os engenheiros e agentes de trânsitos devem ficar atentos dia e noite.” O motoboy Mario Lima, de 32 anos, que já se confundiu com uma placa na zona leste e foi multado, nem tinha percebido o erro na área permitida para motos em frente ao Ciretran. “É confuso. Qual, afinal, está valendo?”

Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Transportes de São José, a rua Teopompo Vasconcelos foi vistoriada pela equipe de trânsito e haverá readequação da sinalização existente no local. Quanto aos outros locais apontados por O VALE, eles serão vistoriados e, em havendo constatação de desconformidade na sinalização, ela será readequada.

O Vale

Publicado em: 20/05/2013

Universitários da cidade arrecadam verba para o GACC

Estudantes joseenses realizam ação social na instituição para digitação de notas fiscais. Hospital faz apelo por mais voluntários Há mais de dois anos, um grupo de jovens de São José dos Campos resolveu trocar as horas de sono a mais conseguidas aos sábados para ajudar o GACC (Grupo de Assistência à Criança com Câncer). Desde 2011, cerca de 30 alunos das Faculdades Bilac e ETEP Faculdades realizam na instituição um importante trabalho voluntário.

Todo primeiro e terceiro sábado de cada mês, das 9h às 12h, os universitários fazem a digitação das notas fiscais deixadas nos estabelecimentos comerciais em prol do GACC. Somente em 2012, a ação rendeu R$ 533.030,09 para o hospital que atende, em média, 500 crianças com câncer do Vale do Paraíba e Litoral Norte.

“Antes perdíamos todo esse dinheiro, pois não havia voluntários. E apesar de todo esse mutirão e da ajuda que recebemos durante a semana, ainda há mais lugar para quem quiser ajudar. Acredito que o voluntariado é uma bênção para quem o faz”, afirma Margarida Arantes, coordenadora do Programa de Voluntariado do GACC.

E se o hospital ganha com a ação, os estudantes também, incluindo na hora de conseguir uma vaga no mercado de trabalho. “Além de passar o conteúdo técnico, devemos também contribuir para a formação do caráter e da responsabilidade social dos alunos para que se tornem cidadãos conscientes. Por isso, incentivamos o trabalho voluntário que hoje já é bem avaliado pelas empresas, fazendo a diferença em um processo seletivo”, explica o professor Luciano Rodrigues do Grupo CETEC Educacional, que abrange as Faculdades Bilac e ETEP Faculdades

Segundo a gerente da Faculdades Bilac, Adriana Nakahara, está em andamento um estudo para estender o processo de digitação para o laboratório de informática da escola, aumentando assim o apoio oferecido.

Ajuda é sempre bem-vinda

O trabalho é grande e o recurso é pouco. É nesse contexto que o GACC tem se inserido nos últimos anos. Atualmente, a Instituição tem 70% do seu orçamento mensal negativado. De acordo com a coordenadora de enfermagem do hospital, Lucimara da Silva, um paciente na UTI custa $$1.800 por dia, mas apenas R$508 são repassados pelo Governo.

Quem quiser ajudar e se tornar um voluntário do GACC, basta ir até a Instituição, preencher um formulário e realizar uma entrevista. São diversas áreas em que se pode atuar.

Serviço

  • Grupo de Assistência à Criança com Câncer de São José dos Campos
  • Endereço: Avenida Possidonio José de Freitas, 1200 – Urbanova
  • Telefone: (12) 3949-6020

Publicado em: 20/05/2013

Cidade tem orientação para empresários pelo Sebrae

Uma parceria entre a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia e o Sebrae-SP vai ampliar o atendimento prestado hoje a empresários e pessoas interessadas em abrir uma empresa em São José dos Campos. A partir desta segunda-feira (20) analistas do Sebrae-SP vão oferecer orientações gratuitas sobre gestão de negócios, em temas como administração, marketing, finanças e jurídico na Sala do Empreendedor, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico. O atendimento será realizado todas as segundas e quartas-feiras, das 9h às 17h.

Para o gerente do Escritório Regional do Sebrae-SP em São José dos Campos, José Fabio Tau Júnior, a parceria com a Prefeitura na Sala do Empreendedor traz facilidades para as micro e pequenas empresas. “O atendimento do Sebrae na Sala do Empreendedor é mais uma forma de ampliar as ações em prol do empreendedorismo na cidade, pois traz informações complementares aos serviços oferecidos pela Prefeitura”, disse.

Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia, a parceria com o Sebrae faz parte da reestruturação que está sendo realizada para ampliar e melhorar o atendimento aos empreendedores interessados em instalar ou formalizar suas atividades no município.

Recentemente em uma dessas ações, a Sala do Empreendedor passou a disponibilizar na internet as informações sobre documentação, modalidades de empreendimentos e legislação para permitir a consulta prévia pelos interessados e assim facilitar o processo para a abertura de empresas.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 17/05/2013

Obras na cidade tem prazo para terminar até junho

Os proprietários de imóveis que estão em desacordo com a Lei de Zoneamento e o Código de Edificações de São José dos Campos têm até o dia 10 de junho para regularizar a situação por meio da Lei de Regularização de Construção (Lei Complementar 445/11). Cerca de 2 mil munícipes ainda precisam cumprir as exigências de continuidade dos processos já expedidos pela Secretaria de Planejamento Urbano.

Dos quase 7 mil processos protocolados desde setembro do ano passado, quando começou a vigorar a lei, mais de 5 mil já passaram por análise. Quem ainda precisa entregar algum documento ou projeto para concluir o processo de legalização deve procurar o Núcleo de Legalização, na Rua Professora Maria Luiza G. Medeiros, 90, Centro, em frente ao Paço Municipal.

O local funciona de segunda a sexta-feira das 8h às 11h30 e das 13h30 e 16h.  A lei permite a regularização de casas, prédios, pontos de comércio, templos, galpões e indústrias. A regra só não libera construções em áreas de risco e ambientais, loteamento irregular e que não ofereça condições de segurança, habitabilidade e higiene.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 17/05/2013

Instalação de Novos Shopping na cidade é adiada

Os projetos para a construção de três novos shoppings em São José dos Campos só devem sair do papel em 2014. Os empreendimentos estão em análise na Prefeitura de São José e só devem ser liberados a partir do segundo semestre, após tramitar nas secretarias de Desenvolvimento Econômico, onde estão atualmente, e na de Planejamento.

Com isso, a cidade aumentará de seis para nove o número de centros de compras. Os maiores são CenterVale, Colinas e Vale Sul, todos com expansão concluída ou em andamento. Há ainda os shoppings Centro, Faro e Esplanada. Os três novos negócios deveriam ter sido anunciados no ano passado, mas não foram aprovados a tempo.

Em nota, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico informou que os projetos “estão em fase de análise e negociação”. O maior dos empreendimentos deve ser instalado na zona leste, em uma área às margens da via Dutra, ao lado do Parque Tecnológico, pertencente à família Penido, dona do grupo Serveng. O centro comercial faz parte de um complexo em que a empresa ainda planeja construir mais dois condomínios, um residencial e um industrial. Os outros dois shoppings devem ser erguidos entre as regiões oeste e sul.

“O projeto ficou em tramitação na prefeitura durante muito tempo. Esperamos que agora haja mais celeridade na análise do empreendimento, que será muito importante para São José”, disse o empresário Rogério Penido Os três maiores shoppings de São José investiram em obras para expandir a capacidade de atendimento e a oferta de lojas e serviços. Ao todo, CenterVale, Colinas e Vale Sul estão gastando mais de R$ 400 milhões nas obras.

O Colinas Shopping tem o maior investimento –R$ 252 milhões em obras que vão até outubro de 2014.  A intenção é triplicar o faturamento e o fluxo de pessoas. Hoje, passam 860 mil pessoas por mês no centro de compras. Em 2014, data final das obras, serão 185 lojas a mais e 3.050 vagas de estacionamento. O projeto é transformar o shopping em um complexo multiuso, com um hotel e uma torre comercial.

O CenterVale gastou R$ 100 milhões para inaugurar, em outubro do ano passado, seu novo espaço, com 6.000 metros quadrados a mais de área. As obras do Vale Sul duraram quase dois anos e terminaram em junho do ano passado, com 57 novas lojas. A área saltou de 75 mil m² para 118 mil m², o equivalente a 13 campos de futebol.

Para Felipe Cury, presidente da ACI (Associação Comercial e Industrial) de São José, a cidade tem demanda para mais três shoppings. “Quando chegou o Carrefour, diziam que os supermercados iam quebrar. Mas ocorreu o contrário. Novas redes chegaram. Vai acontecer o mesmo com os shoppings.”

O Vale

Publicado em: 17/05/2013

Vacinas contra Gripe H1N1 fica sem estoque na cidade

O estoque de vacina contra a gripe A (vírus influenza H1N1) na rede de saúde de São José dos Campos para imunizar pessoas do grupo de risco, como gestantes, idosos e doentes crônicos foi zerado ontem. As únicas doses restantes, cerca de 6.000 de um lote extra de 8.000 enviado anteontem pelo governo estadual, foram reservadas para imunizar crianças menores de 2 anos que tomaram o medicamento pela primeira vez. A segunda dose é exigida pelo Ministério da Saúde.

As 2.000 vacinas distribuídas para as 40 UBS’s (Unidade Básica de Saúde) de São José acabaram ontem. Para quem quer se imunizar contra o vírus Influenza, em São José, resta apenas a rede particular. Há três lugares na cidade que têm a vacina contra a gripe A, com preços entre R$ 100 e R$ 150 a dose. Hoje, uma força-tarefa da prefeitura vai à Secretaria de Estado da Saúde, em São Paulo, pedir mais doses da vacina.

Álvaro Machuca, secretário de Saúde de São José, e Itamar Coppio, vice-prefeito, se reunirão com o secretário de Estado da Saúde, Giovanni Guido Cerri, às 16h, para tratar do assunto. O objetivo do encontro é “fazer um apelo e sensibilizar o governo do Estado a liberar mais doses de vacina para atender o município”, informou a prefeitura, por meio de nota.

O número de novas doses pretendida pela administração não foi informado. “Tentaremos o que for possível o Estado nos fornecer”, disse Tereza Cardozo, coordenadora da Vigilância Epidemio-lógica de São José. Ela pediu calma à população e orientou para quem estiver com indícios de gripe que procure tratamento médico, e não a vacina.

A busca da prefeitura por mais vacinas é motivada pela demanda pelo medicamento que cresceu nos últimos dias, em razão da confirmação da morte de cinco pessoas vítimas da doença na cidade outras duas mortes estão sob investigação. Com mais dois casos confirmados em Taubaté, a região acumula sete mortes pela doença. Segundo a Secretaria de Saúde, a maior procura nas unidades básicas tem sido de pessoas portadoras de doenças crônicas, como diabetes.

São moradores da cidade que não tomaram a dose da medicação durante a campanha de vacinação, encerrada no último dia 10 de maio. A Secretaria de Saúde informou que a cidade imunizou 92% do público alvo exigido pelo Ministério da Saúde a meta era 80% e mais 39 mil portadores de doenças crônicas até ontem. A coordenadora da Vigilância Epidemiológica de São José dos Campos, Tereza Cardozo, pediu calma à população da cidade que tem ido procurar vacinas contra a gripe A nas unidades básicas.

Segundo ela, o medicamento só será aplicado, quando e se chegarem mais doses à cidade, que zerou seu estoque, prioritariamente em pessoas do grupo de risco. Pacientes que apresentarem indicação médica para tomar a vacina serão avaliados antes de serem atendidos. “É preciso provar na receita médica que a pessoa pertence ao grupo de risco”, afirmou Tereza.

Segundo ela, quem apresentar indícios de gripe deve procurar atendimento médico, e não a vacina. “O profissional vai orientar o tratamento da forma mais adequada”. Mas mesmo pessoas do grupo de risco que ainda não foram vacinadas terão que esperar a dose extra do Estado. “Pode chegar ou não”, disse.

O Vale

Publicado em: 17/05/2013

Valor de obras de melhorias do Aeroporto é oculto

A Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) decidiu contratar a obra de ampliação do aeroporto de São José dos Campos pelo RDC (Regime Diferenciado de Contratação), para viabilizar a conclusão do projeto antes da Copa do Mundo de 2014. O edital foi lançado ontem. A empresa estima que a ampliação deve ficar pronta, no máximo, até maio do próximo ano.

Pelo Regime Diferenciado de Contratação, criado em 2011 pelo governo federal para acelerar as obras da Copa, o custo estimado da obra é mantido em sigilo, ao contrário das licitações baseadas na Lei 8.666/93. Na licitação pelo RDC, primeiro é verificado o preço ofertado pelos participantes e depois a documentação da empresa que ofereceu o menor valor, explicou a superintendente do Aeroporto de São José dos Campos, Jussara Regina de Lima Ribeiro.

A contratação de obras pelo RDC se alastrou pelo país e hoje é utilizada até para a construção de quadras e creches. O modelo já foi questionado pelo STF (Supremo Tribunal Federal). Para a Procuradoria Geral da República, o modelo dificulta a fiscalização dos gastos públicos. Com a ampliação, o aeroporto passará a ter uma área de 5.000 metros quadrados. O terminal atual tem 814 metros quadrados.

O novo espaço será de alvenaria com cobertura de estrutura metálica e ocupará a área hoje onde existe estacionamento. Ele terá 14 balcões para check-in, duas esteiras para bagagem e três canais de inspeção de raio X e uma praça de alimentação. A sala de embarque interna do terminal terá banheiros.

Com a ampliação, o aeroporto poderá receber até três aeronaves simultâneas em seu pátio. Hoje recebe uma. A superintendente informou que a capacidade anual de passageiros pulará de 190 mil para 600 mil. O projeto recebeu autorização da Cetesb e, segundo a superintendente, “não haverá impacto de vizinha com relação a poluição sonora”. “A Infraero já tem um estudo que aponta que não haverá impacto”, afirmou.

O prefeito Carlinhos Almeida disse ontem que o investimento no aeroporto é importante porque São José terá um “terminal decente”. “É o que se pode fazer no momento, mas é uma obra importante para a cidade.” O presidente da ACI (Associação Comercial e Industrial), Felipe Cury, disse que a ampliação do aeroporto de São José dos Campos é uma “notícia alvissareira, mas está muito longe da solução ideal para o terminal”.

“O ideal é conceder o aeroporto para a iniciativa privada,como o de Viracopos, em Campinas”, afirmou. Na avaliação do presidente da ACI, a decisão da Infraero de ampliar o terminal é um fato positivo, após “permanecer anos na estaca zero”. “Esperamos que seja o começo de uma nova era para o aeroporto”, declarou.

Na avaliação do advogado e ambientalista Lincoln Delgado, certamente haverá impacto ambiental, mas, é preciso levar em consideração aspectos econômicos e sociais da obra para a cidade. “Temos que colocar tudo isso na balança. Acreditamos que do ponto de vista econômico e social, a ampliação é importante para São José”.

O Vale

Publicado em: 17/05/2013

Com os Dia das Mães vendas não atingiram o esperado

O dia as mães em 2013 foi mais afetuoso. Pelo menos para os lojistas de São José dos Campos. Uma pesquisa realizada pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos, após o dia das mães, com comerciantes de diversos segmentos da cidade mostrou que houve um aumento de 2,5% nas vendas na data, em relação ao mesmo período do ano passado.

O resultado, embora positivo, ficou bem abaixo da expectativa dos lojistas que afirmaram em pesquisa anterior que esperavam vender 10,7% a mais do que no ano passado. Entre os itens mais procurados para presentear as mamães foram os acessórios e peças de vestuário. Apenas 10% dos presentes custaram até R$50, 57% custaram entre R$51 e R$100, 20% tiveram valor entre R$101 e R$200 e 13% dos presentes custaram mais de R$201.

A pesquisa mostrou ainda que 67% dos consumidores optaram pelo pagamento em cartão de crédito, 23% pagaram o presente em cartão de débito, 7% utilizou cartão especifico da loja e apenas 3% escolheram o dinheiro como forma de pagamento. Ainda de acordo com o levantamento, os estabelecimentos que realizaram promoções específicas para o Dia das Mães, venderam mais no dia das mães.

Publicado em: 16/05/2013